Com o passar do tempo, Noelia tinha se tornado um enorme ponto de interrogação para Enrique e para mim. Não conseguíamos explicá-la, nem entender por que ela fazia o que fazia.
Nós dois pensávamos, vendo agora, das nossas perspectivas de homem… do tipo "ai, olha como a minha é grande" e tudo mais, que Noelia estaria o tempo todo grudada no pau do Enrique. Que, já que ela tinha isso tão fácil, que a única coisa que precisava fazer era pedir, ela ia aproveitar. Estaria mais frequentemente com ele. Iria sugerir escapadas para vê-lo ou pediria para ele ir em casa quando eu não estivesse. Algo assim.
Mas estávamos vendo da nossa perspectiva de homens. Em vez de nos colocarmos no lugar dela, estávamos imaginando o que teria acontecido se, nessa mesma situação, a de nós com 17 anos, tivéssemos à disposição uma mulher mais velha que gostávamos, dava mole e deixava a gente comer quase quando quiséssemos. Claro que a gente teria ficado enterrado naquela buceta permanentemente. Talvez parando um pouco para tomar água ou algo do tipo.
No entanto, Noelia não. Ela não agia assim de jeito nenhum. Deixava a gente coçando a cabeça, tentando descobrir o porquê. Sim, ela trocava mensagens de vez em quando com Enrique, mas na maioria das vezes não passava de cumprimentos. Perguntando como estavam. Conversinhas e nada mais. Mas fazendo uns cálculos, percebemos que Noelia dava mole ou aceitava alguma investida premeditada do Enrique muito, mas muito de vez em quando. Mais ou menos a cada dez dias, duas semanas ou às vezes até mais.
Não entendíamos por que uma mina como Noelia, que gostava tanto de sexo e curtia tanto, segundo o que Enrique me contava e eu podia ver nos vídeos por mim mesmo, não aproveitava mais vezes a situação que tinha. Enrique achava que ela o procurava ou aceitava as investidas dele apenas quando já estava com muita tesão e precisava de uma foda. Nada mais. No resto do tempo, ela não precisava. Boa teoria, mas... Na prática, não sei se rolava tanto assim porque várias vezes que ela aceitava ou queria encontrar o Enrique, ela se limitava só a chupar o pau dele. Satisfazê-lo, seja no quartinho do porão ou às vezes subindo pro apartamento dele. Nessas ocasiões, ela não sugeria ir pra uma trepada e quando era o Enrique que puxava o assunto, ela dizia que não. Que não tinha tempo ou não tinha vontade, que só tinha ido pra fazer o que já tinha feito.
Acontecia com bastante frequência. No quartinho do porão ou lá em cima no apartamento do Enrique, tanto fazia.
Mas outras vezes, ela realmente queria que o Enrique a comesse. Segundo ele, nesses dias ela já tinha acumulado muita tesão e precisava que aquele pau grosso de macho maduro a fizesse gozar. A prova disso era a força e a doçura que se ouvia na voz dela, durante os orgasmos enormes que o gordo tirava dela. Em outras palavras, em nenhum momento era que ela não gostava de transar com o Enrique. Quando faziam, ela curtia pra caralho. A incógnita era por que isso não acontecia o tempo todo.
Quando acontecia, pra mim era a glória em pessoa. Com o tempo, o Enrique tinha levado um colchão pro quartinho do porão, caso fosse necessário. Às vezes usavam, outras não, e eu adorava ver minha filha sendo comida ali no quartinho, entre pneus, madeiras, ferramentas e latas de tinta. Não me pergunte por quê. O Enrique sempre usava camisinha e o sexo que tinham era sempre vaginal.
Até que um dia o Enrique me contou que a Noelia, toda sorridente, tinha pedido pra sentir ele sem camisinha e na bunda dela. O gordinho me disse que, se tivesse tido tempo — ou seja, se a Noelia não tivesse surpreendido ele com o pedido ali na hora —, teria me mandado mensagem pra pedir autorização. Mas, dadas as condições, decidiu fazer sem o meu aval. Que esperava que eu não me importasse.
Que cara legal. Como é que eu ia me importar? Ver as enfiadas longas e gostosas do Enrique enquanto ele esvaziava as bolas na bundinha linda da Noelia? Ouvir minha gata gemendo de êxtase ao sentir toda aquela porra quente enchendo ela ali? Como eu disse, pra mim era a glória em pessoa.
