Opa, quero contar pra vocês que fui de novo no clube de swing porque o Marcelo queria que eu fosse com ele de novo. Falei que não, mas ele insistiu e me ofereceu muito mais grana, e a verdade é que eu tava precisando. Então ele passou pra me buscar. Quando chegamos, tinha muita gente, a gente começou a dançar e nem sei quantos vodkas a gente tomou enquanto dançava e conversava com outros casais. Uns caras sozinhos também dançavam perto da gente. Falei: "Não vou beber mais, tô meio tonta..."
"Beleza, Pauli, vamos lá em cima, quer?" ele perguntou me abraçando e começou a me beijar, pegou minha mão e me levou. Outro casal subiu com a gente. A gente tirou a roupa e ele falou: "Vamos dar uma volta, tem muita gente aqui em cima também..."
Entramos num quarto e tinha dois casais transando e um monte de caras olhando e batendo punheta.
O Marcelo se afastou de mim e eu nem percebi, e vários caras se aproximaram me olhando e batendo punheta.
"OI, PAU!" ouvi e olhei pra onde vinha a voz. Era um amigo de um ex meu que várias vezes falava de clubes de swing. Não soube o que dizer, só saiu: "Oi, Pablo." Aí o Marcelo me pegou pela cintura e me levou pra outro lado...
"Quero ir embora", falei.
"Amor, o que foi? Como assim quer ir embora?"
"Sim, tem um amigo de um ex namorado aqui e ele já me viu."
"Beleza, amor, se ele já te viu, já foi. Aqui tem bastante discrição..."
Nisso, o Pablo entrou onde a gente tava, totalmente pelado...
"Quero convidar vocês pra tomar algo e conversar", ele disse. "Vamos tomar champanhe..."
O Marcelo me olhou e eu falei: "É ele."
"Beleza, vamos então tomar algo e conversar pra você ver que não dá nada."
A gente foi pra uma parte que tem um bar, e o Pablo pediu um champanhe. Enquanto servia, ele falou:
"Sou o Pablo, conheço a Pau, e você é?"
"Marcelo."
"Vocês são um casal?" perguntou o Pablo.
"Não, não somos... somos amigos."
"Nunca imaginei que você tivesse amigos do swing, Pauli. Lembra quando você tava com o Leo e a gente conversava sobre isso, você falava que nunca faria uma parada dessas... E sei que o Leo, não sei se ele teria coragem, e acho que não teria. Pude te ver com outro cara.
Aí o Marcelo disse: "Sim, sim, o Pau me contou que, mesmo estando num relacionamento, ela é uma gostosa fiel e não faria isso com um namorado."
Foi difícil convencer ela, e me custou mais caro dessa vez pra ela vir aqui comigo.
"Aqui tem várias gostosas que são escort", disse o Pablo.
Teve um silêncio estranho e ele continuou: "Eu adoraria ver vocês dois transando."
"Sempre gostei da Pau, lembro dos verões quando ela era namorada do Léo..."
"Adorava a raba que ela tinha de biquíni... aliás, ainda tem uma raba linda."
"Éramos vários que desejavam a raba da namorada do nosso amigo..."
Falei de novo pro Marcelo: "Quero ir embora... vou nessa."
"Tá, então vamos..."
"Tchau", falei e fui até onde estavam minhas roupas, comecei a me vestir e o Marcelo apareceu e disse: "Tá, vamos, eu te levo."
"Não, se quiser ficar, fica, vou sozinha."
"Quero ir sozinha", falei. Desci, pedi um Uber e saí direto, esperei ele lá fora e fui pro meu apartamento.
No dia seguinte, acordei porque chegavam mensagens. Quando olhei, era um número que não tinha salvo, e quando vi, era o Léo.
Ele dizia: "Quero falar com você. É sério o que esse tal de Marcelo me contou que estava com você ontem?"
Respondi: "Oi, Léo, olha, não sei o que ele te disse, mas provavelmente não é verdade."
"Pau me mostrou fotos suas e as conversas de vocês, e deixou eu tirar fotos. Vou te mandar algumas pra você ver..."
"Vou aí no seu apartamento e a gente conversa pessoalmente."
Levantei, me vesti e não parava de pensar no que ele tinha dito. Escrevi pro Marcelo e ele não respondia.
Ouvi o porteiro e perguntei: "Quem é?"
"Sou eu, Pablo... já vou subir, acabaram de abrir."
Quando abro a porta...
"Oi, meu amor", e ele tentou me beijar. "O que você tá fazendo?", falei.
"Sim, já sei de tudo. Marcelo me contou que você é uma putinha, agora me mostrou suas fotos, suas conversas com ele, tudo..."
"Quê... o que você tá dizendo?"
"Nunca pensei que a ex de um amigo fosse uma putinha, e muito menos você..."
"Ele me contou e me mostrou que você faz isso há pouco tempo e que não quer que ninguém saiba, e se eu imagino, bebê."
"Você não sabe como isso me excitou. Suas fotos e te ver aí ontem à noite...
e me mostrava fotos que o Marcelo tinha compartilhado com ele..
Apaga elas, por favor, sério, apaga...
nem pense em mostrar ou contar pra alguém, eu falei.
Não dava pra ficar com isso só pra mim, eu contei e mostrei pro Lisandro, o mais tarado do grupo, que sempre te achou gostosa. Ele e o Leo te conheceram juntos, e você deu bola pro Leo, e ele sempre dizia: "ficou com a piroca pequena do Leo e perdeu a minha..."
Quando eu contei e ele viu suas fotos, não acreditou, e a primeira coisa que falou foi: "vamos comer ela..."
Eu olhava pra ele sem saber o que dizer..
Ele vai inventar pra namorada que tem um churrasco ao meio-dia e vem pra cá..
Não, não, como assim vem pra cá? eu falei.
Apaga elas e não conta pra mais ninguém..
Se você quer que eu faça isso, vai ficar comigo e com o Lisandro..
senão até pra sua irmã eu conto.
Enquanto me dizia isso, me abraçava e pegava na minha bunda.
Você ainda tem uma bunda linda, meu amor...
Para, eu falei.
A gente vai te pagar, mamãe...
tirou dinheiro e me perguntou: quanto é?
Eu não falei nada, e ele disse: toma aqui, foda-se, 100 mil.
E eu lembro que você gostava de beber, mas o Leo não deixava, com certeza porque a merda te deixava com tesão..
traz um prato, vamos beber..
fui na cozinha e quando voltei, ele estava tirando a roupa..
O que você tá fazendo? eu falei
Apaga tudo primeiro..
beleza, vou apagar as fotos, ele disse
e começamos a beber, e ele me perguntou se eu tinha cerveja ou vinho, abriu um vinho também, mandou um áudio pro Lisandro dizendo: "traz álcool pra gente beber."
ele começou a me beijar e a me tocar por todo lado...
quando ele puxou minha calcinha fio dental, disse: "que molhada você tá, filha da puta..." e tirou a calça e a cueca, e continuou: "olha a piroca que eu tenho... 19cm de piroca pra você... chupa, meu amor...."
eu desci e comecei a chupar ele, enfiava na minha garganta até onde dava, engasguei um monte de vezes quando ele empurrava pra entrar mais.... ele me levantou e me colocou contra a mesa: "quero chupar essa bunda gostosa", ele disse...
"Que putinha gostosa você é, olha só Tá uma delícia, meu amor, e a gente se beijou e ele me virou de novo e me empurrou pra eu ficar de bruços na mesa, com toda a minha bunda exposta pra ele. Ele enfiava a língua e falava que tava bem apertadinho, e que tava ainda mais apertado quando eu tava com o Léo...
Ele me virou de novo, me levantou e me colocou na mesa, abriu minhas pernas e começou a fazer sexo oral em mim, falando que delícia de buceta, meu amor, como você tá molhada...
Ele se levantou e quis meter...
— Para, sem camisinha não — eu falei.
— A gente se conhece e eu não tenho camisinha... — e me segurando pela cintura com o corpo dele, abriu minhas pernas de novo e quando entrou, soltei um gemido tão forte que ele disse:
— Sim, meu amor, você gosta ou não?
— Sim, sim, eu gosto — falei gemendo e gozando enquanto ele me comia.
— Vamos pra cama — eu falei... — Deita — e subi em cima dele.
Não demorei muito pra ter o primeiro orgasmo e automaticamente ele falou:
— Continua, continua me comendo, meu amor, continua se mexendo em cima de mim.
Ele apertava meus peitos e fazia doer, mas eu não ligava porque tava com um tesão tão grande que ia ter outro orgasmo, e ele me tirou e falou:
— Fica de quatro...
De quatro, eu sentia aquela pica entrando toda, cada vez mais rápido e mais forte ele me comia, até que começou a falar:
— Toma, meu amor...
— Não, não goza dentro — eu falava.
E ele respondia: — Bem dentro, bem cheia de porra, do jeito que você gosta, puta...
Quando ele saiu, fui me lavar e era um monte o que ele tinha gozado.
Quando saí do banheiro, vi ele tomando uma na cama e ele falou:
— Aqui, vou deixar você, vou me lavar — e entrou no banheiro.
Eu coloquei uma calcinha fio dental, a primeira que peguei, e uma legging, não coloquei sutiã.
Colocamos música na TV. Nisso, o celular dele tocou.
Era o Lisandro: — Você tá aí embaixo? — ele perguntou. — Já vou abrir — ele respondeu.
— Ele tá aí embaixo, você abre, Pau?
— Desce você — eu falei.
Uns minutos depois, os dois entraram. O Lisandro me cumprimentou com um beijo na bochecha, dizendo:
— Quanto tempo, Pauli...
— Sim, sim, muito tempo depois que me separei do Léo, cruzei com alguns de vocês por causa das minas e depois, com o tempo, não vi mais ninguém.
— Você tá mais gostosa — ele falou. me olhando de cima a baixo..
Vocês tão é com tesão, só isso. Falei que vocês tão bem com o passar dos anos.
Pablo disse: "olha o que a gente tá tomando" e aproximou o prato.
Cheirei uma carreira e falei: "trouxe vodka, uísque e speed."
Pablo preparou dois vodkas — um pra ele e outro pra mim — e um uísque pro Lisandro.
Começaram a lembrar de quando a gente se conheceu. Foi num churrasco do primo do namorado da Cíntia, uma amiga minha. Naquela noite, todos os solteiros estavam loucos por você e pela Ana. Você com uma bunda espetacular e a Ana com uns peitos e um rostinho lindo.
"Lembro sim", eu dizia. "Pois é, no dia seguinte a gente foi pra piscina do Diego."
