Eu tava de olho no que rolava na pista de dança com a minha esposa e o meu chefe. As mãos do velho seguiam o caminho que a Cinthya tinha traçado, e ela, com um sorriso no rosto, aceitava tudo que tava acontecendo naquele momento. De repente, um monte de casais passou na minha frente e eu não consegui ver se o velho tava mesmo amassando as bolas gostosas da minha esposa. Só via, de vez em quando, a cara do velho, que sorria sem vergonha nenhuma. Conforme os casais se mexiam, dava pra ver o rosto da minha esposa, que tava com um sorrisão estampado.Eu tava puto com o que a Cinthya tava fazendo com o meu chefe. Levantei da mesa e fui pra pista pra separar os dois. Abri caminho no meio da multidão e vi a Cinthya ainda grudada no velho, mas já não tavam mais se pegando. O velho parece que percebeu que eu tava chegando e avisou ela, porque ela virou na hora.
— Amor! Jeje, cê veio dançar?
— Não, Cinthya, esp... — ela não me deixou terminar, me puxou na hora.
Ela pegou na minha mão e a gente continuou dançando. A Cinthya começou a fazer aqueles mesmos movimentos ondulados, igual quando dançava com o seu Ernesto. Ela se encaixou em mim e começou a esfregar a bunda na minha pélvis do mesmo jeito. Nisso, o seu Ernesto já tava na mesa dele. A dança da Cinthya me deixava besta, não é à toa que o velho ficava pasmo dançando com a minha esposa.
A gente continuou dançando até a música acabar, e a Cinthya me pegou pela mão e a gente voltou pra mesa.
— Cê me surpreendeu, amor. Não pensei que cê ia se aproximar pra dançar, jeje — ela falou, me sorrindo feliz.
— É, queria dançar com a minha esposa. Tem algum problema?
— Não, bobinho, jeje. Só me surpreendeu, só isso — ela disse, me dando um beijo.
— Vamos descansar um pouco e depois a gente continua, sim? Jeje.
— Beleza.
A gente ficou na mesa conversando. Agora a Cinthya tava mais animada do que quando a gente chegou. Ela tava de olho no que rolava na mesa dos velhos, mas sem me ignorar. De repente, tanto o seu Ernesto quanto o seu Mario levantaram com as respectivas parceiras e foram... Nos dirigimos pra pista de dança, a Cinthya viu isso e na hora me pegou pela mão e praticamente me arrastou pra dançar. Já estávamos dançando, os velhos com suas acompanhantes jovens também dançavam no ritmo da música, algo animado mas sem ser sensual. Conforme a música continuava e mudava, os casais iam saindo da pista, o que fazia a gente se aproximar cada vez mais dos velhos. De repente, já estávamos os três casais dançando bem um do lado do outro, o que fez a Cinthya sorrir de alegria. — Oi, seu Mario, kkk. — Cinthya, kkk, você não cansa, hein? E você também, Héctor. A gente só sorriu, eu mais pra cumprir tabela e a Cinthya pelo momento cômico. A música continuava e agora colocaram uma tropical sensual. As meninas novas dançavam agora sim de forma sensual com os velhos, e a Cinthya não ficou pra trás: tomada pelo momento, começou a dançar do mesmo jeito comigo, claro, eu só conseguia acompanhar sem jeito nenhum.
De repente, ouvimos pelos alto-falantes: "Tão se divertindo muito, agora troquem de par com o vizinho do lado." Fiquei tenso, pensando que do meu lado estava o seu Ernesto, mas não, era o seu Mario que estava naquele lugar. Na hora, a Cinthya pegou na mão do seu Mario e me deixou com a jovem companheira dele. Pra ser sincero, ela era gostosa e sexy, mas o que fazia a Cinthya diferente era o jeito dela, tão jovial e inocente.A música continuava, e enquanto eu dançava com a jovem, não tirava os olhos da Cinthya. Ela dançava animada com o seu Mario, e minha parceira momentânea dançava no ritmo da música sensual, parecia ter bastante experiência. Não sei em que momento ela pegou minha mão e colocou na cintura dela, perto da bunda. Isso me surpreendeu, e eu quis tirar a mão, mas ela disse pra deixar ali, que era assim que se dançava. Virei a cabeça pra ver a Cinthya, como quem pede desculpas pelo que tava rolando, mas a Cinthya tava do mesmo jeito com o seu Mario. Diferente de mim, ele segurava firme minha esposa pelas cinturas largas dela.
Decidi deixar pra lá. Enquanto não fosse o seu Ernesto, eu podia ficar tranquilo — claro, depois que ele comeu a Cinthya, meu sangue fervia quando via os dois juntos. A música continuava, e o seu Mario e a Cinthya cochichavam coisas no ouvido um do outro, e os dois riam. Os pares voltaram pros seus parceiros originais, mas, ao fazer isso, todo mundo se mexeu ao mesmo tempo e me bloqueou o caminho até a Cinthya. A jovem, vendo isso, disse pra continuarmos dançando. A Cinthya me olhou e, com um sinal, disse que tava tudo bem, e me sorriu enquanto continuava com o seu Mario.