Noelia passava de ser uma gatinha linda e safada, disposta a fazer de tudo com aquele macho, num piscar de olhos, a não dar muita bola por semanas depois que ele a satisfazia. A teoria do Enrique era essa. A minha era diferente. Diferente no sentido de que eu não tinha nem teoria nem explicação alguma. Em casa, Noelia se comportava perfeitamente normal. Como sempre. Nada tinha mudado e ela tomava muito, mas muito cuidado para não deixar nada ao acaso quando saía para buscar seu prazer com o Enrique, se eu estava lá. Se eu estava no trabalho, ela não fazia tanto problema, mas quando eu voltava, também estava normal.
Claro que não era um assunto sobre o qual eu podia perguntar. Até onde ela sabia, pelo que eu entendia, minha filhinha nem sequer tinha namorado e ainda era virgem. Mas como eu disse, o tempo passava, talvez o Enrique tivesse razão de que ela acumulava muita tesura até não aguentar mais e se encontrava com ele. E cada vez ela se animava para mais. A vez que ela pediu para ele comer seu cuzinho foi uma revelação para mim. E nem se fala naquela que ela aprontou um tempo depois, que também me surpreendeu. Agradavelmente.
No meio da semana, ela tinha me dito que tinha combinado de ir dançar com as amigas no sábado à noite. Eu sempre deixava ela ir, não tinha problema. Sabia que as amigas dela eram boas e nunca se metiam em confusão nem iam para lugares estranhos. Saíam para dançar e para se divertir, nada mais. Claro que eu disse que sim, pensando que tinha sido um pedido normal como sempre.
Mas logo depois, o Enrique me mandou mensagem e me mostrou o chat que estava tendo com a Noelia. Ela estava pedindo para sair com ele no sábado, que queria que ele a levasse para um hotel, que nunca tinha ido e queria conhecer. E fazer coisinhas com ele. Eu ri por dentro. Olha só a danadinha da minha menina. A pícara enganando o papai assim. Eu disse ao Enrique que sim, que eu não tinha problema se ele quisesse. Eu sabia que ele ia cuidar dela e que iam se divertir, mas que esperava o vídeo.
Ele não me mandou um, me mandou vários. Todos lindos. Que bom que dava pra ver que vocês dois se divertiram muito. Esses vídeos foram adicionados à minha já extensa coleção que fui montando, secretamente transferidos para um pendrive que eu mantinha bem escondido entre minhas coisas. Nas noites em que a Noelia saía com as amigas, as vezes que ela saía pra valer, quero dizer, eu fazia lindas sessões de punheta sozinho em casa com esses vídeos que só ficavam cada vez mais numerosos e melhores.
O outro grande sucesso daquela época, por assim dizer, aconteceu muito tempo depois. Meses depois. Noelia continuava com seu comportamento de querer pau muito, muito forte e depois sumir por semanas. Isso nunca tinha mudado. Uma noite depois do jantar, eu estava vendo TV e ela veio me pedir se eu podia marcar uma consulta com uma ginecologista pelo nosso plano de saúde. Estranhei e fiquei um pouco preocupado. Perguntei se estava tudo bem e começamos a conversar.
“Sim, pai…”, ela disse, me acalmando, “Não é nada, não tenho nada, sério. Só quero fazer um check-up. A mamãe disse para fazer uma vez por ano.”
“Ok”, respondi, relaxando um pouco, “Tudo bem, amanhã eu ligo e marco pra você.”
“Obrigada.”
“Noe, tem certeza que é só isso? Eu sei que não sou sua mãe, mas você pode me contar se tiver algo”, falei num tom suave.
“Sim, certeza… Bah… Bom…”, vi que ela olhou para o lado, um pouco hesitante.
“O que foi, meu amor?”
“Nada, é que… uf… não quero que você fique chateado, nem me brigue nem nada disso…”, ela disse, me olhando timidamente.
Minhas antenas ligaram. Ela ia confessar sobre o Enrique? Assim, do nada? “Não, meu amor, se for algo sério, como é que eu vou te brigar? Me conta logo…”, respondi e desliguei a TV para prestar atenção nela.
Vi ela respirar fundo e ela disse: “Nada, é que também quero pedir para ela me receitar anticoncepcional. Sabe, para tomar…”
Franzi a testa. “Anticoncepcional, Noe? Espera aí…”
Ela me cortou na hora: “Pai, me escuta, não estou com um cara, ok? Não estou fazendo nada… é só caso algum dia eu esteja, entende? Por precaução.”
