Procurando destinos, acabamos escolhendo o norte do Brasil,

Mas já no aeroporto o destino começou a jogar contra mim. No mesmo voo que a gente viajava uma garota brasileira que estuda em Rosario. Uma gata morena, de cabelo cacheado amarrado atrás da nuca. Não sei por que, ela me chamou a atenção desde que a vi. O voo não era direto, por isso tivemos que trocar de avião. Eu não sabia se essa mina ia para o mesmo lugar que a gente, mas quando percebi que ela foi para o mesmo portão de embarque minha cabeça pirou. Fiz-me de desentendida e fui sentar com Lucas ao lado dela. Quando ela nos viu, reconheceu que tínhamos saído de Rosario com ela e nos deu um sorriso.
Num momento ela pergunta se podemos dar uma olhada na mala dela, que ia ao banheiro. Quando voltou, depois que nos agradeceu, aproveitei para saber um pouco mais sobre ela. Perguntei para onde ela ia e ela disse que ia para o mesmo destino que a gente, estava voltando para visitar a família porque nas festas teve que ficar de plantão (como todos os brasileiros em Rosário, ela estuda medicina).
Contei que íbamos passar férias no mesmo lugar e começamos a conversar sobre lugares para visitar, ela recomendou algumas praias para conhecer, como se locomover pela região. Até que chegou a hora de partir. Nos deram assentos separados, mas o sorriso no meu rosto eu não conseguia disfarçar.
Quando chegamos, nos despedimos da minha nova amiga antes dela se reencontrar com a família e saímos para descobrir como chegar ao complexo onde ficaríamos. No caminho, procurei a garota no Instagram e adicionei enquanto mostrava para o Lucas, que aprovou tudo com um sorriso bem de pau duro, sabendo o que eu estava pensando. No geral, viagens me excitam um pouco, então ao chegar, nem desfizemos a mala e eu já estava em cima dele cavalgando no pau dele. Assim, sem preliminares nem nada. Eu estava toda molhada e não conseguia me segurar.
As férias estavam correndo bem normal. De vez em quando eu dava uma espiada no Instagram pra ver se a brasileira tinha me aceitado, mas não tinha novidade nenhuma. Paralelo a isso, um dia fomos fazer um passeio de snorkel. A questão é que tinha um monte de gente no barco, mas o cara que tava guiando a excursão dava uma atenção especial pra mim. Nem ligava que o Lucas tava do meu lado. Eu percebi, mas fiz de sonsa e fiquei sempre perto do Lucas.
O cara era um moreno (não negro negro, mas moreno caribenho), alto e bem definido; não inchado de academia, mas com físico atlético como eu gosto. Terminamos o passeio, o cara cumprimentou todo mundo e a mim me cumprimentou com um abraço de mão na cintura, mas quase mais abaixo da cintura. Eu não podia acreditar como esse otário fazia essas coisas com meu namorado do lado. Mas enfim. Nos dias seguintes, Lucas insistia em ir pra essa praia, porque tinha gostado. Na verdade era uma praia bonita, mas a intenção dele era outra.
- Olha quem está ali - me disse apontando para a margem, era Jason o guia.
- O da lancha - eu disse, fingindo desinteresse, mas aproveitando para olhar de novo o abdômen definido dele
- O cara te deu uma encarada fudida... - Eu fiquei... e aí? Ele tinha percebido (não era de surpreender, não foi nada sutil) mas eu não sabia com o que ele ia me surpreender.
- Um punheteiro - respondi sem dar muita importância. Eu estava deitada na areia de bruços, e ele ficou assentindo e olhando para meu rosto e minha bunda - O quê? - gritei para ele dizer alguma coisa.
- Com essa bunda... o que você espera - e ele dá um tapinha suave em uma das nádegas. E sim, meu namorado também é um tarado que nem vocês, não vou negar. Virei a cabeça meio fingindo estar brava e não disse mais nada.
Mas ele ficou acariciando minhas costas. Passava os dedos pela minha coluna vertebral de cima a baixo, terminando na cintura e enfiando a pontinha dos dedos dentro do fio do biquíni. Coisa que ele sabe que eu adoro e me deixa com tesão.
- Eu tava pensando... antes de gente ir embora... - Eu já tava mordendo os lábios porque sabia o que esse filho da puta tarado ia falar - a gente podia convidar ele. Tipo, pra se despedir do lugar. Se ele tá tão afim de te conhecer... - Nem precisou falar mais nada. As regras eu já sabia (na verdade, ele que sabia): não tô afim de ficar com outro cara sozinha. Ele tinha que estar lá e ia participar. Mas como ainda faltavam uns dias pra voltar, Lucas levou a perversão dele pra outro patamar. Queria que eu chegasse nele pra dar oi e já começasse a esquentar o pau dele na hora.
No começo eu disse que não, que no máximo dava uma volta e cumprimentava ele, mas ele queria que eu conversasse um pouco, que eu esquentasse a cabeça dele. As carícias nas minhas costas, tão ternas, me amoleceram até eu aceitar a proposta. Não conseguia acreditar como com um gesto tão romântico ele tinha me convencido a esquentar o pau de outro cara na frente dele. Mas ele conseguiu. Me levantei e fui caminhar sozinha pela praia até cruzar com o moreno, que me cumprimentou feliz ao me reconhecer.
O cara falava um português bem fechado e um inglês bem precário, então a conversa foi bem básica. O dude morava perto da praia e tinha 24 anos. Eu falei "Guaaaaaa!" nunca tinha comido um com tanta diferença de idade. Quando eu disse que tinha 35 ele não queria acreditar. "Te assusta?" perguntei me aproximando do corpo dele. Fiquei impressionada como aquele armário de 1,80m recuou quando meus quase 1,60m se aproximaram pra perguntar de novo. Por um momento achei que ele não ia querer mais nada, mas depois de manter o olhar por um tempo, ele sorriu e mudamos de assunto.
Quando eu fui embora, inventando alguma desculpa, depois de alguns metros eu virei pra rir de como ele tinha ficado me olhando "o ir". Quando ele viu que eu tava rindo, fingiu que tava fazendo outra coisa. Com certeza ele não tinha percebido, claro. Essa noite voltamos pra casa e Lucas me deu uma foda de filme pornô. Me fez delirar enquanto imaginávamos como eu era comida pelos dois. "Imagina que é o pau do Jason, putinha" ele dizia enquanto me perfurava a buceta e metia dois dedos na minha boca, afogando meus gemidos e me fazendo engasgar até babar toda a cama.
