Não tinha nem uma hora de trampo quando chega um WhatsApp da Dayana. Dayana: amor, veio o vizinho do 6C, o moreno, veio me ver. Não sabia que era ele, abri a porta e ele entrou em casa, mas isso não é tudo. Veio com um amigo que também costumava me comer. Mas fica tranquilo, vou botar eles pra fora agora. Passaram umas horas e não teve mais resposta da Dayana até as 11 da manhã, quando ela me escreveu.
Dayana: amor, vou na quitanda do gordo, quer que eu compre alguma coisa especial?
Eu: não, amor, valeu
Passa mais ou menos uma hora e ela me escreve de novo
Dayana: amor, acabei de sair da quitanda e encontrei um velho amigo com quem eu costumava transar pra caralho. Ele me chamou pra conversar num lugar mais privado, porque agora ele é casado e a esposa é meio tóxica, se vê ele com uma mina, mata. Então, tô indo pra um motel, te escrevo quando chegar em casa, te amo
Fiquei super excitado, passaram 4 horas e ela me escreve
Dayana: oi, amor, acabei de chegar, e bem na hora que entrei em casa bateram na porta, eram seus amigos Arman e Hugo. Tô aqui com eles, amor
Caralho, se já não bastasse, 6 homens com certeza comeram minha namorada hoje, puta vagabunda
Ela era minha namorada, mas longe de ficar puto, eu tava muito excitado. Quando li aquela mensagem, eu tava saindo do trabalho. Naquele dia, todo mundo saiu mais cedo porque à noite tinha uma festa da empresa, e eu tinha esquecido completamente, com toda essa tara pela Dayana, não pensava em mais nada. Fui rápido pra casa pra ver se meus amigos ainda estavam lá. Ia demorar uns 40 minutos pra chegar. Quando cheguei e parei na porta, comecei a ouvir os gemidos horríveis da minha namorada. Abri a porta bem devagar, sem fazer barulho. Assim que entrei, ouvi os gemidos ainda mais altos e as palmadas. Segui os gemidos que vinham do quarto principal. Espiei pelo corredor e vi que a porta estava entreaberta. Olhei com cuidado e fiquei em choque, o que vi me deixou paralisado. Por pouco não gozei ali mesmo, parado. Vi o Arman pelado deitado de barriga pra cima, a Dayana pelada em cima dele com o pau dele no cu dela, e o Hugo pelado em cima da Dayana com o pau dele também no cu dela!
Tavam fazendo dupla penetração anal nela e o melhor de tudo é que tavam de costas pra porta, dava pra ver as duas picas enormes entrando no cu da minha mina, eles não podiam me ver mas eu via tudo, resolvi tirar umas fotos e gravar, ficaram nessa por um bom tempo, quando vi que mudaram de posição eu saí devagar e fui embora pra depois chegar no horário de sempre, fui pra um parque esperar umas horas, quando a Dayana me manda Dayana: amor cê vem? Seus amigos já foram Eu: sim amor já to chegando, to em 10 Ela não respondeu, imagino que tava limpando tudo rápido, cheguei em casa e tava tudo muito arrumado, a Dayana me recebe de fio dental com um croptop que tava muito gostosa, me cumprimenta com um beijo, e aí eu falo
Eu: falando nisso, amor, hoje esqueci que tinha uma festa da empresa, começa daqui a algumas horas
Dayana: ah que bom, assim a gente relaxa, amor, vou me arrumar
Eu: sim, mas antes, quero ver essa boquinha me dar amor, você tá muito gostosa
Dayana: ih, chegou com vontade meu marido lindo
Eu: só de pensar nessa rabuda, meu amor, haha
Dayana: então vem, e deixa eu te mimar
Ela me levou pro sofá, me despiu e me sentei, ela tirou o croptop ficando com os peitos de fora e de fio dental, pegou na minha pika que já tava meia dura, e começou a bater uma punheta devagar enquanto beijava a cabeça da minha pika, e depois começou a chupar devagar, caralho que gostoso, tava com muita vontade de um boquete, tava muito excitado o dia inteiro
Eu: Uff, que boquinha, puta merda, tu é um aspirador de pica, amor.