Fiz minha melhor cara de pai que não podia acreditar no que a filha estava dizendo. De pai que acabava de descobrir que a filhinha talvez estivesse começando a gostar de sexo. Se ela soubesse…
“Bom, basicamente você está me dizendo que quer transar…”
“Bom, não quis dizer assim. Não é por aí. É só para ficar tranquila, nada mais. Por favor, não fica bravo…”, ela implorou.
“Não fico…” Chateado", respondi, "Mas, escuta uma coisa, se você estiver com alguém, você vai pedir pra ele usar camisinha?"
"Uf, sim, claro..."
"Então pra que você quer a pílula?", perguntei.
"Por precaução. E se ele não colocar direito, ou se estourar...", ela disse.
"De quem você tá falando?", sorri um pouco.
Ela deu uma gargalhada, "De ninguém! Tá vendo... não dá pra te contar nada!"
Envolvi ela com meus braços rindo, e ela me abraçou pela cintura enquanto eu dava beijinhos na sua cabeça, "Tô só te zoando. Tenho que me acostumar que minha menina já tá crescida... tenha paciência comigo..."
Ela me olhou de baixo pra cima, também sorrindo no nosso abraço, "Paciência..."
"É, meu amor. Pensa que pra mim, semana passada ainda tava te comprando as pastas pro seu primeiro ano do ensino médio...", falei.
Noelia deu uma risadinha fina, "Que exagerado..."
"E agora minha menina me diz que quer tomar anticoncepcional...", suspirei, "Pra onde foi o tempo?"
"Não sei...", ouvi ela dizer enquanto se aconchegou no abraço.
"Sempre pensei que se você fosse ficar com um garoto, seria quando você fosse um pouco mais velha, não agora..."
"Eh... com que idade?", ela perguntou.
"Eh... não sei. Um pouquinho mais velha. Tipo trinta, trinta e cinco, isso tá bom...", falei fazendo uma careta.
Ela se cagou de rir e se soltou um pouco do abraço, "Ai, pai, pelo amor de Deus!"
Olhei pra ela um momento com um sorriso, admirando seu rostinho lindo e acariciei seu cabelo, "Sério, Noe... já sei que você tá crescida e cada vez... não sei, cabe menos a mim dizer o que você tem que fazer. Mas mesmo assim, toma cuidado, tá?"
Ela sorriu pra mim, "Óbvio, pai. Não sou burra."
"Não, nunca disse que era. Mas tenho que falar como pai."
Noelia demorou bastante pra ver a ginecologista por causa da data que deram pra consulta, mas finalmente foi. Quando voltou, me disse que estava tudo em ordem, que não tinha encontrado nada, o que me aliviou bastante saber. Ela quis me passar a receita que a doutora tinha escrito, e eu disse que não, que fosse e comprasse ela mesma. ela. Dei dinheiro e ela fez.
Cerca de uma semana depois, eu estava no trabalho e recebi uma mensagem à tarde do Enrique. A Noelia estava sozinha em casa e eu já sabia o que ia rolar. Claro que era pra me avisar que ela tinha pedido pra ele descer um pouco no quartinho. Pra fazer umas coisinhas. Que ela estava com muita vontade de vê-lo. Dei o ok pro Enrique, como sempre. E como a gente já costumava fazer, pra nos divertir um pouco, ele me perguntava daquele jeito que ele fazia.Depois te mando o vídeo.
Vai querer ver você fazendo alguma coisa com a gatinha hoje?Hoje quero sem camisinha.“Beleza, perfeito. Mas peraí, e se ela não quiser na bunda? O que você faz? Cancela?”Não. Eu meto na buceta do mesmo jeito.“Ah… sem camisinha?”Quero encher a buceta dela de porra."
O Enrique só deu um joinha. Naquela noite, depois que a Noelia foi dormir e fiquei sozinho no meu quarto, fui curtir o vídeo que o gordo me mandou. Mas no vídeo, pra mim, não era ele. Era eu. E as metidas fortes e profundas naquela buceta divina eram minhas. E nem lembrava nem queria pensar que eram anticoncepcionais, porque toda aquela porra que no meu orgasmo selvagem eu estava deixando bem fundo dentro daquela vagina estava engravidando docemente minha filhinha amada.