Os dias seguintes repetimos a rotina. Íamos à praia, eu passava pra dar um oi pro Jason e voltávamos super excitados pra transar como desesperados. A única coisa que pedi foi que, se ele pensasse em me fazer transar com os dois, me desse pelo menos 2 dias de descanso porque minha buceta não aguentava mais. E assim foi... difícil, mas conseguimos... Eu, de sacanagem, dormia encostando a bunda no pau dele a noite toda. O coitado vivia de pau duro. Até que chegou o dia final.
Me aproximei como sempre para cumprimentá-lo. Depois de conversarmos sobre qualquer coisa, comentei que era meu último dia e que já estava voltando para Rosário. "Vou sentir sua falta", ele disse me abraçando como da primeira vez. Sua mão quase descia abaixo da cintura, mas desta vez, em vez de me afastar, me aproximei mais do seu corpo. Quando nos separamos, deixei minhas mãos em seus ombros e fui descendo por seus braços definidos. Subi de novo e desci pelo seu peito enquanto o olhava e mordia meus lábios. Por um instante, esqueci que não estávamos sozinhos e tirei a vontade acumulada de apalpar aquele corpão (bom, uma é de carne também).
- Você sabe fazer caipirinha? - soltei do nada, não sabia o que dizer e me veio essa bobagem na cabeça.
- Sim, claro
- Comprei com meu namorado para fazer, mas não fica tão gostoso... você poderia vir hoje à noite fazer caipirinhas... pra gente ver como se faz e aprender - eu disse, enquanto aproveitava para tocar nos braços dela. Não sabia se ela ia entender, com toda essa confusão de idioma, mas ela pegou a ideia super bem. Ficou um pouco recalculando, até que falou.
- Ehh... com seu namorado? Só nós dois é melhor... - eu interrompi.
- Não. Se você quer brincar, a gente brinca os três. Ele vai estar e participar também, NÃO SÓ FICAR OLHANDO. Os dois, pra mim... - A cara dele era de dúvida... ele não estava convencido
- Ehh... sei lá...
- Ok, sem problema. Prazer em te conhecer - me aproximei e dei um beijo quase no canto da boca dela e fui embora. Nem dei dois passos...
- Calma calma!!! ok ok, vamos nós três...
Depois de dizer onde estávamos e deixar meu contato, eu fui embora. Enquanto me afastava, fui caindo na real do que ia rolar e me deu uma mistura de medo, tesão e curiosidade mórbida tudo junto. Quando cheguei onde o Lucas estava, beijei ele e pedi pra gente vazar. No caminho contei tudo. Chegamos e nos beijamos na cama, mas sem meter, como havíamos combinado... ou melhor, como eu tinha imposto, né. Quase no fim da tarde, chegou o Jason. O maluco ficou meio nervoso no começo, mas depois foi se soltando até ficar quase numa conversa de amigos.
Ele fez umas caipirinhas e a gente começou a dançar. Como todo brasileiro, ele tem o ritmo no sangue e se mexia maravilhosamente bem. Não perdeu tempo em apoiar minha bunda inteira enquanto dançava, ensinou uns passos pro Lucas, que (óbvio) também aproveitou pra me apoiar e apertar minha bunda. O Jason não tinha se animado tanto, mas o Lucas deu um espetáculo que deixou ele de olhos arregalados. Me afastei dele e voltei pro Jason. "Vai, agora você" eu disse. Ele ficou atrás de mim e começou a dançar esfregando o pau dele na minha bunda. "Faz igual a ele" eu disse, colocando as mãos dele mais pra baixo da cintura.
Sem hesitar, ele começou a amassar minha bunda, botando toda a vontade pra fora. Eu me deixava levar e dançava no ritmo das mãos dele, que puxaram minha saia pra cima para ter contato direto com a minha pele. Lucas se aproximou e agarrou meu rosto, levantando-me para me beijar. Enquanto Lucas me beijava, Jason apoiava a bunda, já com a saia levantada.
O pau do Jason começou a crescer apoiado nas minhas costas e quando percebi o tamanho da piroca que o moleque carregava, comecei a rir. "Que foi?" me perguntou o Lucas... Eu continuei rindo, enquanto levava minha mão pra trás pra pegar no cacete do Jason. E sim, era bem grosso. "Espero que não se arrependa disso, amor" falei, dando outro beijo nele.
Ele não entendia do que eu estava falando até que eu coloquei um do lado do outro e abaixei a calça do brasileiro. Um pauzão duro e bem moreno saltou e ficou olhando para a minha cara. Jason, todo inchado, balançava o pau na minha cara. Lucas estava um pouco surpreso (o outro maluco com quemfizemos um trioele tinha um pau mais normal, e ele ficava como o dotado, mas na real não tinha nada a invejar.
Fiz o mesmo com o Lucas que, apesar de não ter um pau bonito, no tamanho eram quase idênticos. O do Jason era um pouco mais curto talvez, mas a grossura era... pfff... linda. Quando viu o pau do meu namorado, a carinha de soberbo do Jason sumiu. Nunca vou entender essa bobagem de se sentir mais "homem" por ter o pau maior, mas enfim...
Comecei a chupar os paus alternadamente. Primeiro colocava só a cabecinha de um, depois do outro, sem soltar nenhum dos dois. Lucas acariciava meu cabelo enquanto eu ia de pau em pau. Depois comecei a enfiar mais fundo. Tirava e passava a língua no tronco, me aproximava do outro. Enfiava na boca e passava o pau babado pelas minhas bochechas. Lucas tomou a iniciativa e me levou até a cama. Me colocou de quatro enquanto acariciava minha bunda e chamou o Jason para aproveitar.
Fechei os olhos sentindo as quatro mãos me apalpando e me despindo. De novo, senti aquela adrenalina de estar tão submissa e tão putinha entregue a dois caras desesperados para me comer todinha. Lucas começou a chupar minha buceta, subindo a língua e lambendo meu cu também. Jason ficou na minha frente e me deu o pau para continuar chupando. Os dedos do Lucas me penetravam, e eu ouvia o barulho da enxurrada que era minha buceta.
Ela ficou em cima de mim e me penetrou, enquanto o brasileiro segurava meus cabelos e me comia a boca. Ele não ligava que não entrasse tudo, ele empurrava e enfiava até onde dava. Eu tossia e cuspia saliva no tronco dele e ele continuava. Um animal, do jeito que eu gosto.
