Dominando a Melissa (real) - A noite com as amigas

Depois daquela noite na caminhonete, algo mudou. Não foi sutil. Foi como se uma porta que nós dois sabíamos que existia, mas que ninguém tinha tido coragem de tocar antes, tivesse se aberto. A forma como ela me olhava, como me escrevia, como se comportava… tudo tinha outro peso. Outra carga. Mais entrega, mais confiança. Mais desejo também, mas daquele que não é só físico, é mental. Como se ela tivesse desbloqueado algo que guardava havia anos. Um dia ela confessou, sem rodeios: —Durante meu casamento, eu li os livros deCinquenta tonsE ela sonhava que ele fizesse pelo menos uma dessas coisas. Nunca aconteceu nada.
Ela falou com uma mistura de raiva antiga e alívio por estar dizendo aquilo em voz alta. E eu entendi que o meu caso não era só uma novidade para ela. Era uma espécie de revanche contra todos aqueles anos de desejo reprimido.
Ela também me falou de um filme que gostava:365 DiasEu não tinha visto ela, então eu a vi.
Depois ela me disse, sem rodeios:
—A cena que mais gosto é quando ele amarra ela na cama e faz sexo com outra mulher na frente dela.
Ela me disse isso me encarando. Desafiando. Me testando.
Eu me aproximei devagar, acariciei seu pescoço e sussurrei:
—Um dia eu vou fazer isso com você.
Não sei se ela acreditou na hora, mas o que essa frase gerou nela deu pra notar na respiração. No olhar. Ela ficou muda de novo. E essa era a forma dela de dizer "sim".
Começamos a explorar outra dinâmica. Mais marcada. Mais clara. Já não era só uma brincadeira. Era uma entrega de papéis. E mesmo que às vezes ela disfarçasse com humor ou provocações, eu sabia que ela precisava disso. Que finalmente estava realizando coisas que tinha imaginado sozinha, em silêncio, durante anos.
Para ajudá-la a entender o que sentia —ou a dar um nome, pelo menos— recomendei um filme:A SecretáriaFalei pra ela olhar só pra mim, sem pressa. Que depois a gente conversava. À noite ela me mandou uma mensagem: —Agora eu entendo muita coisa. Eu estava com sede de mais. Não era só desejo. Era uma necessidade mais profunda. Eu queria um dia inteiro. Um espaço sem relógios, sem pressa, sem interrupções. Um lugar onde eu pudesse desdobrar tudo que tinha na cabeça, sem atalhos. Começamos a conversar sobre como tornar isso real. Casas estavam descartadas, então comecei a procurar hotéis. Vi várias opções, mas não servia qualquer coisa. Precisava de algo que fosse cenário, não só refúgio. Um banheiro amplo com jacuzzi, uma cama grande com cabeceira firme —caso eu quisesse usar as algemas—, uma poltrona separada, uma mesinha de centro onde eu pudesse improvisar. Não era capricho. Era preparação. Ela, claro, tentou adivinhar. Sempre com aquela mistura de ansiedade e fantasia que era típica dela. Queria saber. Imaginava. Mas dessa vez fui eu quem escolhi o que revelar. Disse que antes de ir ao hotel, a gente passaria numa sex shop. Que iríamos entrar os dois e, em silêncio, cada um escolheria um artigo. Sem comentários, sem consultar. Só escolha. Também avisei —porque a essa altura já chamávamos assim— que asessãoia ser longa. Que ela viesse preparada. Que não era só mais um encontro.
Desde aquele momento, começamos a viver na expectativa.
Nos escrevíamos todos os dias. Ela me mandava mensagens do trabalho, da cozinha, enquanto ajudava os filhos com a lição. Eu respondia marcando o tom, controlando o ritmo. À noite, às vezes, ela me ligava com aquela voz entre sussurro e súplica. Nem sempre precisávamos fazer algo. Às vezes ela só queria que eu a guiasse, que dissesse coisas. E eu a levava, com palavras, até o limite.
