Madre y abuela, mi historia.

Olá, este relato é a experiência da minha vida, meu nome é Mario, tenho atualmente 20 anos e quero contar como consegui não só comer minha mãe, mas também minha avó, e as duas juntas! Moro em um povoado rural do estado de Puebla chamado Zaclatan, nas redondezas meu avô tem um sítio onde a atividade principal é a agricultura e a pecuária, vou descrever meu ambiente familiar para que tenham uma ideia. Meu avô Ramón, um velho de 62 anos, minha avó Maria (Mariazinha, ou vovó) de 59, minha mãe Olga de 41, são os membros desta família, tenho mais tios, filhos dos meus avós, 2 para ser exato, mas por enquanto não interessam na história, já que não moram conosco. Minha mãe Olga foi mãe solteira de mim aos 20 anos, um engenheiro agrônomo que veio há muitos anos com o intuito de ajudar os habitantes deste lugar a engravidou e a esqueceu aqui uma vez que foi embora sem nunca mais saber dele, meus avós ficaram desesperados, pois como é possível que sua única filha seria a piada do povoado ao ter um filho sem marido, minha mãe me conta isso, que depois que eu nasci as coisas mudaram, meus avós a aceitaram em sua casa e ao irem meus tios, ela ficou responsável por meus avós. Bom, sei que vão querer saber como são as protagonistas desta história, bem, vou começar com minha mãe, é uma mulher normal, mede 1,60 de altura, deve pesar uns 60 quilos ou bem, eu calculo isso pois não é nem gorda nem magra, é de pele clara, cabelo castanho escuro até a metade das costas e rosto muito bonito, já sei o que interessa a vocês e tentarei ser o mais específico possível, uns peitos, enormes, grandes, gordos, nenhuma camiseta, blusa, suéter ou o que ela colocar fazem o mérito que precisa, ela é muito peituda, usa em tempos de calor umas blusas de alcinha de um tecido fino que gruda no corpo dela, adoro essa época do ano pois são variadas essas peças de muitas cores brancas, pretas, melão, cinza, azul, etc e para completar, às vezes ao andar em casa depois de se banhar, ela tem a costume de não usar sutiã, então seus mamilos desenham no tecido e ficam incríveis, com blusas brancas e um pouco de sorte de estar molhadinha, dá pra ver suas auréolas marrons, adoro, bom como disse ela não é gorda mas tem uma barriguinha, nada exagerado, costuma usar leggings ou maiôs bem justos que desenham uma buceta bem carnuda, tem um monte de pêlos bem fofinhos, as pernas são firmes, adoro como marcam incrivelmente com a roupa que usa e pra terminar, sua bunda enorme, minha mãe tem um culaço, duas nádegas grandes, duras, empinadas e se a isso somamos que o tempo todo usa calcinhas fio-dental, normais, colaless, de fio, bom imaginem, qualquer uma ela usa todas, como sei? Por duas coisas, uma porque às vezes dependendo da roupa que usa marcam ou até aparecem por cima e duas, porque ela deixa no banheiro depois de se banhar, então conheço todas, já toquei, já esfreguei na minha pica e já gozei nelas mais de uma vez. Agora minha avó, é uma mulher um pouco mais alta que minha mãe, 1,70m, de compleição mais robusta pois é meio gordinha, assim como minha mãe tem uns peitões e uma bunda bem grande também, não posso descrever igual pois minha avó é mais recatada, sempre usa saias ou vestidos mas nada fora do normal para uma senhora da idade dela, sempre abaixo do joelho e meio coberta, se me perguntam mesmo assim já fiquei por aí espiando um pouco e consegui vê-la de roupa íntima, igual normal pra idade dela, calcinhas inteiras e sutiãs grandes que cobrem tudo, meias nas pernas e não deixa ver nada de pele, bom depois vocês vão saber que isso mudou uma vez que eu comi ela mas por enquanto ela é assim. Por último, me descrever um pouco pra que me conheçam, tenho uns 1,80m, moreno, de compleição forte pois o trabalho no campo tonificou meu corpo, tenho tanquinho ou quadradinhos no estômago pra entenderem, braços fortes e pernas duras, considero que tenho uma pica boa, 19 cm. Em ereção total, sou teem carne, então em repouso fica uns 15cm, bem grosso e com uma cabeça grande. Sou circuncidado, então a cabeça fica exposta. Tenho pouco pelo, mas mesmo assim gosto de deixar tudo lisinho sempre que possível, pra ficar ainda mais imponente. Bom, vou começar contando que quando eu era mais novo, uns 11 ou 12 anos mais ou menos, ainda dormia com minha mãe – não só no mesmo quarto, mas na mesma cama. Minha mãe sempre foi muito à vontade naquele quarto, nunca teve vergonha comigo. Vou contar: quando ela chegava do trabalho no campo, entrava direto no banheiro. Toda a roupa suja ia direto pro cesto antes de entrar no chuveiro, e eu podia vê-la andando pelo quarto de sutiã e calcinha fio dental, às vezes só de fio dental e, se minha sorte fosse ainda melhor, às vezes pelada. Eu adorava isso, porque ela sempre deixava a buceta bem lisinha e pra mim ver aquilo era a glória. Quando saía do banheiro, às vezes enrolada na toalha, ela tirava e ficava andando pelada e ainda molhadinha pelo quarto, procurando sua roupa íntima ou passando creme no corpo. Eu amava vê-la passar uma creme branco por todo o corpo, entre os peitos, a barriga, a bocetona, as pernas, o bumbum... Eu não perdia um detalhe, mesmo tendo que fingir que estava vendo TV ou fazendo alguma tarefa, mas sem parar de olhar o espetáculo. Quando terminava, ela vestia um roupão ou uma roupa de ficar em casa, porque descia pra fazer o jantar pra mim e às vezes pros meus avós. Quando voltava pro nosso quarto, já antes de dormir, lá vinha o espetáculo de novo. Às vezes ela dormia de pijama ou com uma camiseta longa, mas no tempo de calor, que era meu favorito, ela entrava na cama só de fio dental. Era divino, ainda mais quando as tangas eram de fio. Vê-la ali deitada com aquele rabão que ela tem me fazia o filho mais feliz do mundo. Quando fiz 14 anos, minha mãe me comprou uma cama, porque dizia que eu já estava crescendo e devia ter meu espaço. Eu meio resignado aceitei, porque ainda ficaria no mesmo quarto que ela. Em Uma vez, deixando um pouco de lado minha mãe, vou contar por que também comecei a ter um despertar sexual pela minha avó. Acontece que um dia saí da escola e fui direto pra casa de um colega de classe, porque tínhamos trabalho pendente. Minha mãe já sabia disso, então não me esperavam, mas meu amigo teve problemas de saúde e cancelou de última hora. Aí tive que ir pra casa. Como não queria chegar e fazer tarefas domésticas, fui me esconder no galpão onde guardavam a ração dos animais. Lá eu tinha um esconderijo entre as fardos de forragem, e estava com uma revista de velhas peladas (como minha avó dizia) e uma calcinha fio-dental da minha mãe que levava na mochila. A tarde tava prometendo.

