24📑La Sobrina Infiel

Luciano morava com sua parceira, Verônica, uma mulher madura, sensual, de personalidade forte e corpo generoso. Eles levavam uma vida tranquila, embora a relação sexual deles fosse explosiva – os encontros eram intensos, sujos e cheios de fantasias realizadas. Há alguns meses, eles tinham recebido no quarto dos fundos a Júlia, sobrinha de Verônica, uma jovem universitária de 23 anos. Estudante de arte, quieta, de curvas suaves e olhos que o observavam em silêncio. Ela sempre o cumprimentava com um sorriso tímido e mordia o lábio quando ele passava de toalha e o volume aparecia.24📑La Sobrina InfielLuciano começou a reparar mais nela. Julieta olhava de canto, ficava ouvindo quando ele e Verônica transavam. Uma noite, em especial, ela estava mais excitada que o normal.

— Quero que você me coma contra a parede — disse Verônica, mal fecharam a porta do quarto.

— Assim, sem preâmbulos? — respondeu ele, com um sorriso.

— Quero que me deixe tremendo.

Luciano a despiu rápido. Verônica era pura carne gostosa: peitões generosos, quadril largo, boca faminta. Empurrou ela contra a parede, levantou uma perna e meteu de uma vez. Ela gemeu alto, se agarrando no pescoço dele, enquanto ele enfiava na buceta dela sem piedade.

Não sabiam que a porta não tinha fechado direito.

E do outro lado, em silêncio, Julieta observava. Descalça, de lingerie, com uma mão dentro da calcinha, os olhos cravados no vai e vem furioso da pica do Luciano. Verônica gemia igual uma mulher possuída, e Julieta sentia o calor entre as pernas queimando ela viva.

Luciano levantou Verônica, levou pra cama e colocou de quatro. Abriu as nádegas dela e meteu de novo, com força, no ritmo. As estocadas eram violentas, os gemidos sujos, o som do sexo enchia o quarto.

Julieta não aguentava mais. Se masturbava sem vergonha, ofegando em silêncio, vendo ele pegar a parceira como um macho dominante. O dedo dela ia e vinha no clitóris no ritmo das estocadas. Até que não conseguiu se segurar.

— Mmmh… ahhh! — escapou um gemido da boca dela.

Luciano parou por um instante.

Verônica, entre ofegos, virou a cabeça e viu a porta aberta.

— O que foi isso…?

Ele viu ela, mas não disse nada. Julieta saiu como deu.

Ele não falou nada, enquanto continuava bombando e gozava nas nádegas dela.

No dia seguinte, quando chegou do treino, encontrou ela na sala, sozinha. Roupa confortável, mas sem sutiã.

— Oi, Luciano… podemos conversar? — disse ela, olhando fixo pra ele.

— Claro.

Ela se aproximou, sem rodeios.

— Eu sei o que você faz com minha tia Verônica… eu escuto. Fico louca. Louca. E… quero a mesma coisa. Ele ficou paralisado. Ela se aproximou mais, baixou o olhar pra entrepierna dele, que já começava a reagir. —Quero sentir o que você dá pra ela. Quero provar você. Mesmo que seja uma vez. Luciano hesitou… mas o pau dele já tava respondendo por ele. Julieta se ajoelhou devagar, puxou a calça dele pra baixo e deixou tudo à mostra: duro, grande, pulsando. —Sabia que você era especial — sussurrou antes de lamber a ponta com suavidade. Ela chupou devagar, com dedicação, como se estivesse adorando. Luciano ofegava, olhando pra ela com tesão. Ela se despiu sem parar de chupar, ficando completamente exposta: pele lisinha, peitos pequenos, bicos duros de excitação. —Me come, por favor — pediu, abrindo as pernas no sofá.vadiaLuciano se inclinou, beijou ela com força, acariciou a buceta dela, molhada e ansiosa. Apontou o pau dele e penetrou de uma vez, fazendo Julieta soltar um gemido alto, quase um grito. —Isso… assim! —ela gritava, se movendo no ritmo das estocadas. Ele pegou ela com força, contra o encosto, bombando na buceta dela, depois colocou ela de quatro, abrindo as nádegas enquanto comia ela sem parar. O som dos corpos batendo enchia a sala, junto com os gemidos sem vergonha. Ela gozou primeiro, com um gritinho suave e um tremor que sacudiu o corpo inteiro. Ele gozou segundos depois, derramando nas costas dela enquanto ofegavam juntos. Julieta se deitou no sofá, sorrindo. —Quando minha tia Verônica não estiver… quero que você me use. Sem culpa. Era sexta-feira ao meio-dia e Verônica tinha saído pra fazer as unhas e almoçar com umas amigas. Avisou Luciano que não voltava até as cinco. Assim que desligou o telefone, Luciano sorriu. Sabia que Julieta ainda estava em casa, e a ideia de ver ela deixou ele duro na hora. Ele desceu de toalha, sem pressa, na maior cara de pau. Bateu na porta do fundo. —Tá sozinha? —perguntou com um tom inocente. Julieta abriu de shortinho solto e sem sutiã. Os bicos dos peitos marcavam descaradamente debaixo da camiseta. Olhou ele de cima a baixo, reparando na ereção escondida só pela toalha. —Você também? Ele entrou. Trancou a porta e encurralou ela contra a parede, beijando com força. Julieta puxou a toalha dele e se deparou com aquele pau grande, grosso, duro, pulsando, que tinha feito ela tremer tanto dias atrás. —Tava precisando —disse ela—. Desde daquela vez, não penso em outra coisa. —Então abre as pernas. Ele carregou ela no colo, apoiou na bancada da cozinha e arrancou o short. Ela não tava usando nada por baixo. Julieta estava encharcada.quentesLuciano lambeu fundo, sem pausa, sem ternura. A língua entrava entre as dobras com força, chupava o clitóris enquanto enfiava dois dedos bem molhados.
—Isso… assim! Não para! —gemeu Julieta, se agarrando nos ombros dele.
Em segundos, gozou gemendo, tremendo, com as coxas apertando a cabeça dele. Ele se levantou, olhou nos olhos dela e meteu na buceta com força, de uma só vez.
—Meu Deus! É tão gostosa…! —gemeu ela, se abrindo ao máximo pra receber tudo.
Luciano comia ela com raiva contida. O corpo dele se chocava contra o dela sem parar. Julieta se tocava nos peitos, mordia os lábios, olhava pra ele como uma ninfomaníaca carente. Ele colocou ela de quatro no sofá e abriu a bunda dela com as mãos enquanto continuava empurrando sem piedade.
—Você vai me quebrar! —gritou ela, entre prazer e loucura.comendo—É isso que você quer, né? Ser minha putinha quando sua tia não está…
—Sim! Sou sua! Me usa! Me come do jeito que quiser!

