Com o Carlos, a gente montou um sistema bonito. Era quase perfeito.
Se um de nós dois quisesse alguma coisa com o outro, a única coisa que a gente precisava fazer era se cruzar em algum momento. Por algum corredor, indo ou voltando de alguma aula, ou durante o almoço. Não importava onde. O que importava era se cruzar. Só precisava de um olhar demorado entre a gente. Alguma piscadinha discreta, algum sorrisinho sem ninguém ver. Se a gente tivesse sorte e coincidisse em algum momento os dois em algum corredor ou lugar, direto se falar baixinho por cinco segundos e combinar.
Nos dias que isso acontecia, durante algum recreio ou a meia hora livre que a gente tinha depois de almoçar, sem ninguém me ver, eu ia sozinha e discretamente pro porão, onde o velho já tava me esperando. Às vezes não era no escritório dele, por algum motivo. Às vezes era em algum banheiro lá de baixo, do porão, que tava fechado pra economizar água e ninguém usava. Mas eu ia gostosa. Às vezes a gente tinha menos de dez minutos. Às vezes mais. Com isso dava pra gente.
De joelhos na frente dele, na solidão do nosso esconderijo furtivo, eu dava aquelas chupadas de pau que ele adorava. Na verdade, que a gente adorava os dois. Olhando nos olhos dele de baixo, quando não era que o velho tava com os olhos fechados aproveitando o prazer, enquanto eu me engasgava com aquele pau grosso na boca. Sentindo como a cabeça inchada de prazer fazia cócegas na minha garganta. Engolindo gostosa toda a porra, quente e grossa, que o velho me dava. Eu não sabia como ele fazia, sério, mas os ovos dele pareciam, pela pouca experiência que eu tinha, uma fonte de sêmen quase inesgotável. Talvez o Carlos fosse naturalmente assim, ou talvez ele ficasse muito excitado com o quanto eu era putinha e vadiazinha. Sei lá. Mas às vezes dava uma sequência bonita de dias seguidos em que ele me dava de beber a porra divina dele. E o velho touro gozava sempre igual, forte, grosso e volumoso na minha boca. Enchendo ela fácil. Me excitando. lindamente meu interior a cada gole descendo pela minha garganta.
Depois daquele sábado lindo que fui visitá-lo, a gente não transou por um bom tempo. Quase um mês. Eu não queria abusar muito de ir visitá-lo todo sábado. Na verdade, tava com medo de ser descoberta. Seja pelos meus pais na minha desculpa pra sair de casa, ou por alguma das irmãs durante a visita. A gente se virava com aquelas chupadas de pau, lindas e escondidas, quando eu ia pra escola no meu horário normal e dava pra rolar. Acho que o velho também ficava bem excitado de me ver no uniforme da escola.
Nunca transamos em horário escolar, claro, só uma vez. Foi numa quinta, lembro, e naquela semana a gente não conseguiu se encontrar com o Carlos em nenhum momento. Eu já tava morrendo de saudade da pica dele, depois de quase uma semana sem contato, e nem queria pensar no tesão que o velho devia estar. Mas naquela quinta deu certo. Bastou a gente se cruzar no corredor a caminho da aula com a minha turma, um sorriso discreto e uma troca de olhares. Num dos meus recreios, eu ia descer pra visitar ele.
Durante o recreio, como sempre fazia, ficava no pátio com as minas por um tempo. Pra elas me verem ali, que eu não sumia completamente nos recreios. Mas depois de um tempo razoável, me fazia de sonsa e, andando sem chamar atenção, saía do pátio, me enfiando discretamente no prédio e rumando pro porão. Igual sempre.
Quando cheguei na salinha dele, o velho já tava me esperando sorrindo. Percebi na hora que ele tava puta que pariu de tesão. A gente se abraçou ali e começou a se pegar pesado, com as mãozonas dele deslizando por baixo da minha saia e amassando bem a minha bunda empinada. Entre risadinhas e as coisas que a gente falava, comecei a desabotoar a calça dele pra tirar a pica. Eu já tava saboreando ela sozinha. Mas quando tirei ela pra fora e tava acariciando, quase pronta pra me ajoelhar na frente dele, ele me parou.