Tava escondido quando ouvi alguém abrindo a porta e fiquei quieto. Tinha uma fresta por onde dava pra ver quem entrava. Eram meus avós. Meu avô começou a despir minha avó, tirou o vestido e deixou ela só de calcinha e sutiã – nada sexy, mas mesmo assim minha avó não tá nada mal. Que tetões enormes e que rabão! Ele também se despiu e minha avó se ajoelhou pra chupar o pau dele, mas por mais que tentasse, meu avô não conseguiu ficar duro. Eu observei e eles ficaram assim uns minutos, mas nada. Minha avó disse que ele tinha que tomar o remédio, senão não ia subir. Ele, resignado, se vestiu e saiu do galpão, deixando ela lá.

Eu continuei observando. Minha avó não se vestiu – pelo contrário, tirou o sutiã. Nossa, que tetas enormes e gostosas ela tinha! Depois tirou a calcinha e, pela primeira vez, pude ver a buceta dela. Era tão gorda quanto a da minha mãe, de lábios grossos e carnudos, mas essa tinha um pouco de pelos. Minha avó pegou das roupas dela uma espécie de bastão de madeira e enfiou na vagina. Tava se consolando sozinha, se masturbando. Ficou assim uns 10 minutos. Eu tava com o pau duríssimo, mas não podia me mexer ou faria barulho e me entregaria.

