sem códigos….
Tem coisas que simplesmente a gente não calcula, nesse caso foi uma daquelas coisas que ficam encobertas pelo excesso de estímulos.
Pra vocês se situarem no tempo, essa história rolou nos dias frios dos últimos 3 meses. Minhas amigas fizeram um jantar que eu participei, não era exatamente um jantar de pegação ou algo formal, mas sim um jantar pra falar de coisas mais sexuais e, claro, me convidaram porque eu nunca escondi dos meus amigos de verdade minha escolha de sair com casadas e corno.
A ideia do jantar da minha amiga Martina era pra abrir os olhos de uma amiga mais careta sobre como existe um mundo desconhecido de prazeres, mas pra minha surpresa, quando cheguei, obviamente com intenções de uma prévia quente com a Martina, ela estava com a mãe dela. A mãe da Martina sempre foi assunto nas nossas conversas. As amigas da Martina sempre falavam que a mãe dela era uma mulher gostosa, e que quando o papo era sobre sexo nas reuniões na casa da Marina, a mãe aconselhava elas a aproveitarem a paixão, porque com o tempo só sobra a lembrança.
A mãe da Martina foi apresentada pra mim. O que posso dizer da Rosa (Rous) é que ela é uma mulher de curvas generosas, mas duras, ou seja, uma mulher que quando fica pelada não cai nada. Quadris poderosos e largos, mas ao mesmo tempo lisos, como se tivessem passado a ferro na pele da carne. Uns peitos grandes, redondos, bem chamativos. Na verdade, posso garantir, adiantando um pouco a noite, que os melhores peitos da reunião foram os dela.

A reunião começou na brincadeira, a gente se divertiu pra caralho e, como era de se esperar, sempre quero pegar alguém da festa, e essa era a amiga enxerida…
a amiga perguntadeira, gordinha do jeito que eu gosto, tava me enchendo de perguntas sobre cuckold e a ideia de submissão, a ponto de eu pensar que seria o auge da minha noite, mas não era só uma mina curiosa.
Os 2 caras da reunião não tavam com nenhuma das minas como par, o que fez com que, durante a sessão de perguntas e respostas que foi rolando, ninguém tentasse esconder nada. Essa era a real, e fez a gente se conhecer, se divertir e deixar de lado esse mundo de cancelamento em que a gente vive.
Todo mundo fala de sexualidade, mas mais do que de sexo... obviamente a mãe da minha amiga contou um pouco da realidade dela, do fogo apagado com o marido atual e de como a monotonia foi comendo tudo. O clima da nossa conversa foi tão intenso que uma senhora de mais de 50 anos contou sobre a sexualidade dela, que só se salvou por causa dos brinquedos sexuais que compra.
Depois da reunião, passaram-se alguns dias. Parte do meu trampo em diferentes áreas é consertar notebooks/celulares... então, enquanto eu me preparava pra treinar, a campainha de casa tocou... quando abri, era a Rous (Rosa), a mãe da Martina, no seu visual de contadora, sabendo muito bem usar um decote que valoriza ela, saia justa de vestir e uma maquiagem que já beirava o putaria e a preparação pra um encontro.
Obviamente, chamei ela pra entrar e, enquanto ela me dizia que tinha trazido um notebook pra eu dar uma olhada, servi um café e perguntei.
- A que veio? falei na lata.
- pra te trazer o notebook. ela disse.
- Ontem você ouviu que o que passar por aquela porta é pra transar, além disso sabe que tenho meu trampo e mesmo assim passou em casa… vou perguntar de novo: pra que você veio?
Ela só conseguiu bater os joelhos, tremer e ficar em silêncio.
- Tem duas opções: a primeira é que, como você tá perto… veio trazer um notebook, se arriscando a eu não estar na oficina.
A outra é que nossa reunião tenha te aberto mil perguntas e você queira respostas…
Te proponho o seguinte: vou me trocar. Se, quando eu sair do quarto, você já tiver ido embora, vou entender que me trouxe aqui pra consertar seu computador e vou agir como um profissional. A outra possibilidade é que você queira se deixar levar. Se for assim, quando eu descer de novo, você vai estar aqui, com a porta fechada. E se for esse o caso, o que acontecer hoje vai ser nosso segredo. Mas fica claro: não vou ser seu marido carinhoso.
Me troquei como se fosse embora, mas na real o que fiz foi uma jogada arriscada. Só que depois de ouvir ela, ficou claro que ela precisava ser dominada — que aquele casamento perfeito, o papel dela de contadora líder, sempre deixava ela no controle de tudo. E como a maioria dos submissos, ela ia encontrar o prazer final ao se deixar guiar, ao pedir permissão, ao ter o controle de soltar o controle.
Quando ela desceu, já estava sem o casaco, com uma camisa tão justa que os últimos botões mal seguravam aquele decote, já sem sutiã pelo que eu podia ver. Ela olhou nos meus olhos, mas antes que eu pudesse falar, um tapa quebrou o silêncio. Não foi forte o suficiente pra machucar, mas também não tão suave a ponto de eu não sentir...
