Oi, como é que tão meus tarados e fogosos? Hoje vim contar pra vocês a parada mais gostosa que me aconteceu esses dias, ainda me excito só de lembrar, hehe. Bom, como num relato passado comentei, trabalho na área gastronômica, num restaurante. Então, a parada é que tava atendendo um cliente que é fixo, atendi ele numa boa, sempre educado e tal, ele tava acompanhado, conversei com ele o normal do meu trampo. Aí, na hora que ele vai embora, me deixa uma gorjeta e pega na minha mão e fica passando a mão de um jeito que não era normal, mas eu, todo sério e na minha, agradeci e ele foi embora. Depois, umas hora depois, minha chefe me fala que o Sr. mandou mensagem pra ela (sim, o Sr. tem o número da minha chefe porque supostamente tava tentando pegar ela e não conseguiu KKKKKKKK) pra perguntar se podia ter meu número, e que era pra perguntar se a tarjeta dele tinha ficado. Eu falei pra minha chefe que sim, normal, e sobre a tarjeta, eu limpei tudo e não tinha nada, não vi nada de anormal. Bom, o ponto é que já não tinha muito serviço e eu dei uma escapada pra relaxar e não fazer mais nada, já que faltava umas hora pra sair. Quando olho meu celular, vejo uma mensagem do Sr. Eu cumprimento ele e falo que a tarjeta dele não tava aqui, e ele me diz que não tinha no bolso da bolsa. Eu: "ah, bom, tudo bem", pensando que já era. Mas não era. Ele me pergunta se eu já tinha saído, e eu falo que não, falta uma hora pra sair. Aí ele me pergunta se eu queria ir um pouco até onde ele tava (a casa dele) pra tomar um vinho e relaxar. E eu: "como assim, cê é cliente, não posso fazer isso", sabendo onde isso ia dar. Mas pensei que não, mas a curiosidade me matava, e de tanto ele insistir, eu aceitei. Ele me mandou a localização e, quando saí do trampo, fui pra lá. A casa dele era muito linda, por sinal. O ponto é que cheguei e ele me recebeu, ficamos conversando e tomando vinho no sofá. Ele levanta, vai no banheiro e, quando volta, senta do meu lado com as pernas abertas. Já sabia onde isso ia dar. Não queria cair na tentação, mas o vinho já tinha me batido um pouco e, bom, a curiosidade do que ia rolar estava me pegando. A gente continuava conversando e eu olhando pra entrepernas dele, porque dava pra ver que não tava usando nada por baixo da calça. Nisso ele me fala:
— Desde que te vi, você me pareceu bonito.
— Muito obrigado, de verdade, mas acho que não, hahaha.
— Sério, e pelo seu olhar, alguém aqui embaixo te pareceu bonito, né?
— Que nada, como cê acha? Não, não, não, tô só olhando a garrafa.
— Fica tranquilo, a gente tá sozinho e ninguém vai saber disso, a menos que você conte.
Eu engoli seco e fiquei me perguntando: será que vou continuar com isso e virar uma putinha de vez? E como eu não tava nem aí se era ou não, porque no fundo já era, só que escondido, resolvi entrar na brincadeira. Nisso ele começa a se tocar e me pergunta:
— Você não tá com calor?
— Na verdade, não muito.
— Pois eu tô, um pouco.
E nisso ele tira a calça e, como eu suspeitava, não tinha nada por baixo. O pau dele era muito gostoso e já tava meio duro. Ele pergunta:
— E aí, cê gostou?
E eu, tipo, se eu falo que sim ou não? Quer dizer, sim, mas não. Ele ri e fala:
— Vem, pega nele, você já tava olhando faz tempo.
Eu, me fazendo de bem tímido, mas sendo bem putinha, peguei. Tava quentinho e meu pau começou a endurecer. Ele pergunta se eu tô gostando e eu respondo:
— Simmm.
Nisso comecei a masturbar ele e minha boca encheu d'água de vontade de chupar aquele pau. Falei pra ele:
— Acabei de dar uma vontade de tipo, tomar seu leite, docinho.
Ele responde:
— Interessante, porque eu tenho um leite escondido. Se você quiser, tem que procurar.
E aí começou a parte boa. Eu desci e me ajoelhei na frente dele. Ele sentado no sofá e eu de joelhos, masturbando ele. Comecei a lamber de baixo até a cabecinha, molhando o pau inteiro. Depois comecei a chupar a cabecinha e ele disse que tava gostando, pra eu continuar, que ele tava muito excitado. Nisso, comecei a chupar o pau inteiro e enfiar tudo na minha boquinha, mas o que eu mais gostava era da cabecinha dele. Perguntei se ele tava gostando do jeito que eu fazia e ele respondeu:
— Sim, tô adorando.