Aí meu avô voltou, tirou a roupa e já tava com o pau duro, nada... Extraordinário, se me perguntarem. O que posso dizer é que ela estava bem gorda, então assim que cheguei, tirei o consolo da minha avó da buceta e enfiei o pau dela até o fundo. Minha avó gemeu e se contorceu, mas isso durou uns dois minutos. Meu avô estava gozando nela, se vestiram e ela parecia irritada, mas ele todo animado. Eles saíram e eu fiquei lá revivendo as imagens, ajudado pela minha revista e pela calcinha da minha mãe, fiz uma punheta incrível. A partir daquele dia, nunca mais consegui ver minha avó com os mesmos olhos. Toda vez que a via, imaginava ela nua, penetrando sua buceta gostosa, chupando seus peitos, colocando ela em posição de putinha para dar no cu dela. Logo quando voltei para casa, foi a primeira pessoa que encontrei e dei um abraço bem efusivo onde minhas mãos pousaram na bunda dela. Vó: Uiii, neto, e agora está tudo bem? Eu: Sim, vó, só estou feliz em te ver. Ela não disse nada sobre minhas mãos estarem na bunda dela e continuei abraçado a ela. Voltando para minha mãe, nessa época eu já tinha uns 15 anos mais ou menos, época de calor em casa e o desfile de tangas, fio-dental e nudez era toda noite no nosso quarto. Um dia, enquanto ela saía do banho, eu já estava banhado e pronto na minha cama, mas precisava fazer algo para me aproximar da minha mãe e me veio a ideia de brincar de lutinha com ela (como luta livre). Eu coloquei só um shorts, sem nada por baixo e com uma abertura na frente. Ela saiu com uma toalha no corpo e outra na cabeça, e enquanto passava creme, comecei a provocá-la: um empurrãozinho, puxei o cabelo dela, me atrevi a dar uma palmada na bunda e ela reagiu. Mãe: Vou fazer cócegas em você e você não vai aguentar, hein! Eu: Hahaha, não sou mais o garotinho que você conseguia vencer, mãe, agora sou um homem. Continuei brincando com ela, fingindo que ia bater nela de brincadeira ou jogá-la no chão. Mãe: Tá bom, tá bom, deixa eu terminar de me arrumar e te mostro que ainda posso com você, menino. Deixei ela um pouco, pois ela estava procurando a calcinha dela. Ainda tinha... a toalha e eu ficamos na expectativa para ver que roupa ela usaria para a luta. Uiii, e ela não me decepcionou: uma calcinha fio dental branca, sem sutiã. Mãe: vem cá, você vai ver!!! Ela começou a me perseguir pelo quarto para me pegar, os peitos dela balançando de um lado pro outro, e eu me deixei agarrar. Ela me jogou na cama dela, eu caí de costas e ela em cima de mim. Os peitos dela passavam pelo meu rosto, as mãos dela faziam cócegas nas minhas costelas e pernas, mas minhas mãos, em vez de me defenderem, pousaram na bunda enorme dela. Ela continuou no jogo de fazer cócegas, mas meus dedos estavam entre as nádegas dela. Num movimento rápido, as pontas dos meus dedos tocaram o cuzinho dela, senti o fio da calcinha no meio e deixei meu dedo ali por uns segundos. Desci um pouco e meus dedos passaram por toda a buceta dela, enquanto os peitões estavam no meu peito. Ela continuou ali em cima de mim. Mãe: e aí? Não vai se defender? Fiz um movimento rápido e coloquei ela de costas na cama. Me afastei um pouco e, pra minha surpresa, ela ficou ali deitada me olhando e abriu as pernas. UAU, a calcinha dela mal cobria a buceta com um triângulo de tecido, e os peitos ali diante dos meus olhos pareciam me convidar pra ir neles. Ela sorriu pra mim, e o sorriso era mais malicioso que qualquer outra coisa. Me joguei sobre ela, com minhas mãos a abracei, ficando colado nela, os peitos apertados contra meu peito, e minha pelve foi direto entre as pernas dela. Se não fosse pela calcinha dela e meu shorts, eu teria penetrado até o fundo. Minha boca fazia cócegas no pescoço dela, e ela lutava pra se soltar, mas os movimentos só faziam nossos sexos se esfregarem mais e mais. Ela lutava pra sair da minha chave de luta apertada kkkk, e eu estava me deleitando com o pescoço e peito dela, porque minhas mãos a prendiam, mas minha boca a devorava o máximo que podia. Mãe: isso não vale, você é mais forte que eu, meu amor, já não é o garotinho que costumava brincar comigo. Eu: já te falei, agora sou um homem. Mãe: meu homem? Eu: sim, mãe, seu homem. Soltei ela rápido e virei ela de bruços, sem avisar, subi em cima dela suas pernas agora estavam fechadas e as minhas nos lados dela, eu estava literalmente sentado na sua bunda. Minhas mãos, uma na sua nuca e a outra nas suas costas. Mãe: ohhh isso tá gostoso!!! Eu: não quer mais brincar de luta? Mãe: melhor, já que você tá aí, por que não me dá uma massageadinha? Eu: beleza, mamãe, mas com uma condição! Mãe: qual? Eu: que amanhã a gente brinque de luta de novo!!! Mãe: é um trato, filho. Passa creminho e me dá uma boa massagem que eu tô morta de cansada do trabalho. Levantei pra buscar o creme e enquanto isso observei o banquete que estava ali deitado, só de fio-dental, pronta pra ser apalpada por mim... Subi nela, minhas mãos cheias de creme pousaram nas suas costas e comecei a esfregar. Mãe: mmmm que gostoso, filho, que gostoso mesmo. Continuei nas costas dela e pouco a pouco fui passando minha mão pros lados, seus peitos esmagados saíam pela borda do corpo e meus dedos os tocavam e roçavam com o movimento. Mãe: ai, meu filho, que gostoso. Passei mais creme e dessa vez desci pra sua cintura, sentei mais pra baixo, quase nos seus pés, e lá estava, seu cuzão enorme, coroado com um fio-dental, coloquei minhas mãos na sua cintura e continuei com a massagem, alguns minutos e desci minhas mãos um pouco e mais um pouco até que as tive nas suas nádegas, cada mão apertava uma de suas bundas enormes. Mãe: aí, aí, tá doendo um pouquinho. Eu: deixa eu amassar, mamãe. Minhas mãos se deleitaram com um cuzão daqueles, nossa, já tava descarado o meu apalpamento, mas ela não me parava. Diminuí o ritmo e com calma, fingindo que estava massageando, separei suas bundas, nossa, quase gozei ao ver seu cuzinho, uma rosquinha pequenininha, o fio-dental passava bem no meio dele e ele parecia contrair com a respiração da minha mãe. Mãe: Acha que é certo estar vendo o cuzinho da sua mãe? Minha mãe me tirou do transe... Eu: de, desculpa, mamãe, é que eu... Mãe: tranquilo, já viu, já não tem porque esconder. Eu: posso... ver de novo? Mãe: nunca tinha visto? Sério? Eu: não, não, nunca, juro. Mãe: olha, eu sempre tive muita Confiança, meu amor, por isso ando com pouca roupa ou nua aqui no quarto, porque acredito que somos eu e você contra o mundo. Eu não tenho ninguém além de você e você deve saber que ninguém nunca vai te amar tanto quanto eu, e eu não quero ter nenhum segredo com você. Quer me ver por completo, até meu cu? Então pode olhar, não me incomoda. Essas foram as palavras dela, e sua cabeça afundou na cama. Eu não sabia o que fazer, entendam, eu ainda era muito novinho para perceber que aquilo era um sinal, então minha mente estava processando.