Dayana: aghgrahajcias
Eu: Me conta, o vizinho e o amigo dele não tentaram provar essa boquinha?
Dayana: (tirando meu pau e me masturbando devagar)
Dayana: Sim, me pegaram desprevenida e invadiram a casa. Te mandei mensagem na hora. O vizinho falou que eu era muito gostosa, que sabia que queria pica e tal. Eu falei pra eles vazarem, mas nisso os dois se pelaram e começaram a se masturbar na minha cara, porque eu tava sentada no sofá. Ficaram batendo com as pirocas deles na minha cara, passavam na minha boca sem enfiar, porque dessa vez eu não abri a boca, aprendi a lição. Aí gozaram na minha cara, os dois, me banharam de porra. Fiquei com a cara e o cabelo cheio de leite. Depois queriam me levar pro quarto, mas eu resisti, e de repente bateram na porta. Os caras se cagaram de medo, pensando que alguém tinha voltado, se vestiram e saíram correndo. Eu esqueci que tava com a cara e o cabelo cheios de porra e fui ver quem tinha batido. Era o filho do síndico do condomínio, aquele guri de 16 anos. Quando ele me viu, percebi que o pau dele ficou duro que nem pedra. Mandei ele entrar rápido, e ele, todo envergonhado, disse que tinha ficado excitado ao me ver coberta de porra. Aí eu me toquei como eu tava. Mas ele foi tão educado e bonzinho, tentando esconder a ereção, que não dava pra deixar ele ir embora daquele jeito, amor. Já que ele me salvou, eu me ajoelhei e falei: "vai, bate uma e joga sua porra na minha cara". E foi o que ele fez. Ele tirou um pauzão pra fora, começou a se masturbar e gozou na minha cara também.
Dizendo isso, começou a chupar gostoso pra caralho.
Eu: Uff, então quer dizer que assim que eu saí, três caras gozaram na cara da minha namorada? Meu Deus, que puta safada você é.
Dayana: Da próxima vez, tenho que ir falar com o vizinho do 6C pra isso não acontecer de novo. Amanhã vou na casa dele resolver essa parada. E quanto ao garoto, foi por pena, amor. Fiquei com dó de deixar ele ir embora daquele jeito, todo duro. Além disso, já tava toda banhada de porra, mais uma gozada não ia fazer diferença, né?
Eu: Sim, amor, você fez certo com o garoto. E vai sim falar com esse vizinho. Não sai da casa dele até ele entender. Faça o que for preciso pra ele sacar que não pode continuar fazendo isso, senão vou eu mesmo falar com ele.
Dayana: Sim, amor.
Eu: E o gordo não te falou nada hoje? E depois, com seu amigo, o que vocês fizeram?
Dayana: Ah, bom, o gordo sempre me enche de elogios. Me levou pro escritório dele nos fundos do depósito, me fez sentar no colo dele enquanto passava a mão na minha bunda. Como eu tava de vestido, ele aproveitou e enfiou a mão na minha buceta, passou o dedo no meio e ficou dizendo que sentia falta da menininha dele — haha, era assim que ele chamava minha buceta. Eu falei que não dava mais. Depois de um tempo conversando e ele esfregando minha buceta, ele me levou pra chupar... digo, comer pepino, e aí fui embora. Lá encontrei esse amigo, fazia tempo que não via ele. Ele me chamou pra ir num motel, pra conversar e colocar o papo em dia. Como não tinha nada pra fazer, fui com ele. Ele tinha comprado um vinho muito bom, que a gente costumava tomar, e ficamos conversando enquanto bebia. Depois de um tempo, decidimos jogar verdade ou consequência. Depois de jogar um bom tempo, eu já tava pelada e ele também. Às vezes eu sentava em cima dele, esmagando a pica dura dele com minha bunda grande; outras vezes, ele ficava por cima, segurando meus peitos enquanto enfiava a pica no meio da minha buceta. De vez em quando, ele dava uns tapas fortes na minha bunda. Depois de um tempo, o vinho acabou, então ele sugeriu deitar pra dormir e passar o efeito, já que não podia chegar em casa bêbado. Achei uma boa