Fui com a Ana e éramos as únicas duas minas. Vocês eram cinco.
Falei pro Lisandro: "Você e o Leo não paravam de olhar pra minha bunda. No começo, fiquei meio sem graça com o jeito que olhavam. Um vinha, depois o outro, puxando papo e trazendo cerveja. Queriam me embebedar..." terminei falando, rindo.
O filho da puta do Leo tinha bebido um pouco e tava no maior papo furado. Eu tava durasso naquele dia quando você desceu. Vocês já estavam indo embora.
E eu te mandei mensagem na terça pra te chamar pra jantar, mas você já tinha saído na segunda com o Leo.
Aquele verão inteiro não parei de te olhar quando vocês iam pra piscina do Diego.
Lembro de um dia que você tava com o Leo, a Cíntia sua amiga, o Diego e a Fernanda. Achavam que não ia vir mais ninguém naquele dia, né? Porque todas estavam com umas bikinis minúsculas. Mas você, mais ainda — o Leo tinha comprado aquela porque iam pro Brasil em alguns dias. Lembro que só tapava os bicos dos peitos, e na frente era pequenininha, marcava a buceta, e atrás era só um fio.
"É, quando a gente chegou, vocês se cobriram e depois foram trocar de roupa."
Depois eu vi com o Diego as fotos que vocês tinham tirado com a Fernanda. Ele tava vendo no celular dele.
"Lembro sim", falei. "Pois é, naquele dia a gente ia ficar com nossos namorados um tempo, e depois eles iam embora com vocês não sei pra onde. No fim, vocês foram pra piscina do Diego."
Por isso a gente tinha colocado aquelas bikinis que eu só tive coragem de usar no Brasil. Porque Ninguém me conhecia quando fui com o Léo e acho que mais uma ou duas vezes lá na piscina, mas só tinha mina ou só os nossos namorados.
Por que perguntaram quase juntos.
Por vergonha, sei lá. Eu não queria que conhecidos me vissem quase pelada de biquíni.
Lisandro continuou falando: "Lembro quando vocês começaram a namorar, o Léo falava que você era bem estreitinha, eu imaginava como eu teria te aberto e se ele te fizesse gozar comigo, você teria tido prazer por mil..."
"E como você acabou virando uma puta?"
"Eu não sou", respondi.
Pablo falou: "Paga, dá 100", ele disse.
"Não tenho tanta grana", falei. Automaticamente o Pablo disse: "Eu te empresto". Pablo é advogado e sempre teve muita grana.
"Não, caras, não quero fazer isso."
Pablo falou: "Já conversamos, Pau. Isso, se não quiser que ninguém saiba, você tinha que fazer com nós dois."
Lisandro completou: "Já me excita só de saber que você é a ex do meu amigo."
Ele levantou, foi pro banheiro e quando saiu me chamou: "Vem, vamos pro quarto". Tirou toda a roupa rapidão, vi que era enorme, começou a se aproximar e me beijar, e a gente se beijou como se fôssemos amantes, namorados, sei lá.
Ele tirou minha camiseta e começou a chupar meus peitos, fez eu gemer e disse: "Como você me agrada, love."
Começou a puxar minha legging pra baixo, eu continuei e quando me abaixei, ele sentou na cama e falou: "Chupa". Era realmente grande pra mim,
uns 19 ou 20 cm com certeza.
Ele me mandava e me fazia engasgar, me faltava ar. "Vem cá, me dá essa buceta". Me fez subir em cima dele fazendo um 69 e ficava dizendo: "Como você tá gostosa, meu love", enquanto continuava me fazendo sexo oral e tentava enfiar um dedo no meu cuzinho. "Ai, no cuzinho não", eu falei...
"Sei não, meu love, se o cuzinho não é a parte mais gostosa que você tem..." ele respondeu e passava a língua no cuzinho e na buceta.
"Vem, sobe em cima da pica, meu love."
"Tem camisinha?", perguntei.
"Não, não tenho, e as comuns apertam muito. Quero te comer no pelo mesmo..."
Fui descendo, sentindo ele me abrir e empurrando pra cima até que entrou tudo e comecei a rebolar em cima dele e tive um Gozei tão rápido que me fez gritar de prazer. Ele me virou, abriu minhas pernas e começou a me foder. Me beijou e, me olhando, começou a perguntar: "quem te fode melhor? qual pau você gosta mais?" Eu só continuava gemendo. "Me diz quem te fode melhor..."
"Você, você me fode melhor", deixei escapar entre ofegos... "aiii aaaa aaaa asssshisss aaaa."
"E qual pau você gosta mais?", ele insistia.
"O seu, o seu é enorme, eu adoro", continuei. "Vai, isso, aiiii simmm, siiiim."
"Quer leitinho, putinha?"
"Sim, sim, quero o leitinho, siiiim, aaaa."
"Fica de quatro", ele mandou, e começou a me foder forte.
E ele falava enquanto eu só arfava e gemia de prazer...
"TE AMO, filha da putaaaa."
"Quero foder teu cu, meu amorr."
"Não vai doer", eu disse.
Ele parou, e Pablo falou: "Pega o gel."
Olhei, e lá estava Pablo nos assistindo. Ele começou a passar gel na bunda e no pau dele. Senti quando ele apoiou, doeu quando ele tentou enfiar. Eu me joguei pra frente e fiquei deitada na cama.
"Abre teu cu", foram as palavras dele. Eu abri e senti quando ele empurrou e começou a entrar. Senti uma dor dilacerante e um "aiii, Deus, para, dói", e mordi os lençóis. Ele dizia: "já foi, amor", e empurrava. Senti que ia desmaiar, e ele falou: "já tá tudo dentro." Eu, entre gemidos: "aiii, dói, dói muito, para, por favor..."
Pablo me puxava pelos cabelos e mandava: "chupa, chupa meu pau", e enfiava na minha boca.
"Chupa, vai, chupa", ele ordenava.
Lisandro começou a me foder com força e gozava me comendo.
E eu não parava de gritar de dor e comecei a chorar de tanta dor, e ele me fodia mais forte até que me empurrou como se fosse me matar, e eu ouvi: "aiiiii, toma, putaaaa, tomaaa, rasguei teu cu, filha da puta."
"Bem rasgado, como tinha que ser."
Pablo, se masturbando, começou a falar: "abre a boca, toma, toma o leite", e Lisandro também: "engole tudo ou quer no cu também?" Abri a boca e comecei a chupar, senti ele gozar e eles diziam: "engole tudo." Engoli tudo, não me importava, só queria que Lisandro saísse de dentro. Sentia dor, ardor. Quando ele saiu, senti... dor e aí saiu da minha boca e ele me disse: você precisava de uma boa rola e uma boa foda...
quando ouço o Lisandro saindo do banheiro, quando tentei me levantar senti as pernas bambas, fiquei sentada um tempinho e sentia saindo gozo da minha buceta. me levantei e fui ao banheiro, sentei e até senti a sensação de fazer cocô. sentia saindo da minha buceta e quando vi era sêmen e um pouco de sangue também
quando comecei a me lavar com o bidê não consegui por causa da ardência que tinha..
então entrei no chuveiro, quando me tocava sentia a buceta toda aberta e quando tentei me lavar senti uma ardência que doía pra caralho.
fui pro quarto me vesti e o Pablo me dizia vem toma um pouco vai te fazer bem.
quando me aproximei da mesa o Lisandro me agarrou e me beijou dizendo você não sabe o quanto eu gosto de você. largo minha namorada e fico com você de namorada...
a gente se beijou de novo e ele me perguntou: você gostou?? imagino que sim disse você deixou minha rola cheia de merda e sangue..
Não falei doía muito e ainda dói, quando me lavava arde.
Sim vai arder uns dias literalmente te arrebentei o cu amor..
E aí vai continuar sendo puta? acompanhante de luxo?
Não Não basta não quero que falem mais isso. não vou fazer isso nunca mais. falei.
O Pablo insistiu dizendo: mas se você mudar de ideia ou precisar de grana me avisa eu tenho um grupo de advogados que vamos te pagar muito bem. alguns finais de semana falamos que vamos pescar e vamos pra alguma cabana ou algum sítio com putas.
Você apagou as fotos perguntei??
Sim apaguei ele disse. quando foi buscar mais gelo na cozinha.
perguntei ao Lisandro se tinha apagado?. não sei ele disse, olha aí ele disse, aí o Lisandro pegou e desbloqueou porque sabe a senha e me deu dizendo olha..
quando abri a galeria o Pablo tinha me filmado quando o Lisandro me comia e quando me arrebentava a buceta.
quando tentei apagar ele tirou da minha mão o Pablo dizendo o que você tá fazendo com meu celular.
Você me filmou e não apagou nada falei quase gritando..
é Pra mim ninguém vai ver, só meu grupo de amigos advogados, se você quiser ser uma puta VIP. O Lisandro começou a falar: "Fica tranquila, meu amor, eu vou dar um jeito de apagar tudo. Fica sossegada."
Serviram mais vodka e aí o Pablo falou: "Que filho da puta você é, perguntava qual pau era melhor, se o seu ou o do Leo..."
Olhando pra mim, ele disse: "Eu não teria te sacaneado, e muito menos com a da limpeza, igual aquele otário... sempre gostou das pretinhas."
O Pablo completou: "E continua igual, comendo pretinhas. A última que ele contou era a da limpeza de uns escritórios numa favela, disse que morava lá."
O Lisandro perguntou: "E agora, você tá saindo com alguém, Pau?"
Não respondi. Isso não teria acontecido se eu estivesse namorando, você sabe que sempre fui fiel.
E ele completou: "É, é verdade. Por que você não namorou comigo? A gente teria filhos, com certeza."
"Porque naquela época, quando vocês dois estavam me cantando, me falaram que você tava saindo com duas. Não tava namorando, mas tava vendo duas, e uma você já tinha levado num churrasco quando se juntavam com os casais. Isso também me contaram as meninas."
"Eu teria namorado com você, igual o Leo fez."
"Você mesmo não acredita nisso", falei.
"Assim que começaram a se ver, eu falei pro Leo: se você não vai namorar com ela, deixa pra mim que eu vou. Se ele soubesse que a gente transou, morria, porque sabe que eu tenho um pau grande e do lado do dele é enorme, hahaha."
O Pablo falou: "Já não são tão amigos como antes, por isso ele fala essas coisas."
"Por quê? O que aconteceu?", perguntei.
"Porque ele quis ficar com a minha irmã. Sei que alguma coisa rolou. Quando ele falou 'gosto da sua irmã', eu disse: 'nem pense nisso, você vai trair ela e fazer sofrer'. A gente discutiu um pouco e depois nunca mais foi a mesma coisa. A gente se encontra e tal, mas não somos mais como éramos quando você nos conheceu."