Mamãe: Continua com a massagem, meu amor, passa creminho ali entre minhas nádegas. Peguei o creme e apliquei nas nádegas dela, minhas mãos percorreram elas e dessa vez as apalpei do meu jeito, com vontade.

Mamãe: Acho que já está bom, meu amor. Quer dar uma última olhada? Abre elas. Lá estava de novo seu cuzinho lindo.

Mamãe: Põe um pouquinho de creme e esfrega com seus dedos. Nem sei como fiz, parecia um sonho, mas obedeci sem reclamar. Meus dedos tocaram seu cuzinho e esfreguei com o creme.

Mamãe: Por cima, meu amor, cuidado. Se ficar muito escorregadio, um dos seus dedinhos pode acabar entrando.

Eu: Isso doeria, mamãe?

Mamãe: Sim, mas é gostoso.

Eu: Tento?

Mamãe: Não, não, isso é algo que não devemos fazer, entre eu e você. Minha mãe se levantou e me deixou lá com minha ereção a mil.

Mamãe: Hora de dormir, amanhã continuamos, ok?

6 comentários - Madre y abuela, mi historia.

El relato iba muy bien, lastima que no lo terminaste, me gustaría saber cuando subes la parte 2, me quede con ganas. Pero buen relato
el-fo
buenisimo!!! Se espera la segunda parte!
Me quedé súper mojada quiero ver la segunda parte lo antes posible para venirme 😋😋
Muy buena historia, espero la continuación