Relato gay 2

Fala, meus tarados e calientes! Hoje vim contar a parada mais gostosa que rolou comigo esses dias. Ainda fico excitado só de lembrar, hehe. Então, como contei num relato passado, trabalho na área gastronômica, num restaurante. A parada é que tava atendendo um cliente fixo, na maior normalidade, todo educado e de boa. Ele tava acompanhado, conversei o básico do trampo. Na hora que ele foi embora, me deixou uma gorjeta e pegou na minha mão, ficou passando a mão de um jeito que não era normal, mas eu fiquei sério e tranquilo, agradeci e ele vazou. Umas horas depois, minha chefe me chamou e disse que o cara (sim, o cara tem o número da minha chefe porque tava tentando pegar ela e não conseguiu KKKKKKKKK) mandou mensagem pra ela perguntando se podia ter meu número, supostamente pra saber se a tarjeta dele tinha ficado lá. Falei pra minha chefe que sim, normal. E sobre a tarjeta, limpei tudo e não achei nada, nada de anormal. Bom, o ponto é que já não tinha muito serviço e eu dei uma escapada pra relaxar, já que faltava umas 2 horas pra sair. Quando olhei o celular, vi uma mensagem do cara. Cumprimentei ele e falei que a tarjeta não tava aqui. Ele disse que não tinha no bolso da bolsa. Aí eu: "ah, beleza", achando que era isso. Mas não era. Ele perguntou se eu já tinha saído, falei que não, faltava uma hora. Aí ele disse: "Quer vir aqui um pouco? Tô em casa, a gente toma um vinho e relaxa." Eu pensei: "Como assim, cê é cliente, não posso fazer isso", sabendo onde ele queria chegar. Mas a curiosidade falou mais alto, e ele insistiu tanto que aceitei. Ele mandou a localização. Quando saí do trampo, fui pra lá. A casa dele era muito bonita, por sinal. O ponto é que cheguei, ele me recebeu, a gente ficou conversando e tomando vinho no sofá. Ele levantou, foi no banheiro e, quando voltou, sentou do meu lado com as pernas abertas. Já sabia onde aquilo ia dar. Não queria cair, mas o vinho tinha me batido um pouco e, bom, a curiosidade do que ia rolar tava me pegando. A gente continuava conversando e eu olhando pra entreperna dele, porque dava pra ver que ele não tava usando nada por baixo da calça. Nisso ele me fala:
— Desde que te vi, você me pareceu bonito.
— Muito obrigado, de verdade, mas acho que não, hahaha.
— Sério, e pelo seu olhar, alguém aqui embaixo te pareceu bonito, né?
— Que nada, como cê acha? Não, não, não, tô só olhando a garrafa.
— Fica tranquilo, a gente tá sozinho e ninguém vai saber disso, a menos que você conte.

Engoli seco, me perguntando se eu continuava com isso e virava uma putinha a mais. E como eu não ligava se era ou não, já que no fundo eu era, só que escondido, entrei no jogo. Nisso ele começa a se tocar e me pergunta:
— Você não tá com calor?
— Na real, não muito.
— Pois eu tô, um pouco.

E nisso ele tira a calça. E como eu suspeitava, não tinha nada por baixo. Tinha uma rola muito gostosa, já meio dura, e ele pergunta:
— E aí, cê gostou?

E eu tipo: se eu falo que sim, se eu falo que não? Quer dizer, sim, mas não. Ele ri e fala:
— Vem, toca nela, você já tava olhando faz tempo.

E eu, me fazendo de bem tímido, mas sendo bem putinha, peguei nela. Tava quentinha, e a minha rola já tava subindo. Ele pergunta se eu tava gostando, e eu:
— Siiim.

Nisso comecei a masturbar ele, e minha boca enchia d'água pela rola dele. Falei:
— Acabei de ficar com vontade de tipo, tomar um leitinho, docinho.

Ele responde:
— Interessante, porque eu tenho um leite escondido. Se você quiser, tem que procurar.

