Bom, primeiro vou me apresentar. Sou o Jaime, tenho 15 anos, sou do México, de pele morena ou branca escura, cabelo preto e olhos castanhos. Nesse último ano do colégio, fiz amizade com um colega que todo mundo sempre zuava. Mas o motivo de eu ter virado amigo dele tinha um motivo por trás: as irmãs dele, umas minas que, puta merda. Eram gostosas pra caralho, umas tetas e uma bunda que por onde passavam, faziam todo mundo virar o pescoço. Uma era a Karen, a mais nova, atlética, popular, uma verdadeira gostosa no sentido da palavra: pele branca, cabelo loiro, 20 anos de idade.
A outra era a Naomi, de 21 anos, cabelo preto, ela mais dedicada aos estudos, era líder de turma e, obviamente, popular pra caralho.
Meu amigo ou suposto amigo era aquele típico que tirava notas medianas, e acho que era compreensível, porque uma coisa que não contei é que os pais dele tinham falecido e ele só tinha as irmãs. Eles se mantinham graças à família e a um dinheiro que os pais deixaram, que as irmãs administravam. Um dia, jogando videogame na casa do meu amigo, a Karen estava fazendo as tarefas domésticas. Eu disse pro meu amigo:
— Ei, amigo, onde posso ir no seu banheiro?
— Claro, você já sabe onde é.
— Valeu.
No caminho de volta do banheiro, encontrei a Karen, que me agradeceu por ser amigo do irmão dela, praticamente o único. Eu disse que não era nada, que ele também era gente boa, e aí convidei ela pra minha casa, com a desculpa de que tinha algo pra contar sobre o irmão dela. Quando voltei, tudo seguiu normal e mais tarde fui embora.
No dia seguinte, já estava esperando a Karen na casa dos meus avós — e olha que dizer isso é foda, porque eles quase nunca usam a casa, além de estarem viajando. Já era meio-dia quando a Karen chegou.
— Oi, Karen, que bom que você veio.
— É, fiquei preocupada quando você disse que queria me contar algo sobre meu irmão.
— Sim, mas por que você não entra?
— Obrigada.
Nós dois entramos na sala e sentamos. Comecei a enrolar sobre o que queria dizer, mas sentei bem do lado dela, passando minha mão de vez em quando pela coxa dela e me arriscando a ir mais longe. Quando ela virou pra me falar algo, fiz minha jogada e dei um beijo de língua — na minha mente, era tudo ou nada.
Dei o beijo de língua e rapidamente meti a mão por baixo da saia dela, indo direto pra buceta dela, e comecei a masturbá-la enquanto continuava beijando. Quando terminamos de nos beijar, um fio de saliva ainda ligava nossas bocas, mas também era óbvio que a Karen já estava toda molhadinha e a calcinha dela já estava encharcada. Ela se afastou rápido:
— Mas o que você está fazendo?
— Não me diga que você não gostou. Mesmo que você diga que não... Gostei do teu corpo, mas ele diz outra coisa
Karen: Isso não é verdade
Eu: Só tô falando o que o teu corpo grita
Naquele momento, peguei ela pela cintura de novo. Mesmo sendo mais velha, ela continuava sendo mulher — e além disso, nunca tinha tido namorado.
Eu: Vamos, Karen. Além do mais, o que ia acontecer se eu deixasse de ser amigo do teu irmão? Ele ia ficar deprimido, né? Vamos, assim você ajuda ele e a gente se diverte.
Não deixei ela responder. Beijei ela de novo e comecei a passar a mão. Levei a mão dela pro meu volume e abaixei minha calça, deixando meu pau de uns 18 centímetros exposto. Fiz ela começar a me masturbar. Depois de um tempo, quando ela já tava mais quente, virei ela e fiz ela me chupar gostoso. Enfiei meu pau na boca dela, segurei a cabeça dela e empurrei contra mim. Depois de uns 20 minutos, de tanto prazer, ela começou a gemer antes de eu gozar jorrando na boca dela. Era quente e viscoso. Meu leite espirrou tudo na boca dela, e quando terminei, fios de porra e saliva ligavam meu pau ao rosto dela.
Ainda excitado, coloquei ela de quatro na frente de um espelho que tinha e falei: "Quero que você veja como um cara mais novo que você vai te comer e te transformar em mulher." Enfiei meu pau devagar, depois de tirar a saia dela e afastar a calcinha já molhada. Rompi o hímem dela e comecei a meter forte. Éramos dois animais no cio. Eu xingava ela: "Olha, puta, como você tá. Olha no espelho como alguém da idade do teu irmão tá te fodendo. E ainda por cima o melhor amigo dele. Agora você é minha mulher." Dava pra ver o suor e os fluidos dos dois misturados na sala. O cheiro era incrível. Depois de uma hora e meia, gozei dentro dela, soltando jorros de porra.
