Férias com a amiga da minha mãe — capítulo 7 PARTE I Comunidade, depois de um tempão longe das postagens, voltamos. Vamos dar um fechamento na história, preciso da ajuda de vocês, comentem o que sentem, se tão gostando ou não. Peço desculpas pela demora, deixei muita gente sem história, minhas desculpas. Recomendo ler os capítulos anteriores pra entender melhor.
Capítulo 6 — O que eu não deveria estar sentindo
Acordo depois de algumas horas, tinha dormido num sono profundo, depois da tempestade vem a calma, é o que dizem, né? Na hora daquele sexo intenso, profundo, onde senti ele dentro de mim, seu vigor, temperatura, atrevimento e em alguns momentos uns arrancos de inexperiência, que davam todo o estilo dele. O sol entra sem vergonha pela janela sem cortina. A cabana cheira a madeira quente, a sexo recente e aquela mistura estranha de café velho com pele nova. Fran dorme do meu lado, de bruços, sem uma preocupação no mundo. As costas magras dele se movem suavemente no ritmo da respiração. Tem aquela paz desarmante que os corpos jovens têm depois do prazer. Eu não consigo dormir. Fico de joelhos na cama, pelada. Não por pudor, mas por costume. Os 38 anos pesam na pele, mesmo que ele não perceba. Mas eu percebo.
Não devia ter convidado ele. Foi um capricho, uma mistura de ternura e ego. Vi ele em casa, triste porque a viagem dele foi cancelada, com aquele sorriso educado de filho de amiga, e pensei: "Coitadinho, não vou deixar ele sozinho."
Mentira.
Pensei: "Quero ver ele na praia. Quero que ele me olhe do mesmo jeito que me olhava quando era adolescente e eu ia na casa dele tomar chimarrão com a mãe dele."
E ele olhou.
Me olhou como se ninguém nunca tivesse me tocado. Como se não soubesse que eu tenho bagagem, erros e cicatrizes.
A primeira noite em Mar del Plata foi inocente. A segunda, provocante. Na terceira, já não dormimos separados. Mas ontem à noite, nessa cabana perdida na serra, foi quando a última fronteira se quebrou. Foi devagar, foi desajeitado, foi perfeito. Nunca pensei que alguém pudesse me fazer sentir assim com tão poucas palavras.
Eu disse não pra ele. Muitas vezes. Em voz baixa, em gestos. E na minha cabeça, mil vezes mais. Mas ele insistia sem pressa. Me fazia rir. Me perguntou se alguém já tinha me escrito uma carta.
— Das de papel? — falei, debochando.
— Sim. Daquelas que se perdem entre as coisas e aparecem anos depois.
— E o que você escreveria?
— Que meu peito dói quando você me olha sem perceber.
Ali, eu soube que tava ferrada.
Agora tô olhando ele dormir. O cabelo dele tá bagunçado, tem marcas nas costas que eu deixei sem querer. Ou querendo. Sei lá. E sinto uma coisa que não devia sentir. Não é só desejo. Não é só culpa. É medo. Medo de querer ficar. Medo de isso não ser só um parêntese. Medo de ter começado algo que não tem final feliz.
O celular dele vibra.
Uma mensagem de WhatsApp na tela bloqueada: "Vou te ver de novo?" seguido de um emoji de fogo.
Sinto um calor ácido no estômago.
Ele não é meu, eu me convenço. Ele não é meu.
Mas mesmo assim, eu levanto. Me visto em silêncio.
E saio pra caminhar.
"Isso tinha que durar só uns dias. Mas agora… não sei como termina."
Ando pela trilha de pedras soltas como se procurasse algo que me explique o que tô fazendo.
Tô de cara lavada, cabelo bagunçado e os mesmos tênis que usei pra correr dois dias atrás.
Nunca me senti tão vulnerável.
Quando eu tinha vinte e nove, fundei meu primeiro escritório. Aos trinta e três, já era reconhecida nos tribunais. Me chamavam de "a young lady que ganha tudo". A mulher que se veste como se fosse pra uma passarela, mas que te destrói com um argumento. Uma vez, um cara disse que eu tinha "cara de virgem e boca de demônio". Levei como elogio.
Nunca precisei de ninguém. Também nunca quis. Tive amantes, tive relacionamentos, até quase casei. Mas não me senti amada. Não de verdade.
Sempre me escolhiam pelo que eu representava. Pelo que eu mostrava.
Mas ninguém me olhou como o Fran me olha.