Ele continuou: "Quero te convidar pra jantar ou sair um dia."
"Você tá namorando", falei, como quem pergunta.
"Por você, eu termino, sério."
"Eu tô solteiro", disse o Pablo, e continuou: "A gente formaria um casal bonito, íamos nos divertir pra caralho, ir pra boates e festas. swinger..
sorri e falei não, obrigada, passo.
eu ficaria morando aqui com vocês, completou Lisandro, e Pablo disse: eu também.
já são 18h, o que vocês vão fazer? perguntei.
Pablo falou: quer que a gente compre mais e continue bebendo? é sábado.
eu tenho mais no carro, disse Lisandro, vou descer buscar e compro mais vodka, querem mais alguma coisa?
a gente pode ficar? perguntou Pablo. te pago mais, puxou a carteira e tirando todas as notas me disse: toma, pau, pega, agarra eles e deixou em cima da mesa.
Lisandro me perguntava: quer que eu compre mais alguma coisa? compra um calmante pra mim, tá doendo e ardendo a buceta.
tá bom, e um creme eu trago.
Pablo me perguntou se podia tomar banho e eu disse sim e dei uma toalha pra ele.
quando saiu, foi pro quarto e veio pelado falando: te incomoda se eu ficar assim??
coloca alguma coisa, falei.
a mesma cueca não vou vestir, fico assim. quando Lisandro entrou e viu ele pelado, disse: opa.
acabei de tomar banho, disse Pablo, faz o mesmo, falou pra ele.
tem outra toalha? deu uma pra Lisandro também, que ao voltar pra sala veio pelado.
e tirando minha roupa, ele falava: tira pra eu passar o creme em você.
entre droga e álcool, deixei ele tirar minha roupa.
ele disse: fica de quatro.
me apoiei numa cadeira e ele passou um creme que ardeu quando colocou, é anestésico, ele disse, e acalmou a ardência que eu sentia.
aumentaram a música e me pegaram, e a gente dançava os três pelados. colocaram cocaína nos meus peitos e cheiravam dali. eu quero da buceta, disse Pablo, fiquei de quatro e quando ele colocou em cima da minha buceta... aiii, arde, falei, e aí ele enfiava a cara e aspirava. continuamos dançando e eles me tocavam, me abraçando entre os dois, e começaram a ficar excitados, eu comecei a masturbar eles e com Lisandro a gente se beijava, e ele me puxou pelo cabelo e disse: ajoelha e chupa as picas. disso eu lembro que eles contavam: Léo, você adorava chupar pica.
você chupava e trabalhava até onde dava, eles seguravam minha cabeça e empurravam como se estivessem fodendo minha boca, e eu quase vomitei várias vezes. Lisandro levantou minha perna, me apoiando contra Pablo, me penetrou e começou a Me foder até que me mandou ficar de quatro. Fiz numa cadeira e ele continuou me comendo, e o Pablo na frente pra eu continuar chupando ele. Com tudo que tavam bebendo, não gozavam nunca, se revezavam pra me comer. Não queria mais chupar, mas ficava molhada e secava de tanto tempo que me comiam. Gozei 4 vezes, já tava quase uma hora ou mais nisso.
Parei, falei:
— Tira a porra se quiser parar.
Comecei a pedir pra eles gozarem, que queria a porra...
O Pablo gozou dentro, isso deixava ele mais excitado quando eu pedia a porra.
O Lisandro me levou pra cama e, por cima de mim, se beijando e me comendo, falava:
— Te amo, bebita, te amo. E você?
— Eu também, meu amor — respondia ofegante. — Continua, continua, não para — comecei a falar, e ele me fez gozar naquela posição. Não acreditei.
E quando eu tava tendo o orgasmo, ele levantou mais minhas pernas, senti ele gozando dentro, falando:
— Te amo, sim, toma, meu amor... aaaahhhah.
Ele ficou dentro, por cima de mim, me beijando, e eu pensava se gostaria que ele me fizesse amor assim a vida toda, que fosse meu parceiro.
Tomei banho com o Lisandro. Quando voltamos pra sala, falei:
— Amanhã vou tomar a pílula do dia seguinte, porque não me cuido.
O Lisandro disse:
— Não, não tome nada. Se você engravidar, largo minha namorada e fico com você, pra gente ter um filho.
O Pablo completou:
— Vai ter que esperar o DNA pra saber se é seu ou meu. hahaha
E continuou:
— Pra mim não tem problema, teria um filho com você e, como te falei, seríamos um bom casal. Comigo você viveria e teria mais coisas do que quando saía com o Léo.
Se quero ter filhos em algum momento? Sim, mas não assim...
O Pablo tira uma foto minha num momento e manda pros amigos advogados dele, que tão se falando pra marcar algo, se alguns podem se juntar pra comer um churrasco ou sair pra beber, levando as mulheres. E o Pablo fala:
— Eu tô na casa de uma morena que tem uma raba.
E manda uma foto minha. Quando veem, o Álvaro, um advogado dos mais velhos do grupo, diz:
— Eu conheço ela, já fiquei com ela. É uma puta que beija, esquenta e tem uma bunda linda. Pergunta, Pablo. E alguns começam a postar, aí têm que trazer ela pro fim de semana de pesca.
No fim do ano passado, depois disso, não consegui mais contato com ela, não sabia se tava em Córdoba ou se tinha parado de ser puta, porque ela fazia isso de vez em quando, tinha me dito.
Pablo me mostra a foto de perfil do Álvaro e me pergunta: conhece ele?
Fiquei olhando e percebi que tinha ficado com esse cara.
Ele é advogado do meu grupo de amigos, me disse.
O que você tá dizendo? Por que tá falando dele? Aí contou que no grupo dele, conversando, ele disse que tava com alguém e mandou uma foto minha, e aí o Álvaro começou a contar.
Me mostra, falei. Ele me mostrou o chat inteiro e alguns ainda diziam: eu também quero comer ela, outros pediam pra mostrar fotos da bunda, perguntavam como era na cama.
Não quero que continuem falando que sou garota de programa.
Não manda mais fotos minhas pra lugar nenhum, apaga as que você tem, falei.
Beleza, calma, já vou apagar do chat.
A namorada chamou o Lisandro e ele foi falar no quarto.
Pablo aí me disse: quer sair pra tomar alguma coisa? Vão sair uns amigos com as mulheres deles, se quiser a gente vai, sai e dança um pouco.
Esses advogados aí? perguntei.
Não, não, outros amigos, você não conhece, eles saem com as parceiras pra tomar algo ou dançar um pouco.
Saímos como amigos, e quando perguntarem, a gente diz que se reencontrou depois de anos, que você é ex de um amigo meu.
Lisandro saiu e disse: eu tenho que ir, tenho que levar ela pra Carlos Paz, ela vai dormir lá, eu vou voltar pra Córdoba.
Quem desce pra abrir pra mim?
Eu desço, disse Pablo, você se troca aí e a gente vai, falou.
O que eu visto? Pra onde a gente vai?
O que você quiser, vou até minha casa, me troco e venho te buscar, ele disse.
Recebo uma mensagem do Lisandro dizendo: Adorei te rever e ter ficado com você, de madrugada eu volto pra Córdoba, te busco ou a gente continua bebendo aí no seu apartamento?
Não sei, me escreve e a gente vê, talvez eu esteja dormindo. Vou acompanhar o Pablo, que vai encontrar uns amigos que estão com suas parceiras.
Me troco, me arrumo e quando ele vem me buscar e me vê, me diz: "como você tá gostosa... sério..."
"Bom, obrigada", respondo.
Chegamos num bar na zona norte. Enquanto cumprimentávamos, vejo que o Álvaro, amigo dele, estava ao lado de uma loira deusa. Começo a conversar com a mulher de um dos amigos dele, que ficou do meu lado, e pergunto de onde conhecem o Pablo. Ela me diz que são todos advogados e que são um grupo de amigos, e me pergunta: "há quanto tempo você sai com ele?"
"Não, não saímos, somos amigos, nos conhecemos há anos. Também por um grupo de amigos."
Quando o Pablo vai ao banheiro, eu também digo que preciso ir e falo: "Você me disse que não eram os advogados com quem a gente ia sair.
Você mentiu pra mim."
"Não, não menti. Acontece que os outros no final ficaram na casa de um casal, e eu tinha te falado de sair, tomar algo e dançar."
Nisso, o Álvaro se aproxima e me diz: "Me acompanha até o bar pra pedirmos algo mais?"
"Você escolhe pelas mulheres, eu pelos homens." A esposa dele vai ao banheiro e me diz: "Aperol ou algo assim, vou ao banheiro e te encontro no bar."
"Viu por que eu te disse que gostava de você e ia curtir com você? Minha mulher é loira e magérrima, não tem bunda nenhuma, os peitos são operados."
"Chega", falei.
"Quero te perguntar uma coisa", e me olhando: "O Pablo sabia ou não que você é escort? Se não, te aviso desde já que quando ele mostrou uma foto sua, eu contei que te conhecia e que você era uma puta, e depois fiquei pensando: talvez o Pablo esteja conhecendo a gatinha e eu meti os pés pelas mãos. Também vou perguntar a ele e conversar a sós assim que possível."
Se aproxima outro dos amigos advogados e me diz: "Se você é gostosa, e se tem uma bunda pra chupar toda.
A gente te quer no fim de semana de pesca, vamos querer te comer todos."
Chega o Pablo e diz: "Hoje estamos todos em casais, Guille, e ela está comigo hoje, não fala mais nada assim pra ela."
"Tá bom, tá bom, amigo, desculpa."