"Não, american... hoje não, eu", ele falou e me levou até a mesa que ele tinha. Ficou atrás de mim e senti ele desabotoando mais a calça, puxando um pouco a minha calcinha com a outra mão, "Como eu senti sua falta, puta, hoje você vai levar...", ele sussurrou baixinho no meu ouvido.
Eu fiquei meio alerta. Fiquei com medo. Tava com muito tesão, sim, mas não sei se tava afim de começar a transar ali. Durante o recreio. Ainda ouvia as minas jogando e gritando no pátio, bem em cima da gente.
"Meu amor... não", falei virando a cabeça, "A gente não tem tempo"
"Cala a boca, puta", ouvi ele sério, "Hoje eu vou te encher a buceta"
Eu ia reclamar alguma coisa de novo, mas senti a mãozona áspera dele tampando minha boca. Firme e forte. Ele me pressionou nas costas e me fez inclinar pra frente, dando mais das minhas cadeiras pra ele. Senti ele lutar um pouco com minha calcinha e um momento depois ele a baixou até a metade das minhas coxas, fazendo o pano esticar contra a abertura das minhas pernas. Quis falar alguma coisa, mas não saiu nada da minha boca atrás daquela mão. Eu já tava numa mistura de excitação e pânico que não sabia como lidar.
Sem largar minha boca, ele levantou minha saia e se apoiou com o corpo em cima das minhas costas, me esmagando com a barriga um pouco contra a mesa. Logo senti a ponta do pau dele explorando entre minhas pernas, procurando o doce prêmio dele.
"Como eu senti sua falta, american… ufff… 'to voando. Senti falta da buceta da minha putinha…", ouvi ele falar perto da minha nuca.
Assim que ele terminou de falar isso, o pau dele encontrou o que procurava e me penetrou. Do jeito que ele gostava. Do jeito que lembrei que ele tinha feito naquele sábado. Inteira, completa e de uma enfiada só até o fundo. Eu apertei os olhos, fechando-os forte de prazer e gritei na mão dele. Senti ele começar a bombar em mim rápido e constante. O velho precisava me foder. Era inacreditável como ele tava quente e apressado. Com a mão livre, ele aproveitava minha bunda enquanto me comia. Forte. Cada vez mais forte. Nós dois gemíamos nosso prazer. O dele, rouco e urgente. O meu, abafado pelo tampão da mão dele na minha boca.
Eu gozei rápido, antes dele. A combinação de estar sendo fodida tão forte mais o medo de sermos descobertos conspirou pra me dar um orgasmo que me fez tremer e gritar o que dava. Carlos riu e falava ofegante por trás, me comendo duro, "Aí 'tá, viu... sssssiii… parece que você também sentiu falta, putinha linda…"
Naquele maldito momento, quando eu tava terminando de aproveitar meu orgasmo, foi que ouvi a campainha do pátio tocar forte, alarmante. O recreio tinha acabado e era hora de entrar. Desesperei. Tentei me soltar, mas o velho me segurou ali. Não disse nada, só bufava e gemia, aproveitando cada estocada com que enterrava aquela rola grossa em mim. Eu reclamava mais e o velho me apertava mais forte. Senti ele tensionar a rola dentro de mim, estava tão perto. E eu, sem querer, também estava, do desespero uma segunda onda de prazer subia em mim.
Até que, finalmente, com um urro grosso, senti ele meter até o fundo, bem até os ovos, me fazendo ver estrelas. Deixou bem dentro e só me dava empurrõezinhos doces, me fazendo sentir toda a grossura da rola dele, bem encaixada na minha buceta, pulsando e enchendo de porra uma e outra vez. Que sensação gostosa. E meu desespero pra sair dali e voltar correndo pra aula me deixou ainda mais excitada. Por sorte o velho se recuperou bem rápido. Depois que se certificou e aproveitou de deixar tudo que tinha nos ovos dentro de mim, tirou devagar e soltou minha mão da boca. Eu ofegava. De falta de ar, de prazer e de medo.