Como se pudesse ver minha primeira ferida. Como se quisesse beijá-la em vez de evitá-la.
E isso me assusta mais do que qualquer julgamento.
Eu e a Eugenia nos conhecemos desde a faculdade.
Ela também se fez sozinha. Uma leoa. Criou o Francon com todo o love que não recebeu.
E me mostrou isso várias vezes, em muitos jantares.
Era um menino tranquilo, com olhar vivo. Me chamava de "Yani" como se fôssemos amigos.
Mas foi neste verão, quando o vi chegar com aquela camiseta colada no corpo e aquele jeito de andar tão… homem, que algo mudou.
Foi um pensamento sujo, um que reprimi na hora.
Não podia olhar pra ele daquele jeito. Não era certo.
E, no entanto, neste último mês, tive mais vezes o cock dele na minha boca do que comida. Ele enfiou o membro o mais fundo que conseguiu, gozei em cima dela pra que meu cheiro ficasse impregnado. Isso é love ou sexo?
Ele me deseja. Isso eu soube desde o segundo dia. Mas o que eu não esperava é que ele também falasse dos meus livros favoritos. Que soubesse ouvir, era um jovem inexperiente na vida.
Eu não sou essa mulher.
A que se apega a alguém mais novo.
A que trai uma amizade de anos.
A que se deixa levar por uma fantasia de verão.
A que se apaixona. Ou pelo menos era o que eu achava.
Sento numa pedra, respiro fundo.
E na minha cabeça, ecoa a pergunta que não me deixa em paz:
"O que você vai fazer quando isso acabar?"
Passaram-se alguns dias, e A aventura na serra acabou, chegamos na costa, faz duas tardes. A gente se divertiu pra caralho, transamos e ainda sobrou tempo pra fazer amor.
PARTE II
O entardecer é lento na praia. O calor não vai embora. Gruda na pele, igual os pensamentos que não saem da minha cabeça desde que vi ela de biquíni pela primeira vez.
A Yani foi entrar na água, com aquela sunga ela é a atração de vários. Os peitos dela chamam atenção, mas é aquela cara de anjo que dá vontade de arrancar a sunga, encontrar dois peitões enormes e uma buceta depilada, esperando ser chupada. Sentir a rabeta dela na minha pélvis, que dá mais vontade ainda de meter o pau até o talo. Agarrar a bunda dela e me firmar com a mão nas nádegas, enquanto olho o cuzinho dela com vontade de trocar a rola de lugar.
Olho para ela como se fosse a última mulher no mundo.
Talvez seja.
Passei a tarde, depois de caminhar um tempão pela praia, conversando, rindo, o tempo voou. O sol já quase não faz parte da paisagem, e a escuridão começa a tomar conta do mar sem fim. Paramos num lugar meio escondido.
Estamos deitados numa manta velha, com duas latas de cerveja e um baseado que vai apagando entre os dedos dela. Ela fuma com aquela elegância de quem já viu de tudo, mas ainda assim se permite cair.
— Sabe o quê? — ela diz, enquanto solta a fumaça em redemoinho. — A Argentina nunca saiu do conflito entre unitários e federais. Só disfarçamos com outros nomes.
— Sério que você vai falar de história depois da trepada que a gente deu duas noites atrás?
Ela ri. Deus, como eu adoro fazer ela rir.
— Exatamente. Você me dá vontade de pensar — ela fala. — De discutir. De me queimar.
Passo o baseado pra ela.
Ela puxa uma tragada, me olha.
O rosto dela tá iluminado pela lua que começa a aparecer.
Eu tô desarmado. Sempre estive com ela.
— E você? — ela pergunta. — O que acha do país?
— Que a gente tá todo mundo procurando a solução pro nosso mundo. Falei enquanto me perdia nos peitos dela.
Ela fica em silêncio.
A noite cai sobre nós como um segredo.
As ondas quebram devagar, como se não quisessem atrapalhar.
E aí está: a mão dela no meu peito, lenta, firme.
Ela não diz nada. Não precisa.
Eu me aproximo. A gente se beija. Fundo. Forte. Com fome.
O vinho já não se sente mais. A maconha fica pra trás.
Só existimos ela e eu.
A gente se joga na areia. Ela por cima de mim. O corpo dela pesa na medida certa, como se me ancorasse nesse instante.
Ela beija meu pescoço, morde meu lábio. Os peitos dela são perfeitos, quentes, firmes, macios. Eu acaricio os dois com as mãos. Ela geme. Me olha com os olhos escuros, dilatados, selvagens.