Lucas me segurava pela cintura e se movia, tirando devagar e me penetrando com força. Jason tirou o pau, me deixando respirar. Ele agarrou meu cabelo, levantou meu rosto e começou a me bater com o pau babado. Eu abria a boca para ele enfiar de novo, mas ele continuava me batendo de um lado para o outro. Lucas, por trás, já tinha o pau todo enfiado e me dava socadas profundas enquanto batia com raiva na minha bunda.
Troca" gritou Lucas, puxando de uma vez o pau. Senti minha buceta aberta e pulsando, mas não por muito tempo: o pau do Jason entrou com facilidade até o fundo. Ele se vingou de todo o tempo que eu tinha deixado ele de pau duro na praia. Ele agarrou minha bunda e começou a meter freneticamente. Ele tirava quase por completo e enfiava inteiro de novo sem parar. Era uma broca na velocidade máxima.
Lucas se jogou na cama e colocou meu rosto ao lado do seu pau. Enfiei ele na boca e abafei os gritos da foda com seu tronco enterrado até minha garganta. Não conseguia me concentrar em chupar, simplesmente o tinha enfiado na boca e a mesma investida animal do Jason fazia com que eu o engolisse um pouco mais.
Saí do pau do Jason e subi no pau do Lucas. Me acomodei e comecei a cavalgar. Estava tão aberta que sentei no pau e ele entrou todo tão fácil como poucas vezes. Me movi pra frente e pra trás com a pica enterrada até gozar em cima dela. Jason olhava de fora sem saber o que fazer. Quando parei pra me recuperar do orgasmo, ele se aproximou por trás, encostando o pau na minha nuca. Molhou os dedos na minha boca e se dedicou a esfregar meus mamilos. Me esquentou tanto, que voltei a me mexer no pau do Lucas, até que o fiz gozar.
Quando ele me tirou de cima dele, com o rosto todo desfigurado de tesão, agarrei o Jason e virei ele de barriga pra cima na cama. Dei uma chupada rápida no pau pra lubrificar de novo e sentei em cima. Uns dois movimentos e acabou tudo também. O pau dele já começou a amolecer na hora, e eu saí, mas não ia deixar por isso mesmo. Subi até o rosto dele e, enfiando minha buceta na boca dele, esfreguei ela toda até ele me fazer gozar de novo. Aí sim, me deixei cair ao lado dele...
Mas não por muito tempo. Lucas ainda estava com o pau duro, me arrastou até a beirada da cama e, colocando minhas pernas nos ombros dele, continuou me comendo como se tivesse acabado de começar. Eu não parava de gemer e gritar para ele me dar mais forte. Minhas mãos procuravam por Jason, que estava deitado na cama olhando.
Quando levantei a vista pra trás (com Lucas ainda me comendo) vi ele massageando o pau mole enquanto nos observava. Estiquei mais a mão, e ele entendeu. Se aproximou e comecei a tocar nele eu mesma. Enfiei os dedos nas bolas dele e comecei a acariciar, quase roçando o cu dele. Foram segundos e o pau dele começou a crescer de novo.
Na hora já estava com ele montado na minha cara, pegando minha boca desesperado de novo. Não conseguia respirar de tão enterrada que estava, mas isso me excitava ainda mais. Mudaram de posição novamente, Lucas ficou ao meu lado e começou a chupar meus peitos. Jason me colocou de ladinho e começou a me dar outra foda selvagem. Não parava de se mover um instante, era uma investida atrás da outra fazendo valer a energia da juventude. Lucas continuava com meus peitos, mas agora os apalpava enquanto eu chupava o pau dele.
O Jason me colocou de quatro e se posicionou em cima de mim na cama. Primeiro ele me puxou pelo cabelo, depois enfiou (nem precisou fazer força, eu estava bem aberta) e começou a me sacudir. Ele estava metendo com tanta força que me empurrou até a beirada da cama. Longe de parar, ele continuou a foda até que me jogou pra fora da cama. Como pude, apoiei as mãos no chão pra não cair de cara no piso, ficando com metade do corpo na cama, segurada pelo Jason, e a outra metade no ar, sustentada pelos meus braços. Eu não fazia ideia de onde o Lucas estava, naquele momento só pensava em não cair. Até que ele apareceu para segurar meus braços e pude me agarrar na cintura dele.
Agarrei o pau dele e enquanto o brasileiro continuava me comendo como se nada estivesse acontecendo, comecei a chupar. O Jason seguia se movendo como um animal e dava pra sentir a força que o Lucas fazia pra segurar e não deixar ele arrastar a gente junto. Eu estava quase suspensa no ar, penetrada pelos dois machos. "Isso! Isso!", gritava o Jason, todo descontrolado, como um grito de guerra.
De repente ele começou a desacelerar, tirando devagar e metendo com força, até que puxou para fora e me deixou cair na cama. Lucas foi me soltando e me deixou no chão. Arrastando-me da cama, me deixei cair no chão enquanto recuperava o fôlego.
Lucas, que não queria ficar por baixo depois de ver aquele espetáculo, me colocou de quatro novamente, mas agora no chão. Abri bem as pernas e, arqueando as costas, me entreguei ao seu pauzão. Ele começou a me foder também com toda a força, até que meus braços não aguentaram mais e fiquei de bruços jogada no chão, com as pernas abertas e os braços me segurando no piso... e ele atrás, passando o braço pelo meu pescoço me enforcando, sem parar de me comer. "Vem aqui, putinha", disse Jason, se aproximando da minha boca. Começou a esfregar o pau no meu rosto e de repente gozou inteiro na minha bochecha. Uma forma de dizer, porque ele jogou porra no meu rosto todo, até no cabelo.
Lucas parou um instante para ver como enchiam minha cara de porra. Quando Jason se moveu, Lucas me virou de costas e sentando na minha barriga começou a se masturbar sobre meus peitos. Coloquei minhas mãos nas bolas dele, acariciando por ali embaixo até que ele jorrou toda a porra no meu peito, embora o primeiro jato tenha chegado até meu queixo. Quando parou de sair, ele se aproximou da minha boca e me deu para limpar.
Naquele instante, os dois desapareceram, e me deixaram jogada no chão toda melada pelos dois machos que me deram uma foda como há muito tempo eu não tinha. Não tinha forças nem para me mexer, fiquei imóvel assim até que Lucas apareceu e me colocou de volta na cama. Enquanto me beijava e chupava meus peitos, Jason se ajoelhou na beirada para chupar minha buceta. Lucas continuava nos meus peitos, meu pescoço, meu rosto. Suas mãos passaram de me acariciar a apertar minha mandíbula e sussurrar no meu ouvido "você gosta, putinha, gosta de levar duas picas". Eu, entre gemidos, soltava um "sim" quase abafado pelas mãos dele no meu rosto.
