Cristian, um colega de trabalho, começou a me contar que tinha ouvido uma das velhas do setor de cobranças contando pra outra que estava trocando fotos com um cara e que tinha terminado se tocando antes do marido chegar. Que tinha feito isso mais algumas vezes, mas que ficava ainda mais tesuda e, pra piorar, o cara nem era da nossa cidade. Essa gostosa se chamava Adela, tinha uns 50 e poucos anos e realmente parecia estar pronta pra ser comida... Peitos bons e quadris largos, mas principalmente (e ainda mais depois de ouvir meu amigo) notei uma atitude de puta que começou a me consumir. Comecei a frequentar o escritório dela e trocava brincadeiras com todas, mas principalmente com ela, e sempre com duplo sentido. Uma tarde em que ela estava sozinha, mandei uma foto da minha pica.
Na hora, apaguei e pedi desculpa, dizendo que não era pra ela, mas sim pra uma amiga com quem eu tinha um jogo sexual. Poucos minutos depois, Adela me escreveu: "Imaginei!... mas realmente não consegui ver muito porque você apagou, fica tranquilo", ela disse. Passaram-se alguns dias e na sexta-feira ela me escreveu perguntando como eu estava e se tinha conseguido enviar a foto sem errar... enfeitando essas palavras com emojis de risada e surpresa. Respondi com um sticker de lágrimas. E logo veio a contrapergunta dela: "Mas isso não era seu, né?... você tirou da internet". "Claro que é meu! Por que eu ia procurar na internet?", respondi, esperando a reação. "Meu Deus, sua mulher deve estar feliz". "Ela não reclama, mas é sempre bom alimentar a cabeça com fantasias"... "Mas você não tinha dito que não tinha conseguido ver direito?"... "Espero que não tenha te ofendido com meu descuido". "Não... não... consegui ver pouco!", respondeu. E antes que ela dissesse algo, mandei outra foto.
Bom, aqui tens pra ver ela direitinho, mas por favor, apaga..."
"Quer me deixar com tesão!!... hahaha... olha que eu também sou de carne e osso" ela respondeu
"Você não tem uma fotinha dos seus peitos aí?... digo, pra ficar quites"
"Ou melhor... a gente tá tão perto e em vez de ver fotos, podia observar ao vivo e a cores... você tá sozinha e eu posso ir pro escritório com alguma desculpa..."
"Você é louco!!... E se alguém entra!.. não, não"
"Tô com muito tesão... vai... tem o banheiro do arquivo e lá ninguém vai ver a gente" soltei, já na jogada
Como ela não respondeu, mandei um "já vou" e saí sem esperar resposta. Cheguei no escritório e a Adela estava parada no corredor... fomos pro arquivo e assim que entramos, agarrei ela por trás e apertei os peitos dela. Adela respirava acelerada... esticou a mão e pegou na minha pica. Virou e a gente se beijou. Libertei os peitos dela da camisa e comecei a chupar os seios... ela baixou minha calça pra tirar minha pica e bater uma pra mim.
"Que pedaço de pica... tô morrendo"... Disse ela se abaixando e levando até a boca. Chupou um pouco e eu encostei ela na parede. Levantei a saia dela e puxando a calcinha fio dental, meti de uma vez... ela tava molhadíssima e foi até o talo. Tive que tampar a boca dela pra não ouvirem os gemidos quase gritos enquanto eu bombava forte. Cada vez que ela gozava, as pernas dela amoleciam... falei que ia gozar e ela pediu pra não gozar dentro, não queria ficar escorrendo porra. Virei ela e coloquei entre os peitos e na hora de jorrar, enfiei na boca dela e fiz ela tomar tudo.
Ajeitamos a roupa rápido e voltamos pro escritório dela, não tinham passado nem 15 minutos. Ela confessou que tava procurando uma aventura assim, mas não tinha coragem com medo de encontrar alguém sem discrição. Falei pra confiar em mim e que toda vez que ela quisesse, era só mandar mensagem. Na semana seguinte repetimos duas vezes. Na outra fomos pra um motel e transamos igual uns bichos. Adela deixou eu comer o cu dela. Com lágrimas porque era a primeira vez que entregava, mas queria experimentar. A gente pegou por uns meses até que um dia, no meio de uma foda violenta, ela me disse que se sentia mal por estar enganando o marido, que tinha gostado da experiência, demais... e que se continuasse, teria outras consequências. Mesmo assim, na festa de fim de ano que a empresa organizou, fomos para o motel, e como despedida, ela deixou eu comer o cu dela de novo. Hoje somos grandes amigos, e tenho certeza de que a qualquer momento a gente volta a juntar as bocetas.