Nós dois pensávamos, vendo agora, das nossas perspectivas de homem… do tipo "ai, olha como a minha é grande" e tudo mais, que Noelia estaria o tempo todo grudada no pau do Enrique. Que, já que ela tinha isso tão fácil, que a única coisa que precisava fazer era pedir, ela ia aproveitar. Estaria mais frequentemente com ele. Iria sugerir escapadas para vê-lo ou pediria para ele ir em casa quando eu não estivesse. Algo assim.
Mas estávamos vendo da nossa perspectiva de homens. Em vez de nos colocarmos no lugar dela, estávamos imaginando o que teria acontecido se, nessa mesma situação, a de nós com 17 anos, tivéssemos à disposição uma mulher mais velha que gostávamos, dava mole e deixava a gente comer quase quando quiséssemos. Claro que a gente teria ficado enterrado naquela buceta permanentemente. Talvez parando um pouco para tomar água ou algo do tipo.
No entanto, Noelia não. Ela não agia assim de jeito nenhum. Deixava a gente coçando a cabeça, tentando descobrir o porquê. Sim, ela trocava mensagens de vez em quando com Enrique, mas na maioria das vezes não passava de cumprimentos. Perguntando como estavam. Conversinhas e nada mais. Mas fazendo uns cálculos, percebemos que Noelia dava mole ou aceitava alguma investida premeditada do Enrique muito, mas muito de vez em quando. Mais ou menos a cada dez dias, duas semanas ou às vezes até mais.
Não entendíamos por que uma mina como Noelia, que gostava tanto de sexo e curtia tanto, segundo o que Enrique me contava e eu podia ver nos vídeos por mim mesmo, não aproveitava mais vezes a situação que tinha. Enrique achava que ela o procurava ou aceitava as investidas dele apenas quando já estava com muita tesão e precisava de uma foda. Nada mais. No resto do tempo, ela não precisava. Boa teoria, mas... Na prática, não sei se rolava tanto assim porque várias vezes que ela aceitava ou queria encontrar o Enrique, ela se limitava só a chupar o pau dele. Satisfazê-lo, seja no quartinho do porão ou às vezes subindo pro apartamento dele. Nessas ocasiões, ela não sugeria ir pra uma trepada e quando era o Enrique que puxava o assunto, ela dizia que não. Que não tinha tempo ou não tinha vontade, que só tinha ido pra fazer o que já tinha feito.
Acontecia com bastante frequência. No quartinho do porão ou lá em cima no apartamento do Enrique, tanto fazia.

Mas outras vezes, ela realmente queria que o Enrique a comesse. Segundo ele, nesses dias ela já tinha acumulado muita tesão e precisava que aquele pau grosso de macho maduro a fizesse gozar. A prova disso era a força e a doçura que se ouvia na voz dela, durante os orgasmos enormes que o gordo tirava dela. Em outras palavras, em nenhum momento era que ela não gostava de transar com o Enrique. Quando faziam, ela curtia pra caralho. A incógnita era por que isso não acontecia o tempo todo.Quando acontecia, pra mim era a glória em pessoa. Com o tempo, o Enrique tinha levado um colchão pro quartinho do porão, caso fosse necessário. Às vezes usavam, outras não, e eu adorava ver minha filha sendo comida ali no quartinho, entre pneus, madeiras, ferramentas e latas de tinta. Não me pergunte por quê. O Enrique sempre usava camisinha e o sexo que tinham era sempre vaginal.
Até que um dia o Enrique me contou que a Noelia, toda sorridente, tinha pedido pra sentir ele sem camisinha e na bunda dela. O gordinho me disse que, se tivesse tido tempo — ou seja, se a Noelia não tivesse surpreendido ele com o pedido ali na hora —, teria me mandado mensagem pra pedir autorização. Mas, dadas as condições, decidiu fazer sem o meu aval. Que esperava que eu não me importasse.Que cara legal. Como é que eu ia me importar? Ver as enfiadas longas e gostosas do Enrique enquanto ele esvaziava as bolas na bundinha linda da Noelia? Ouvir minha gata gemendo de êxtase ao sentir toda aquela porra quente enchendo ela ali? Como eu disse, pra mim era a glória em pessoa.