Eu sentia que estava quase gozando, mas o Jason parou. Ajeitou o pau, já duro de novo, e começou a me comer com minhas pernas nos ombros dele, puxando meu corpo pelos meus coxas contra o dele. O cara era uma fera incansável, tirava quase tudo e enfiava com força até arrombar o fundo do meu corpo. Eu me sentia arrebentada por aqueles dois paus. O Lucas abafou meus gemidos com a rola dura dele na minha garganta. Dos gemidos, passei a tossir e babar o tronco todo do pau.
O brasileiro se jogou em cima de mim, eu sem soltar o pau do meu namorado, agora tinha o Jason me beijando o pescoço. Ele se levantou um pouco, tudo sem parar de se mexer dentro de mim, e acelerou o ritmo. Lucas tirou o pau da minha boca e disse pra ele: "Enforca ela, ela adora isso". Jason olhou tipo "não entendi porra nenhuma", então Lucas começou a me enforcar pra mostrar como eu gostava. Não sei se me deixou mais excitada o enforcamento enquanto ele me comia, ou o fato do meu namorado mostrar pra outro como eu gosto de ser submissa. Amo ser uma vadia submissa, mas esse nível aí eu não esperava.
Lucas se posicionou sobre a minha cara (suada e com lágrimas da rola enfiada até a garganta) e começou a me bater com o pau na testa. Como pude, abri a boca para pedir que ele enfiasse, e foi o que ele fez. Jason não parava de me comer e me enforcava cada vez mais forte, enquanto o pau do Lucas me afogava ainda mais na boca. Naquele momento meu corpo perdeu o controle e comecei a tremer, quase convulsionando de tanto gozar. Foi tanto que Jason parou e me deixaram na cama me mexendo sozinha. Quando me acalmei, o brasileiro se jogou na minha buceta para chupar todos os meus fluidos que eu sentia escorrendo pelo corpo.
Lucas fez ele correr e me colocou de quatro, de novo. Jason veio pra frente pra me dar pau na boca. Eu já não sentia mais a mandíbula de tão aberta que tinha que ficar. Meu namorado começou a chupar decididamente meu cu e eu soltei um suspiro sabendo o que estava por vir. "Vamos fazer isso entre nós dois, gostosa" ele disse com malícia, o filho da puta, e eu relaxei toda. Quase caí quando senti a língua dele abrindo meu ânus com insistência. Não consegui dizer não.
Depois de um tempinho de trabalho duro, ele se posou sobre mim, cuspiu na pica e enfiou. Devagar no começo, com paciência e apertando firme minha bunda, ela foi cedendo. Ele tirava até a metade e tentava enfiar mais fundo. Jason não perdia o espetáculo enquanto segurava meus cabelos e pegava minha boca (embora agora bem mais devagar porque estava prestando atenção em como meu cu estava sendo aberto). Quando se acostumou, começou a me sacudir cada vez com mais força e energia, segurando meus quadris e puxando forte contra o corpo dele. "Caaaralho" soltou Jason quando viu minha bunda engolir o pau inteiro do Lucas.
Ele tirou e chamou o brasileiro. Era a vez dele. Aqui notei que claramente o pau do Jason era mais grosso que o do Lucas, porque mesmo com meu cu já todo arrombado, ele teve dificuldade pra entrar. Mas não foi difícil, alguns apertos e minha bunda cedeu ao novo pirocão que estava me atendendo. Jason agarrou meu cabelo pra cavalgar a putinha gostosa que estava submetendo. Puxava meu cabelo pra se aproximar e cravar o cacete na minha bunda destruída. Eu quase não sentia mais nada. Em uma das enfiadas ele me machucou e eu joguei meu corpo pra frente, fazendo ele tirar o pau.
Aproveitei e fui até onde o Lucas estava. Sentei na pica dele e joguei meu corpo pra frente, deixando minha bunda disponível. Não precisou de nenhuma língua: Jason se atirou sobre nós e voltou a cuidar da minha bunda enquanto eu mexia na pica na buceta do Lucas. Eu delirava, não sei se de prazer ou de dor, mas não conseguia parar de gemer. Tanto, que Lucas agarrou minha cabeça e tapou minha boca. Aí me soltei e comecei a gritar descontrolada, afogando tudo na mão do meu namorado. Ele quase não se mexia, era Jason com suas investidas que moviam a pica na bunda, me moviam e faziam com que a pica do Lucas me penetrasse mais fundo na buceta.
O brasileiro tirou o pau (por sorte), com a camisinha pendurada cheia de porra. Exausta, saí do pau do Lucas e me joguei de costas na cama. Jason aproveitou e ficou em cima de mim, tirando a camisinha e esvaziando-a sobre meu corpo. Nunca tinham feito isso comigo, e não consigo explicar quão puta eu me senti, ainda mais quando ele apertou e jogou em cima de mim. Lucas ao lado estava batendo uma olhando como humilhavam ainda mais a namorada dele. Me virei e o beijei pela primeira vez na noite. Depois mergulhei de cabeça no pau dele. Estava latejando e dando pulinhos, parecia que tinha vida própria. Peguei e chupei por alguns segundos e ele explodiu. Quando senti que começava a jorrar porra, enfiei na boca e engoli tudo.
Lucas ficou deitado de braços abertos na cama, exausto. Eu mostrei que não tinha sobrado nada na minha boca e me joguei ao lado dele. Por um momento, esquecemos que tinha um terceiro. Ele estava sentado num canto, batendo uma punheta pra cock mole enquanto nos observava. Chamei ele pra vir. Nós três deitamos na cama, mas dessa vez foi só descanso. Minha buceta não aguentava mais e minha bunda estava latejando. Eles me deixaram toda arrebentada.
Pouco depois, Jason foi embora (até que a gente meio que enxotou ele). Nos despedimos e, mesmo que eu quisesse manter contato, eu disse que tudo acabava ali. Não tava afim de repetir nada, foi aquela vez e pronto. Ficamos sozinhos e, como da outra vez, rolou um baita silêncio.
Fizemos as malas e na manhã seguinte partimos para o aeroporto. Eu já tinha mudado o chip, e me lembrei da brasileira que tinha me atraído na viagem de ida. Estava animada para encontrá-la de novo, mas nada. Embora, ao checar o Instagram, vi que ela tinha aceitado meu pedido e também me adicionou... Agora meu objetivo vai ser devolver para o Lucas o presentinho que ele me deu nas férias.