Ele levantou ela de novo, segurou ela de pé, contra a parede. Ela envolveu ele com as pernas e beijou ele de língua, enquanto ele comia devagar mas fundo, enfiando a pica na buceta dela até o talo.

—Goza dentro, por favor —implorou ela, já quase gozando de novo.

Luciano segurou ela firme, acelerou nos últimos segundos, e gozou com força, enchendo ela, rugindo entre os gemidos misturados.

Ficaram assim, abraçados, suados, com as pernas tremendo.

—Volta quando quiser —sussurrou Julieta, ainda com o gozo dele escorrendo entre as pernas dela—. Esse quarto é todo seu.

Os dias seguintes ao encontro clandestino entre Luciano e Julieta foram puro fogo. Toda vez que Verônica saía, ela se enfiava na cama dele, ou chamava ele pro quarto dos fundos. Sexo sem freio, quente, proibido.

Mas o proibido não dura pra sempre.vadiaNaquela tarde de sábado, Verônica voltou pra casa mais cedo do que o previsto. Tinha esquecido o celular. Entrou em silêncio, sem avisar, e foi direto pro quarto, onde suspeitava que Luciano tirava uma soneca. Mas o som de gemidos abafados a fez parar. O rangido da cama, a respiração ofegante de uma mulher. Reconheceu aquela voz. Não era a dela. Abriu a porta de uma vez. E lá estavam eles. Luciano, completamente pelado, em cima da Julieta, metendo com força na buceta dela. O corpo jovem da sobrinha se arqueava debaixo dele, as unhas dela marcavam as costas do amante. Os dois ficaram paralisados.

— Que. Porra. É. Essa? — disse Verônica, tremendo de raiva, segurando as lágrimas.

— Verônica… — tentou gaguejar Luciano, mas ela já tinha virado as costas.

Julieta se cobriu, tentando falar.

— Eu… não foi planejado, foi…

— Cala a boca, garota! — gritou ela do corredor. — Vocês dois vão embora da minha casa hoje mesmo!

Luciano tentou alcançá-la, mas ela o empurrou com força.

— Confiava em você, filho da puta! E você, gostosa, morava de graça aqui, comia da minha geladeira… e dava pro meu homem enquanto eu trabalhava!

Julieta, com lágrimas nos olhos, tentou se vestir rápido. Luciano não disse nada. Sabia que não tinha desculpa.

Naquela noite, dormiram num motel de beira de estrada, em quartos separados. A foda mais gostosa da vida dele… tinha acabado de destruir o lar dele.

No domingo de manhã, Verônica estava na cozinha, sozinha, ainda furiosa, mas com aquela calma perigosa que precede os atos mais calculados. Tinha o celular na mão, uma xícara de café e uma única coisa na cabeça: fechar esse capítulo com fogo.

Ela discou o número.

— Alô, Patrícia? Desculpa te ligar assim, mas… você precisa saber uma coisa sobre sua filha.

Houve um silêncio constrangedor.

— Aconteceu alguma coisa? Ela tá bem?

Verônica suspirou.

— A Julieta tá bem. Fisicamente. Mas eu expulsei ela da minha casa ontem… porque peguei ela transando com meu parceiro. Na minha cama.

Patrícia ficou muda. Depois respondeu num sussurro. sorvete.
—O que você tá dizendo?
—Isso mesmo. Eu sustentava ela, dava comida, teto, roupa limpa… e ela me pagou esquentando o pau do cara com quem eu vivo. Não foi uma vez, Patricia. Várias. Era óbvio que ela vinha nos ouvindo transar. E depois… dava pra ele como uma profissional.
Patricia engoliu seco, humilhada.
—Não acredito…
—Pois acredita. E te sugiro ficar de olho. Porque a menina não é tão inocente quanto parece. É uma puta disfarçada que adora seduzir homem mais velho. E se eu não te avisar, da próxima ela entra na sua casa com seu marido.
O silêncio do outro lado foi puro veneno.
Verônica desligou com um sorriso. Não precisava gritar nem chorar. Sua vingança era elegante: fazer Julieta sentir a vergonha não só de ser descoberta… mas exposta pra própria mãe.
Horas depois, o celular de Luciano vibrou.
Era Julieta.
“Minha mãe me expulsou. Me xingou de tudo. Não tenho onde dormir.”
E depois, mais uma mensagem:
“Mas não tô nem aí. Se você me quiser, a gente pode se ver. Posso continuar sendo sua.”incestoContinua....????

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