Parte 5: Era óbvio que ia rolar

Cheguei na hora certa. Nem sei por que me preocupei tanto com isso, se no fundo sabia que aquela tarde ia ser tudo menos formal. Tava com a camiseta branca soltinha, a mesma que ele já tinha me visto numa videochamada, e um short de algodão que marcava tudo mais do que eu admito. Por baixo, o conjunto preto novo que eu coloquei "por via das dúvidas", mas sabia que não era dúvida o que eu tinha: era vontade. Lucas me abriu a porta com um sorriso que já dizia tudo. Aquele sorriso que não é amigável, é safado. Aquele que diz "já sei que você tá aqui pra rolar o que você sabe que vai rolar". Entrei e a gente se cumprimentou com um beijo no rosto, mas deu pra perceber… perto demais, devagar demais. Sentei no sofá enquanto ele trazia algo pra beber. A gente falava do trabalho da faculdade, de como os outros eram desorganizados, de como a gente ia acabar fazendo tudo sozinho. E enquanto a gente conversava, ele ia se aproximando. De leve. Um pouco mais a cada frase, a cada piada. Senti o joelho dele roçando no meu, o braço dele no encosto do sofá, o olhar dele me percorrendo com calma. E de repente, sem aviso, sem me perguntar, sem hesitar, ele me beijou. Firme, devagar, como se já tivesse feito aquilo mil vezes. Eu não falei nada. Não me afastei. Deixei rolar. Esperei por aquilo. Os lábios dele me prenderam, a língua dele procurou a minha, e meu corpo respondeu sozinho. — Assim que eu queria ter você — ele murmurou contra minha boca. — Pra mim. Eu só fechei os olhos. Deixei ele fazer. Me deixei levar. Ele pegou na minha mão e me levou pro quarto dele. Não falou mais nada. Não precisava. A gente entrou e ele fechou a porta. As luzes de LED vermelhas já estavam acesas, tudo era suave, íntimo, meio irreal. Me senti em outra dimensão. Parei na frente dele. Lucas me olhava com desejo, com fome. Ele tirou minha camiseta devagar, deixando meu sutiã preto à mostra. Passou a mão nos meus ombros, desceu pelos meus braços, minha cintura, meu quadril. Tirou meu short sem pressa. Eu não falava nada. Só olhava pra ele. Tinha vontade dele. Ele me fez ajoelhar na frente dele. Não falou, só fez. Segurou meu queixo, olhou nos meus olhos e abaixou o calça. Eu entendi tudo. Comecei devagar. Lambendo, brincando, me fazendo de sonsa. Mas sabia que não era. Olhava pra ele de vez em quando, buscava a aprovação dele, o domínio dele. — Isso, assim, me olha. Olha como você se faz de puta pra mim — ele sussurrou. Eu gemi baixinho com a boca cheia, como resposta. — Sabia que você era uma infiel. Seu namorado faz isso com você? Você gosta mais da minha pica do que da dele, não? Meu rosto ardia. De vergonha e de tesão. Não respondi, só chupei com mais vontade. Ele me pegou pelos braços e me levantou. Me virou e me apoiou na cama, de quatro. Me abaixou a calcinha e acariciou devagar antes de colocar a camisinha. Eu já estava molhada, aberta, pronta. Ele me penetrou lento, forte. Eu tapei a boca com o travesseiro pra não gemer tão alto. Me sentia dele. Usada. Mas feliz. — É isso que você faz com todos os colegas? Você dá enquanto seu namorado te espera? — ele dizia entre as estocadas. — Aiii, filho da puta… eu adoro — soltei sem pensar. Ele me segurava pelos quadris como se me reivindicasse. Me deu umas palmadas leves, e eu me mexia, seguia, como a putinha dele. — Você é minha puta, Andrea. Fala pra mim. — Sou sua puta — falei ofegante, enquanto ele me fodia mais a alma a cada movimento. Ele me fez virar, montei nele. Cavalguei suave, devagar, enquanto ele pegava meus peitos, meu pescoço, minha cintura. Deixei ele fazer tudo. Gritava o nome dele baixinho. Me sentia viva. No final, ele tirou a camisinha, sacudiu perto da minha boca. Me ajoelhei de novo. Dei os últimos beijos, e quando ele gozou, engoli tudo. Fiquei uns segundos assim, com os lábios fechados, engolindo em silêncio. Ele acariciava meu cabelo. — Era isso que eu queria. Bem obediente. Me vesti devagar, meio trêmula. Ele também. Depois a gente foi revisar o trabalho prático. Falávamos normal, como se nada tivesse acontecido. Bebíamos água. Ríamos. E, como se não bastasse, antes de eu ir, ele me pegou pela cintura, me apoiou na escrivaninha e me comeu de novo, rápido, quase selvagem. Eu nem tirei a Curto. Só desceu o necessário. Foi mais rápido, mais sujo. Mas igualmente bom. Já voltando pra casa, enquanto caminhava com o celular na mão, não consegui evitar abrir o chat com ele. "Depois a gente se fala", ele tinha mandado. Eu sorri sozinha. Adorei. Adorei tudo. Adorei me sentir outra. Adorei fazer algo que nunca pensei que fosse fazer. E o pior... ou o melhor... é que quero mais.Parte 5: Era óbvio que ia rolarTô muito tesuda agora, vocês gostam que eu poste mais fotos assim, sem mostrar nada? 🤭 De novo me animei a postar uma fotinha assim, sem nada. Comentem se gostam de me ver assim e se o relato deixou vocês com tesão. Deixem pontinhos...

10 comentários - Parte 5: Era óbvio que ia rolar

Q puta hermosa! Si pudiera volver al colegio en esta época, q bien la pasaría jaja
Que buen relato. Los anteriores fueron perfectos para llegar a este. Pasó como tenía que pasar, que calentura