— Me fala o que você quer — eu digo.
— Quero que você me encha — ela sussurra.
— Você é minha essa noite. Depois de falar isso, começo a descer até encontrar a parte de baixo da calcinha dela. Tiro ela, quero ela pelada rápido. Curto a vista, e não do mar e da noite, mas sim dos peitos redondos, grandes, da barriga dela, tudo termina na buceta, uns lábios grossos, dá pra ver a umidade dela, desço devagar pelas pernas dela, enquanto finco meus joelhos na areia. — Ai, cara, como você me deixa — ela exclamou, enquanto lentamente enfio um dos meus dedos na buceta dela. Tava muito molhada, quente, dava pra sentir aquele cheiro que vinha de dentro dela. Enfiei meus dedos nela, enquanto, com a outra mão, enchia a mão agarrando o peito dela. — Como sua buceta tá quente, meu amor — — É assim que você me deixa, cara, enche a boca com minha buceta, aproveita, que depois vou comer toda essa pica — Depois das palavras dela, não me segurei, as laterais do meu rosto tocavam a parte de dentro das pernas dela, enquanto minha língua fazia contato com os lábios da buceta dela, passava de cima pra baixo, sentindo os sucos dela na minha boca. Me ajudei com meus dedos, comecei a penetrar ela mais freneticamente com os dedos, minha língua apertava o clitóris dela, ela gemia sem se importar onde a gente tava, nem de ser ouvida. — Aiiii, sim, amor, adoro como você chupa, não paraaaa, vou gozar toda — Disse Yani enquanto misturava os dedos dela no meu cabelo, senti a força que ela fez pra me afundar ainda mais naquela buceta linda. Não demorou pra o jogo virar, ela me empurrou pra trás, e eu caí deitado, metade na areia e a outra parte na toalha. Ela puxou minha sunga pra baixo, tava tão dura que quando saiu bateu no rosto dela. Aí ela pegou com a boca e por um bom tempo não tirou. Senti a língua dela passar pela minha glande, macia, molhada, com a mão ela segurava meu pau e começou a bater uma punheta, devagar foi engolindo até fazer ânsia, minha mão retribuiu o favor que ela fez hoje, e apertei a cabeça dela pra pica entrar mais, ficando presa com meu pau dentro da boca dela. Deixei. Ao fazer pressão, ela tirou a boca de mim, respirou fundo e engoliu ele inteiro de novo, nem precisei empurrar, não dava mais. — Ai, Yani, você tá me matando, quero te comer agora — Tirei ele da boca dela, ela olhou nos meus olhos e sorriu. — Me come logo então, gato, quero que você me destrua — Ela fez a cara mais de puta que eu já vi.
Ela subiu em cima de mim, passou a cabeça na buceta dela, toda molhada, e foi enfiando devagar a cabeça pra dentro. Em outro momento eu teria deixado ela continuar, mas tava muito tarado. Coloquei minhas mãos na bunda dela, empurrando pra baixo, enquanto levantava minha pélvis, meti até o talo. Ela gritou descontrolada, tentando subir, mas eu segurei ela lá. — MEU DEUS, DEVAGAR, VOCÊ TÁ ME RACHANDO, FILHO DA PUTA — — Você pediu pra eu meter, então aguenta, puta — — AH, É? Então aguenta agora, gato — Ela se levantou, colocou as mãos no meu peito, a vista era espetacular, reta em cima de mim, os braços apertavam os peitos dela, que ficavam bem durinhos. Ela me cavalgou como nunca, com um vai e vem intenso, misturado com umas sentadas. Enquanto grita, goza, ela se move com ritmo, marcando a dança, dona de tudo. O corpo dela aperta o meu, a respiração dela se mistura com meus gemidos, minhas mãos percorrem as costas dela, o quadril, o peito. Beijo os mamilos dela enquanto ela cavalga em cima de mim, sem medo. Como se o mundo não existisse.
Mudamos de posição pra colher, depois de lado com a perna dela levantada, até que o ritmo ficou imparável, gozamos juntos. Ela grita meu nome, eu grito o dela, sentir como eu enchia ela de porra. Nos abraçamos, tremendo. Ficamos assim, com a areia grudada no corpo, com a alma em brasa.
— Isso não tá certo — diz Yani em voz baixa.
— Mas é real — respondo.
— E é isso que mais me assusta — ela afirmou.