Ele deu um tapinha na minha bunda nua, enquanto eu pegava o primeiro pano que vi na mesa, levando sem olhar entre minhas pernas e me limpando rapidão ali. Subi a calcinha e arrumei a saia e a roupa. Virei pra olhar pra ele e ele estava sorrindo, ainda recuperando o fôlego.
"Como sentia falta da sua buceta, american... mmm...", ele disse.
Eu não sabia se xingava ele, beijava ele ou mandava tudo pra merda, subia na mesa, abria as pernas e deixava ele me comer de novo. Só falei: "Você é louco, Carlos!" e saí disparada de volta pra aula. Ouvi ele se despedir com uma risadinha, me dizendo pra me apressar.
Por sorte cheguei bem na aula. Fui a última a entrar e não sei como, devo ter chegado uns dez segundos depois da última das meninas. A irmã nem percebeu, estava de costas pra porta, arrumando uns livros. Tinha escapado, quase por milagre, mas durante a aula e o resto do dia, verdade seja dita, passei mal. Eu sentia que ainda tinha bastante da porra do velho dentro de mim, e não sabia como me sentar pra evitar que vazasse. Tava morrendo de medo de molhar o banco, ou de deixar escapar um pouco de sêmen e fazer uma bagunça, na frente de todas as outras meninas e da irmã.
Fiz o que pude, sentando retinha e quieta. Até que, assim que tive a chance, uma hora depois, fui quase correndo pro banheiro, me limpar de novo e enfiar um pedaço grosso de papel higiênico enrolado entre a calcinha e minha buceta.
Por sorte, não deu nada. Graças a Deus, mas não graças ao Carlos. Fiquei tão excitada com aquele encontro, tão ridículo e perigoso, que no dia seguinte falei pro Carlos que queria visitá-lo naquele sábado. Ele sorriu e disse que claro, que me esperava, deixando a porta dos fundos aberta como sempre.
Naquele sábado, fiquei um pouco mais de tempo do que da primeira vez, umas duas horas a mais. Meu velho lindo e louco, meu macho, meu papi, ficou encantado de me ver de novo ali, sozinhos e com tempo. Transamos gostoso naquela tarde. Tanto e tão gostoso. Como já estávamos bem mais à vontade do que naquele primeiro sábado e eu já estava muito, mas muito mais relaxada e safada, começamos a experimentar coisas novas. Carlos não era muito criativo. Ele gostava de foder aquela garota, bem branquinha e bem puta. E eu, óbvio, adorava. Amava agradar ele, me sentir dele, me sentir a putinha dele de verdade. Mesmo que fosse só por aquelas horas, escondida no porão.
Naquele sábado, ele me disse, entre tantas outras coisas, enquanto eu tava chupando ele gostosinho, que queria que eu chupasse os ovos dele também. Pra ver se eu gostava daquilo também. No começo, foi meio difícil, principalmente por causa dos pelos que ele tinha. Tavam cobertos por uma penugem branca macia que quase escondia eles por completo. Os pelos que eu adorava sentir nas minhas mãos, entre meus dedos, mas que não eram muito bons pra enfiar na boca. Mesmo assim, tentei, me esforçando pra me acostumar rápido. O prazer que minha boca e minha língua tavam dando pro velho ali também me dava coragem pra continuar. Primeiro um testículo e depois o outro, alternando assim, brincava de chupar e lamber. Até enfiei, um de cada vez, claro, inteiros na minha boca. O Carlos adorou a sensação, e eu nem te conto. Eles pareciam enormes na minha boquinha, era difícil, mas o prazer de sentir aqueles ovos de touro enchendo minha boca, sabendo que por dentro transbordavam de sêmen dele, era imbatível.