Mas já no aeroporto o destino começou a jogar contra mim. No mesmo voo que a gente viajava uma garota brasileira que estuda em Rosario. Uma gata morena, de cabelo cacheado amarrado atrás da nuca. Não sei por que, ela me chamou a atenção desde que a vi. O voo não era direto, por isso tivemos que trocar de avião. Eu não sabia se essa mina ia para o mesmo lugar que a gente, mas quando percebi que ela foi para o mesmo portão de embarque minha cabeça pirou. Fiz-me de desentendida e fui sentar com Lucas ao lado dela. Quando ela nos viu, reconheceu que tínhamos saído de Rosario com ela e nos deu um sorriso.
Num momento ela pergunta se podemos dar uma olhada na mala dela, que ia ao banheiro. Quando voltou, depois que nos agradeceu, aproveitei para saber um pouco mais sobre ela. Perguntei para onde ela ia e ela disse que ia para o mesmo destino que a gente, estava voltando para visitar a família porque nas festas teve que ficar de plantão (como todos os brasileiros em Rosário, ela estuda medicina).
Contei que íbamos passar férias no mesmo lugar e começamos a conversar sobre lugares para visitar, ela recomendou algumas praias para conhecer, como se locomover pela região. Até que chegou a hora de partir. Nos deram assentos separados, mas o sorriso no meu rosto eu não conseguia disfarçar.
Quando chegamos, nos despedimos da minha nova amiga antes dela se reencontrar com a família e saímos para descobrir como chegar ao complexo onde ficaríamos. No caminho, procurei a garota no Instagram e adicionei enquanto mostrava para o Lucas, que aprovou tudo com um sorriso bem de pau duro, sabendo o que eu estava pensando. No geral, viagens me excitam um pouco, então ao chegar, nem desfizemos a mala e eu já estava em cima dele cavalgando no pau dele. Assim, sem preliminares nem nada. Eu estava toda molhada e não conseguia me segurar.
As férias estavam correndo bem normal. De vez em quando eu dava uma espiada no Instagram pra ver se a brasileira tinha me aceitado, mas não tinha novidade nenhuma. Paralelo a isso, um dia fomos fazer um passeio de snorkel. A questão é que tinha um monte de gente no barco, mas o cara que tava guiando a excursão dava uma atenção especial pra mim. Nem ligava que o Lucas tava do meu lado. Eu percebi, mas fiz de sonsa e fiquei sempre perto do Lucas.
O cara era um moreno (não negro negro, mas moreno caribenho), alto e bem definido; não inchado de academia, mas com físico atlético como eu gosto. Terminamos o passeio, o cara cumprimentou todo mundo e a mim me cumprimentou com um abraço de mão na cintura, mas quase mais abaixo da cintura. Eu não podia acreditar como esse otário fazia essas coisas com meu namorado do lado. Mas enfim. Nos dias seguintes, Lucas insistia em ir pra essa praia, porque tinha gostado. Na verdade era uma praia bonita, mas a intenção dele era outra.
- Olha quem está ali - me disse apontando para a margem, era Jason o guia.
- O da lancha - eu disse, fingindo desinteresse, mas aproveitando para olhar de novo o abdômen definido dele
- O cara te deu uma encarada fudida... - Eu fiquei... e aí? Ele tinha percebido (não era de surpreender, não foi nada sutil) mas eu não sabia com o que ele ia me surpreender.
- Um punheteiro - respondi sem dar muita importância. Eu estava deitada na areia de bruços, e ele ficou assentindo e olhando para meu rosto e minha bunda - O quê? - gritei para ele dizer alguma coisa.
- Com essa bunda... o que você espera - e ele dá um tapinha suave em uma das nádegas. E sim, meu namorado também é um tarado que nem vocês, não vou negar. Virei a cabeça meio fingindo estar brava e não disse mais nada.
Mas ele ficou acariciando minhas costas. Passava os dedos pela minha coluna vertebral de cima a baixo, terminando na cintura e enfiando a pontinha dos dedos dentro do fio do biquíni. Coisa que ele sabe que eu adoro e me deixa com tesão.
- Eu tava pensando... antes de gente ir embora... - Eu já tava mordendo os lábios porque sabia o que esse filho da puta tarado ia falar - a gente podia convidar ele. Tipo, pra se despedir do lugar. Se ele tá tão afim de te conhecer... - Nem precisou falar mais nada. As regras eu já sabia (na verdade, ele que sabia): não tô afim de ficar com outro cara sozinha. Ele tinha que estar lá e ia participar. Mas como ainda faltavam uns dias pra voltar, Lucas levou a perversão dele pra outro patamar. Queria que eu chegasse nele pra dar oi e já começasse a esquentar o pau dele na hora.
No começo eu disse que não, que no máximo dava uma volta e cumprimentava ele, mas ele queria que eu conversasse um pouco, que eu esquentasse a cabeça dele. As carícias nas minhas costas, tão ternas, me amoleceram até eu aceitar a proposta. Não conseguia acreditar como com um gesto tão romântico ele tinha me convencido a esquentar o pau de outro cara na frente dele. Mas ele conseguiu. Me levantei e fui caminhar sozinha pela praia até cruzar com o moreno, que me cumprimentou feliz ao me reconhecer.
O cara falava um português bem fechado e um inglês bem precário, então a conversa foi bem básica. O dude morava perto da praia e tinha 24 anos. Eu falei "Guaaaaaa!" nunca tinha comido um com tanta diferença de idade. Quando eu disse que tinha 35 ele não queria acreditar. "Te assusta?" perguntei me aproximando do corpo dele. Fiquei impressionada como aquele armário de 1,80m recuou quando meus quase 1,60m se aproximaram pra perguntar de novo. Por um momento achei que ele não ia querer mais nada, mas depois de manter o olhar por um tempo, ele sorriu e mudamos de assunto.
Quando eu fui embora, inventando alguma desculpa, depois de alguns metros eu virei pra rir de como ele tinha ficado me olhando "o ir". Quando ele viu que eu tava rindo, fingiu que tava fazendo outra coisa. Com certeza ele não tinha percebido, claro. Essa noite voltamos pra casa e Lucas me deu uma foda de filme pornô. Me fez delirar enquanto imaginávamos como eu era comida pelos dois. "Imagina que é o pau do Jason, putinha" ele dizia enquanto me perfurava a buceta e metia dois dedos na minha boca, afogando meus gemidos e me fazendo engasgar até babar toda a cama.