ideia, deitei e ele colou atrás de mim. colherzinha enfiando a cabecinha do pau dele no meu cu inteiro, ele ficava cutucando com a cabecinha do pau e assim a gente dormiu, e não fica brava não, amor, mas quando acordei com uma sensação estranha e tava com o picaço do meu amigo inteiro dentro do meu cu, ele tava completamente dormindo, então comecei a tirar devagar do meu cu, podia sentir cada centímetro saindo do meu cu e como aquele picaço pulsava, quando já faltava só a cabecinha, ele num reflexo de sono me segurou pela cintura e enfiou de novo até as bolas e começou a gozar dentro do meu cu até esvaziar completamente as bolas dele
Foi um acidente, amor, não fica bravo. Eu tive um pequeno orgasmo porque você sabe que adoro sentir porra no cu. Não consegui me segurar, tirei do cu e fui tomar banho. Ele meio que acordou também e entrou comigo. A gente tomou banho junto e, enquanto isso, ele tava com a pica dura pra caralho de novo. Aí, num momento, ele escorregou, amor, e aconteceu outro acidente. Não vai ficar puto, mas ele caiu pra frente, onde eu tava de costas, e a pica dura dele acabou me penetrando no cu de novo sem querer. Não sei se eu tava muito sensível ou algo assim, porque assim que ele enfiou até o fundo, gozou de novo no meu cu. Ele, todo envergonhado, pediu desculpa, tirou, a gente terminou o banho, se vestiu, ele me trouxe pra casa e aí seus amigos chegaram.
Falando isso, ela devorava minha pica como uma deusa.
Eu: Uffffffffff, que puta do caralho, diiiiiiiiiiiiiiiiiiius, encheram o cu da minha mulher de porra e ela ainda gozou, diiiiiiiiiiiiiiiiiiius, Dayana, você é uma putinha.
Adoro isso, certeza que meus amigos também queriam encher esse cu de porra, né? Capaz de enfiar tudo ao mesmo tempo no seu cu, sua puta?
Dayana: Sim, queriam, amor. Assim que chegaram, me beijaram de língua, mas de um jeito brincalhão, não romântico, amor. Me agarraram pelas nádegas, me deram tapas na bunda, não demoraram pra me despir e se despir. A gente foi pra cama conversar. Às vezes eu sentava em cima do Arman ou do Hugo, depois a gente brincou de luta. Eles batiam as picas no meu cu, na minha buceta, no meu rosto, enfiaram as picas na minha boca várias vezes, quase enfiaram na minha buceta também, mas por causa da luta, amor, não pensa mal. Depois me fizeram tomar banho com eles e foram embora, amor. E aí você chegou.
E ela começou de novo a devorar minha pica como a especialista em engolir pica que ela é.
Eu: caralho, tu é puta demais, todo mundo goza em você, te faz mamar, gozam dentro de você e você feliz se deixa, tenho a namorada mais vadia de todas, devia ser o depósito de porra de todos os homens, você é tão vadia que adoraria ser um depósito de porra, né vadia? Dayana: siiiim, adoraria amor, quero a porra de todos, que todos usem a sua namorada enquanto você trabalha, sou uma putaaaa, a vadia dos homens Eu: então vai ser assim, desde hoje você é um depósito de porra, homem que quiser te dar porra, você recebe, maldita putaaaa engole meu leite, cachorraaaaa Dayana: siiiim amor, sou uma vadia, todo mundo vai me dar porra, me dá leitezinhooo
Gozei a jato, como nunca antes, meu Deus, fiquei acabado, enquanto a Dayana engolia meu leite e lambia minha pica, eu tinha ficado excitado demais. Pensar que tantos homens já tinham comido ou gozado na minha mina me deixava doente de tesão. Olhando ela ali de joelhos, lambendo minha pica, parecia tão puta, eu amava. Fomos tomar banho, naquele dia ela já tinha tomado umas 4 vezes, haha. Ela se arrumou, eu também. Ela vestiu um vestido muito hot, bem gostosa, quase não me aguentei só de ver, mas me controlei. Fomos pra festa da empresa. Já conto o que rolou naquela noite, que foi uma loucura.