O velho me olhava, sorria e gemia baixinho. Começou a se masturbar devagar enquanto eu agradava os ovos dele, os amava. Eu adorava, além da sensação de ter a boca cheia daquele macho, também ter aquele close, a centímetros dos meus olhos, daquela rola marrom, grossa e linda. Ela parecia tão deliciosa na mão dele, tão dura. Queria chupar ela de novo, mas ao mesmo tempo não queria largar os ovos dele.
Quando não aguentou mais, o velho me pegou suave pelo cabelo, me tirou dos ovos dele e, se masturbando forte e gemendo, apontou a rola na minha cara e gozou ali mesmo. Pintando minha carinha com todo o amor dele, tão quente na minha pele.
Quase gozei eu também. Nunca antes tinha me sentido tão dele.
Fiquei com ele lá no porão aquela vez quase a tarde inteira. Umas cinco horas. E além daquela gozada linda e volumosa que ele me deu na cara, meu velho macho me comeu gostoso e direto. Igual àquele primeiro sábado, me deixou dois belos jatos de leite na buceta e um no cu. Nem de longe tive tanta dificuldade com sexo anal daquela vez como tive no primeiro sábado. Eu adorava. Gostava quase tanto quanto na minha vagina. Sentar em cima daquele velho macho, com minhas costinhas coladas nele, esfregando a pele no peito peludo dele e sentindo ele abrir meu cu e encher tanto, tão fundo, era glorioso. Ouvir a voz rouca e ofegante dele enquanto me comia assim, tão doce e só pra mim no meu ouvido, me dizendo uma e outra vez que puta e gostosa eu era, me enlouquecia. Sentir as mãos caleadas segurando meus quadris e fazendo meu corpinho se empalar no pau dele. E sentir os jatos do leite grosso dele se espalhando pelo meu intestino, nem se fala.
Quando voltei pra casa naquele sábado, ainda mais fodida e satisfeita do que da vez anterior, eu me perguntava, de verdade, da minha inexperiência de garota tão novinha, se dava pra ser mais feliz do que isso.
Eu já era a putinha do velho. E só de pensar nisso já me excitava.
Se um de nós dois quisesse alguma coisa com o outro, a única coisa que a gente precisava fazer era se cruzar em algum momento. Por algum corredor, indo ou voltando de alguma aula, ou durante o almoço. Não importava onde. O que importava era se cruzar. Só precisava de um olhar demorado entre a gente. Alguma piscadinha discreta, algum sorrisinho sem ninguém ver. Se a gente tivesse sorte e coincidisse em algum momento os dois em algum corredor ou lugar, direto se falar baixinho por cinco segundos e combinar.
Nos dias que isso acontecia, durante algum recreio ou a meia hora livre que a gente tinha depois de almoçar, sem ninguém me ver, eu ia sozinha e discretamente pro porão, onde o velho já tava me esperando. Às vezes não era no escritório dele, por algum motivo. Às vezes era em algum banheiro lá de baixo, do porão, que tava fechado pra economizar água e ninguém usava. Mas eu ia gostosa. Às vezes a gente tinha menos de dez minutos. Às vezes mais. Com isso dava pra gente.
De joelhos na frente dele, na solidão do nosso esconderijo furtivo, eu dava aquelas chupadas de pau que ele adorava. Na verdade, que a gente adorava os dois. Olhando nos olhos dele de baixo, quando não era que o velho tava com os olhos fechados aproveitando o prazer, enquanto eu me engasgava com aquele pau grosso na boca. Sentindo como a cabeça inchada de prazer fazia cócegas na minha garganta. Engolindo gostosa toda a porra, quente e grossa, que o velho me dava. Eu não sabia como ele fazia, sério, mas os ovos dele pareciam, pela pouca experiência que eu tinha, uma fonte de sêmen quase inesgotável. Talvez o Carlos fosse naturalmente assim, ou talvez ele ficasse muito excitado com o quanto eu era putinha e vadiazinha. Sei lá. Mas às vezes dava uma sequência bonita de dias seguidos em que ele me dava de beber a porra divina dele. E o velho touro gozava sempre igual, forte, grosso e volumoso na minha boca. Enchendo ela fácil. Me excitando. lindamente meu interior a cada gole descendo pela minha garganta.
