18📑O Rei e as Três Gostosas

No reino de Alhendra, o rei Aldric não apenas governava com sabiduría, mas com um fogo carnal que nenhuma dama do castillo havia conseguido apagar. Ao chegar o momento de escolher uma rainha, ele impôs sua própria tradição: uma prova de prazer. Três donzelas de sangue nobre seriam escolhidas, e passariam uma noite com ele, cada uma. Apenas uma se sentaria ao seu lado… e em seu trono.

—Não quero títulos, nem alianças —disse o rei com voz grave—. Quero aquela que consiga me dobrar com seu corpo.

A primeira foi Lys, a morena de pele branca e cabeleira negra como asa de corvo. Entrou na recámara real em silêncio. Mas seus olhos falavam de fome.18📑El Rey y Las Tres DoncellasO rei já a esperava pelada, com o pau duro. Ela se despiu e se aproximou dele. Sem mais, agarrou seu pênis, lambeu da base até a ponta, devagar, com a língua quente. Enfiou até a garganta, uma e outra vez, chupando com lágrimas nos olhos e gemidos baixos. O rei ofegou, segurando seu cabelo. Depois a levantou, a colocou contra a parede de pedra e a penetrou com força na buceta. Lys gritou de prazer.

— Mais, meu rei! Não tenha piedade de mim!

Ele a fodeu em pé, lambeu seus seios e, por fim, a pegou por trás, enterrando o pau duro no cu enquanto ela mordia os lábios para não acordar todo o castelo. Gozaram juntos, tremendo.vadiaMas essa foi só a primeira. A segunda foi Nerya, a ruiva de curvas generosas. Ela entrou sem falar nada, se desnudou sem vergonha nenhuma e se deitou na cama de peles.gostosa—Faça de mim o que quiser — disse ela —, mas eu vou fazer você se lembrar de mim todas as noites.
Ela abriu as pernas e o rei desceu para lamber sua buceta com fome. Seu sabor era doce, suave. Ela segurou sua cabeça, tremendo, gozando em sua língua. Depois montou em seu pau, cavalgando como uma amazona selvagem, com os peitos saltando. A buceta estava encharcada.
—Me segura forte, meu rei!
Ela o fez gozar duas vezes, e ainda assim o enfiou na sua bunda, sentando com força em seu pau até que seu corpo explodiu de prazer. Aldric quase desmaiou de tanto prazer.sexoA terceira foi Elira, a loira de rosto angelical. Parecia tímida, mas ao fechar a porta... ela se ajoelhou e beijou suas coxas. — Posso experimentar, meu rei?quentesEla lambeu e chupou até deixar o pau dele duro como pedra. Depois se virou, abriu o cu e o convidou para entrar sem medo.
—Me come com força... por onde ninguém se atreve.
O rei meteu no cu dela enquanto ela esfregava a buceta e ofegava. Depois a pegou de frente, na posição de rainha, começou a comer a buceta dela, olhando nos seus olhos, chupando seus peitos, gemendo com ela até gozar como um vulcão.Use a palavra bucetaNa manhã seguinte, o rei convocou as três.
—Cada uma de vocês acendeu um fogo diferente em mim. Mas só uma acendeu minha alma.
E ele escolheu…
Na sala do trono, as três donzelas esperavam em pé, vestidas de branco, sem maquiagem, sem joias. Apenas seus corpos, sua essência… e o que deixaram marcado na carne do rei.cogidaAldric olhou para cada uma delas. Lembrou-se da língua faminta de Lys, da força de Nerya, do fogo secreto de Elira. E então ergueu a voz. —A que domou não só meu pau, mas minha alma... é Elira.comendoA loira abriu os olhos, surpresa. Baixou a cabeça, emocionada, enquanto as outras duas se retiravam com respeito… e um pouco de rancor. No mesmo dia, o casamento foi celebrado. Não houve cortejo nem nobreza estrangeira, apenas o castelo fechado, as paredes ardendo de paixão contida, e a promessa de uma noite sem fim. A lua estava alta quando eles entraram na câmara nupcial. Elira usava sua grinalda branca, nua, seus mamilos eretos e seu bumbum firme. Aldric fechou a porta com violência e a levantou nos braços como se ela fosse leve como o vento.

— Esta noite… você será minha como nunca antes.

Ele a jogou na cama e se despiu diante dela. Seu pau estava duro, latejante, pronto. Ela se ajoelhou sorridente. Beijou a ponta, olhou em seus olhos… e o engoliu inteiro com fome, chupando intensamente, fazendo o rei gemer.

— Sua boca é um pecado, Elira…

Ela sorriu, cuspiu em seu pênis e continuou a chupá-lo com sons molhados, desesperada para dar-lhe prazer. Ele a segurou pelo cabelo e a usou, bombeando em sua garganta enquanto ela se tocava, a buceta encharcada, pingando de desejo. Quando não aguentou mais, ele a jogou na cama, abriu suas pernas e lambeu sua buceta como se comesse uma fruta proibida. Ela gozou em sua língua, tremendo, gritando.

— Agora me come! Faz de mim sua rainha com seu pau, não com sua coroa!

Isso enlouqueceu o rei e ele a penetrou com força, com uma fome acumulada de séculos. Empurrou seu pau até o fundo, fazendo-a arquear-se, enquanto as paredes do castelo tremiam. Ele a cavalgou com força. Metendo duro uma e outra vez, enquanto apertava seus peitos e mordia os mamilos. A colocou de quatro, abriu sua bunda e a enfiou por trás também, com fúria, com paixão. Ela gritava, gozava uma e outra vez, seu corpo sacudido, sua alma entregue. Quando finalmente ele gozou, foi dentro dela, profundo, longo, forte, enchendo-a com todo o seu ser. E naquela noite, entre suor, gritos e carne latejante, nasceu a nova rainha… e uma era uma época de fogo para o reino.Relatos eroticos

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