Depois de muitos meses, finalmente conseguimos nos encontrar com a minha amante. Embora a gente se veja sempre, já que moramos no mesmo bairro e estamos em contato por telefone, a gente tava com uma vontade do caralho uma do outro. Como eu trabalho meio período, tenho as tardes livres, então na maioria das vezes eu vazo de casa. Fui no Carrefour e encontrei ela lá. Troquei um abraço de amigos e ela falou: "larga tudo e vamos pra casa, não tem ninguém". As poucas quadras que separam a gente a gente fez em 1 minuto. Foi só fechar a porta e ver uma leoa no cio pulando em cima de mim. "Senti sua falta", ela dizia enquanto me beijava. "Te desejo, filho da puta, que tesão que você me dá" e não sei mais o quê. Deixei ela sentada numa cadeira enquanto tirava a blusa dela pra começar a chupar os peitos, enquanto ela abaixava a calça e eu via uma calcinha fio dental preta de algodão. Não perdi um segundo, puxei a calça, me ajoelhei e mergulhei naquela buceta carnuda. Em menos de um minuto ela já tinha gozado, mas longe de se acalmar. Eu tava com a calça na altura do joelho, ela se levantou, me fez sentar, montou em cima de mim e de uma vez enfiou tudo pra dentro. Me abraçou e me beijou com movimentos curtinhos de quadril, e na hora veio outro orgasmo. Ela bufava, se jogava pra trás, sussurrava, mas não consegui ouvir tudo que ela dizia, mas tenho certeza que falou algo de "cuck"! Num momento, o telefone dela tocou e trouxe ela de volta à realidade. Ela pegou, olhou e atendeu. Eu fiquei atrás dela e abri a raba dela pra chupar inteira. Ela deixava enquanto tentava manter uma conversa normal. Enfiei dois dedos na buceta dela e passei a língua naquele cuzão gostoso. E, como não podia faltar, me levantei e encostei a pica no asterisco dela. Ela virou a cabeça como quem diz NÃO! Tarde demais, já tinha metido. Nem ideia com quem ela tava falando, mas mantendo a compostura, ela disse que ligava mais tarde. Aí ela falou: "Filho da puta, você vai me fazer passar vergonha". Não é meu problema. Vagabunda! Agora vai me dizer que não gosta de levar no cool, se pro seu marido você nega! Foi só falar isso e ela começou a rebolar como uma gostosa do caralho enquanto se masturbava, eu tava no limite até que não aguentei e joguei toda a porra no cool dela, ela pede pra eu continuar um pouco mais que já ia gozar, ela goza e aí a gente se acalmou um pouco.
Entramos no banheiro, dou um tapa bem forte na bunda dela e aí percebi que tinha me metido até o pescoço! Ela ficou dura, entre medo e tesão, nós dois nos olhamos ao mesmo tempo e pá, soltei outro igual ou mais forte! Chega, que meu marido vai me ver! Não me importa, você é minha, ali mesmo encostei ela na parede e comecei a comer ela de novo de costas, que é o que ela adora, tirava a buceta e usava a palavra: buceta fervendo, ela dizia se você não me der a porra não tira, ouviu, filha da puta! Puxava o cabelo dela, apertava os peitos e aí deixei o segundo gozo, agora sim, estamos satisfeitos.
A gente se lavou e subiu no carro pra voltar pro Carrefour, deixamos o carro e quando a gente tava entrando, um terceiro tapa na bunda que soou bem forte e falo no ouvido dela: continua negando essa bunda que é só minha!
Entramos no banheiro, dou um tapa bem forte na bunda dela e aí percebi que tinha me metido até o pescoço! Ela ficou dura, entre medo e tesão, nós dois nos olhamos ao mesmo tempo e pá, soltei outro igual ou mais forte! Chega, que meu marido vai me ver! Não me importa, você é minha, ali mesmo encostei ela na parede e comecei a comer ela de novo de costas, que é o que ela adora, tirava a buceta e usava a palavra: buceta fervendo, ela dizia se você não me der a porra não tira, ouviu, filha da puta! Puxava o cabelo dela, apertava os peitos e aí deixei o segundo gozo, agora sim, estamos satisfeitos.
A gente se lavou e subiu no carro pra voltar pro Carrefour, deixamos o carro e quando a gente tava entrando, um terceiro tapa na bunda que soou bem forte e falo no ouvido dela: continua negando essa bunda que é só minha!
2 comentários - Encontro casual com minha amante virou foda