Depois daquele sábado lindo que fui visitá-lo, a gente não transou por um bom tempo. Quase um mês. Eu não queria abusar muito de ir visitá-lo todo sábado. Na verdade, tava com medo de ser descoberta. Seja pelos meus pais na minha desculpa pra sair de casa, ou por alguma das irmãs durante a visita. A gente se virava com aquelas chupadas de pau, lindas e escondidas, quando eu ia pra escola no meu horário normal e dava pra rolar. Acho que o velho também ficava bem excitado de me ver no uniforme da escola.
Nunca transamos em horário escolar, claro, só uma vez. Foi numa quinta, lembro, e naquela semana a gente não conseguiu se encontrar com o Carlos em nenhum momento. Eu já tava morrendo de saudade da pica dele, depois de quase uma semana sem contato, e nem queria pensar no tesão que o velho devia estar. Mas naquela quinta deu certo. Bastou a gente se cruzar no corredor a caminho da aula com a minha turma, um sorriso discreto e uma troca de olhares. Num dos meus recreios, eu ia descer pra visitar ele.Durante o recreio, como sempre fazia, ficava no pátio com as minas por um tempo. Pra elas me verem ali, que eu não sumia completamente nos recreios. Mas depois de um tempo razoável, me fazia de sonsa e, andando sem chamar atenção, saía do pátio, me enfiando discretamente no prédio e rumando pro porão. Igual sempre.
Quando cheguei na salinha dele, o velho já tava me esperando sorrindo. Percebi na hora que ele tava puta que pariu de tesão. A gente se abraçou ali e começou a se pegar pesado, com as mãozonas dele deslizando por baixo da minha saia e amassando bem a minha bunda empinada. Entre risadinhas e as coisas que a gente falava, comecei a desabotoar a calça dele pra tirar a pica. Eu já tava saboreando ela sozinha. Mas quando tirei ela pra fora e tava acariciando, quase pronta pra me ajoelhar na frente dele, ele me parou.
"Não, american... hoje não, eu", ele falou e me levou até a mesa que ele tinha. Ficou atrás de mim e senti ele desabotoando mais a calça, puxando um pouco a minha calcinha com a outra mão, "Como eu senti sua falta, puta, hoje você vai levar...", ele sussurrou baixinho no meu ouvido.
Eu fiquei meio alerta. Fiquei com medo. Tava com muito tesão, sim, mas não sei se tava afim de começar a transar ali. Durante o recreio. Ainda ouvia as minas jogando e gritando no pátio, bem em cima da gente.
"Meu amor... não", falei virando a cabeça, "A gente não tem tempo"
"Cala a boca, puta", ouvi ele sério, "Hoje eu vou te encher a buceta"
Eu ia reclamar alguma coisa de novo, mas senti a mãozona áspera dele tampando minha boca. Firme e forte. Ele me pressionou nas costas e me fez inclinar pra frente, dando mais das minhas cadeiras pra ele. Senti ele lutar um pouco com minha calcinha e um momento depois ele a baixou até a metade das minhas coxas, fazendo o pano esticar contra a abertura das minhas pernas. Quis falar alguma coisa, mas não saiu nada da minha boca atrás daquela mão. Eu já tava numa mistura de excitação e pânico que não sabia como lidar.
Sem largar minha boca, ele levantou minha saia e se apoiou com o corpo em cima das minhas costas, me esmagando com a barriga um pouco contra a mesa. Logo senti a ponta do pau dele explorando entre minhas pernas, procurando o doce prêmio dele.
"Como eu senti sua falta, american… ufff… 'to voando. Senti falta da buceta da minha putinha…", ouvi ele falar perto da minha nuca.