Ela confessou que sonhava com o que poderia acontecer no hotel. Que acordava às três da manhã, agitada, atravessada por cenas que não conseguia tirar da cabeça. Que havia noites em que não aguentava e se masturbava em silêncio, com o corpo ardendo e minha voz ecoando na memória.
E eu, enquanto isso, continuava planejando.
Porque o que estava por vir não era improvisação. Era o começo de algo mais sério. Mais profundo. Mais intenso.
E ela… já estava completamente dentro.
Era sexta-feira e havíamos combinado de ficar um tempinho juntos, mesmo que virtual. Um encontro por ligação, por voz, por aquele canal que havíamos aprendido a usar para nos incendiar à distância. Mas naquela sexta ela demorou. Muito.
Responsabilidades de mãe. Coisas que acontecem. Eu entendia. Mas eu havia prometido que, se ela não cumprisse, haveria castigo.
E cumpri.
Entre os brinquedos dela havia um plug anal. Ela tinha me mostrado uma noite, meio brincando, esperando minha reação. Eu não disse nada na hora. Só registrei. Guardei mentalmente.
Então o castigo foi simples: ela não poderia tirar do cu durante um dia inteiro. Desde que acordasse no sábado até terminar o jantar com as amigas. Todas as tarefas do dia, todas, deveriam ser feitas com aquilo dentro, e eu disse que a qualquer momento poderia mandar mensagem pedindo provas, e que nem pensasse em desobedecer.
Ela não discutiu. Disse que sim, que faria. Como se já tivesse entendido que não se tratava só de obedecer, mas de se entregar a uma experiência que ia muito além do corpo.
No sábado ela me escreveu cedo. Contou que tinha uma sessão de massagem de manhã. “Vai ser desconfortável”, ela avisou. E eu respondi apenas com um “melhor assim”. Durante toda a sessão, ela manteve a cabeça no plug inserido no cu enquanto a massagista a percorria, e confessou que ficou excitada cada vez que tocavam nos seus peitos.
Mas a parte mais complicada vinha depois: o jantar com as amigas. Um grupo de mulheres que a conheciam bem, que a faziam rir, que perguntavam de tudo. E ela estaria lá, sentada, tomando vinho, sorrindo, mas com o corpo todo ligado por dentro. Comigo na cabeça. Com minha ordem presente.
E isso, para mim, era parte do plano. Que ela não conseguisse me desligar nem se quisesse.
— Qual parte do seu corpo você acha que vai sofrer mais no hotel?
— Minha bunda — respondeu sem hesitar.
— Estou treinando ela agora e parece que está indo bem.
— Estou tentando.
— Tenho confiança de que você tem uma bunda bem treinada, já testei com um dos meus dedos.
— Acho que sim.
— Esta noite você vai pensar que é meu pau que está na sua bunda e vai lembrar que tem isso aí porque eu mandei. Vai ter momentos em que suas amigas falarem de qualquer assunto e você só vai pensar em como sua bunda está doendo.
— Eu sei — disse com uma mistura de sofrimento e tesão.
— E quero que saiba que a qualquer momento posso pedir para você ir ao banheiro e se masturbar.
Toda essa conversa a deixou louca. Ela estava muito animada para ir ao jantar e, em parte, era porque se sentia comigo presente o tempo todo. Sob o controle do que ela fazia.
— Já cheguei na casa da minha amiga.
— Ok. Entra e cumprimenta. Depois vai me escrever e me contar com detalhes quem está aí. Quero saber o cenário, incluindo suas opiniões.
Passaram uns 15 ou 20 minutos, e chegaram suas mensagens com o contexto.
— Estáa "FarmacêuticaEla mora sozinha. Ficou cinco anos com um cara que era separado, mas ainda via a esposa. Compraram uma casa juntos, iam tentar ter um filho… mas o cara voltou com a mulher, por causa dos filhos. Mesmo assim ele ainda come ela, mas não têm mais “nada sério”. Ela está destruída, mas diz que já superou. —E também tema "Dona de CasaEla tem grana, mas o marido sofre de depressão, não transam, e ela trai de vez em quando. Odeia fazer sexo oral, diz que não é a "praia" dela.