"Querem ir um pouco pra..." (não vou dizer qual balada fomos). Fomos todos pro VIP e dançamos desde que Chegamos. Pablo dançou comigo a noite toda, e o Álvaro com a mulher dele dançavam do nosso lado. Aí a Ariana, a mulher do Pablo, me fala: "A gente troca um pouquinho pra dançar?" E pega o Pablo, e o Álvaro me pega pra dançar. A Ariana gosta muito do Pablo porque somos muito amigos. "Não vai ficar com ciúme", ela disse rindo. "Não, não, de jeito nenhum", respondi. E aí o Pablo me pegou de novo pela cintura e falou: "Devolvendo", me girou e continuei dançando com ele. Eram 5 casais com a gente. No começo, me sentia incomodada com o que esses caras iam pensar de mim. Com o passar das horas e a bebida, esqueci completamente disso e me diverti. Olho o celular pra ver as horas e vejo que tinha 1 mensagem do Lisandro dizendo: "Tô voltando pra CBA, chego em 40 min". Tinha chegado fazia 10 min, já eram 4h20. Falei pro Pablo que tava cansada, que eu ia embora, que ele ficasse com os amigos dele. "Eu te levo", ele insistiu, e eu dizia: "Vou de Uber". A gente se despediu de todo mundo, e outro casal também saiu com a gente, iam embora também. Aí ele me disse: "Nos convidaram pra ir passar o dia em Carlos Paz amanhã, o Álvaro tem uma casa lá". "Não, não", falei, "menos na casa do Álvaro". "Quer vir pra minha casa ou vamos pro seu apartamento tomar mais um pouco e conversar um tempo?", ele disse. "Cada um na sua casa", falei. "O Lisandro tá me perguntando por você. Diz que te escreveu e você não responde. Falei que tô te levando pro seu apartamento." "Respondo lá, também vou falar que vou dormir." Quando chegamos, ele já tava ali na porta do prédio. Se cumprimentaram, e eu falei: "Quero descansar". "Bom, deixa eu ir no banheiro e vou embora", disse o Lisandro. Perguntei pela namorada dele, e ele falou que ficou na casa dos primos em Carlos Paz, que se juntaram lá, comeram, e ele disse que voltou porque tinha coisas pra fazer amanhã. Entramos, e ele foi no banheiro. Quando saiu, falei: "Vamos, vou abrir a porta, quero descansar". Ele tira do bolso: "Olha, tenho pra beber e fumar. Vim por sua causa", ele disse. E a gente começou a se beijar apaixonadamente. Ele me olha e fala: Você gostou de mim? Eu também gosto de você?
Eu beijei ele de novo respondendo que sim, gostei muito...
E ele perguntou de novo: e você gosta de mim?
Sim, sim, gosto de você, respondi, e voltei a beijar a boca dele.
A gente começou a se despir e ele falava: "Hmmm, como você precisa de uma boa fodida, meu amor, você vai ser a melhor puta de Córdoba, vou te levar pro sítio do meu tio e a gente vai te comer lá com meus primos, que são pauzudos como eu..."
O que eu disse? "O que você tá falando?"
"Agora que você vai aproveitar uma boa pica, você vai querer mais e mais e vai continuar sendo puta, meu amor." Ele pegou minha cara e disse: "Até olhar de puta você tem..."
"Para, para de falar essas coisas, o que que há com você?"
"Nada, amor, achei que te excitava, ou não?"
"Eu quero ser sua puta e de mais ninguém", falei, desabotoando a calça dele...
"Hmmm, sim, você já é minha puta... cabeça de mestre, chupa pica gostosa..."
Eu puxei a calça e a cueca dele e, quando me abaixei, comecei a chupar...
"Mmmmm, isso, meu amor, vai, puta do caralho, chupa minha pica, come ela toda, vai... Olha pra mim enquanto chupa minha pica... Que cara de puta que você tem... Quer pica, puta? Pede pica, pede pra eu te foder..."
Parei de chupar e comecei a falar: "Quero pica, muita pica, quero que você me foda, me faz sua, me enche de leitinho..." E voltei a chupar, e ele disse: "Vou arrebentar seu cu de novo..."
"Não, doeu", eu falei.
"Vai doer nas primeiras vezes, até você pedir pica no cu sozinha..."
Ele me empurrou contra a mesa e deu vários tapas bem fortes na bunda, que doeram e me fizeram gritar: "Ai, ai, ai, devagar..."
"Que devagar, puta do caralho, até te enchia de porrada... Quer?", ele perguntou.
E me deu um tapa tão forte na cara... que eu olhei pra ele e falei: "Para, para, não me bate assim, o que que há com você?" Ele me puxou pelo cabelo e passou a língua no meu rosto, dizendo: "A verdade é que você precisava de uma boa surra de puta... mas hoje não..."
Ele me virou na mesa, cuspiu na minha bunda e eu senti que ele queria fazer por trás, e comecei: "Para, para, para por... vai devagar, e quando eu encaixei a cabeça, ele começou a entrar e foi de uma vez, e eu só consegui repetir ayyyyy ayyyyy yayyyyyy. Eu tentava me afastar e ele enfiava mais ainda.
"Para, para", eu disse já chorando, por favor... e ele, sem se importar, me comia cada vez mais forte. A dor que eu sentia era insuportável, eu não estava aproveitando, estava sofrendo, passando dor. Ele parou e saiu, dizendo de novo "merda e sangue na pica".
Eu me virei e dei um tapa nele, gritando "filho da puta, filho da puta, tava doendo..."
Ele se jogou em cima de mim, tentando me beijar, eu não queria, virava o rosto. Ele passava a língua no meu rosto e procurava minha boca. Abriu minhas pernas e eu falei "não, não quero". Quando ele me tocou, respondeu "como não vai querer, olha como você tá molhadinha, como você gosta, meu amorrr..." e apertando meus peitos, eu repeti "para, para". E já em cima, ele mexeu o corpo pra abrir mais minhas pernas. Senti ele começando a entrar e falei "para, tá toda suja".
Ele respondeu "é tudo seu, meu amor" e quando senti ele começando a entrar, eu abri mais as pernas e aproveitei como ele me penetrava, comecei a falar "me come, vai, meu amor, me come... ayyy sim..."
"Toma, toma, meu amor, toma pica, uma pica boa, vai, toma..."
"Deixa eu ficar por cima", eu falei... Ele sentou numa cadeira e eu em cima dele tive um orgasmo espetacular...
"Vai, continua, continua se mexendo, monta na pica, puta, vai, vai, não para", ele dizia e eu obedecia...
"Fica de quatro", ele falou. Me segurou pela cintura com força e entrava e saía violentamente, era incrível o prazer que ele me fazia sentir...
Até que com o "guuuuuaaaa tomaaaa..." ele gozou...
Ele saiu e falou "vou me lavar" e eu também fui no bidê me lavar.
"Não gosto que você seja tão violento", eu falei, "e se eu falo 'para, para' é porque tava doendo muito, pela bunda, eu não tava aproveitando, tava doendo..."
"Bom, meu amor, achei que você tava gostando."
Fumamos e deitamos abraçados.
De manhã, o telefone dele acordou a gente. Era a namorada dele.
Perguntando se ele ia passar o dia com ela e a família? Ele disse que sim, mas não sabia que horas ia.
Eu tinha várias mensagens do Pablo.
E uma do Álvaro dizendo que eu estava convidada pra passar o dia em Carlos Paz.
A mulher dele, Ariana, mandou um áudio me pedindo pra ir, senão ela ia ficar sozinha, porque o Álvaro, o Pablo e mais alguém do grupo iam.
Nas mensagens, o Pablo perguntava como eu tava e se eu não queria ir pra Carlos Paz, insistindo pra eu levar a menina. As minas tinham se sentido à vontade com ela e queriam continuar saindo e conhecendo ela melhor.
Bom, falei pro Pablo me buscar e fomos.
Quando chegamos, falei pras minas que queria deixar claro que eu e o Pablo éramos só amigos, e que ele é amigo de um dos meus ex.
Uma das mulheres disse: "Acho que ouvi que o Facundo vem." Facundo é um ex-jogador de rugby que tá sozinho, sem namorada.
Quando chamaram pra comer, fomos as mulheres, e o Facundo e o Adrián estavam lá. Nos apresentaram, e depois ficamos conversando enquanto fumávamos e tomávamos vinho perto da piscina.
Facundo era um cara grandão, musculoso, um puta charmoso, convencia qualquer um. No mesmo dia já tava me convidando pro próximo fim de semana ir na casa dele, em Traslasierra, em Nono.
Depois de várias horas e conversas entre todo mundo, a gente se encontrou de novo quando saímos pra fumar perto da piscina.
Lá ele repetiu o convite pro fim de semana seguinte.
Me olhando, ele disse: "Você é uma mina gostosa, sério, com tudo que a gente conversou e do jeito que você é, não consigo acreditar que você é escort."
"Não, não sou escort", falei.
"Sim, o Álvaro contou que você disse que fazia de vez em quando, que era uma renda extra e tal."
"Foi, eu fiz algumas vezes, mas percebi que não é minha praia", falei.
"O Pablo também contou que você é ex de um amigo dele, que moraram juntos, ficaram muito tempo juntos, e que ele não acreditou que era você quando te viu num buteco swinger, que você foi embora e o cara que tava com você contou tudo, que você era uma puta VIP pra ele, e que era a segunda vez que você ia lá com ele."
"Então não é de vez em quando que você faz isso. Você faz, quando é puta, uma vez é puta, a vida inteira.
E a do fim de semana em Nono é o fim de semana de pesca. Vai ter você e mais uma ou duas putas, pra 7 que vamos ser.
O quê? Nem louca faria isso. Já falei pro Pablo que não ia fazer, e tô falando pra você agora também.
A gente pode te pagar 400 ou 500 dólares cada um, pensa, bebê.
Já tava escurecendo e eles falaram em preparar um jantar. Falei pro Pablo: não vou ficar pra jantar, pode me levar ou peço um Uber.
Vários falaram que iam voltar pra Córdoba.
Pablo começou a me perguntar: se eu tinha me divertido???
Sim, sim, tudo bem, e as mulheres dos seus amigos são demais.
Facundo parecia uma coisa e depois acabou sendo outra.
Por que ele perguntou?
Porque há um tempão ele começou a me dizer que era escort e que no fim de semana queria que eu fosse, e que iam ser 7 caras.
Chegamos, desci, me deitei e dormi uns minutos. Tinha várias mensagens e várias ligações de números que eu não conhecia.
Facundo me escreveu dizendo que conhecia meu cunhado, o marido da minha irmã, que conhecia ele do colégio.
Me troquei, coloquei uma legging e fui correr no parque um pouco.
Ele me disse que se eu fosse no fim de semana, não contava nada pra família do marido da minha irmã, que quem sempre andou com putas era o Angel, o pai do meu cunhado, o sogro da minha irmã.
Eu via ele com olhares estranhos, pra mim era um velho tarado, um velho punheteiro, e Facundo tava me confirmando que ele gostava de putinhas novinhas e ficaria louco se soubesse que eu era escort. Suas fotos me excitam muito, mas muito mais os vídeos chupando pau e quando te arrombam o cu.
O velho foi quem nos levou pra putaria na primeira vez, tô em dívida com ele...
Chega, você vai apagar tudo?
Sim, óbvio, foda-se você, pra você apagar também, ele me disse.