Assim que ele terminou de falar isso, o pau dele encontrou o que procurava e me penetrou. Do jeito que ele gostava. Do jeito que lembrei que ele tinha feito naquele sábado. Inteira, completa e de uma enfiada só até o fundo. Eu apertei os olhos, fechando-os forte de prazer e gritei na mão dele. Senti ele começar a bombar em mim rápido e constante. O velho precisava me foder. Era inacreditável como ele tava quente e apressado. Com a mão livre, ele aproveitava minha bunda enquanto me comia. Forte. Cada vez mais forte. Nós dois gemíamos nosso prazer. O dele, rouco e urgente. O meu, abafado pelo tampão da mão dele na minha boca.
Eu gozei rápido, antes dele. A combinação de estar sendo fodida tão forte mais o medo de sermos descobertos conspirou pra me dar um orgasmo que me fez tremer e gritar o que dava. Carlos riu e falava ofegante por trás, me comendo duro, "Aí 'tá, viu... sssssiii… parece que você também sentiu falta, putinha linda…"
Naquele maldito momento, quando eu tava terminando de aproveitar meu orgasmo, foi que ouvi a campainha do pátio tocar forte, alarmante. O recreio tinha acabado e era hora de entrar. Desesperei. Tentei me soltar, mas o velho me segurou ali. Não disse nada, só bufava e gemia, aproveitando cada estocada com que enterrava aquela rola grossa em mim. Eu reclamava mais e o velho me apertava mais forte. Senti ele tensionar a rola dentro de mim, estava tão perto. E eu, sem querer, também estava, do desespero uma segunda onda de prazer subia em mim.
Até que, finalmente, com um urro grosso, senti ele meter até o fundo, bem até os ovos, me fazendo ver estrelas. Deixou bem dentro e só me dava empurrõezinhos doces, me fazendo sentir toda a grossura da rola dele, bem encaixada na minha buceta, pulsando e enchendo de porra uma e outra vez. Que sensação gostosa. E meu desespero pra sair dali e voltar correndo pra aula me deixou ainda mais excitada. Por sorte o velho se recuperou bem rápido. Depois que se certificou e aproveitou de deixar tudo que tinha nos ovos dentro de mim, tirou devagar e soltou minha mão da boca. Eu ofegava. De falta de ar, de prazer e de medo.
Ele deu um tapinha na minha bunda nua, enquanto eu pegava o primeiro pano que vi na mesa, levando sem olhar entre minhas pernas e me limpando rapidão ali. Subi a calcinha e arrumei a saia e a roupa. Virei pra olhar pra ele e ele estava sorrindo, ainda recuperando o fôlego.
"Como sentia falta da sua buceta, american... mmm...", ele disse.
Eu não sabia se xingava ele, beijava ele ou mandava tudo pra merda, subia na mesa, abria as pernas e deixava ele me comer de novo. Só falei: "Você é louco, Carlos!" e saí disparada de volta pra aula. Ouvi ele se despedir com uma risadinha, me dizendo pra me apressar.
Por sorte cheguei bem na aula. Fui a última a entrar e não sei como, devo ter chegado uns dez segundos depois da última das meninas. A irmã nem percebeu, estava de costas pra porta, arrumando uns livros. Tinha escapado, quase por milagre, mas durante a aula e o resto do dia, verdade seja dita, passei mal. Eu sentia que ainda tinha bastante da porra do velho dentro de mim, e não sabia como me sentar pra evitar que vazasse. Tava morrendo de medo de molhar o banco, ou de deixar escapar um pouco de sêmen e fazer uma bagunça, na frente de todas as outras meninas e da irmã.
Fiz o que pude, sentando retinha e quieta. Até que, assim que tive a chance, uma hora depois, fui quase correndo pro banheiro, me limpar de novo e enfiar um pedaço grosso de papel higiênico enrolado entre a calcinha e minha buceta.
Por sorte, não deu nada. Graças a Deus, mas não graças ao Carlos. Fiquei tão excitada com aquele encontro, tão ridículo e perigoso, que no dia seguinte falei pro Carlos que queria visitá-lo naquele sábado. Ele sorriu e disse que claro, que me esperava, deixando a porta dos fundos aberta como sempre.