Li tudo aquilo e sorri.

Não por tirar sarro das histórias delas — cada uma tinha seu próprio drama — mas porque eu gostava de saber que ela estava ali, com seu vestido justo, sentada numa mesa com duas mulheres que falavam de frustração, de resignação, de homens que não sabiam o que fazer com elas… enquanto ela, em silêncio, se sentia completamente diferente.

Ela tinha um segredo. E aquele segredo era meu.

Eu não precisava estar naquela casa para estar presente. Estava em cada cruzar de pernas, em cada taça de vinho que a fazia lembrar que por dentro ela carregava uma ordem. Estava em cada olhar desviado, em cada pausa que ela fazia para disfarçar a excitação.

E eu sabia que quando ela voltasse para casa, ia precisar me contar tudo. Porque a essa altura, ela já não conseguia separar o que vivia do que sentia por estar sob meu controle.

— Ok. Você vai tomar vodka até as 9 e aí muda para vinho. Não pode falar nada sobre seu plug até que eu diga.

— Ok.

Eu, naquela noite, estava com meu filho vendo um filme, mas minha atenção estava no telefone. Só queria que ele dormisse para poder me dedicar inteiramente ao controle remoto.

Passaram vários minutos e decidi perguntar:

— Do que estão falando? Quero saber os assuntos.

— Sexo, homens, traições… o normal.

— Mas o que de sexo? Mais detalhes.

— A Dona de Casa tem um novo amante, está falando de brinquedos e de como fazem para não serem pegos. A Farmacêutica está há 2 meses sem dar.

Passaram-se as 9 e ordenei que ela mudasse para vinho. Chegou uma foto com uma mensagem:

— Meu novo brinquedo.