Não só nunca fiz isso de ficar com vários caras, sério, fiz poucas vezes isso e faz pouco tempo.
Facundo: bom, melhor assim, Pauli, que a gente vai te fazer de puta direitinho. Só você e mais uma vão ser.
Aquele fim de semana com os Advogados é papo pra outra história.

"Beleza, Pauli, vamos lá em cima, quer?" ele perguntou me abraçando e começou a me beijar, pegou minha mão e me levou. Outro casal subiu com a gente. A gente tirou a roupa e ele falou: "Vamos dar uma volta, tem muita gente aqui em cima também..."
Entramos num quarto e tinha dois casais transando e um monte de caras olhando e batendo punheta.
O Marcelo se afastou de mim e eu nem percebi, e vários caras se aproximaram me olhando e batendo punheta.
"OI, PAU!" ouvi e olhei pra onde vinha a voz. Era um amigo de um ex meu que várias vezes falava de clubes de swing. Não soube o que dizer, só saiu: "Oi, Pablo." Aí o Marcelo me pegou pela cintura e me levou pra outro lado...
"Quero ir embora", falei.
"Amor, o que foi? Como assim quer ir embora?"
"Sim, tem um amigo de um ex namorado aqui e ele já me viu."
"Beleza, amor, se ele já te viu, já foi. Aqui tem bastante discrição..."
Nisso, o Pablo entrou onde a gente tava, totalmente pelado...
"Quero convidar vocês pra tomar algo e conversar", ele disse. "Vamos tomar champanhe..."
O Marcelo me olhou e eu falei: "É ele."
"Beleza, vamos então tomar algo e conversar pra você ver que não dá nada."
A gente foi pra uma parte que tem um bar, e o Pablo pediu um champanhe. Enquanto servia, ele falou:
"Sou o Pablo, conheço a Pau, e você é?"
"Marcelo."
"Vocês são um casal?" perguntou o Pablo.
"Não, não somos... somos amigos."
"Nunca imaginei que você tivesse amigos do swing, Pauli. Lembra quando você tava com o Leo e a gente conversava sobre isso, você falava que nunca faria uma parada dessas... E sei que o Leo, não sei se ele teria coragem, e acho que não teria. Pude te ver com outro cara.
Aí o Marcelo disse: "Sim, sim, o Pau me contou que, mesmo estando num relacionamento, ela é uma gostosa fiel e não faria isso com um namorado."
Foi difícil convencer ela, e me custou mais caro dessa vez pra ela vir aqui comigo.
"Aqui tem várias gostosas que são escort", disse o Pablo.
Teve um silêncio estranho e ele continuou: "Eu adoraria ver vocês dois transando."
"Sempre gostei da Pau, lembro dos verões quando ela era namorada do Léo..."
"Adorava a raba que ela tinha de biquíni... aliás, ainda tem uma raba linda."
"Éramos vários que desejavam a raba da namorada do nosso amigo..."
Falei de novo pro Marcelo: "Quero ir embora... vou nessa."
"Tá, então vamos..."
"Tchau", falei e fui até onde estavam minhas roupas, comecei a me vestir e o Marcelo apareceu e disse: "Tá, vamos, eu te levo."
"Não, se quiser ficar, fica, vou sozinha."
"Quero ir sozinha", falei. Desci, pedi um Uber e saí direto, esperei ele lá fora e fui pro meu apartamento.
No dia seguinte, acordei porque chegavam mensagens. Quando olhei, era um número que não tinha salvo, e quando vi, era o Léo.
Ele dizia: "Quero falar com você. É sério o que esse tal de Marcelo me contou que estava com você ontem?"
Respondi: "Oi, Léo, olha, não sei o que ele te disse, mas provavelmente não é verdade."
"Pau me mostrou fotos suas e as conversas de vocês, e deixou eu tirar fotos. Vou te mandar algumas pra você ver..."
"Vou aí no seu apartamento e a gente conversa pessoalmente."
Levantei, me vesti e não parava de pensar no que ele tinha dito. Escrevi pro Marcelo e ele não respondia.
Ouvi o porteiro e perguntei: "Quem é?"
"Sou eu, Pablo... já vou subir, acabaram de abrir."
Quando abro a porta...
"Oi, meu amor", e ele tentou me beijar. "O que você tá fazendo?", falei.
"Sim, já sei de tudo. Marcelo me contou que você é uma putinha, agora me mostrou suas fotos, suas conversas com ele, tudo..."
"Quê... o que você tá dizendo?"
"Nunca pensei que a ex de um amigo fosse uma putinha, e muito menos você..."
"Ele me contou e me mostrou que você faz isso há pouco tempo e que não quer que ninguém saiba, e se eu imagino, bebê."
"Você não sabe como isso me excitou. Suas fotos e te ver aí ontem à noite...
e me mostrava fotos que o Marcelo tinha compartilhado com ele..
Apaga elas, por favor, sério, apaga...
nem pense em mostrar ou contar pra alguém, eu falei.
Não dava pra ficar com isso só pra mim, eu contei e mostrei pro Lisandro, o mais tarado do grupo, que sempre te achou gostosa. Ele e o Leo te conheceram juntos, e você deu bola pro Leo, e ele sempre dizia: "ficou com a piroca pequena do Leo e perdeu a minha..."
Quando eu contei e ele viu suas fotos, não acreditou, e a primeira coisa que falou foi: "vamos comer ela..."
Eu olhava pra ele sem saber o que dizer..
Ele vai inventar pra namorada que tem um churrasco ao meio-dia e vem pra cá..
Não, não, como assim vem pra cá? eu falei.
Apaga elas e não conta pra mais ninguém..
Se você quer que eu faça isso, vai ficar comigo e com o Lisandro..
senão até pra sua irmã eu conto.
Enquanto me dizia isso, me abraçava e pegava na minha bunda.
Você ainda tem uma bunda linda, meu amor...
Para, eu falei.
A gente vai te pagar, mamãe...
tirou dinheiro e me perguntou: quanto é?
Eu não falei nada, e ele disse: toma aqui, foda-se, 100 mil.
E eu lembro que você gostava de beber, mas o Leo não deixava, com certeza porque a merda te deixava com tesão..
traz um prato, vamos beber..
fui na cozinha e quando voltei, ele estava tirando a roupa..
O que você tá fazendo? eu falei
Apaga tudo primeiro..
beleza, vou apagar as fotos, ele disse
e começamos a beber, e ele me perguntou se eu tinha cerveja ou vinho, abriu um vinho também, mandou um áudio pro Lisandro dizendo: "traz álcool pra gente beber."
ele começou a me beijar e a me tocar por todo lado...
quando ele puxou minha calcinha fio dental, disse: "que molhada você tá, filha da puta..." e tirou a calça e a cueca, e continuou: "olha a piroca que eu tenho... 19cm de piroca pra você... chupa, meu amor...."
eu desci e comecei a chupar ele, enfiava na minha garganta até onde dava, engasguei um monte de vezes quando ele empurrava pra entrar mais.... ele me levantou e me colocou contra a mesa: "quero chupar essa bunda gostosa", ele disse...
"Que putinha gostosa você é, olha só Tá uma delícia, meu amor, e a gente se beijou e ele me virou de novo e me empurrou pra eu ficar de bruços na mesa, com toda a minha bunda exposta pra ele. Ele enfiava a língua e falava que tava bem apertadinho, e que tava ainda mais apertado quando eu tava com o Léo...
Ele me virou de novo, me levantou e me colocou na mesa, abriu minhas pernas e começou a fazer sexo oral em mim, falando que delícia de buceta, meu amor, como você tá molhada...
Ele se levantou e quis meter...
— Para, sem camisinha não — eu falei.
— A gente se conhece e eu não tenho camisinha... — e me segurando pela cintura com o corpo dele, abriu minhas pernas de novo e quando entrou, soltei um gemido tão forte que ele disse:
— Sim, meu amor, você gosta ou não?
— Sim, sim, eu gosto — falei gemendo e gozando enquanto ele me comia.
— Vamos pra cama — eu falei... — Deita — e subi em cima dele.
Não demorei muito pra ter o primeiro orgasmo e automaticamente ele falou:
— Continua, continua me comendo, meu amor, continua se mexendo em cima de mim.
Ele apertava meus peitos e fazia doer, mas eu não ligava porque tava com um tesão tão grande que ia ter outro orgasmo, e ele me tirou e falou:
— Fica de quatro...
De quatro, eu sentia aquela pica entrando toda, cada vez mais rápido e mais forte ele me comia, até que começou a falar:
— Toma, meu amor...
— Não, não goza dentro — eu falava.
E ele respondia: — Bem dentro, bem cheia de porra, do jeito que você gosta, puta...
Quando ele saiu, fui me lavar e era um monte o que ele tinha gozado.
Quando saí do banheiro, vi ele tomando uma na cama e ele falou:
— Aqui, vou deixar você, vou me lavar — e entrou no banheiro.
Eu coloquei uma calcinha fio dental, a primeira que peguei, e uma legging, não coloquei sutiã.
Colocamos música na TV. Nisso, o celular dele tocou.
Era o Lisandro: — Você tá aí embaixo? — ele perguntou. — Já vou abrir — ele respondeu.
— Ele tá aí embaixo, você abre, Pau?
— Desce você — eu falei.
Uns minutos depois, os dois entraram. O Lisandro me cumprimentou com um beijo na bochecha, dizendo:
— Quanto tempo, Pauli...
— Sim, sim, muito tempo depois que me separei do Léo, cruzei com alguns de vocês por causa das minas e depois, com o tempo, não vi mais ninguém.
— Você tá mais gostosa — ele falou. me olhando de cima a baixo..
Vocês tão é com tesão, só isso. Falei que vocês tão bem com o passar dos anos.
Pablo disse: "olha o que a gente tá tomando" e aproximou o prato.
Cheirei uma carreira e falei: "trouxe vodka, uísque e speed."
Pablo preparou dois vodkas — um pra ele e outro pra mim — e um uísque pro Lisandro.
Começaram a lembrar de quando a gente se conheceu. Foi num churrasco do primo do namorado da Cíntia, uma amiga minha. Naquela noite, todos os solteiros estavam loucos por você e pela Ana. Você com uma bunda espetacular e a Ana com uns peitos e um rostinho lindo.
"Lembro sim", eu dizia. "Pois é, no dia seguinte a gente foi pra piscina do Diego."
Fui com a Ana e éramos as únicas duas minas. Vocês eram cinco.
Falei pro Lisandro: "Você e o Leo não paravam de olhar pra minha bunda. No começo, fiquei meio sem graça com o jeito que olhavam. Um vinha, depois o outro, puxando papo e trazendo cerveja. Queriam me embebedar..." terminei falando, rindo.
