Mesmo com a putaria que a Cami tava me deixando, comecei a penetrar ela devagar de missionário, num vai e vem lento mas fundo. Ela mordia os lábios e me abraçava, e mesmo tarada do jeito que tava, só se deixava levar. Depois comecei a beijar ela, beijar o pescoço, as orelhas, e ela acelerou o ritmo (pelo tesão que ela tava botando, dava pra ver quem era a mãe dela, mas também dava pra ver que faltava experiência). Eu continuei comendo ela, mas dessa vez não tão fundo, só mais intenso, enquanto beijava os peitos dela. Isso fez ela soltar um gemido suave mas intenso, aí eu não aguentei, tirei meu pau e ia colocar ela de quatro, mas pensei que isso ia estragar todo o romantismo que eu tinha colocado na noite, e além disso ia me fazer gozar muito rápido. Então só coloquei ela de lado, tipo colherinha, e eu de frente pra ela, levantei uma perna dela e penetrei devagar. Ela se soltou num som mais de dor do que de prazer, mas eu continuei, só que dessa vez a intensidade ia ser outra. Aos poucos fui acelerando até comer ela selvagemente, ela só gemia e pedia mais e mais. Ver a carinha corada dela enquanto eu comia não tem preço, e enquanto eu tava comendo ela, na minha mente começaram a aparecer lembranças de quando eu comia a mãe dela. Tava me desconcentrando, fechava os olhos e via a mãe dela, abria e via a Camila, ouvia os gemidos da Cami mas sentia os da mãe dela, e não soube lidar com todas essas sensações...
Aí olhei pra sacada do hotel e não hesitei, era filha da Gaby, então devia ser tão puta quanto, mesmo que faltasse experiência. Então levei ela pra sacada, ela só falou "pra onde cê tá me levando?" e resistiu um pouco. Aí voltei a mim e só encostei ela no vidrão pra ela observar a paisagem da praça na segurança do quarto. Mas ter ela assim foi melhor do que eu imaginava, ver ela com as mãos apoiadas no vidro e ela esticando a bunda foi o máximo. Eu ia avançar nela e comer como se fosse a mãe dela, a Gaby, mas Bem na hora, percebi que a Camila ainda não tava pronta pra aquilo e que, pra conseguir, eu tinha que levá-la ao ápice pra ela perder o controle e deixar sair a puta da mãe dela que carregava dentro de si.
Então, do jeito que ela tava, me abaixei por trás e comecei a beijar a bunda dela, mordia, passava minha língua enquanto com uma mão apertava e com a outra batia uma punheta nela. Fiquei nisso até ver um fiozinho dos sucos dela escorrendo, ela só gemia baixinho. Aí me levantei e, de uma vez, enfiei meu pau na buceta dela até o fundo e comecei a bombar sem parar, e os gemidos suaves dela viraram gritinhos de prazer. Tava comendo ela enquanto segurava na cintura dela, e bombava cada vez mais. Depois, diminui o ritmo, peguei ela pelo cabelo, puxando a cabeça dela pra trás, e falei: "Cê gosta do meu amor?" Ela só respondeu: "Siiiiim", enquanto eu continuava comendo ela, vendo ela apertar os próprios peitos com as duas mãos. Fiquei mais uns segundos assim até sentir as pernas dela tremerem.
Em outra hora, eu já teria gozado, mas tinha treinado com a melhor puta de todas, a Gaby, mãe da Cami. Virei ela, coloquei ela de frente pra mim e vi o rostinho satisfeito dela, cheio de prazer, exausta, não aguentava mais, mal se mantinha de pé. Aí levantei ela, coloquei as pernas dela em volta da minha cintura e falei: "Cami, quero fazer amor com você na sacada, quero te comer ao ar livre." Ela respondeu: "Não aguento mais, amor, mas me come, me faz sua onde você quiser e como quiser, me faz sua." Então levei ela assim, no colo, até a sacada, apoiei ela no parapeito que tinha e comecei a meter. E tava decidido a dar o último orgasmo nela e todo o meu gozo. Fui bombando forte enquanto puxava o cabelo dela, e ela, tão exausta, mal gemia, mas eu continuei. E não sei se alguém nos viu da praça ou dos quartos ao lado, só foquei em dar o último orgasmo nela e em dar todo o meu gozo, porque ela merecia, e foi o que fiz. Quando dei o último jato de porra nela, ela ficou... Dormida no meu peito, isso me fez lembrar que estava com a Cami e não com a Gaby. Comer ela na varanda, sentir aquela brisa enquanto nosso suor molhava nossos corpos foi extraordinário, e mais ainda com os gemidos suaves da Cami. Foi assim que eu a carreguei e deitei na cama, ela estava profundamente dormida, deixei ela lá, cobri um pouco e fui tomar um banho. Enquanto me duchava, meu pau continuava pulsando pela foda com a Cami, mas também pela da Gaby, e eu não podia acreditar que finalmente tinha comido as duas. Eu tinha um sorriso cheio de satisfação, mas agora queria mais, queria comer a Cami do mesmo jeito que comia a mãe dela, mas também passou pela minha cabeça o pensamento de fazer um menage com as duas...