Comunidade, obrigado a quem esperou, espero seus pontos e comentários. Quero saber a opinião de vocês, e crítica, mais que aceitável, sempre na boa. Valeu, espero que gostem.
Capítulo 6 — O que eu não deveria estar sentindo
Acordo depois de algumas horas, tinha dormido num sono profundo, depois da tempestade vem a calma, é o que dizem, né? Na hora daquele sexo intenso, profundo, onde senti ele dentro de mim, seu vigor, temperatura, atrevimento e em alguns momentos uns arrancos de inexperiência, que davam todo o estilo dele. O sol entra sem vergonha pela janela sem cortina. A cabana cheira a madeira quente, a sexo recente e aquela mistura estranha de café velho com pele nova. Fran dorme do meu lado, de bruços, sem uma preocupação no mundo. As costas magras dele se movem suavemente no ritmo da respiração. Tem aquela paz desarmante que os corpos jovens têm depois do prazer. Eu não consigo dormir. Fico de joelhos na cama, pelada. Não por pudor, mas por costume. Os 38 anos pesam na pele, mesmo que ele não perceba. Mas eu percebo.
Não devia ter convidado ele. Foi um capricho, uma mistura de ternura e ego. Vi ele em casa, triste porque a viagem dele foi cancelada, com aquele sorriso educado de filho de amiga, e pensei: "Coitadinho, não vou deixar ele sozinho."Mentira.
Pensei: "Quero ver ele na praia. Quero que ele me olhe do mesmo jeito que me olhava quando era adolescente e eu ia na casa dele tomar chimarrão com a mãe dele."
E ele olhou.
Me olhou como se ninguém nunca tivesse me tocado. Como se não soubesse que eu tenho bagagem, erros e cicatrizes.
A primeira noite em Mar del Plata foi inocente. A segunda, provocante. Na terceira, já não dormimos separados. Mas ontem à noite, nessa cabana perdida na serra, foi quando a última fronteira se quebrou. Foi devagar, foi desajeitado, foi perfeito. Nunca pensei que alguém pudesse me fazer sentir assim com tão poucas palavras.
Eu disse não pra ele. Muitas vezes. Em voz baixa, em gestos. E na minha cabeça, mil vezes mais. Mas ele insistia sem pressa. Me fazia rir. Me perguntou se alguém já tinha me escrito uma carta.
— Das de papel? — falei, debochando.
— Sim. Daquelas que se perdem entre as coisas e aparecem anos depois.
— E o que você escreveria?
— Que meu peito dói quando você me olha sem perceber.
Ali, eu soube que tava ferrada.
Agora tô olhando ele dormir. O cabelo dele tá bagunçado, tem marcas nas costas que eu deixei sem querer. Ou querendo. Sei lá. E sinto uma coisa que não devia sentir. Não é só desejo. Não é só culpa. É medo. Medo de querer ficar. Medo de isso não ser só um parêntese. Medo de ter começado algo que não tem final feliz.
O celular dele vibra.
Uma mensagem de WhatsApp na tela bloqueada: "Vou te ver de novo?" seguido de um emoji de fogo.
Sinto um calor ácido no estômago.
Ele não é meu, eu me convenço. Ele não é meu.
Mas mesmo assim, eu levanto. Me visto em silêncio.
E saio pra caminhar. "Isso tinha que durar só uns dias. Mas agora… não sei como termina."
Ando pela trilha de pedras soltas como se procurasse algo que me explique o que tô fazendo.
Tô de cara lavada, cabelo bagunçado e os mesmos tênis que usei pra correr dois dias atrás.
Nunca me senti tão vulnerável.
Quando eu tinha vinte e nove, fundei meu primeiro escritório. Aos trinta e três, já era reconhecida nos tribunais. Me chamavam de "a young lady que ganha tudo". A mulher que se veste como se fosse pra uma passarela, mas que te destrói com um argumento. Uma vez, um cara disse que eu tinha "cara de virgem e boca de demônio". Levei como elogio. Nunca precisei de ninguém. Também nunca quis. Tive amantes, tive relacionamentos, até quase casei. Mas não me senti amada. Não de verdade.
Sempre me escolhiam pelo que eu representava. Pelo que eu mostrava.
Mas ninguém me olhou como o Fran me olha.
Como se pudesse ver minha primeira ferida. Como se quisesse beijá-la em vez de evitá-la.
E isso me assusta mais do que qualquer julgamento.