O filho da puta do Leo tinha bebido um pouco e tava no maior papo furado. Eu tava durasso naquele dia quando você desceu. Vocês já estavam indo embora.
E eu te mandei mensagem na terça pra te chamar pra jantar, mas você já tinha saído na segunda com o Leo.
Aquele verão inteiro não parei de te olhar quando vocês iam pra piscina do Diego.
Lembro de um dia que você tava com o Leo, a Cíntia sua amiga, o Diego e a Fernanda. Achavam que não ia vir mais ninguém naquele dia, né? Porque todas estavam com umas bikinis minúsculas. Mas você, mais ainda — o Leo tinha comprado aquela porque iam pro Brasil em alguns dias. Lembro que só tapava os bicos dos peitos, e na frente era pequenininha, marcava a buceta, e atrás era só um fio.
"É, quando a gente chegou, vocês se cobriram e depois foram trocar de roupa."
Depois eu vi com o Diego as fotos que vocês tinham tirado com a Fernanda. Ele tava vendo no celular dele.
"Lembro sim", falei. "Pois é, naquele dia a gente ia ficar com nossos namorados um tempo, e depois eles iam embora com vocês não sei pra onde. No fim, vocês foram pra piscina do Diego."
Por isso a gente tinha colocado aquelas bikinis que eu só tive coragem de usar no Brasil. Porque Ninguém me conhecia quando fui com o Léo e acho que mais uma ou duas vezes lá na piscina, mas só tinha mina ou só os nossos namorados.
Por que perguntaram quase juntos.
Por vergonha, sei lá. Eu não queria que conhecidos me vissem quase pelada de biquíni.
Lisandro continuou falando: "Lembro quando vocês começaram a namorar, o Léo falava que você era bem estreitinha, eu imaginava como eu teria te aberto e se ele te fizesse gozar comigo, você teria tido prazer por mil..."
"E como você acabou virando uma puta?"
"Eu não sou", respondi.
Pablo falou: "Paga, dá 100", ele disse.
"Não tenho tanta grana", falei. Automaticamente o Pablo disse: "Eu te empresto". Pablo é advogado e sempre teve muita grana.
"Não, caras, não quero fazer isso."
Pablo falou: "Já conversamos, Pau. Isso, se não quiser que ninguém saiba, você tinha que fazer com nós dois."
Lisandro completou: "Já me excita só de saber que você é a ex do meu amigo."
Ele levantou, foi pro banheiro e quando saiu me chamou: "Vem, vamos pro quarto". Tirou toda a roupa rapidão, vi que era enorme, começou a se aproximar e me beijar, e a gente se beijou como se fôssemos amantes, namorados, sei lá.
Ele tirou minha camiseta e começou a chupar meus peitos, fez eu gemer e disse: "Como você me agrada, love."
Começou a puxar minha legging pra baixo, eu continuei e quando me abaixei, ele sentou na cama e falou: "Chupa". Era realmente grande pra mim,
uns 19 ou 20 cm com certeza.
Ele me mandava e me fazia engasgar, me faltava ar. "Vem cá, me dá essa buceta". Me fez subir em cima dele fazendo um 69 e ficava dizendo: "Como você tá gostosa, meu love", enquanto continuava me fazendo sexo oral e tentava enfiar um dedo no meu cuzinho. "Ai, no cuzinho não", eu falei...
"Sei não, meu love, se o cuzinho não é a parte mais gostosa que você tem..." ele respondeu e passava a língua no cuzinho e na buceta.
"Vem, sobe em cima da pica, meu love."
"Tem camisinha?", perguntei.
"Não, não tenho, e as comuns apertam muito. Quero te comer no pelo mesmo..."
Fui descendo, sentindo ele me abrir e empurrando pra cima até que entrou tudo e comecei a rebolar em cima dele e tive um Gozei tão rápido que me fez gritar de prazer. Ele me virou, abriu minhas pernas e começou a me foder. Me beijou e, me olhando, começou a perguntar: "quem te fode melhor? qual pau você gosta mais?" Eu só continuava gemendo. "Me diz quem te fode melhor..."
"Você, você me fode melhor", deixei escapar entre ofegos... "aiii aaaa aaaa asssshisss aaaa."
"E qual pau você gosta mais?", ele insistia.
"O seu, o seu é enorme, eu adoro", continuei. "Vai, isso, aiiii simmm, siiiim."
"Quer leitinho, putinha?"
"Sim, sim, quero o leitinho, siiiim, aaaa."
"Fica de quatro", ele mandou, e começou a me foder forte.
E ele falava enquanto eu só arfava e gemia de prazer...
"TE AMO, filha da putaaaa."
"Quero foder teu cu, meu amorr."
"Não vai doer", eu disse.
Ele parou, e Pablo falou: "Pega o gel."
Olhei, e lá estava Pablo nos assistindo. Ele começou a passar gel na bunda e no pau dele. Senti quando ele apoiou, doeu quando ele tentou enfiar. Eu me joguei pra frente e fiquei deitada na cama.
"Abre teu cu", foram as palavras dele. Eu abri e senti quando ele empurrou e começou a entrar. Senti uma dor dilacerante e um "aiii, Deus, para, dói", e mordi os lençóis. Ele dizia: "já foi, amor", e empurrava. Senti que ia desmaiar, e ele falou: "já tá tudo dentro." Eu, entre gemidos: "aiii, dói, dói muito, para, por favor..."
Pablo me puxava pelos cabelos e mandava: "chupa, chupa meu pau", e enfiava na minha boca.
"Chupa, vai, chupa", ele ordenava.
Lisandro começou a me foder com força e gozava me comendo.
E eu não parava de gritar de dor e comecei a chorar de tanta dor, e ele me fodia mais forte até que me empurrou como se fosse me matar, e eu ouvi: "aiiiii, toma, putaaaa, tomaaa, rasguei teu cu, filha da puta."
"Bem rasgado, como tinha que ser."
Pablo, se masturbando, começou a falar: "abre a boca, toma, toma o leite", e Lisandro também: "engole tudo ou quer no cu também?" Abri a boca e comecei a chupar, senti ele gozar e eles diziam: "engole tudo." Engoli tudo, não me importava, só queria que Lisandro saísse de dentro. Sentia dor, ardor. Quando ele saiu, senti... dor e aí saiu da minha boca e ele me disse: você precisava de uma boa rola e uma boa foda...
quando ouço o Lisandro saindo do banheiro, quando tentei me levantar senti as pernas bambas, fiquei sentada um tempinho e sentia saindo gozo da minha buceta. me levantei e fui ao banheiro, sentei e até senti a sensação de fazer cocô. sentia saindo da minha buceta e quando vi era sêmen e um pouco de sangue também
quando comecei a me lavar com o bidê não consegui por causa da ardência que tinha..
então entrei no chuveiro, quando me tocava sentia a buceta toda aberta e quando tentei me lavar senti uma ardência que doía pra caralho.
fui pro quarto me vesti e o Pablo me dizia vem toma um pouco vai te fazer bem.
quando me aproximei da mesa o Lisandro me agarrou e me beijou dizendo você não sabe o quanto eu gosto de você. largo minha namorada e fico com você de namorada...
a gente se beijou de novo e ele me perguntou: você gostou?? imagino que sim disse você deixou minha rola cheia de merda e sangue..
Não falei doía muito e ainda dói, quando me lavava arde.
Sim vai arder uns dias literalmente te arrebentei o cu amor..
E aí vai continuar sendo puta? acompanhante de luxo?
Não Não basta não quero que falem mais isso. não vou fazer isso nunca mais. falei.
O Pablo insistiu dizendo: mas se você mudar de ideia ou precisar de grana me avisa eu tenho um grupo de advogados que vamos te pagar muito bem. alguns finais de semana falamos que vamos pescar e vamos pra alguma cabana ou algum sítio com putas.
Você apagou as fotos perguntei??
Sim apaguei ele disse. quando foi buscar mais gelo na cozinha.
perguntei ao Lisandro se tinha apagado?. não sei ele disse, olha aí ele disse, aí o Lisandro pegou e desbloqueou porque sabe a senha e me deu dizendo olha..
quando abri a galeria o Pablo tinha me filmado quando o Lisandro me comia e quando me arrebentava a buceta.
quando tentei apagar ele tirou da minha mão o Pablo dizendo o que você tá fazendo com meu celular.
Você me filmou e não apagou nada falei quase gritando..
é Pra mim ninguém vai ver, só meu grupo de amigos advogados, se você quiser ser uma puta VIP. O Lisandro começou a falar: "Fica tranquila, meu amor, eu vou dar um jeito de apagar tudo. Fica sossegada."
Serviram mais vodka e aí o Pablo falou: "Que filho da puta você é, perguntava qual pau era melhor, se o seu ou o do Leo..."
Olhando pra mim, ele disse: "Eu não teria te sacaneado, e muito menos com a da limpeza, igual aquele otário... sempre gostou das pretinhas."
O Pablo completou: "E continua igual, comendo pretinhas. A última que ele contou era a da limpeza de uns escritórios numa favela, disse que morava lá."
O Lisandro perguntou: "E agora, você tá saindo com alguém, Pau?"
Não respondi. Isso não teria acontecido se eu estivesse namorando, você sabe que sempre fui fiel.
E ele completou: "É, é verdade. Por que você não namorou comigo? A gente teria filhos, com certeza."
"Porque naquela época, quando vocês dois estavam me cantando, me falaram que você tava saindo com duas. Não tava namorando, mas tava vendo duas, e uma você já tinha levado num churrasco quando se juntavam com os casais. Isso também me contaram as meninas."
"Eu teria namorado com você, igual o Leo fez."
"Você mesmo não acredita nisso", falei.
"Assim que começaram a se ver, eu falei pro Leo: se você não vai namorar com ela, deixa pra mim que eu vou. Se ele soubesse que a gente transou, morria, porque sabe que eu tenho um pau grande e do lado do dele é enorme, hahaha."
O Pablo falou: "Já não são tão amigos como antes, por isso ele fala essas coisas."
"Por quê? O que aconteceu?", perguntei.
"Porque ele quis ficar com a minha irmã. Sei que alguma coisa rolou. Quando ele falou 'gosto da sua irmã', eu disse: 'nem pense nisso, você vai trair ela e fazer sofrer'. A gente discutiu um pouco e depois nunca mais foi a mesma coisa. A gente se encontra e tal, mas não somos mais como éramos quando você nos conheceu."
Ele continuou: "Quero te convidar pra jantar ou sair um dia."