Era daquelas tiras de couro com 4 amarras, uma ao lado da outra, para prender pulsos e tornozelos. Uma das amigas dela estava mostrando, aparecia na foto. Era uma mulher um pouco cheinha, cabelo curto e castanho. Estava com roupa larga, então não dava para ver muito mais. Estava com o brinquedo posto como se fosse para ser enfiada. atrás. — É seu ou dela? — Ela me deu de presente. — Então é nosso agora. — Sim, claro! Eu adorei e ela também me deu um chicote. Isso me surpreendeu e me interessou. Basicamente, estava me poupando uma compra. Depois ela continuou: — Estou falando de você. — O que você está dizendo? — Como começamos, o que queremos fazer. O hotel. Estou recebendo recomendações para a sex shop. — Ah, legal! — Estou contando a história do carro. — Qual é a reação? Acham que você é louca ou te invejam? — Elas sabem que eu sou selvagem e que tenho histórias. — Descreva elas fisicamente. — A Farmacêutica é mais baixinha, peitos pequenos, tem tatuagens. Um pouco gordinha e rosto bonito. A Dona de Casa é alta, peitões. Corpo bonito, não tem muita bunda mas tem uns lábios bonitos. Loira. — Lábios bonitos e não gosta de chupar pau. Que desperdício. — hahaha você é mau. Passaram alguns minutos e eu estava ficando entediado, então decidi acelerar as coisas: — Como está minha (sua) bunda? — Dói um pouco. Tenho que me ajustar para não pressionar. — Agora quero que você vá ao banheiro, se grave se masturbando e me envie o vídeo. — Sim, claro. Passaram mais alguns minutos e então recebi o vídeo. Era um close da sua buceta com os dedos se movendo de um lado para o outro e de repente parando e inserindo um dedo com menos ritmo. 30 ou 40 segundos de vídeo e ela voltou para a sala com as amigas. Continuaram falando de sexo, na conversa, falando sobre o que havíamos feito, que ela foi se masturbar no banheiro e que estava com o plug no outro. Melissa estava muito excitada. — Já falamos da fantasia de me ver transando com outra mulher. Qual dessas duas você escolheria? — A Dona de Casa — respondeu bem rápido. — Por quê? — Acho que seria um desafio e a atitude dela precisa de alguém que acabe com ela. Ficavam períodos sem mensagens porque obviamente ela estava conversando com as amigas e de repente me mandava diferentes mensagens: — Todas nós queremos ser estupradas. — Interessante. Me manda a localização então. Depois, não respondi por um tempo
— A Farmacêutica quer ter um Dom, mas ela também tem um lado Dom. Ela gosta de ser amordaçada.
— Você acha que elas curtiriam o tipo de jogo que eu faço?
— Elas te desejam
Naquele momento eu já estava de pau duro. Mas também sabia, concretamente, que não podia rolar nada. Não podia deixar meu filho, então sair estava fora de questão.
— Explica mais o que significa elas me desejarem
— Elas gostam de como você domina, como planeja
— Então não é a mim que desejam, mas sim o que você transmite sobre mim, o que é ainda melhor. Conta pra elas a ideia de eu ir aí pra saber o que acham
Melissa levou a sério, embora eu e ela soubéssemos que estava fora de cogitação
— A Farmacêutica adorou sua iniciativa e topa. A Dona de Casa está mais relutante e disse que já propuseram isso pra ela e ela nunca aceitou.
Passou meia hora sem ela me escrever e eu já estava entediado e cansado. Aí ela escreveu:
— Perdão! A Dona de Casa foi embora, estou tomando um drink com a Farmacêutica. Ela tá empolgada com suas ideias, quer um ménage, não para de dar em cima
— Ah, interessante. Conta mais — falei eu, ansioso pra matar meu tédio
Ela não respondeu por 20, 30 minutos, e depois de uma hora decidi ir dormir. Derrotado por ser ignorado pela minha Sub.
Acordei na manhã seguinte e tinha uma mensagem de 5 minutos da Melissa! Transcrevo o que ela contou
— São 2:57 da manhã e estou saindo da casa da minha amiga. Como te falei, a Dona de Casa foi embora e nós ficamos conversando e tomamos uns shots.
Ela relatava tudo com uma voz de incredulidade. Com uma ansiedade pelo que estava prestes a contar.
— Aí ela me acompanha até a porta pra me ajudar com os presentes e na hora de se despedir… ela me deu um beijo!! Um beijo! mas intenso!
— Eu não reagi totalmente, mas não me neguei e fiquei rindo. Aí ela deu um passo pra trás dizendo “Não, perdão, perdão” e dois segundos depois me jogou contra a porta e me beijou com muita força. Eu joguei tudo que tinha na mão e agarrei o cabelo dela! Tô contando e não acredito!! Continuei contando enquanto dirigia. Totalmente excitada.
— As mãos dela levantaram meu vestido e apertaram minha bunda. Ela me levou pela mão até o quarto e me jogou na cama. Me beijou com delicadeza, mas com as mãos me dominava e tocava com autoridade.
— Beijou desde minha boca e foi descendo até chegar a chupar minha buceta. Meu Deus! Eu não estava tão bêbada e de repente me vi curtindo uma chupada da minha amiga!
— Eu não sabia muito bem como agir e tentei me mover para fazermos um 69. Consegui e cheguei até a vulva dela! Nunca tinha feito isso na vida!
— Ela se recusou a deixar eu chupar ou tocar nela! Disse que gostava de "dar" e não me permitia. Ela me dominou também!
— Pegou um dildo e me comeu com uma maestria incrível, ainda por cima empurrava o plug anal! Boca, dedos e dildo me fizeram gozar. Molhei a cama toda, acredita?
— Ai, Fernando! Tudo isso é por sua causa! Isso eu realmente não esperava, estou voltando como uma garota de 20 anos às 3 da manhã depois de uma noite de experimentação lésbica!
Minha única reação à mensagem de voz dela foi:
— Uau! Temos assunto para conversar hoje.

3 comentários - Dominando a Melissa (real) - A noite com as amigas

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tremenda historia loco, me engaché como con la del trebol ja.

por cierto... no hubo más nada con Sole y Pily?
Que bien loco! Si tengo pendiente contar el final. Me dejé estar allá por la pandemia y luego vino casario y todo eso. Termino está t vuelvo a ese final. Ya no nos vemos con las chicas desde que me fui pero seguimos en contacto
fue tremenda historia ja, la cheta y la rocha jaja, que lastima no siguio eso, pero como dicen por ahi todo lo bueno dura poco.