Noelia passava de ser uma gatinha linda e safada, disposta a fazer de tudo com aquele macho, num piscar de olhos, a não dar muita bola por semanas depois que ele a satisfazia. A teoria do Enrique era essa. A minha era diferente. Diferente no sentido de que eu não tinha nem teoria nem explicação alguma. Em casa, Noelia se comportava perfeitamente normal. Como sempre. Nada tinha mudado e ela tomava muito, mas muito cuidado para não deixar nada ao acaso quando saía para buscar seu prazer com o Enrique, se eu estava lá. Se eu estava no trabalho, ela não fazia tanto problema, mas quando eu voltava, também estava normal.Claro que não era um assunto sobre o qual eu podia perguntar. Até onde ela sabia, pelo que eu entendia, minha filhinha nem sequer tinha namorado e ainda era virgem. Mas como eu disse, o tempo passava, talvez o Enrique tivesse razão de que ela acumulava muita tesura até não aguentar mais e se encontrava com ele. E cada vez ela se animava para mais. A vez que ela pediu para ele comer seu cuzinho foi uma revelação para mim. E nem se fala naquela que ela aprontou um tempo depois, que também me surpreendeu. Agradavelmente.
No meio da semana, ela tinha me dito que tinha combinado de ir dançar com as amigas no sábado à noite. Eu sempre deixava ela ir, não tinha problema. Sabia que as amigas dela eram boas e nunca se metiam em confusão nem iam para lugares estranhos. Saíam para dançar e para se divertir, nada mais. Claro que eu disse que sim, pensando que tinha sido um pedido normal como sempre.
Mas logo depois, o Enrique me mandou mensagem e me mostrou o chat que estava tendo com a Noelia. Ela estava pedindo para sair com ele no sábado, que queria que ele a levasse para um hotel, que nunca tinha ido e queria conhecer. E fazer coisinhas com ele. Eu ri por dentro. Olha só a danadinha da minha menina. A pícara enganando o papai assim. Eu disse ao Enrique que sim, que eu não tinha problema se ele quisesse. Eu sabia que ele ia cuidar dela e que iam se divertir, mas que esperava o vídeo.
Ele não me mandou um, me mandou vários. Todos lindos. Que bom que dava pra ver que vocês dois se divertiram muito. Esses vídeos foram adicionados à minha já extensa coleção que fui montando, secretamente transferidos para um pendrive que eu mantinha bem escondido entre minhas coisas. Nas noites em que a Noelia saía com as amigas, as vezes que ela saía pra valer, quero dizer, eu fazia lindas sessões de punheta sozinho em casa com esses vídeos que só ficavam cada vez mais numerosos e melhores.
O outro grande sucesso daquela época, por assim dizer, aconteceu muito tempo depois. Meses depois. Noelia continuava com seu comportamento de querer pau muito, muito forte e depois sumir por semanas. Isso nunca tinha mudado. Uma noite depois do jantar, eu estava vendo TV e ela veio me pedir se eu podia marcar uma consulta com uma ginecologista pelo nosso plano de saúde. Estranhei e fiquei um pouco preocupado. Perguntei se estava tudo bem e começamos a conversar.“Sim, pai…”, ela disse, me acalmando, “Não é nada, não tenho nada, sério. Só quero fazer um check-up. A mamãe disse para fazer uma vez por ano.”
“Ok”, respondi, relaxando um pouco, “Tudo bem, amanhã eu ligo e marco pra você.”
“Obrigada.”
“Noe, tem certeza que é só isso? Eu sei que não sou sua mãe, mas você pode me contar se tiver algo”, falei num tom suave.
“Sim, certeza… Bah… Bom…”, vi que ela olhou para o lado, um pouco hesitante.
“O que foi, meu amor?”
“Nada, é que… uf… não quero que você fique chateado, nem me brigue nem nada disso…”, ela disse, me olhando timidamente.
Minhas antenas ligaram. Ela ia confessar sobre o Enrique? Assim, do nada? “Não, meu amor, se for algo sério, como é que eu vou te brigar? Me conta logo…”, respondi e desliguei a TV para prestar atenção nela.
Vi ela respirar fundo e ela disse: “Nada, é que também quero pedir para ela me receitar anticoncepcional. Sabe, para tomar…”
Franzi a testa. “Anticoncepcional, Noe? Espera aí…”
Ela me cortou na hora: “Pai, me escuta, não estou com um cara, ok? Não estou fazendo nada… é só caso algum dia eu esteja, entende? Por precaução.”