"Você tá namorando", falei, como quem pergunta.
"Por você, eu termino, sério."
"Eu tô solteiro", disse o Pablo, e continuou: "A gente formaria um casal bonito, íamos nos divertir pra caralho, ir pra boates e festas. swinger..
sorri e falei não, obrigada, passo.
eu ficaria morando aqui com vocês, completou Lisandro, e Pablo disse: eu também.
já são 18h, o que vocês vão fazer? perguntei.
Pablo falou: quer que a gente compre mais e continue bebendo? é sábado.
eu tenho mais no carro, disse Lisandro, vou descer buscar e compro mais vodka, querem mais alguma coisa?
a gente pode ficar? perguntou Pablo. te pago mais, puxou a carteira e tirando todas as notas me disse: toma, pau, pega, agarra eles e deixou em cima da mesa.
Lisandro me perguntava: quer que eu compre mais alguma coisa? compra um calmante pra mim, tá doendo e ardendo a buceta.
tá bom, e um creme eu trago.
Pablo me perguntou se podia tomar banho e eu disse sim e dei uma toalha pra ele.
quando saiu, foi pro quarto e veio pelado falando: te incomoda se eu ficar assim??
coloca alguma coisa, falei.
a mesma cueca não vou vestir, fico assim. quando Lisandro entrou e viu ele pelado, disse: opa.
acabei de tomar banho, disse Pablo, faz o mesmo, falou pra ele.
tem outra toalha? deu uma pra Lisandro também, que ao voltar pra sala veio pelado.
e tirando minha roupa, ele falava: tira pra eu passar o creme em você.
entre droga e álcool, deixei ele tirar minha roupa.
ele disse: fica de quatro.
me apoiei numa cadeira e ele passou um creme que ardeu quando colocou, é anestésico, ele disse, e acalmou a ardência que eu sentia.
aumentaram a música e me pegaram, e a gente dançava os três pelados. colocaram cocaína nos meus peitos e cheiravam dali. eu quero da buceta, disse Pablo, fiquei de quatro e quando ele colocou em cima da minha buceta... aiii, arde, falei, e aí ele enfiava a cara e aspirava. continuamos dançando e eles me tocavam, me abraçando entre os dois, e começaram a ficar excitados, eu comecei a masturbar eles e com Lisandro a gente se beijava, e ele me puxou pelo cabelo e disse: ajoelha e chupa as picas. disso eu lembro que eles contavam: Léo, você adorava chupar pica.
você chupava e trabalhava até onde dava, eles seguravam minha cabeça e empurravam como se estivessem fodendo minha boca, e eu quase vomitei várias vezes. Lisandro levantou minha perna, me apoiando contra Pablo, me penetrou e começou a Me foder até que me mandou ficar de quatro. Fiz numa cadeira e ele continuou me comendo, e o Pablo na frente pra eu continuar chupando ele. Com tudo que tavam bebendo, não gozavam nunca, se revezavam pra me comer. Não queria mais chupar, mas ficava molhada e secava de tanto tempo que me comiam. Gozei 4 vezes, já tava quase uma hora ou mais nisso.
Parei, falei:
— Tira a porra se quiser parar.
Comecei a pedir pra eles gozarem, que queria a porra...
O Pablo gozou dentro, isso deixava ele mais excitado quando eu pedia a porra.
O Lisandro me levou pra cama e, por cima de mim, se beijando e me comendo, falava:
— Te amo, bebita, te amo. E você?
— Eu também, meu amor — respondia ofegante. — Continua, continua, não para — comecei a falar, e ele me fez gozar naquela posição. Não acreditei.
E quando eu tava tendo o orgasmo, ele levantou mais minhas pernas, senti ele gozando dentro, falando:
— Te amo, sim, toma, meu amor... aaaahhhah.
Ele ficou dentro, por cima de mim, me beijando, e eu pensava se gostaria que ele me fizesse amor assim a vida toda, que fosse meu parceiro.
Tomei banho com o Lisandro. Quando voltamos pra sala, falei:
— Amanhã vou tomar a pílula do dia seguinte, porque não me cuido.
O Lisandro disse:
— Não, não tome nada. Se você engravidar, largo minha namorada e fico com você, pra gente ter um filho.
O Pablo completou:
— Vai ter que esperar o DNA pra saber se é seu ou meu. hahaha
E continuou:
— Pra mim não tem problema, teria um filho com você e, como te falei, seríamos um bom casal. Comigo você viveria e teria mais coisas do que quando saía com o Léo.
Se quero ter filhos em algum momento? Sim, mas não assim...
O Pablo tira uma foto minha num momento e manda pros amigos advogados dele, que tão se falando pra marcar algo, se alguns podem se juntar pra comer um churrasco ou sair pra beber, levando as mulheres. E o Pablo fala:
— Eu tô na casa de uma morena que tem uma raba.
E manda uma foto minha. Quando veem, o Álvaro, um advogado dos mais velhos do grupo, diz:
— Eu conheço ela, já fiquei com ela. É uma puta que beija, esquenta e tem uma bunda linda. Pergunta, Pablo. E alguns começam a postar, aí têm que trazer ela pro fim de semana de pesca.
No fim do ano passado, depois disso, não consegui mais contato com ela, não sabia se tava em Córdoba ou se tinha parado de ser puta, porque ela fazia isso de vez em quando, tinha me dito.
Pablo me mostra a foto de perfil do Álvaro e me pergunta: conhece ele?
Fiquei olhando e percebi que tinha ficado com esse cara.
Ele é advogado do meu grupo de amigos, me disse.
O que você tá dizendo? Por que tá falando dele? Aí contou que no grupo dele, conversando, ele disse que tava com alguém e mandou uma foto minha, e aí o Álvaro começou a contar.
Me mostra, falei. Ele me mostrou o chat inteiro e alguns ainda diziam: eu também quero comer ela, outros pediam pra mostrar fotos da bunda, perguntavam como era na cama.
Não quero que continuem falando que sou garota de programa.
Não manda mais fotos minhas pra lugar nenhum, apaga as que você tem, falei.
Beleza, calma, já vou apagar do chat.
A namorada chamou o Lisandro e ele foi falar no quarto.
Pablo aí me disse: quer sair pra tomar alguma coisa? Vão sair uns amigos com as mulheres deles, se quiser a gente vai, sai e dança um pouco.
Esses advogados aí? perguntei.
Não, não, outros amigos, você não conhece, eles saem com as parceiras pra tomar algo ou dançar um pouco.
Saímos como amigos, e quando perguntarem, a gente diz que se reencontrou depois de anos, que você é ex de um amigo meu.
Lisandro saiu e disse: eu tenho que ir, tenho que levar ela pra Carlos Paz, ela vai dormir lá, eu vou voltar pra Córdoba.
Quem desce pra abrir pra mim?
Eu desço, disse Pablo, você se troca aí e a gente vai, falou.
O que eu visto? Pra onde a gente vai?
O que você quiser, vou até minha casa, me troco e venho te buscar, ele disse.
Recebo uma mensagem do Lisandro dizendo: Adorei te rever e ter ficado com você, de madrugada eu volto pra Córdoba, te busco ou a gente continua bebendo aí no seu apartamento?
Não sei, me escreve e a gente vê, talvez eu esteja dormindo. Vou acompanhar o Pablo, que vai encontrar uns amigos que estão com suas parceiras.
Me troco, me arrumo e quando ele vem me buscar e me vê, me diz: "como você tá gostosa... sério..."
"Bom, obrigada", respondo.
Chegamos num bar na zona norte. Enquanto cumprimentávamos, vejo que o Álvaro, amigo dele, estava ao lado de uma loira deusa. Começo a conversar com a mulher de um dos amigos dele, que ficou do meu lado, e pergunto de onde conhecem o Pablo. Ela me diz que são todos advogados e que são um grupo de amigos, e me pergunta: "há quanto tempo você sai com ele?"
"Não, não saímos, somos amigos, nos conhecemos há anos. Também por um grupo de amigos."
Quando o Pablo vai ao banheiro, eu também digo que preciso ir e falo: "Você me disse que não eram os advogados com quem a gente ia sair.
Você mentiu pra mim."
"Não, não menti. Acontece que os outros no final ficaram na casa de um casal, e eu tinha te falado de sair, tomar algo e dançar."
Nisso, o Álvaro se aproxima e me diz: "Me acompanha até o bar pra pedirmos algo mais?"
"Você escolhe pelas mulheres, eu pelos homens." A esposa dele vai ao banheiro e me diz: "Aperol ou algo assim, vou ao banheiro e te encontro no bar."
"Viu por que eu te disse que gostava de você e ia curtir com você? Minha mulher é loira e magérrima, não tem bunda nenhuma, os peitos são operados."
"Chega", falei.
"Quero te perguntar uma coisa", e me olhando: "O Pablo sabia ou não que você é escort? Se não, te aviso desde já que quando ele mostrou uma foto sua, eu contei que te conhecia e que você era uma puta, e depois fiquei pensando: talvez o Pablo esteja conhecendo a gatinha e eu meti os pés pelas mãos. Também vou perguntar a ele e conversar a sós assim que possível."
Se aproxima outro dos amigos advogados e me diz: "Se você é gostosa, e se tem uma bunda pra chupar toda.
A gente te quer no fim de semana de pesca, vamos querer te comer todos."
Chega o Pablo e diz: "Hoje estamos todos em casais, Guille, e ela está comigo hoje, não fala mais nada assim pra ela."
"Tá bom, tá bom, amigo, desculpa."