— Bom, você também tem que me fazer sentir bem.
— Como? - Deita aqui.
Ele se deita e eu subo em cima dele pra fazer o 69 assim, chupa meu pau, papai. Quando eu falei isso, foi como se tivesse apertado um botão de tesão e nós dois começamos a chupar o pau um do outro. Adoro quando chupam meu pau e também chupar um pau. Nisso ele me fala:
- Quero sua bunda, vagabunda.
- Sim, papai, como quiser.
Ele se levanta e eu fico de quatro no chão, e ele diz:
- Não, não, não, assim não.
E me levanta. Nisso ele mete em mim e eu gemo de prazer e dor, porque ele meteu me carregando e entrou com o pau todo e começou a me foder assim, e eu gemia e gemia de prazer e dor, e ele gostava e até me fala:
- Me dá a língua, vagabunda.
Me dando tapa, e eu:
- Sim, papai.
E ele enfiou a língua na minha boca e chupava minha língua bem gostoso, e enquanto isso metia em mim. Nisso ele me coloca no sofá e mete de novo por cima de mim e continua me penetrando bem gostoso enquanto aperta meus peitos e me beija, me dá tapas e mete bem gostoso e rápido, e às vezes tirava e metia rápido, e eu geme que geme. Até que numa dessas enfiadas que ele mete, e ele tocando meu corpo todo, até meu pau, eu gozo antes dele e todo meu gozo caiu em cima de mim, e ele fala:
- Você gozou antes de mim, agora vai sofrer.
E me faz comer meu próprio gozo, e com um pouquinho que sobrou ele passa no pau, me coloca de quatro e começa a me estuprar de cachorrinho. Eu queria que parasse, e ele dizia que todas as putas são assim, querem que parem mas não querem, e eu só continuo gemendo e falando:
- Que gostoso, que gostoso, ai, ai, ai, ai, sim, papai, para, por favor, você tá arrebentando minha bunda, ai, ai, ai.
- Você fala pra parar, mas seu corpo diz outra coisa, você adora, sua puta de pau.
- Ai, papai, sim, sim, sim, sim, eu adoro, ai, ai.
- Puta, você é muito gostosa, vai ser só minha.
- Sim, papai, sou toda sua, quero ser sua sempre, mas não me estupro tão forte, papai, dói, ai.
- As putas têm que ser tratadas assim, puta, puta. Vou fazer meus amigos te estuprarem também e você ficar banhada de porra, vai ser a mulherzinha dos meus amigos e minha.
- Que gostoso, papai, sim, sou sua. mocinha, quero que me engravidem e me deixem bem cheia da porra de vocês, papai, me estupro, papai, sim, sim - ah, puta, vou gozar, puta. Nisso que ele fala isso, ele tá metendo muito mais rápido e eu sinto ele gozar com um gemido dele, e eu também gemo. Era tanta porra que não parava de sair, ele me deixou tão cheia que a porra escorria sozinha quando ele tirou o pau dele. Nisso ele coloca um copo no meu cu e deixo tudo sair, e ele fala: "se você limpar bem meu pau, deixo você tomar minha porra extraída do seu cu de puta". E eu chupo o pau dele, e ainda saía porra, e limpei ele bem direitinho, e ele me dá o copo na boquinha pra eu comer a porra dele. Nisso ele me beija bem gostoso enquanto me masturba, e depois começa a chupar meu pau até eu gozar na boquinha dele, e ele me beija de novo só pra me fazer engolir minha própria porra outra vez. Depois disso, tudo é história chata KKKKKKKKKKKKK
— Desde que te vi, você me pareceu bonito.
— Muito obrigado, de verdade, mas acho que não, hahaha.
— Sério, e pelo seu olhar, alguém aqui embaixo te pareceu bonito, né?
— Que nada, como cê acha? Não, não, não, tô só olhando a garrafa.
— Fica tranquilo, a gente tá sozinho e ninguém vai saber disso, a menos que você conte.
Eu engoli seco e fiquei me perguntando: será que vou continuar com isso e virar uma putinha de vez? E como eu não tava nem aí se era ou não, porque no fundo já era, só que escondido, resolvi entrar na brincadeira. Nisso ele começa a se tocar e me pergunta:
— Você não tá com calor?
— Na verdade, não muito.
— Pois eu tô, um pouco.
E nisso ele tira a calça e, como eu suspeitava, não tinha nada por baixo. O pau dele era muito gostoso e já tava meio duro. Ele pergunta:
— E aí, cê gostou?
E eu, tipo, se eu falo que sim ou não? Quer dizer, sim, mas não. Ele ri e fala:
— Vem, pega nele, você já tava olhando faz tempo.