Eu e a Eugenia nos conhecemos desde a faculdade.
Ela também se fez sozinha. Uma leoa. Criou o Francon com todo o love que não recebeu.
E me mostrou isso várias vezes, em muitos jantares.
Era um menino tranquilo, com olhar vivo. Me chamava de "Yani" como se fôssemos amigos.
Mas foi neste verão, quando o vi chegar com aquela camiseta colada no corpo e aquele jeito de andar tão… homem, que algo mudou.
Foi um pensamento sujo, um que reprimi na hora.
Não podia olhar pra ele daquele jeito. Não era certo.
E, no entanto, neste último mês, tive mais vezes o cock dele na minha boca do que comida. Ele enfiou o membro o mais fundo que conseguiu, gozei em cima dela pra que meu cheiro ficasse impregnado. Isso é love ou sexo?
Ele me deseja. Isso eu soube desde o segundo dia. Mas o que eu não esperava é que ele também falasse dos meus livros favoritos. Que soubesse ouvir, era um jovem inexperiente na vida.
Eu não sou essa mulher.
A que se apega a alguém mais novo.
A que trai uma amizade de anos.
A que se deixa levar por uma fantasia de verão.
A que se apaixona. Ou pelo menos era o que eu achava.
Sento numa pedra, respiro fundo.
E na minha cabeça, ecoa a pergunta que não me deixa em paz:
"O que você vai fazer quando isso acabar?"
Passaram-se alguns dias, e A aventura na serra acabou, chegamos na costa, faz duas tardes. A gente se divertiu pra caralho, transamos e ainda sobrou tempo pra fazer amor.
PARTE II
O entardecer é lento na praia. O calor não vai embora. Gruda na pele, igual os pensamentos que não saem da minha cabeça desde que vi ela de biquíni pela primeira vez.
A Yani foi entrar na água, com aquela sunga ela é a atração de vários. Os peitos dela chamam atenção, mas é aquela cara de anjo que dá vontade de arrancar a sunga, encontrar dois peitões enormes e uma buceta depilada, esperando ser chupada. Sentir a rabeta dela na minha pélvis, que dá mais vontade ainda de meter o pau até o talo. Agarrar a bunda dela e me firmar com a mão nas nádegas, enquanto olho o cuzinho dela com vontade de trocar a rola de lugar.
Olho para ela como se fosse a última mulher no mundo. Talvez seja.
Passei a tarde, depois de caminhar um tempão pela praia, conversando, rindo, o tempo voou. O sol já quase não faz parte da paisagem, e a escuridão começa a tomar conta do mar sem fim. Paramos num lugar meio escondido.
Estamos deitados numa manta velha, com duas latas de cerveja e um baseado que vai apagando entre os dedos dela. Ela fuma com aquela elegância de quem já viu de tudo, mas ainda assim se permite cair.
— Sabe o quê? — ela diz, enquanto solta a fumaça em redemoinho. — A Argentina nunca saiu do conflito entre unitários e federais. Só disfarçamos com outros nomes.
— Sério que você vai falar de história depois da trepada que a gente deu duas noites atrás?
Ela ri. Deus, como eu adoro fazer ela rir.
— Exatamente. Você me dá vontade de pensar — ela fala. — De discutir. De me queimar.
Passo o baseado pra ela.
Ela puxa uma tragada, me olha.
O rosto dela tá iluminado pela lua que começa a aparecer.
Eu tô desarmado. Sempre estive com ela.
— E você? — ela pergunta. — O que acha do país?
— Que a gente tá todo mundo procurando a solução pro nosso mundo. Falei enquanto me perdia nos peitos dela.
Ela fica em silêncio.
A noite cai sobre nós como um segredo.
As ondas quebram devagar, como se não quisessem atrapalhar.
E aí está: a mão dela no meu peito, lenta, firme.
Ela não diz nada. Não precisa.
Eu me aproximo. A gente se beija. Fundo. Forte. Com fome.
O vinho já não se sente mais. A maconha fica pra trás.
Só existimos ela e eu.
A gente se joga na areia. Ela por cima de mim. O corpo dela pesa na medida certa, como se me ancorasse nesse instante.
Ela beija meu pescoço, morde meu lábio. Os peitos dela são perfeitos, quentes, firmes, macios. Eu acaricio os dois com as mãos. Ela geme. Me olha com os olhos escuros, dilatados, selvagens.
— Me fala o que você quer — eu digo.
— Quero que você me encha — ela sussurra.