"Querem ir um pouco pra..." (não vou dizer qual balada fomos). Fomos todos pro VIP e dançamos desde que Chegamos. Pablo dançou comigo a noite toda, e o Álvaro com a mulher dele dançavam do nosso lado. Aí a Ariana, a mulher do Pablo, me fala: "A gente troca um pouquinho pra dançar?" E pega o Pablo, e o Álvaro me pega pra dançar. A Ariana gosta muito do Pablo porque somos muito amigos. "Não vai ficar com ciúme", ela disse rindo. "Não, não, de jeito nenhum", respondi. E aí o Pablo me pegou de novo pela cintura e falou: "Devolvendo", me girou e continuei dançando com ele. Eram 5 casais com a gente. No começo, me sentia incomodada com o que esses caras iam pensar de mim. Com o passar das horas e a bebida, esqueci completamente disso e me diverti. Olho o celular pra ver as horas e vejo que tinha 1 mensagem do Lisandro dizendo: "Tô voltando pra CBA, chego em 40 min". Tinha chegado fazia 10 min, já eram 4h20. Falei pro Pablo que tava cansada, que eu ia embora, que ele ficasse com os amigos dele. "Eu te levo", ele insistiu, e eu dizia: "Vou de Uber". A gente se despediu de todo mundo, e outro casal também saiu com a gente, iam embora também. Aí ele me disse: "Nos convidaram pra ir passar o dia em Carlos Paz amanhã, o Álvaro tem uma casa lá". "Não, não", falei, "menos na casa do Álvaro". "Quer vir pra minha casa ou vamos pro seu apartamento tomar mais um pouco e conversar um tempo?", ele disse. "Cada um na sua casa", falei. "O Lisandro tá me perguntando por você. Diz que te escreveu e você não responde. Falei que tô te levando pro seu apartamento." "Respondo lá, também vou falar que vou dormir." Quando chegamos, ele já tava ali na porta do prédio. Se cumprimentaram, e eu falei: "Quero descansar". "Bom, deixa eu ir no banheiro e vou embora", disse o Lisandro. Perguntei pela namorada dele, e ele falou que ficou na casa dos primos em Carlos Paz, que se juntaram lá, comeram, e ele disse que voltou porque tinha coisas pra fazer amanhã. Entramos, e ele foi no banheiro. Quando saiu, falei: "Vamos, vou abrir a porta, quero descansar". Ele tira do bolso: "Olha, tenho pra beber e fumar. Vim por sua causa", ele disse. E a gente começou a se beijar apaixonadamente. Ele me olha e fala: Você gostou de mim? Eu também gosto de você?
Eu beijei ele de novo respondendo que sim, gostei muito...
E ele perguntou de novo: e você gosta de mim?
Sim, sim, gosto de você, respondi, e voltei a beijar a boca dele.
A gente começou a se despir e ele falava: "Hmmm, como você precisa de uma boa fodida, meu amor, você vai ser a melhor puta de Córdoba, vou te levar pro sítio do meu tio e a gente vai te comer lá com meus primos, que são pauzudos como eu..."
O que eu disse? "O que você tá falando?"
"Agora que você vai aproveitar uma boa pica, você vai querer mais e mais e vai continuar sendo puta, meu amor." Ele pegou minha cara e disse: "Até olhar de puta você tem..."
"Para, para de falar essas coisas, o que que há com você?"
"Nada, amor, achei que te excitava, ou não?"
"Eu quero ser sua puta e de mais ninguém", falei, desabotoando a calça dele...
"Hmmm, sim, você já é minha puta... cabeça de mestre, chupa pica gostosa..."
Eu puxei a calça e a cueca dele e, quando me abaixei, comecei a chupar...
"Mmmmm, isso, meu amor, vai, puta do caralho, chupa minha pica, come ela toda, vai... Olha pra mim enquanto chupa minha pica... Que cara de puta que você tem... Quer pica, puta? Pede pica, pede pra eu te foder..."
Parei de chupar e comecei a falar: "Quero pica, muita pica, quero que você me foda, me faz sua, me enche de leitinho..." E voltei a chupar, e ele disse: "Vou arrebentar seu cu de novo..."
"Não, doeu", eu falei.
"Vai doer nas primeiras vezes, até você pedir pica no cu sozinha..."
Ele me empurrou contra a mesa e deu vários tapas bem fortes na bunda, que doeram e me fizeram gritar: "Ai, ai, ai, devagar..."
"Que devagar, puta do caralho, até te enchia de porrada... Quer?", ele perguntou.
E me deu um tapa tão forte na cara... que eu olhei pra ele e falei: "Para, para, não me bate assim, o que que há com você?" Ele me puxou pelo cabelo e passou a língua no meu rosto, dizendo: "A verdade é que você precisava de uma boa surra de puta... mas hoje não..."
Ele me virou na mesa, cuspiu na minha bunda e eu senti que ele queria fazer por trás, e comecei: "Para, para, para por... vai devagar, e quando eu encaixei a cabeça, ele começou a entrar e foi de uma vez, e eu só consegui repetir ayyyyy ayyyyy yayyyyyy. Eu tentava me afastar e ele enfiava mais ainda.
"Para, para", eu disse já chorando, por favor... e ele, sem se importar, me comia cada vez mais forte. A dor que eu sentia era insuportável, eu não estava aproveitando, estava sofrendo, passando dor. Ele parou e saiu, dizendo de novo "merda e sangue na pica".
Eu me virei e dei um tapa nele, gritando "filho da puta, filho da puta, tava doendo..."
Ele se jogou em cima de mim, tentando me beijar, eu não queria, virava o rosto. Ele passava a língua no meu rosto e procurava minha boca. Abriu minhas pernas e eu falei "não, não quero". Quando ele me tocou, respondeu "como não vai querer, olha como você tá molhadinha, como você gosta, meu amorrr..." e apertando meus peitos, eu repeti "para, para". E já em cima, ele mexeu o corpo pra abrir mais minhas pernas. Senti ele começando a entrar e falei "para, tá toda suja".
Ele respondeu "é tudo seu, meu amor" e quando senti ele começando a entrar, eu abri mais as pernas e aproveitei como ele me penetrava, comecei a falar "me come, vai, meu amor, me come... ayyy sim..."
"Toma, toma, meu amor, toma pica, uma pica boa, vai, toma..."
"Deixa eu ficar por cima", eu falei... Ele sentou numa cadeira e eu em cima dele tive um orgasmo espetacular...
"Vai, continua, continua se mexendo, monta na pica, puta, vai, vai, não para", ele dizia e eu obedecia...
"Fica de quatro", ele falou. Me segurou pela cintura com força e entrava e saía violentamente, era incrível o prazer que ele me fazia sentir...
Até que com o "guuuuuaaaa tomaaaa..." ele gozou...
Ele saiu e falou "vou me lavar" e eu também fui no bidê me lavar.
"Não gosto que você seja tão violento", eu falei, "e se eu falo 'para, para' é porque tava doendo muito, pela bunda, eu não tava aproveitando, tava doendo..."
"Bom, meu amor, achei que você tava gostando."
Fumamos e deitamos abraçados.
De manhã, o telefone dele acordou a gente. Era a namorada dele.
Perguntando se ele ia passar o dia com ela e a família? Ele disse que sim, mas não sabia que horas ia.
Eu tinha várias mensagens do Pablo.
E uma do Álvaro dizendo que eu estava convidada pra passar o dia em Carlos Paz.
A mulher dele, Ariana, mandou um áudio me pedindo pra ir, senão ela ia ficar sozinha, porque o Álvaro, o Pablo e mais alguém do grupo iam.
Nas mensagens, o Pablo perguntava como eu tava e se eu não queria ir pra Carlos Paz, insistindo pra eu levar a menina. As minas tinham se sentido à vontade com ela e queriam continuar saindo e conhecendo ela melhor.
Bom, falei pro Pablo me buscar e fomos.
Quando chegamos, falei pras minas que queria deixar claro que eu e o Pablo éramos só amigos, e que ele é amigo de um dos meus ex.
Uma das mulheres disse: "Acho que ouvi que o Facundo vem." Facundo é um ex-jogador de rugby que tá sozinho, sem namorada.
Quando chamaram pra comer, fomos as mulheres, e o Facundo e o Adrián estavam lá. Nos apresentaram, e depois ficamos conversando enquanto fumávamos e tomávamos vinho perto da piscina.
Facundo era um cara grandão, musculoso, um puta charmoso, convencia qualquer um. No mesmo dia já tava me convidando pro próximo fim de semana ir na casa dele, em Traslasierra, em Nono.
Depois de várias horas e conversas entre todo mundo, a gente se encontrou de novo quando saímos pra fumar perto da piscina.
Lá ele repetiu o convite pro fim de semana seguinte.
Me olhando, ele disse: "Você é uma mina gostosa, sério, com tudo que a gente conversou e do jeito que você é, não consigo acreditar que você é escort."
"Não, não sou escort", falei.
"Sim, o Álvaro contou que você disse que fazia de vez em quando, que era uma renda extra e tal."
"Foi, eu fiz algumas vezes, mas percebi que não é minha praia", falei.
"O Pablo também contou que você é ex de um amigo dele, que moraram juntos, ficaram muito tempo juntos, e que ele não acreditou que era você quando te viu num buteco swinger, que você foi embora e o cara que tava com você contou tudo, que você era uma puta VIP pra ele, e que era a segunda vez que você ia lá com ele."
"Então não é de vez em quando que você faz isso. Você faz, quando é puta, uma vez é puta, a vida inteira.
E a do fim de semana em Nono é o fim de semana de pesca. Vai ter você e mais uma ou duas putas, pra 7 que vamos ser.
O quê? Nem louca faria isso. Já falei pro Pablo que não ia fazer, e tô falando pra você agora também.
A gente pode te pagar 400 ou 500 dólares cada um, pensa, bebê.
Já tava escurecendo e eles falaram em preparar um jantar. Falei pro Pablo: não vou ficar pra jantar, pode me levar ou peço um Uber.
Vários falaram que iam voltar pra Córdoba.
Pablo começou a me perguntar: se eu tinha me divertido???
Sim, sim, tudo bem, e as mulheres dos seus amigos são demais.
Facundo parecia uma coisa e depois acabou sendo outra.
Por que ele perguntou?
Porque há um tempão ele começou a me dizer que era escort e que no fim de semana queria que eu fosse, e que iam ser 7 caras.
Chegamos, desci, me deitei e dormi uns minutos. Tinha várias mensagens e várias ligações de números que eu não conhecia.
Facundo me escreveu dizendo que conhecia meu cunhado, o marido da minha irmã, que conhecia ele do colégio.
Me troquei, coloquei uma legging e fui correr no parque um pouco.
Ele me disse que se eu fosse no fim de semana, não contava nada pra família do marido da minha irmã, que quem sempre andou com putas era o Angel, o pai do meu cunhado, o sogro da minha irmã.
Eu via ele com olhares estranhos, pra mim era um velho tarado, um velho punheteiro, e Facundo tava me confirmando que ele gostava de putinhas novinhas e ficaria louco se soubesse que eu era escort. Suas fotos me excitam muito, mas muito mais os vídeos chupando pau e quando te arrombam o cu.
O velho foi quem nos levou pra putaria na primeira vez, tô em dívida com ele...
Chega, você vai apagar tudo?
Sim, óbvio, foda-se você, pra você apagar também, ele me disse.
Não só nunca fiz isso de ficar com vários caras, sério, fiz poucas vezes isso e faz pouco tempo.
Facundo: bom, melhor assim, Pauli, que a gente vai te fazer de puta direitinho. Só você e mais uma vão ser.
Aquele fim de semana com os Advogados é papo pra outra história.


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