Deixem pontos e comentem se quiserem a próxima parte.
Dayana: amor, vou na quitanda do gordo, quer que eu compre alguma coisa especial? Eu: não, amor, valeu
Passa mais ou menos uma hora e ela me escreve de novo
Dayana: amor, acabei de sair da quitanda e encontrei um velho amigo com quem eu costumava transar pra caralho. Ele me chamou pra conversar num lugar mais privado, porque agora ele é casado e a esposa é meio tóxica, se vê ele com uma mina, mata. Então, tô indo pra um motel, te escrevo quando chegar em casa, te amo
Fiquei super excitado, passaram 4 horas e ela me escreve
Dayana: oi, amor, acabei de chegar, e bem na hora que entrei em casa bateram na porta, eram seus amigos Arman e Hugo. Tô aqui com eles, amor
Caralho, se já não bastasse, 6 homens com certeza comeram minha namorada hoje, puta vagabunda
Ela era minha namorada, mas longe de ficar puto, eu tava muito excitado. Quando li aquela mensagem, eu tava saindo do trabalho. Naquele dia, todo mundo saiu mais cedo porque à noite tinha uma festa da empresa, e eu tinha esquecido completamente, com toda essa tara pela Dayana, não pensava em mais nada. Fui rápido pra casa pra ver se meus amigos ainda estavam lá. Ia demorar uns 40 minutos pra chegar. Quando cheguei e parei na porta, comecei a ouvir os gemidos horríveis da minha namorada. Abri a porta bem devagar, sem fazer barulho. Assim que entrei, ouvi os gemidos ainda mais altos e as palmadas. Segui os gemidos que vinham do quarto principal. Espiei pelo corredor e vi que a porta estava entreaberta. Olhei com cuidado e fiquei em choque, o que vi me deixou paralisado. Por pouco não gozei ali mesmo, parado. Vi o Arman pelado deitado de barriga pra cima, a Dayana pelada em cima dele com o pau dele no cu dela, e o Hugo pelado em cima da Dayana com o pau dele também no cu dela!
Tavam fazendo dupla penetração anal nela e o melhor de tudo é que tavam de costas pra porta, dava pra ver as duas picas enormes entrando no cu da minha mina, eles não podiam me ver mas eu via tudo, resolvi tirar umas fotos e gravar, ficaram nessa por um bom tempo, quando vi que mudaram de posição eu saí devagar e fui embora pra depois chegar no horário de sempre, fui pra um parque esperar umas horas, quando a Dayana me manda Dayana: amor cê vem? Seus amigos já foram Eu: sim amor já to chegando, to em 10 Ela não respondeu, imagino que tava limpando tudo rápido, cheguei em casa e tava tudo muito arrumado, a Dayana me recebe de fio dental com um croptop que tava muito gostosa, me cumprimenta com um beijo, e aí eu falo
Eu: falando nisso, amor, hoje esqueci que tinha uma festa da empresa, começa daqui a algumas horas Dayana: ah que bom, assim a gente relaxa, amor, vou me arrumar
Eu: sim, mas antes, quero ver essa boquinha me dar amor, você tá muito gostosa
Dayana: ih, chegou com vontade meu marido lindo
Eu: só de pensar nessa rabuda, meu amor, haha
Dayana: então vem, e deixa eu te mimar
Ela me levou pro sofá, me despiu e me sentei, ela tirou o croptop ficando com os peitos de fora e de fio dental, pegou na minha pika que já tava meia dura, e começou a bater uma punheta devagar enquanto beijava a cabeça da minha pika, e depois começou a chupar devagar, caralho que gostoso, tava com muita vontade de um boquete, tava muito excitado o dia inteiro
Eu: Uff, que boquinha, puta merda, tu é um aspirador de pica, amor. Dayana: aghgrahajcias
Eu: Me conta, o vizinho e o amigo dele não tentaram provar essa boquinha?