Os dias seguintes repetimos a rotina. Íamos à praia, eu passava pra dar um oi pro Jason e voltávamos super excitados pra transar como desesperados. A única coisa que pedi foi que, se ele pensasse em me fazer transar com os dois, me desse pelo menos 2 dias de descanso porque minha buceta não aguentava mais. E assim foi... difícil, mas conseguimos... Eu, de sacanagem, dormia encostando a bunda no pau dele a noite toda. O coitado vivia de pau duro. Até que chegou o dia final.
Me aproximei como sempre para cumprimentá-lo. Depois de conversarmos sobre qualquer coisa, comentei que era meu último dia e que já estava voltando para Rosário. "Vou sentir sua falta", ele disse me abraçando como da primeira vez. Sua mão quase descia abaixo da cintura, mas desta vez, em vez de me afastar, me aproximei mais do seu corpo. Quando nos separamos, deixei minhas mãos em seus ombros e fui descendo por seus braços definidos. Subi de novo e desci pelo seu peito enquanto o olhava e mordia meus lábios. Por um instante, esqueci que não estávamos sozinhos e tirei a vontade acumulada de apalpar aquele corpão (bom, uma é de carne também).
- Você sabe fazer caipirinha? - soltei do nada, não sabia o que dizer e me veio essa bobagem na cabeça.
- Sim, claro
- Comprei com meu namorado para fazer, mas não fica tão gostoso... você poderia vir hoje à noite fazer caipirinhas... pra gente ver como se faz e aprender - eu disse, enquanto aproveitava para tocar nos braços dela. Não sabia se ela ia entender, com toda essa confusão de idioma, mas ela pegou a ideia super bem. Ficou um pouco recalculando, até que falou.
- Ehh... com seu namorado? Só nós dois é melhor... - eu interrompi.
- Não. Se você quer brincar, a gente brinca os três. Ele vai estar e participar também, NÃO SÓ FICAR OLHANDO. Os dois, pra mim... - A cara dele era de dúvida... ele não estava convencido
- Ehh... sei lá...
- Ok, sem problema. Prazer em te conhecer - me aproximei e dei um beijo quase no canto da boca dela e fui embora. Nem dei dois passos...
- Calma calma!!! ok ok, vamos nós três...
Depois de dizer onde estávamos e deixar meu contato, eu fui embora. Enquanto me afastava, fui caindo na real do que ia rolar e me deu uma mistura de medo, tesão e curiosidade mórbida tudo junto. Quando cheguei onde o Lucas estava, beijei ele e pedi pra gente vazar. No caminho contei tudo. Chegamos e nos beijamos na cama, mas sem meter, como havíamos combinado... ou melhor, como eu tinha imposto, né. Quase no fim da tarde, chegou o Jason. O maluco ficou meio nervoso no começo, mas depois foi se soltando até ficar quase numa conversa de amigos.
Ele fez umas caipirinhas e a gente começou a dançar. Como todo brasileiro, ele tem o ritmo no sangue e se mexia maravilhosamente bem. Não perdeu tempo em apoiar minha bunda inteira enquanto dançava, ensinou uns passos pro Lucas, que (óbvio) também aproveitou pra me apoiar e apertar minha bunda. O Jason não tinha se animado tanto, mas o Lucas deu um espetáculo que deixou ele de olhos arregalados. Me afastei dele e voltei pro Jason. "Vai, agora você" eu disse. Ele ficou atrás de mim e começou a dançar esfregando o pau dele na minha bunda. "Faz igual a ele" eu disse, colocando as mãos dele mais pra baixo da cintura.
Sem hesitar, ele começou a amassar minha bunda, botando toda a vontade pra fora. Eu me deixava levar e dançava no ritmo das mãos dele, que puxaram minha saia pra cima para ter contato direto com a minha pele. Lucas se aproximou e agarrou meu rosto, levantando-me para me beijar. Enquanto Lucas me beijava, Jason apoiava a bunda, já com a saia levantada.
O pau do Jason começou a crescer apoiado nas minhas costas e quando percebi o tamanho da piroca que o moleque carregava, comecei a rir. "Que foi?" me perguntou o Lucas... Eu continuei rindo, enquanto levava minha mão pra trás pra pegar no cacete do Jason. E sim, era bem grosso. "Espero que não se arrependa disso, amor" falei, dando outro beijo nele.
Ele não entendia do que eu estava falando até que eu coloquei um do lado do outro e abaixei a calça do brasileiro. Um pauzão duro e bem moreno saltou e ficou olhando para a minha cara. Jason, todo inchado, balançava o pau na minha cara. Lucas estava um pouco surpreso (o outro maluco com quemfizemos um trioele tinha um pau mais normal, e ele ficava como o dotado, mas na real não tinha nada a invejar.
Fiz o mesmo com o Lucas que, apesar de não ter um pau bonito, no tamanho eram quase idênticos. O do Jason era um pouco mais curto talvez, mas a grossura era... pfff... linda. Quando viu o pau do meu namorado, a carinha de soberbo do Jason sumiu. Nunca vou entender essa bobagem de se sentir mais "homem" por ter o pau maior, mas enfim...
Comecei a chupar os paus alternadamente. Primeiro colocava só a cabecinha de um, depois do outro, sem soltar nenhum dos dois. Lucas acariciava meu cabelo enquanto eu ia de pau em pau. Depois comecei a enfiar mais fundo. Tirava e passava a língua no tronco, me aproximava do outro. Enfiava na boca e passava o pau babado pelas minhas bochechas. Lucas tomou a iniciativa e me levou até a cama. Me colocou de quatro enquanto acariciava minha bunda e chamou o Jason para aproveitar.
Fechei os olhos sentindo as quatro mãos me apalpando e me despindo. De novo, senti aquela adrenalina de estar tão submissa e tão putinha entregue a dois caras desesperados para me comer todinha. Lucas começou a chupar minha buceta, subindo a língua e lambendo meu cu também. Jason ficou na minha frente e me deu o pau para continuar chupando. Os dedos do Lucas me penetravam, e eu ouvia o barulho da enxurrada que era minha buceta.
Ela ficou em cima de mim e me penetrou, enquanto o brasileiro segurava meus cabelos e me comia a boca. Ele não ligava que não entrasse tudo, ele empurrava e enfiava até onde dava. Eu tossia e cuspia saliva no tronco dele e ele continuava. Um animal, do jeito que eu gosto.