Naquele momento, algo nela quebrou, ela já não controlava mais nada e se entregou… Eu olhei pra ela devagar e disse
- Se quer isso, me entrega sua bolsa sem dizer nada… agora, quando não cumprir, vai ser castigada; quando cumprir, vai ganhar prêmios e vou te fazer minha mulher ao meu prazer.
— Sim, disse ela estendendo o braço e entregando a bolsa, ainda meio transtornada.
Novamente outro corretivo tocou sua bochecha, esse foi mais suave e a senhora que sempre dava ordens estava se molhando ao obedecer sem pensar em mais nada além do prazer.
O inevitável estava por vir, mas eu queria levá-la ao limite, queria ver se ela ia fugir em algum momento. Minha casa tem uma janela para um corredor, já que moro numa rua estilo beco… Peguei ela pelo pescoço, como quem coloca coleira de enforcamento em cachorro, e encostei ela nas cortinas da janela. Nos puxões, dava pra ouvir o tecido da saia rasgando… Me aproximei do ouvido dela e, sentindo a respiração excitada e o coração batendo como se fosse saltar do peito, falei…
- Há alguns anos, sua filha esteve quase na mesma situação, e ela adora de vez em quando vir reviver isso… sei que você é a mãe, então agora é sua última chance de me dizer "para com isso".

enquanto segurava seu pescoço, descia sua calcinha fio dental, deixando cair gotas daquele líquido lindo que as pernas de uma mulher soltam quando ela tá muito, muito gostosa… ela não disse nada, mas aquele instinto que a fez gozar prevaleceu e, enquanto procurava minha boca, ela mesma pegou a cock e guiou até sua pussy, seus orgasmos enfraqueciam suas pernas e quanto mais eu apertava seu pescoço, mais gostosa ela ficava… já de tetas contra a janela, de vez em quando as cortinas se abriam, então mais de um que passou na rua viu aquelas tetas poderosas balançando enquanto eu curtia fazer dela minha mamita.

Ela estava entregue, sentia a buceta pulsar em cada orgasmo e gozava ainda mais quando eu me dava ao trabalho de soltar as frases que a deixavam louca.
- você é mais apertada que sua filha, mas igualmente puta... ele dizia
- seu putinho... me respondia
quando estava prestes a gozar, corri a cortina e deixei os dois peitos dela apoiados no vidro enquanto minha porra, que de vez em quando enche o cu da filha, estava enchendo a buceta da cadela.
no chão, quando eu a deixei cair, lágrimas escorriam dos olhos dela, borrando a maquiagem linda. Sem mais nada, com um olhar de entrega, ela me encarou nos olhos e depois começou a beijar minha pica, que foi ficando dura de novo.
nesse instante tocaram a campainha pra me entregar um pacote do mercado livre.
- recebe o pacote aqui, gostosa
— O que eu visto? — disse ela, olhando para a saia feita em tiras de pano.
- não, mami, assim mesmo... quero que o mundo veja a puta que me fode
Ela hesitou, mas depois do que já tinha rolado, tava disposta a entrar no jogo… o cara do Mercado Pago não podia acreditar nas tetas que tava vendo… com a camisa toda rasgada e de fio dental… acho que esse cara deve ter dedicado a melhor punheta da vida dele pra ela…
Quando ela fechou a porta, ficou tremendo, olhando pro nada, mas aquele ato de submissão merecia um prêmio, então beijei uma a uma cada vértebra enquanto descia pela bunda dela, que ao sentir meus beijos se abriu pra me deixar entrar.
Quando sentiu o prazer da chupada, se largou toda e ficou de quatro, deixando toda a mercadoria exposta... Como bom amante, minha chupada arrancou mais de um orgasmo bem gostoso e degenerado, enquanto com dedo e língua eu ia preparando aquele bum que tava bem apertado, e isso me deixava ainda mais excitado.

quando fico no modo chupada, já fico toda entregue, aquele cuzinho já preparado pro trabalho de língua e dedos, e chegou o momento que eu mais amo: encostei a cabeça da minha piroca cabeçuda na entrada daquele cuzinho apertado e, como uma mola, ela foi expelida pra fora. Ela, que já tava quase escapando, foi vítima do acaso: o celular dela tocou, não deixando ela se levantar. Passei o telefone pra ela, e ela atendeu de quatro, me dando tempo de colocar a cabeça na posição. Por mais que tentasse se soltar enquanto atendia a ligação, foi impossível… assim que desligou, já tava com o falo na posição e as cadeiras bem seguras. A enfiada foi firme, constante, mas lenta…
Só teve um grito, gutural, potente, enquanto eu batia em tudo que estava ao meu alcance. Quando nossas cadeiras pegaram o ritmo e o corpo dela começou a tremer de prazer de novo, pude sussurrar aquela frase que a deixou ainda mais excitada.
- ter a buceta mais apertada que sua filha… falei enquanto aquela frase provocava um tremor no corpo dela
- Você é um filho da puta, não tem código, comeu as duas. Ela me respondeu.
- Sua filha e você adoram dar galha nos namorados de vocês, eu só tô satisfazendo vocês. respondi.