Dayana: (tirando meu pau e me masturbando devagar)
Dayana: Sim, me pegaram desprevenida e invadiram a casa. Te mandei mensagem na hora. O vizinho falou que eu era muito gostosa, que sabia que queria pica e tal. Eu falei pra eles vazarem, mas nisso os dois se pelaram e começaram a se masturbar na minha cara, porque eu tava sentada no sofá. Ficaram batendo com as pirocas deles na minha cara, passavam na minha boca sem enfiar, porque dessa vez eu não abri a boca, aprendi a lição. Aí gozaram na minha cara, os dois, me banharam de porra. Fiquei com a cara e o cabelo cheio de leite. Depois queriam me levar pro quarto, mas eu resisti, e de repente bateram na porta. Os caras se cagaram de medo, pensando que alguém tinha voltado, se vestiram e saíram correndo. Eu esqueci que tava com a cara e o cabelo cheios de porra e fui ver quem tinha batido. Era o filho do síndico do condomínio, aquele guri de 16 anos. Quando ele me viu, percebi que o pau dele ficou duro que nem pedra. Mandei ele entrar rápido, e ele, todo envergonhado, disse que tinha ficado excitado ao me ver coberta de porra. Aí eu me toquei como eu tava. Mas ele foi tão educado e bonzinho, tentando esconder a ereção, que não dava pra deixar ele ir embora daquele jeito, amor. Já que ele me salvou, eu me ajoelhei e falei: "vai, bate uma e joga sua porra na minha cara". E foi o que ele fez. Ele tirou um pauzão pra fora, começou a se masturbar e gozou na minha cara também.
Dizendo isso, começou a chupar gostoso pra caralho. Eu: Uff, então quer dizer que assim que eu saí, três caras gozaram na cara da minha namorada? Meu Deus, que puta safada você é.
Dayana: Da próxima vez, tenho que ir falar com o vizinho do 6C pra isso não acontecer de novo. Amanhã vou na casa dele resolver essa parada. E quanto ao garoto, foi por pena, amor. Fiquei com dó de deixar ele ir embora daquele jeito, todo duro. Além disso, já tava toda banhada de porra, mais uma gozada não ia fazer diferença, né?
Eu: Sim, amor, você fez certo com o garoto. E vai sim falar com esse vizinho. Não sai da casa dele até ele entender. Faça o que for preciso pra ele sacar que não pode continuar fazendo isso, senão vou eu mesmo falar com ele.
Dayana: Sim, amor.
Eu: E o gordo não te falou nada hoje? E depois, com seu amigo, o que vocês fizeram?
Dayana: Ah, bom, o gordo sempre me enche de elogios. Me levou pro escritório dele nos fundos do depósito, me fez sentar no colo dele enquanto passava a mão na minha bunda. Como eu tava de vestido, ele aproveitou e enfiou a mão na minha buceta, passou o dedo no meio e ficou dizendo que sentia falta da menininha dele — haha, era assim que ele chamava minha buceta. Eu falei que não dava mais. Depois de um tempo conversando e ele esfregando minha buceta, ele me levou pra chupar... digo, comer pepino, e aí fui embora. Lá encontrei esse amigo, fazia tempo que não via ele. Ele me chamou pra ir num motel, pra conversar e colocar o papo em dia. Como não tinha nada pra fazer, fui com ele. Ele tinha comprado um vinho muito bom, que a gente costumava tomar, e ficamos conversando enquanto bebia. Depois de um tempo, decidimos jogar verdade ou consequência. Depois de jogar um bom tempo, eu já tava pelada e ele também. Às vezes eu sentava em cima dele, esmagando a pica dura dele com minha bunda grande; outras vezes, ele ficava por cima, segurando meus peitos enquanto enfiava a pica no meio da minha buceta. De vez em quando, ele dava uns tapas fortes na minha bunda. Depois de um tempo, o vinho acabou, então ele sugeriu deitar pra dormir e passar o efeito, já que não podia chegar em casa bêbado. Achei uma boa ideia, deitei e ele colou atrás de mim. colherzinha enfiando a cabecinha do pau dele no meu cu inteiro, ele ficava cutucando com a cabecinha do pau e assim a gente dormiu, e não fica brava não, amor, mas quando acordei com uma sensação estranha e tava com o picaço do meu amigo inteiro dentro do meu cu, ele tava completamente dormindo, então comecei a tirar devagar do meu cu, podia sentir cada centímetro saindo do meu cu e como aquele picaço pulsava, quando já faltava só a cabecinha, ele num reflexo de sono me segurou pela cintura e enfiou de novo até as bolas e começou a gozar dentro do meu cu até esvaziar completamente as bolas dele