— Você é minha essa noite. Depois de falar isso, começo a descer até encontrar a parte de baixo da calcinha dela. Tiro ela, quero ela pelada rápido. Curto a vista, e não do mar e da noite, mas sim dos peitos redondos, grandes, da barriga dela, tudo termina na buceta, uns lábios grossos, dá pra ver a umidade dela, desço devagar pelas pernas dela, enquanto finco meus joelhos na areia. — Ai, cara, como você me deixa — ela exclamou, enquanto lentamente enfio um dos meus dedos na buceta dela. Tava muito molhada, quente, dava pra sentir aquele cheiro que vinha de dentro dela. Enfiei meus dedos nela, enquanto, com a outra mão, enchia a mão agarrando o peito dela. — Como sua buceta tá quente, meu amor — — É assim que você me deixa, cara, enche a boca com minha buceta, aproveita, que depois vou comer toda essa pica — Depois das palavras dela, não me segurei, as laterais do meu rosto tocavam a parte de dentro das pernas dela, enquanto minha língua fazia contato com os lábios da buceta dela, passava de cima pra baixo, sentindo os sucos dela na minha boca. Me ajudei com meus dedos, comecei a penetrar ela mais freneticamente com os dedos, minha língua apertava o clitóris dela, ela gemia sem se importar onde a gente tava, nem de ser ouvida. — Aiiii, sim, amor, adoro como você chupa, não paraaaa, vou gozar toda — Disse Yani enquanto misturava os dedos dela no meu cabelo, senti a força que ela fez pra me afundar ainda mais naquela buceta linda. Não demorou pra o jogo virar, ela me empurrou pra trás, e eu caí deitado, metade na areia e a outra parte na toalha. Ela puxou minha sunga pra baixo, tava tão dura que quando saiu bateu no rosto dela. Aí ela pegou com a boca e por um bom tempo não tirou. Senti a língua dela passar pela minha glande, macia, molhada, com a mão ela segurava meu pau e começou a bater uma punheta, devagar foi engolindo até fazer ânsia, minha mão retribuiu o favor que ela fez hoje, e apertei a cabeça dela pra pica entrar mais, ficando presa com meu pau dentro da boca dela. Deixei. Ao fazer pressão, ela tirou a boca de mim, respirou fundo e engoliu ele inteiro de novo, nem precisei empurrar, não dava mais. — Ai, Yani, você tá me matando, quero te comer agora — Tirei ele da boca dela, ela olhou nos meus olhos e sorriu. — Me come logo então, gato, quero que você me destrua — Ela fez a cara mais de puta que eu já vi.
Ela subiu em cima de mim, passou a cabeça na buceta dela, toda molhada, e foi enfiando devagar a cabeça pra dentro. Em outro momento eu teria deixado ela continuar, mas tava muito tarado. Coloquei minhas mãos na bunda dela, empurrando pra baixo, enquanto levantava minha pélvis, meti até o talo. Ela gritou descontrolada, tentando subir, mas eu segurei ela lá. — MEU DEUS, DEVAGAR, VOCÊ TÁ ME RACHANDO, FILHO DA PUTA — — Você pediu pra eu meter, então aguenta, puta — — AH, É? Então aguenta agora, gato — Ela se levantou, colocou as mãos no meu peito, a vista era espetacular, reta em cima de mim, os braços apertavam os peitos dela, que ficavam bem durinhos. Ela me cavalgou como nunca, com um vai e vem intenso, misturado com umas sentadas. Enquanto grita, goza, ela se move com ritmo, marcando a dança, dona de tudo. O corpo dela aperta o meu, a respiração dela se mistura com meus gemidos, minhas mãos percorrem as costas dela, o quadril, o peito. Beijo os mamilos dela enquanto ela cavalga em cima de mim, sem medo. Como se o mundo não existisse.
Mudamos de posição pra colher, depois de lado com a perna dela levantada, até que o ritmo ficou imparável, gozamos juntos. Ela grita meu nome, eu grito o dela, sentir como eu enchia ela de porra. Nos abraçamos, tremendo. Ficamos assim, com a areia grudada no corpo, com a alma em brasa.— Isso não tá certo — diz Yani em voz baixa.
— Mas é real — respondo.
— E é isso que mais me assusta — ela afirmou.
Comunidade, obrigado a quem esperou, espero seus pontos e comentários. Quero saber a opinião de vocês, e crítica, mais que aceitável, sempre na boa. Valeu, espero que gostem.
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