O final está chegando...
Aí olhei pra sacada do hotel e não hesitei, era filha da Gaby, então devia ser tão puta quanto, mesmo que faltasse experiência. Então levei ela pra sacada, ela só falou "pra onde cê tá me levando?" e resistiu um pouco. Aí voltei a mim e só encostei ela no vidrão pra ela observar a paisagem da praça na segurança do quarto. Mas ter ela assim foi melhor do que eu imaginava, ver ela com as mãos apoiadas no vidro e ela esticando a bunda foi o máximo. Eu ia avançar nela e comer como se fosse a mãe dela, a Gaby, mas Bem na hora, percebi que a Camila ainda não tava pronta pra aquilo e que, pra conseguir, eu tinha que levá-la ao ápice pra ela perder o controle e deixar sair a puta da mãe dela que carregava dentro de si.
Então, do jeito que ela tava, me abaixei por trás e comecei a beijar a bunda dela, mordia, passava minha língua enquanto com uma mão apertava e com a outra batia uma punheta nela. Fiquei nisso até ver um fiozinho dos sucos dela escorrendo, ela só gemia baixinho. Aí me levantei e, de uma vez, enfiei meu pau na buceta dela até o fundo e comecei a bombar sem parar, e os gemidos suaves dela viraram gritinhos de prazer. Tava comendo ela enquanto segurava na cintura dela, e bombava cada vez mais. Depois, diminui o ritmo, peguei ela pelo cabelo, puxando a cabeça dela pra trás, e falei: "Cê gosta do meu amor?" Ela só respondeu: "Siiiiim", enquanto eu continuava comendo ela, vendo ela apertar os próprios peitos com as duas mãos. Fiquei mais uns segundos assim até sentir as pernas dela tremerem.
Em outra hora, eu já teria gozado, mas tinha treinado com a melhor puta de todas, a Gaby, mãe da Cami. Virei ela, coloquei ela de frente pra mim e vi o rostinho satisfeito dela, cheio de prazer, exausta, não aguentava mais, mal se mantinha de pé. Aí levantei ela, coloquei as pernas dela em volta da minha cintura e falei: "Cami, quero fazer amor com você na sacada, quero te comer ao ar livre." Ela respondeu: "Não aguento mais, amor, mas me come, me faz sua onde você quiser e como quiser, me faz sua." Então levei ela assim, no colo, até a sacada, apoiei ela no parapeito que tinha e comecei a meter. E tava decidido a dar o último orgasmo nela e todo o meu gozo. Fui bombando forte enquanto puxava o cabelo dela, e ela, tão exausta, mal gemia, mas eu continuei. E não sei se alguém nos viu da praça ou dos quartos ao lado, só foquei em dar o último orgasmo nela e em dar todo o meu gozo, porque ela merecia, e foi o que fiz. Quando dei o último jato de porra nela, ela ficou... Dormida no meu peito, isso me fez lembrar que estava com a Cami e não com a Gaby. Comer ela na varanda, sentir aquela brisa enquanto nosso suor molhava nossos corpos foi extraordinário, e mais ainda com os gemidos suaves da Cami. Foi assim que eu a carreguei e deitei na cama, ela estava profundamente dormida, deixei ela lá, cobri um pouco e fui tomar um banho. Enquanto me duchava, meu pau continuava pulsando pela foda com a Cami, mas também pela da Gaby, e eu não podia acreditar que finalmente tinha comido as duas. Eu tinha um sorriso cheio de satisfação, mas agora queria mais, queria comer a Cami do mesmo jeito que comia a mãe dela, mas também passou pela minha cabeça o pensamento de fazer um menage com as duas...
O final está chegando...
1 comentários - Me cogi a la madre luego a su hija 8