E aí começou a parte boa. Me abaixei e me ajoelhei na frente dele. Ele sentado no sofá, e eu de joelhos, masturbando ele. Comecei a lamber de baixo até a cabecinha, molhando a rola toda. Depois comecei a chupar a cabecinha, e ele disse que tava gostando, pra continuar, que ele tava muito excitado. Nisso comecei a chupar a rola inteira dele, enfiando tudo na minha boquinha, mas o que eu mais gostava era a cabecinha. Perguntei se ele tava gostando do jeito que eu fazia, e ele respondeu:
— Sim, adoro.
— Bom, você também tem que me fazer sentir bem.
— Como? —Deita aqui.
Ele se deita e eu subo em cima dele pra fazer o 69 assim, chupa meu pau, papai. Quando eu falei assim, foi como se tivesse apertado um botão de tesão e nós dois começamos a chupar o pau um do outro. Amo que chupem meu pau e também chupar um pau. Nisso ele me fala:
—Quero sua bunda, puta.
—Sim, papai, como quiser.
Ele se levanta e eu fico de quatro no chão, e ele diz:
—Não, não, não, assim não. E me levanta.
Nisso ele mete em mim e eu gemo de prazer e dor, porque ele meteu me carregando e entrou com o pau todo e começou a me foder assim, e eu gemia e gemia de prazer e dor, e ele gostava e até me fala:
—Me dá a língua, puta. Me dando tapa.
E eu: —Sim, papai.
E ele enfiou a língua na minha boca e chupava bem gostoso minha língua enquanto metia em mim. Nisso ele me coloca no sofá e mete de novo por cima de mim e continua me penetrando bem gostoso enquanto aperta meus peitos e me beija, me dá tapas e mete bem gostoso e rápido, e às vezes tirava e metia rápido, e eu geme que geme. Até que numa dessas enfiadas que ele mete e fica tocando meu corpo todo, até meu pau, eu gozo antes dele e todo meu gozo caiu em cima de mim, e ele fala:
—Gozou antes de mim, agora vai sofrer.
E me faz comer meu próprio gozo, e com um pouquinho que sobra ele passa no pau dele, me coloca de quatro e começa a me estuprar de cachorrinho. Eu queria que parasse e ele dizia que todas as putas são assim, querem que parem mas não querem, e eu só continuo gemendo e falando:
—Que gostoso, que gostoso, ai, ai, ai, ai, sim, papai, para, por favor, você tá arrebentando minha bunda, ai, ai, ai.
—Você fala pra parar, mas seu corpo diz outra coisa, você adora, sua puta de pau de merda.
—Ai, papai, sim, sim, sim, sim, eu adoro, ai, ai.
—Puta, você é muito gostosa, vai ser só minha.
—Sim, papai, sou toda sua, quero ser sua sempre, mas não me estupra tão forte, papai, dói, ai.
—As putinhas têm que ser tratadas assim, puta, puta. Vou fazer meus amigos te estuprarem também e você vai ficar banhada de porra, vai ser a mulherzinha dos meus amigos e minha.
—Que gostoso, papai, sim, sou sua. mocinha, quero que me engravidem e me deixem bem cheia de porra, papai, me estupro, papai, sim, sim - ah, puta, vou gozar, puta. Nisso que ele fala isso, ele tá metendo muito mais rápido e eu sinto ele gozando com um gemido dele e eu também gemo, era tanta porra que não parava de sair, ele me deixou tão cheia que a porra saía sozinha quando ele tirou o pau. Nisso ele coloca uma taça no meu cu e eu deixo tudo sair e ele fala: se você limpar bem meu pau, eu deixo você tomar minha porra extraída do seu cu de puta. E eu chupo o pau dele e ainda saía porra, e limpei ele bem, e ele me dá a taça na boquinha pra eu comer a porra dele. Nisso ele me beija bem gostoso enquanto me masturba e depois começa a chupar meu pau até eu gozar na boquinha dele e ele me beija de novo só pra me fazer engolir minha própria porra outra vez. Depois disso, tudo é história chata KKKKKKKKKKKKK

2 comentários - Relato gay 2

eder891 +1
Excitante relato 🔥🔥🔥🔥 69 uffff me encanta también