A música mudou, e a coreografia ficou sensual demais, quase beirando o sexual. Os pares entraram num "ritual" de movimentos pélvicos — claro, supostamente com seus parceiros. Laura — vou chamar a jovem assim — começou a dançar do mesmo jeito que os outros. As pernas dela roçavam nas minhas e faziam movimentos de fricção.
Eu tava me deixando levar pelo momento com a Laura, mas a fidelidade à minha esposa me segurava. impedia, apesar de tudo que aconteceu, eu amava a Cinthya e sentia que não podia fazer uma coisa dessas. Aí eu vi o seu Ernesto, que já tava quase comendo a parceira dele na pista — aquela novinha de olhos puxados tava rebolando a bunda no pau do velho, que tinha uma cara de safado. Aquilo me deu um nojo danado, e eu desviei o olhar pra ver a Cinthya, mas a surpresa foi enorme quando vi que ela tava mexendo o corpo todo sensual na frente do seu Mário, descendo um pouco e subindo de novo no ritmo da música sensual. O vestido dela ia ficando cada vez menor cada vez que ela fazia esses movimentos. Aí o cara fala de novo no microfone: “Mulherada, deem pros seus parceiros um rebolado bem intensooo!”. Umas gargalhadas ecoaram na pista do bar e na hora a música mudou.
Os casais se preparavam pra se mexer no ritmo da música que já tava rolando. Laura virou na hora e me entregou aquela bunda gostosa dela, fazendo movimentos circulares mesmo sem se encostar em mim. Fiquei impressionado com os passos de dança dela. Do nada, Cinthya pega na mão do seu Mário e começa a andar — pensei que vinha na minha direção, mas um movimento da Laura me fez prestar atenção nela por uns segundos e perder a Cinthya de vista. De repente, senti alguém se encostar em mim. Achei que era a Cinthya vindo substituir a Laura, mas não. Era a novinha que tava dançando com o velho seu Ernesto. O que ela tava fazendo aqui? Me perguntei. E cadê a Cinthya?
Só precisei virar na direção onde, há alguns instantes, estavam seu Ernesto e a parceira dele, pra perceber que minha esposa estava junto dele. Ela tinha andado da posição inicial dela pra se aproximar do velho Ernesto. Tudo era tão confuso, eu sentia o corpo da Laura e as mãos da outra jovem acariciando minhas costas. Quis me afastar, mas as duas mulheres me mantinham preso, embora eu tenha que admitir que os carinhos delas, mesmo sendo só uma dança, me excitavam.A música de fundo continuava tocando, aquele famoso perreo, os casais se moviam com habilidade e sensualidade. Cinthya só falou umas palavras pros velhos, e eles caíram na gargalhada, seguido de uns leves aplausos dos dois. Na sequência, Cinthya virou de costas pra eles e começou a reboltar aquele rabo voluptuoso no ritmo do perreo, se aproximando do velho Mario. O vestido curto dela tinha subido um pouco, mostrando ainda mais as pernas gostosas dela. Aos poucos, ela chegou a roçar bem em cima do pau do velho, que com a cara de tarado curtia o que minha esposa tava oferecendo, enquanto seu Ernesto aproveitava a cena com um sorriso debochado.
Vamos, mulheres, quero mais intensidade!" — ecoou pelo som, quase como uma ordem pra galera do lugar, já que todo mundo que tava dançando começou a se mexer com mais gás e vigor. Laura e a outra mulher também começaram a rebolar sem vergonha nenhuma, parecia que queriam que eu gozasse ali mesmo. Elas se revezavam pra esfregar a bunda em mim.Eu, tentando manter a compostura, só sorria e incentivava elas, mas meu sorriso caiu quando percebi a Cinthya. Ela já não tava mais fazendo movimentos suaves contra o seu Mário — agora ela tava praticamente trepando com ele. Tava inclinada, com as mãos na cintura, enquanto mexia aquela bunda espetacular e redonda em cima dele. O cabelo dela caía na testa, e com um sorriso, ela ajeitava os fios sem parar de rebolar. O velho Mário já tinha as mãos na cintura dela, e ela virou a cabeça pra olhar pra ele e falar alguma coisa que eu não entendi.