Lucas me segurava pela cintura e se movia, tirando devagar e me penetrando com força. Jason tirou o pau, me deixando respirar. Ele agarrou meu cabelo, levantou meu rosto e começou a me bater com o pau babado. Eu abria a boca para ele enfiar de novo, mas ele continuava me batendo de um lado para o outro. Lucas, por trás, já tinha o pau todo enfiado e me dava socadas profundas enquanto batia com raiva na minha bunda.
Troca" gritou Lucas, puxando de uma vez o pau. Senti minha buceta aberta e pulsando, mas não por muito tempo: o pau do Jason entrou com facilidade até o fundo. Ele se vingou de todo o tempo que eu tinha deixado ele de pau duro na praia. Ele agarrou minha bunda e começou a meter freneticamente. Ele tirava quase por completo e enfiava inteiro de novo sem parar. Era uma broca na velocidade máxima.
Lucas se jogou na cama e colocou meu rosto ao lado do seu pau. Enfiei ele na boca e abafei os gritos da foda com seu tronco enterrado até minha garganta. Não conseguia me concentrar em chupar, simplesmente o tinha enfiado na boca e a mesma investida animal do Jason fazia com que eu o engolisse um pouco mais.
Saí do pau do Jason e subi no pau do Lucas. Me acomodei e comecei a cavalgar. Estava tão aberta que sentei no pau e ele entrou todo tão fácil como poucas vezes. Me movi pra frente e pra trás com a pica enterrada até gozar em cima dela. Jason olhava de fora sem saber o que fazer. Quando parei pra me recuperar do orgasmo, ele se aproximou por trás, encostando o pau na minha nuca. Molhou os dedos na minha boca e se dedicou a esfregar meus mamilos. Me esquentou tanto, que voltei a me mexer no pau do Lucas, até que o fiz gozar.
Quando ele me tirou de cima dele, com o rosto todo desfigurado de tesão, agarrei o Jason e virei ele de barriga pra cima na cama. Dei uma chupada rápida no pau pra lubrificar de novo e sentei em cima. Uns dois movimentos e acabou tudo também. O pau dele já começou a amolecer na hora, e eu saí, mas não ia deixar por isso mesmo. Subi até o rosto dele e, enfiando minha buceta na boca dele, esfreguei ela toda até ele me fazer gozar de novo. Aí sim, me deixei cair ao lado dele...
Mas não por muito tempo. Lucas ainda estava com o pau duro, me arrastou até a beirada da cama e, colocando minhas pernas nos ombros dele, continuou me comendo como se tivesse acabado de começar. Eu não parava de gemer e gritar para ele me dar mais forte. Minhas mãos procuravam por Jason, que estava deitado na cama olhando.
Quando levantei a vista pra trás (com Lucas ainda me comendo) vi ele massageando o pau mole enquanto nos observava. Estiquei mais a mão, e ele entendeu. Se aproximou e comecei a tocar nele eu mesma. Enfiei os dedos nas bolas dele e comecei a acariciar, quase roçando o cu dele. Foram segundos e o pau dele começou a crescer de novo.
Na hora já estava com ele montado na minha cara, pegando minha boca desesperado de novo. Não conseguia respirar de tão enterrada que estava, mas isso me excitava ainda mais. Mudaram de posição novamente, Lucas ficou ao meu lado e começou a chupar meus peitos. Jason me colocou de ladinho e começou a me dar outra foda selvagem. Não parava de se mover um instante, era uma investida atrás da outra fazendo valer a energia da juventude. Lucas continuava com meus peitos, mas agora os apalpava enquanto eu chupava o pau dele.
O Jason me colocou de quatro e se posicionou em cima de mim na cama. Primeiro ele me puxou pelo cabelo, depois enfiou (nem precisou fazer força, eu estava bem aberta) e começou a me sacudir. Ele estava metendo com tanta força que me empurrou até a beirada da cama. Longe de parar, ele continuou a foda até que me jogou pra fora da cama. Como pude, apoiei as mãos no chão pra não cair de cara no piso, ficando com metade do corpo na cama, segurada pelo Jason, e a outra metade no ar, sustentada pelos meus braços. Eu não fazia ideia de onde o Lucas estava, naquele momento só pensava em não cair. Até que ele apareceu para segurar meus braços e pude me agarrar na cintura dele.
Agarrei o pau dele e enquanto o brasileiro continuava me comendo como se nada estivesse acontecendo, comecei a chupar. O Jason seguia se movendo como um animal e dava pra sentir a força que o Lucas fazia pra segurar e não deixar ele arrastar a gente junto. Eu estava quase suspensa no ar, penetrada pelos dois machos. "Isso! Isso!", gritava o Jason, todo descontrolado, como um grito de guerra.
De repente ele começou a desacelerar, tirando devagar e metendo com força, até que puxou para fora e me deixou cair na cama. Lucas foi me soltando e me deixou no chão. Arrastando-me da cama, me deixei cair no chão enquanto recuperava o fôlego.
Lucas, que não queria ficar por baixo depois de ver aquele espetáculo, me colocou de quatro novamente, mas agora no chão. Abri bem as pernas e, arqueando as costas, me entreguei ao seu pauzão. Ele começou a me foder também com toda a força, até que meus braços não aguentaram mais e fiquei de bruços jogada no chão, com as pernas abertas e os braços me segurando no piso... e ele atrás, passando o braço pelo meu pescoço me enforcando, sem parar de me comer. "Vem aqui, putinha", disse Jason, se aproximando da minha boca. Começou a esfregar o pau no meu rosto e de repente gozou inteiro na minha bochecha. Uma forma de dizer, porque ele jogou porra no meu rosto todo, até no cabelo.
Lucas parou um instante para ver como enchiam minha cara de porra. Quando Jason se moveu, Lucas me virou de costas e sentando na minha barriga começou a se masturbar sobre meus peitos. Coloquei minhas mãos nas bolas dele, acariciando por ali embaixo até que ele jorrou toda a porra no meu peito, embora o primeiro jato tenha chegado até meu queixo. Quando parou de sair, ele se aproximou da minha boca e me deu para limpar.
Naquele instante, os dois desapareceram, e me deixaram jogada no chão toda melada pelos dois machos que me deram uma foda como há muito tempo eu não tinha. Não tinha forças nem para me mexer, fiquei imóvel assim até que Lucas apareceu e me colocou de volta na cama. Enquanto me beijava e chupava meus peitos, Jason se ajoelhou na beirada para chupar minha buceta. Lucas continuava nos meus peitos, meu pescoço, meu rosto. Suas mãos passaram de me acariciar a apertar minha mandíbula e sussurrar no meu ouvido "você gosta, putinha, gosta de levar duas picas". Eu, entre gemidos, soltava um "sim" quase abafado pelas mãos dele no meu rosto.