Na hora, apaguei e pedi desculpa, dizendo que não era pra ela, mas sim pra uma amiga com quem eu tinha um jogo sexual. Poucos minutos depois, Adela me escreveu: "Imaginei!... mas realmente não consegui ver muito porque você apagou, fica tranquilo", ela disse. Passaram-se alguns dias e na sexta-feira ela me escreveu perguntando como eu estava e se tinha conseguido enviar a foto sem errar... enfeitando essas palavras com emojis de risada e surpresa. Respondi com um sticker de lágrimas. E logo veio a contrapergunta dela: "Mas isso não era seu, né?... você tirou da internet". "Claro que é meu! Por que eu ia procurar na internet?", respondi, esperando a reação. "Meu Deus, sua mulher deve estar feliz". "Ela não reclama, mas é sempre bom alimentar a cabeça com fantasias"... "Mas você não tinha dito que não tinha conseguido ver direito?"... "Espero que não tenha te ofendido com meu descuido". "Não... não... consegui ver pouco!", respondeu. E antes que ela dissesse algo, mandei outra foto.
Bom, aqui tens pra ver ela direitinho, mas por favor, apaga..." "Quer me deixar com tesão!!... hahaha... olha que eu também sou de carne e osso" ela respondeu
"Você não tem uma fotinha dos seus peitos aí?... digo, pra ficar quites"
"Ou melhor... a gente tá tão perto e em vez de ver fotos, podia observar ao vivo e a cores... você tá sozinha e eu posso ir pro escritório com alguma desculpa..."
"Você é louco!!... E se alguém entra!.. não, não"
"Tô com muito tesão... vai... tem o banheiro do arquivo e lá ninguém vai ver a gente" soltei, já na jogada
Como ela não respondeu, mandei um "já vou" e saí sem esperar resposta. Cheguei no escritório e a Adela estava parada no corredor... fomos pro arquivo e assim que entramos, agarrei ela por trás e apertei os peitos dela. Adela respirava acelerada... esticou a mão e pegou na minha pica. Virou e a gente se beijou. Libertei os peitos dela da camisa e comecei a chupar os seios... ela baixou minha calça pra tirar minha pica e bater uma pra mim.
"Que pedaço de pica... tô morrendo"... Disse ela se abaixando e levando até a boca. Chupou um pouco e eu encostei ela na parede. Levantei a saia dela e puxando a calcinha fio dental, meti de uma vez... ela tava molhadíssima e foi até o talo. Tive que tampar a boca dela pra não ouvirem os gemidos quase gritos enquanto eu bombava forte. Cada vez que ela gozava, as pernas dela amoleciam... falei que ia gozar e ela pediu pra não gozar dentro, não queria ficar escorrendo porra. Virei ela e coloquei entre os peitos e na hora de jorrar, enfiei na boca dela e fiz ela tomar tudo.
Ajeitamos a roupa rápido e voltamos pro escritório dela, não tinham passado nem 15 minutos. Ela confessou que tava procurando uma aventura assim, mas não tinha coragem com medo de encontrar alguém sem discrição. Falei pra confiar em mim e que toda vez que ela quisesse, era só mandar mensagem. Na semana seguinte repetimos duas vezes. Na outra fomos pra um motel e transamos igual uns bichos. Adela deixou eu comer o cu dela. Com lágrimas porque era a primeira vez que entregava, mas queria experimentar. A gente pegou por uns meses até que um dia, no meio de uma foda violenta, ela me disse que se sentia mal por estar enganando o marido, que tinha gostado da experiência, demais... e que se continuasse, teria outras consequências. Mesmo assim, na festa de fim de ano que a empresa organizou, fomos para o motel, e como despedida, ela deixou eu comer o cu dela de novo. Hoje somos grandes amigos, e tenho certeza de que a qualquer momento a gente volta a juntar as bocetas.
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