Depois disso, continuamos transando a noite toda. Coloquei ela em todas as posições possíveis. Ela foi embora na manhã seguinte. Mas meu plano tava só começando.
CONTINUA...
A outra era a Naomi, de 21 anos, cabelo preto, ela mais dedicada aos estudos, era líder de turma e, obviamente, popular pra caralho.
Meu amigo ou suposto amigo era aquele típico que tirava notas medianas, e acho que era compreensível, porque uma coisa que não contei é que os pais dele tinham falecido e ele só tinha as irmãs. Eles se mantinham graças à família e a um dinheiro que os pais deixaram, que as irmãs administravam. Um dia, jogando videogame na casa do meu amigo, a Karen estava fazendo as tarefas domésticas. Eu disse pro meu amigo: — Ei, amigo, onde posso ir no seu banheiro?
— Claro, você já sabe onde é.
— Valeu.
No caminho de volta do banheiro, encontrei a Karen, que me agradeceu por ser amigo do irmão dela, praticamente o único. Eu disse que não era nada, que ele também era gente boa, e aí convidei ela pra minha casa, com a desculpa de que tinha algo pra contar sobre o irmão dela. Quando voltei, tudo seguiu normal e mais tarde fui embora.
No dia seguinte, já estava esperando a Karen na casa dos meus avós — e olha que dizer isso é foda, porque eles quase nunca usam a casa, além de estarem viajando. Já era meio-dia quando a Karen chegou.
— Oi, Karen, que bom que você veio.
— É, fiquei preocupada quando você disse que queria me contar algo sobre meu irmão.
— Sim, mas por que você não entra?
— Obrigada.
Nós dois entramos na sala e sentamos. Comecei a enrolar sobre o que queria dizer, mas sentei bem do lado dela, passando minha mão de vez em quando pela coxa dela e me arriscando a ir mais longe. Quando ela virou pra me falar algo, fiz minha jogada e dei um beijo de língua — na minha mente, era tudo ou nada.
Dei o beijo de língua e rapidamente meti a mão por baixo da saia dela, indo direto pra buceta dela, e comecei a masturbá-la enquanto continuava beijando. Quando terminamos de nos beijar, um fio de saliva ainda ligava nossas bocas, mas também era óbvio que a Karen já estava toda molhadinha e a calcinha dela já estava encharcada. Ela se afastou rápido:
— Mas o que você está fazendo?
— Não me diga que você não gostou. Mesmo que você diga que não... Gostei do teu corpo, mas ele diz outra coisa
Karen: Isso não é verdade
Eu: Só tô falando o que o teu corpo grita
Naquele momento, peguei ela pela cintura de novo. Mesmo sendo mais velha, ela continuava sendo mulher — e além disso, nunca tinha tido namorado.
Eu: Vamos, Karen. Além do mais, o que ia acontecer se eu deixasse de ser amigo do teu irmão? Ele ia ficar deprimido, né? Vamos, assim você ajuda ele e a gente se diverte.
Não deixei ela responder. Beijei ela de novo e comecei a passar a mão. Levei a mão dela pro meu volume e abaixei minha calça, deixando meu pau de uns 18 centímetros exposto. Fiz ela começar a me masturbar. Depois de um tempo, quando ela já tava mais quente, virei ela e fiz ela me chupar gostoso. Enfiei meu pau na boca dela, segurei a cabeça dela e empurrei contra mim. Depois de uns 20 minutos, de tanto prazer, ela começou a gemer antes de eu gozar jorrando na boca dela. Era quente e viscoso. Meu leite espirrou tudo na boca dela, e quando terminei, fios de porra e saliva ligavam meu pau ao rosto dela.
Ainda excitado, coloquei ela de quatro na frente de um espelho que tinha e falei: "Quero que você veja como um cara mais novo que você vai te comer e te transformar em mulher." Enfiei meu pau devagar, depois de tirar a saia dela e afastar a calcinha já molhada. Rompi o hímem dela e comecei a meter forte. Éramos dois animais no cio. Eu xingava ela: "Olha, puta, como você tá. Olha no espelho como alguém da idade do teu irmão tá te fodendo. E ainda por cima o melhor amigo dele. Agora você é minha mulher." Dava pra ver o suor e os fluidos dos dois misturados na sala. O cheiro era incrível. Depois de uma hora e meia, gozei dentro dela, soltando jorros de porra.
Depois disso, continuamos transando a noite toda. Coloquei ela em todas as posições possíveis. Ela foi embora na manhã seguinte. Mas meu plano tava só começando.
CONTINUA...
2 comentários - As amigas gostosas do meu amigo