Eu sentia que estava quase gozando, mas o Jason parou. Ajeitou o pau, já duro de novo, e começou a me comer com minhas pernas nos ombros dele, puxando meu corpo pelos meus coxas contra o dele. O cara era uma fera incansável, tirava quase tudo e enfiava com força até arrombar o fundo do meu corpo. Eu me sentia arrebentada por aqueles dois paus. O Lucas abafou meus gemidos com a rola dura dele na minha garganta. Dos gemidos, passei a tossir e babar o tronco todo do pau.
O brasileiro se jogou em cima de mim, eu sem soltar o pau do meu namorado, agora tinha o Jason me beijando o pescoço. Ele se levantou um pouco, tudo sem parar de se mexer dentro de mim, e acelerou o ritmo. Lucas tirou o pau da minha boca e disse pra ele: "Enforca ela, ela adora isso". Jason olhou tipo "não entendi porra nenhuma", então Lucas começou a me enforcar pra mostrar como eu gostava. Não sei se me deixou mais excitada o enforcamento enquanto ele me comia, ou o fato do meu namorado mostrar pra outro como eu gosto de ser submissa. Amo ser uma vadia submissa, mas esse nível aí eu não esperava.
Lucas se posicionou sobre a minha cara (suada e com lágrimas da rola enfiada até a garganta) e começou a me bater com o pau na testa. Como pude, abri a boca para pedir que ele enfiasse, e foi o que ele fez. Jason não parava de me comer e me enforcava cada vez mais forte, enquanto o pau do Lucas me afogava ainda mais na boca. Naquele momento meu corpo perdeu o controle e comecei a tremer, quase convulsionando de tanto gozar. Foi tanto que Jason parou e me deixaram na cama me mexendo sozinha. Quando me acalmei, o brasileiro se jogou na minha buceta para chupar todos os meus fluidos que eu sentia escorrendo pelo corpo.
Lucas fez ele correr e me colocou de quatro, de novo. Jason veio pra frente pra me dar pau na boca. Eu já não sentia mais a mandíbula de tão aberta que tinha que ficar. Meu namorado começou a chupar decididamente meu cu e eu soltei um suspiro sabendo o que estava por vir. "Vamos fazer isso entre nós dois, gostosa" ele disse com malícia, o filho da puta, e eu relaxei toda. Quase caí quando senti a língua dele abrindo meu ânus com insistência. Não consegui dizer não.
Depois de um tempinho de trabalho duro, ele se posou sobre mim, cuspiu na pica e enfiou. Devagar no começo, com paciência e apertando firme minha bunda, ela foi cedendo. Ele tirava até a metade e tentava enfiar mais fundo. Jason não perdia o espetáculo enquanto segurava meus cabelos e pegava minha boca (embora agora bem mais devagar porque estava prestando atenção em como meu cu estava sendo aberto). Quando se acostumou, começou a me sacudir cada vez com mais força e energia, segurando meus quadris e puxando forte contra o corpo dele. "Caaaralho" soltou Jason quando viu minha bunda engolir o pau inteiro do Lucas.
Ele tirou e chamou o brasileiro. Era a vez dele. Aqui notei que claramente o pau do Jason era mais grosso que o do Lucas, porque mesmo com meu cu já todo arrombado, ele teve dificuldade pra entrar. Mas não foi difícil, alguns apertos e minha bunda cedeu ao novo pirocão que estava me atendendo. Jason agarrou meu cabelo pra cavalgar a putinha gostosa que estava submetendo. Puxava meu cabelo pra se aproximar e cravar o cacete na minha bunda destruída. Eu quase não sentia mais nada. Em uma das enfiadas ele me machucou e eu joguei meu corpo pra frente, fazendo ele tirar o pau.
Aproveitei e fui até onde o Lucas estava. Sentei na pica dele e joguei meu corpo pra frente, deixando minha bunda disponível. Não precisou de nenhuma língua: Jason se atirou sobre nós e voltou a cuidar da minha bunda enquanto eu mexia na pica na buceta do Lucas. Eu delirava, não sei se de prazer ou de dor, mas não conseguia parar de gemer. Tanto, que Lucas agarrou minha cabeça e tapou minha boca. Aí me soltei e comecei a gritar descontrolada, afogando tudo na mão do meu namorado. Ele quase não se mexia, era Jason com suas investidas que moviam a pica na bunda, me moviam e faziam com que a pica do Lucas me penetrasse mais fundo na buceta.
O brasileiro tirou o pau (por sorte), com a camisinha pendurada cheia de porra. Exausta, saí do pau do Lucas e me joguei de costas na cama. Jason aproveitou e ficou em cima de mim, tirando a camisinha e esvaziando-a sobre meu corpo. Nunca tinham feito isso comigo, e não consigo explicar quão puta eu me senti, ainda mais quando ele apertou e jogou em cima de mim. Lucas ao lado estava batendo uma olhando como humilhavam ainda mais a namorada dele. Me virei e o beijei pela primeira vez na noite. Depois mergulhei de cabeça no pau dele. Estava latejando e dando pulinhos, parecia que tinha vida própria. Peguei e chupei por alguns segundos e ele explodiu. Quando senti que começava a jorrar porra, enfiei na boca e engoli tudo.
Lucas ficou deitado de braços abertos na cama, exausto. Eu mostrei que não tinha sobrado nada na minha boca e me joguei ao lado dele. Por um momento, esquecemos que tinha um terceiro. Ele estava sentado num canto, batendo uma punheta pra cock mole enquanto nos observava. Chamei ele pra vir. Nós três deitamos na cama, mas dessa vez foi só descanso. Minha buceta não aguentava mais e minha bunda estava latejando. Eles me deixaram toda arrebentada.
Pouco depois, Jason foi embora (até que a gente meio que enxotou ele). Nos despedimos e, mesmo que eu quisesse manter contato, eu disse que tudo acabava ali. Não tava afim de repetir nada, foi aquela vez e pronto. Ficamos sozinhos e, como da outra vez, rolou um baita silêncio.
Fizemos as malas e na manhã seguinte partimos para o aeroporto. Eu já tinha mudado o chip, e me lembrei da brasileira que tinha me atraído na viagem de ida. Estava animada para encontrá-la de novo, mas nada. Embora, ao checar o Instagram, vi que ela tinha aceitado meu pedido e também me adicionou... Agora meu objetivo vai ser devolver para o Lucas o presentinho que ele me deu nas férias.
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