Foi um acidente, amor, não fica bravo. Eu tive um pequeno orgasmo porque você sabe que adoro sentir porra no cu. Não consegui me segurar, tirei do cu e fui tomar banho. Ele meio que acordou também e entrou comigo. A gente tomou banho junto e, enquanto isso, ele tava com a pica dura pra caralho de novo. Aí, num momento, ele escorregou, amor, e aconteceu outro acidente. Não vai ficar puto, mas ele caiu pra frente, onde eu tava de costas, e a pica dura dele acabou me penetrando no cu de novo sem querer. Não sei se eu tava muito sensível ou algo assim, porque assim que ele enfiou até o fundo, gozou de novo no meu cu. Ele, todo envergonhado, pediu desculpa, tirou, a gente terminou o banho, se vestiu, ele me trouxe pra casa e aí seus amigos chegaram. Falando isso, ela devorava minha pica como uma deusa.
Eu: Uffffffffff, que puta do caralho, diiiiiiiiiiiiiiiiiiius, encheram o cu da minha mulher de porra e ela ainda gozou, diiiiiiiiiiiiiiiiiiius, Dayana, você é uma putinha.
Adoro isso, certeza que meus amigos também queriam encher esse cu de porra, né? Capaz de enfiar tudo ao mesmo tempo no seu cu, sua puta?
Dayana: Sim, queriam, amor. Assim que chegaram, me beijaram de língua, mas de um jeito brincalhão, não romântico, amor. Me agarraram pelas nádegas, me deram tapas na bunda, não demoraram pra me despir e se despir. A gente foi pra cama conversar. Às vezes eu sentava em cima do Arman ou do Hugo, depois a gente brincou de luta. Eles batiam as picas no meu cu, na minha buceta, no meu rosto, enfiaram as picas na minha boca várias vezes, quase enfiaram na minha buceta também, mas por causa da luta, amor, não pensa mal. Depois me fizeram tomar banho com eles e foram embora, amor. E aí você chegou.
E ela começou de novo a devorar minha pica como a especialista em engolir pica que ela é.
Eu: caralho, tu é puta demais, todo mundo goza em você, te faz mamar, gozam dentro de você e você feliz se deixa, tenho a namorada mais vadia de todas, devia ser o depósito de porra de todos os homens, você é tão vadia que adoraria ser um depósito de porra, né vadia? Dayana: siiiim, adoraria amor, quero a porra de todos, que todos usem a sua namorada enquanto você trabalha, sou uma putaaaa, a vadia dos homens Eu: então vai ser assim, desde hoje você é um depósito de porra, homem que quiser te dar porra, você recebe, maldita putaaaa engole meu leite, cachorraaaaa Dayana: siiiim amor, sou uma vadia, todo mundo vai me dar porra, me dá leitezinhooo
Gozei a jato, como nunca antes, meu Deus, fiquei acabado, enquanto a Dayana engolia meu leite e lambia minha pica, eu tinha ficado excitado demais. Pensar que tantos homens já tinham comido ou gozado na minha mina me deixava doente de tesão. Olhando ela ali de joelhos, lambendo minha pica, parecia tão puta, eu amava. Fomos tomar banho, naquele dia ela já tinha tomado umas 4 vezes, haha. Ela se arrumou, eu também. Ela vestiu um vestido muito hot, bem gostosa, quase não me aguentei só de ver, mas me controlei. Fomos pra festa da empresa. Já conto o que rolou naquela noite, que foi uma loucura.
Deixem pontos e comentem se quiserem a próxima parte.
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