Naquele sábado, fiquei um pouco mais de tempo do que da primeira vez, umas duas horas a mais. Meu velho lindo e louco, meu macho, meu papi, ficou encantado de me ver de novo ali, sozinhos e com tempo. Transamos gostoso naquela tarde. Tanto e tão gostoso. Como já estávamos bem mais à vontade do que naquele primeiro sábado e eu já estava muito, mas muito mais relaxada e safada, começamos a experimentar coisas novas. Carlos não era muito criativo. Ele gostava de foder aquela garota, bem branquinha e bem puta. E eu, óbvio, adorava. Amava agradar ele, me sentir dele, me sentir a putinha dele de verdade. Mesmo que fosse só por aquelas horas, escondida no porão.
Naquele sábado, ele me disse, entre tantas outras coisas, enquanto eu tava chupando ele gostosinho, que queria que eu chupasse os ovos dele também. Pra ver se eu gostava daquilo também. No começo, foi meio difícil, principalmente por causa dos pelos que ele tinha. Tavam cobertos por uma penugem branca macia que quase escondia eles por completo. Os pelos que eu adorava sentir nas minhas mãos, entre meus dedos, mas que não eram muito bons pra enfiar na boca. Mesmo assim, tentei, me esforçando pra me acostumar rápido. O prazer que minha boca e minha língua tavam dando pro velho ali também me dava coragem pra continuar. Primeiro um testículo e depois o outro, alternando assim, brincava de chupar e lamber. Até enfiei, um de cada vez, claro, inteiros na minha boca. O Carlos adorou a sensação, e eu nem te conto. Eles pareciam enormes na minha boquinha, era difícil, mas o prazer de sentir aqueles ovos de touro enchendo minha boca, sabendo que por dentro transbordavam de sêmen dele, era imbatível.
O velho me olhava, sorria e gemia baixinho. Começou a se masturbar devagar enquanto eu agradava os ovos dele, os amava. Eu adorava, além da sensação de ter a boca cheia daquele macho, também ter aquele close, a centímetros dos meus olhos, daquela rola marrom, grossa e linda. Ela parecia tão deliciosa na mão dele, tão dura. Queria chupar ela de novo, mas ao mesmo tempo não queria largar os ovos dele.
Quando não aguentou mais, o velho me pegou suave pelo cabelo, me tirou dos ovos dele e, se masturbando forte e gemendo, apontou a rola na minha cara e gozou ali mesmo. Pintando minha carinha com todo o amor dele, tão quente na minha pele.
Quase gozei eu também. Nunca antes tinha me sentido tão dele.
Fiquei com ele lá no porão aquela vez quase a tarde inteira. Umas cinco horas. E além daquela gozada linda e volumosa que ele me deu na cara, meu velho macho me comeu gostoso e direto. Igual àquele primeiro sábado, me deixou dois belos jatos de leite na buceta e um no cu. Nem de longe tive tanta dificuldade com sexo anal daquela vez como tive no primeiro sábado. Eu adorava. Gostava quase tanto quanto na minha vagina. Sentar em cima daquele velho macho, com minhas costinhas coladas nele, esfregando a pele no peito peludo dele e sentindo ele abrir meu cu e encher tanto, tão fundo, era glorioso. Ouvir a voz rouca e ofegante dele enquanto me comia assim, tão doce e só pra mim no meu ouvido, me dizendo uma e outra vez que puta e gostosa eu era, me enlouquecia. Sentir as mãos caleadas segurando meus quadris e fazendo meu corpinho se empalar no pau dele. E sentir os jatos do leite grosso dele se espalhando pelo meu intestino, nem se fala.
Quando voltei pra casa naquele sábado, ainda mais fodida e satisfeita do que da vez anterior, eu me perguntava, de verdade, da minha inexperiência de garota tão novinha, se dava pra ser mais feliz do que isso.
Eu já era a putinha do velho. E só de pensar nisso já me excitava.
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