Eles se separaram e eu pensei que aquele show já tinha acabado, mas nada mais longe da realidade. Cinthya viu seu Ernesto e disse "agora é sua vez" e deu um sorrisinho. Na mesma hora, ela se colocou à disposição do velho e, num movimento só, se encaixou nele. Dava pra ver que Cinthya empinou a bunda de um jeito sensual e já começou a rebolar com uma habilidade e destreza nunca antes vista. Esse ato foi eletrizante pros dois, dava pra ver na cara deles a satisfação que sentiram.Cinthya mordeu o lábio inferior e o velho apertou a cintura dela de forma grotesca. Cinthya rebolava a bunda de um jeito que parecia que o velho ia ter um infarto, isso fez com que ela, num momento, virasse pra olhar ele, como se quisesse gravar as caretas do velho. Seu Ernesto estava vidrado nos movimentos e Cinthya decidiu fazer outra coisa. Não ficou só se esfregando no volume do velho, agora começou a fazer movimentos de martelada, os mesmos que eu vi quando ela estava fodendo com o velho. Nisso, o olhar do seu Ernesto e o meu se cruzaram.
Eu olho pra ele, tentando fazer ele lembrar do nosso acordo. Ele parece entender o que eu quero dizer, mas só levanta as mãos, tipo, "não tô fazendo nada". Era verdade, bem verdade, não dava pra negar: era a Cinthya que tava atrás dele o tempo todo. Eu só queria que a música acabasse logo e eu pudesse vazar daquele lugar. De repente, Cinthya me olha e sorri. Ela vê que as mulheres tão me apertando com os movimentos delas, e eu só observava Cinthya dançando com o velho enquanto os outros casais faziam o mesmo. Aí, don Mario entra na dança com Cinthya e don Ernesto, imitando a posição que eu tava, só que a Cinthya era quem tava no meio dos dois velhos.Vendo isso, Cinthya só começou a rir, curtindo o momento, levantou os braços, mas continuava fazendo movimentos circulares com a bunda e esfregando no pau de don Ernesto. Agora ela virou e deixou aquelas nalgas carnudas à disposição de don Mario, que não hesitou nem um segundo e se esfregou nela. Ela se surpreendeu, mas só riu e se mexeu com cara de pau. Nessa altura, Cinthya já não tava mais dançando, só tava no meio dos dois corpos velhos, mas os três continuavam conversando. A cena era meio bizarra pra qualquer um: uma mina nova, com cara de anjo e um corpão sensual, no meio daqueles velhos enrugados e meio gordos.
Isso foi intensooo! Como presente pra todooo mundo! Apaga as luzes! As luzes se apagaram na hora, só ficaram as luzes roxas fracas que mal iluminavam, e eu já não conseguia ver a Cinthya direito. Senti a mão da Lorena no meu pau, o que me assustou, e tirei na hora. Tentei enxergar onde a Cinthya tava, mas não dava pra ver quase nada, só distinguia movimentos. Na contagem de 3, acendam as luzes! 1, 2, 3!
As luzes se acenderam, e finalmente pude ver que Cinthya ainda estava no meio dos velhos, mas estava arrumando o vestido e tinha o top mais abaixo do normal. Não tinha dúvida de que os velhos aproveitaram pra ficar de olho nela de novo.Fui até eles, peguei Cinthya pelo braço e puxei ela de lado.
— Tá bem, love?
— Que foi, querido? Tô bem, haha — enquanto ela continuava ajeitando o vestido.
— Vamos embora daqui.
— Pera, deixa eu me despedir, querido — e foi na direção dos velhos.
— Obrigada, seu Ernesto, seu Mario, me diverti muito, haha.
— A senhorita que nos alegrou, haja — respondeu seu Ernesto.
— E manda um abraço pra Lina.
Depois disso, a gente se afastou do bar. No caminho, perguntei quem era Lina, e ela disse que era a acompanhante do seu Ernesto. Foi aí que ela me explicou que foi ela mesma quem pediu pra Lina dançar comigo, porque ela tinha que pagar uma aposta que devia pro seu Mario. Agora tudo fazia sentido: por isso Lina apareceu do meu lado, enquanto minha esposa se juntava aos velhos.
— Você tava se divertindo com a Lina e a amiga dela, hahaha — disse minha esposa, de forma brincalhona.
— Eu, querido? Ah, sei...
- tranquilo, amor, hehe, você só estava se divertindo mesmo, hehe, fico feliz. - você também se divertiu com o Dom Mario e o Dom Ernesto.
- é, bem, você sabe, hehe, eles têm muita vitalidade e me divertem. E claro, antes que eu esqueça, como amanhã é nosso último dia aqui, vamos jantar com eles, hehe.
- o quê? Por quê? Devia ter me consultado antes – falei irritado.
- não pensei que seria algo ruim, querido – enquanto fazia carinha de tristeza.
- não fica assim, amor, tudo bem, por você, o que for.
- siiiim, obrigada, querido, te amo.
Já que era o último dia, dava pra aguentar. Além do mais, era só um jantar, o que poderia dar errado?
2 comentários - Cinthya, a esposa e meu ex-chefe (7)