Fiz minha melhor cara de pai que não podia acreditar no que a filha estava dizendo. De pai que acabava de descobrir que a filhinha talvez estivesse começando a gostar de sexo. Se ela soubesse…
“Bom, basicamente você está me dizendo que quer transar…”
“Bom, não quis dizer assim. Não é por aí. É só para ficar tranquila, nada mais. Por favor, não fica bravo…”, ela implorou.
“Não fico…” Chateado", respondi, "Mas, escuta uma coisa, se você estiver com alguém, você vai pedir pra ele usar camisinha?"
"Uf, sim, claro..."
"Então pra que você quer a pílula?", perguntei.
"Por precaução. E se ele não colocar direito, ou se estourar...", ela disse.
"De quem você tá falando?", sorri um pouco.
Ela deu uma gargalhada, "De ninguém! Tá vendo... não dá pra te contar nada!"
Envolvi ela com meus braços rindo, e ela me abraçou pela cintura enquanto eu dava beijinhos na sua cabeça, "Tô só te zoando. Tenho que me acostumar que minha menina já tá crescida... tenha paciência comigo..."
Ela me olhou de baixo pra cima, também sorrindo no nosso abraço, "Paciência..."
"É, meu amor. Pensa que pra mim, semana passada ainda tava te comprando as pastas pro seu primeiro ano do ensino médio...", falei.
Noelia deu uma risadinha fina, "Que exagerado..."
"E agora minha menina me diz que quer tomar anticoncepcional...", suspirei, "Pra onde foi o tempo?"
"Não sei...", ouvi ela dizer enquanto se aconchegou no abraço.
"Sempre pensei que se você fosse ficar com um garoto, seria quando você fosse um pouco mais velha, não agora..."
"Eh... com que idade?", ela perguntou.
"Eh... não sei. Um pouquinho mais velha. Tipo trinta, trinta e cinco, isso tá bom...", falei fazendo uma careta.
Ela se cagou de rir e se soltou um pouco do abraço, "Ai, pai, pelo amor de Deus!"
Olhei pra ela um momento com um sorriso, admirando seu rostinho lindo e acariciei seu cabelo, "Sério, Noe... já sei que você tá crescida e cada vez... não sei, cabe menos a mim dizer o que você tem que fazer. Mas mesmo assim, toma cuidado, tá?"
Ela sorriu pra mim, "Óbvio, pai. Não sou burra."
"Não, nunca disse que era. Mas tenho que falar como pai."
Noelia demorou bastante pra ver a ginecologista por causa da data que deram pra consulta, mas finalmente foi. Quando voltou, me disse que estava tudo em ordem, que não tinha encontrado nada, o que me aliviou bastante saber. Ela quis me passar a receita que a doutora tinha escrito, e eu disse que não, que fosse e comprasse ela mesma. ela. Dei dinheiro e ela fez.
Cerca de uma semana depois, eu estava no trabalho e recebi uma mensagem à tarde do Enrique. A Noelia estava sozinha em casa e eu já sabia o que ia rolar. Claro que era pra me avisar que ela tinha pedido pra ele descer um pouco no quartinho. Pra fazer umas coisinhas. Que ela estava com muita vontade de vê-lo. Dei o ok pro Enrique, como sempre. E como a gente já costumava fazer, pra nos divertir um pouco, ele me perguntava daquele jeito que ele fazia.Depois te mando o vídeo.
Vai querer ver você fazendo alguma coisa com a gatinha hoje?Hoje quero sem camisinha.“Beleza, perfeito. Mas peraí, e se ela não quiser na bunda? O que você faz? Cancela?”Não. Eu meto na buceta do mesmo jeito.“Ah… sem camisinha?”Quero encher a buceta dela de porra."
O Enrique só deu um joinha. Naquela noite, depois que a Noelia foi dormir e fiquei sozinho no meu quarto, fui curtir o vídeo que o gordo me mandou. Mas no vídeo, pra mim, não era ele. Era eu. E as metidas fortes e profundas naquela buceta divina eram minhas. E nem lembrava nem queria pensar que eram anticoncepcionais, porque toda aquela porra que no meu orgasmo selvagem eu estava deixando bem fundo dentro daquela vagina estava engravidando docemente minha filhinha amada.
3 comentários - Pai e Homem - Parte 6
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