Eu, me fazendo de bem tímido, mas sendo bem putinha, peguei. Tava quentinho e meu pau começou a endurecer. Ele pergunta se eu tô gostando e eu respondo:
— Simmm.
Nisso comecei a masturbar ele e minha boca encheu d'água de vontade de chupar aquele pau. Falei pra ele:
— Acabei de dar uma vontade de tipo, tomar seu leite, docinho.
Ele responde:
— Interessante, porque eu tenho um leite escondido. Se você quiser, tem que procurar.
E aí começou a parte boa. Eu desci e me ajoelhei na frente dele. Ele sentado no sofá e eu de joelhos, masturbando ele. Comecei a lamber de baixo até a cabecinha, molhando o pau inteiro. Depois comecei a chupar a cabecinha e ele disse que tava gostando, pra eu continuar, que ele tava muito excitado. Nisso, comecei a chupar o pau inteiro e enfiar tudo na minha boquinha, mas o que eu mais gostava era da cabecinha dele. Perguntei se ele tava gostando do jeito que eu fazia e ele respondeu:
— Sim, tô adorando.
— Bom, você também tem que me fazer sentir bem.
— Como? - Deita aqui.
Ele se deita e eu subo em cima dele pra fazer o 69 assim, chupa meu pau, papai. Quando eu falei isso, foi como se tivesse apertado um botão de tesão e nós dois começamos a chupar o pau um do outro. Adoro quando chupam meu pau e também chupar um pau. Nisso ele me fala:
- Quero sua bunda, vagabunda.
- Sim, papai, como quiser.
Ele se levanta e eu fico de quatro no chão, e ele diz:
- Não, não, não, assim não.
E me levanta. Nisso ele mete em mim e eu gemo de prazer e dor, porque ele meteu me carregando e entrou com o pau todo e começou a me foder assim, e eu gemia e gemia de prazer e dor, e ele gostava e até me fala:
- Me dá a língua, vagabunda.
Me dando tapa, e eu:
- Sim, papai.
E ele enfiou a língua na minha boca e chupava minha língua bem gostoso, e enquanto isso metia em mim. Nisso ele me coloca no sofá e mete de novo por cima de mim e continua me penetrando bem gostoso enquanto aperta meus peitos e me beija, me dá tapas e mete bem gostoso e rápido, e às vezes tirava e metia rápido, e eu geme que geme. Até que numa dessas enfiadas que ele mete, e ele tocando meu corpo todo, até meu pau, eu gozo antes dele e todo meu gozo caiu em cima de mim, e ele fala:
- Você gozou antes de mim, agora vai sofrer.
E me faz comer meu próprio gozo, e com um pouquinho que sobrou ele passa no pau, me coloca de quatro e começa a me estuprar de cachorrinho. Eu queria que parasse, e ele dizia que todas as putas são assim, querem que parem mas não querem, e eu só continuo gemendo e falando:
- Que gostoso, que gostoso, ai, ai, ai, ai, sim, papai, para, por favor, você tá arrebentando minha bunda, ai, ai, ai.
- Você fala pra parar, mas seu corpo diz outra coisa, você adora, sua puta de pau.
- Ai, papai, sim, sim, sim, sim, eu adoro, ai, ai.
- Puta, você é muito gostosa, vai ser só minha.
- Sim, papai, sou toda sua, quero ser sua sempre, mas não me estupro tão forte, papai, dói, ai.
- As putas têm que ser tratadas assim, puta, puta. Vou fazer meus amigos te estuprarem também e você ficar banhada de porra, vai ser a mulherzinha dos meus amigos e minha.
- Que gostoso, papai, sim, sou sua. mocinha, quero que me engravidem e me deixem bem cheia da porra de vocês, papai, me estupro, papai, sim, sim - ah, puta, vou gozar, puta. Nisso que ele fala isso, ele tá metendo muito mais rápido e eu sinto ele gozar com um gemido dele, e eu também gemo. Era tanta porra que não parava de sair, ele me deixou tão cheia que a porra escorria sozinha quando ele tirou o pau dele. Nisso ele coloca um copo no meu cu e deixo tudo sair, e ele fala: "se você limpar bem meu pau, deixo você tomar minha porra extraída do seu cu de puta". E eu chupo o pau dele, e ainda saía porra, e limpei ele bem direitinho, e ele me dá o copo na boquinha pra eu comer a porra dele. Nisso ele me beija bem gostoso enquanto me masturba, e depois começa a chupar meu pau até eu gozar na boquinha dele, e ele me beija de novo só pra me fazer engolir minha própria porra outra vez. Depois disso, tudo é história chata KKKKKKKKKKKKK
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