Não posso negar que o ato de ter a mãe de um amigo empalada quase na entrada do meu apê me deixava louco e deixava minha pica muito mais dura… à medida que o clima, o suor e a bombada já soltavam o cheiro daquelas empaladas épicas… não tem como, sexo anal é o que leva a sexualidade ao limite, é pesado, é sujo e é a entrega máxima que uma mulher pode dar e o prazer máximo de um homem…
Foi um prazer inundar essa bunda apertada de porra, mas a rata tava tão dura que não conseguiu fechar pra segurar, e toda quebrada, quando se levantou, escorreu uma gotinha de porra com fios vermelhos e marrons da enrabada pela parte de dentro da perna branca dela.
Ela estava toda bagunçada, toda cheia de porra, bem fora daquele papel de madame que é a marca registrada dela. A gente se olhou nos olhos e não teve palavra, só silêncio… Ela me abraçou e, assim, andando com dificuldade entre tremores de prazer e o corpo judiado de uma enrabada, eu guiei ela até o banheiro e a gente tomou banho junto, ou melhor, ficou um tempão debaixo d'água… Lavei ela como se fosse uma menininha, com cuidado, os joelhos dela vermelhos de ficar de quatro na frente da porta, os quadris marcados de eu ter arrancado a saia e a calcinha fio dental… Depois, ela tava me lavando e percebeu que meu pau já queria guerra de novo…
- De novo?. ela disse…
- por isso sua filha sempre quer me ver. eu respondi
— Tem alguma coisa que você ainda não fez com ela? Ela me disse.
- Ela não engole porra, é a única coisa que não faz. Falei pra ela.
Ela me olhou, apertou forte meu pau e se ajoelhou, não posso negar que foi uma das chupadas mais apaixonadas que já senti, não sei se posso dizer que foi a melhor, mas com certeza foi intensa.
Ela tava com o corpo no limite, mas sem pensar em nada, me ordenhou até a última gota, tomou tudo e continuou até o ponto que eu senti como se meu corpo inteiro tivesse formigando.
depois disso, a gente ficou pelado no sofá, meu quarto é no segundo andar e ela não conseguia subir as escadas.
— Não tenho roupa, ela me disse.
—não se preocupa, te empresto uma coisa minha..
- no escritório eu tenho a roupa de academia, se eu chegar no escritório tô salva.
A senhora, a dama, a contadora e agora minha putinha... foi embora vestida com minha roupa, a mãe da minha amiga que mais de uma vez engoliu meu leite vai embora inseminada como se fosse povoar a Patagônia.
antes de ir embora, me perguntou num tom entre culpa e remorso…
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.E isso como continua?
- Segue de dois jeitos: pode acabar aqui agora e você se livra de toda culpa, sabendo que dividiu a pica com sua filha…
A outra é que você se entregue como submissa, que toda vez que sentir que precisa de algo, como hoje, você me visite. Vai ser nosso segredo, mas fica claro quem eu sou e que você e sua filha serão e já são parte da minha vida sexual… Não me responda hoje, sente isso, processa isso de hoje e, se quiser, seremos amigos com benefícios.
Nós nos despedimos e, mesmo ela tendo vindo no carro dela, foi embora de Uber. Passaram-se alguns dias e a resposta chegou, sem acréscimos, sem enfeites, só dizia
- amigos com benefícios… vou querer mais… disse ela.
Ei, rei, tirei uma selfie onde dava pra ver eu e a Martina pelados…
minhas, respondi...
Pd, sua bunda é mais apertada e gostosa, podemos dizer que mamãe e filha são irmãs de porra…
Já faz um tempo, mamãe já aprendeu a abrir o jogo dela de submissa e a chave pro orgasmo dela é ser comparada com a guria… embora eu adoraria fazer um menage com as duas, sei que é impossível, a Martina nunca aceitaria. Ela mal perdoou a mãe desde o divórcio com o pai dela, não vejo chance de dividirem uma rola juntas…Deixo aqui algumas das fotos que ela manda pra me mostrar o quanto tá entregue, e repito: ela tem uns peitos fenomenais.Desde já, valeu a todos os leitores… compartilhem o post e agradeço os pontos…
att: @leonardkta
Tem coisas que simplesmente a gente não calcula, nesse caso foi uma daquelas coisas que ficam encobertas pelo excesso de estímulos.
Pra vocês se situarem no tempo, essa história rolou nos dias frios dos últimos 3 meses. Minhas amigas fizeram um jantar que eu participei, não era exatamente um jantar de pegação ou algo formal, mas sim um jantar pra falar de coisas mais sexuais e, claro, me convidaram porque eu nunca escondi dos meus amigos de verdade minha escolha de sair com casadas e corno.
A ideia do jantar da minha amiga Martina era pra abrir os olhos de uma amiga mais careta sobre como existe um mundo desconhecido de prazeres, mas pra minha surpresa, quando cheguei, obviamente com intenções de uma prévia quente com a Martina, ela estava com a mãe dela. A mãe da Martina sempre foi assunto nas nossas conversas. As amigas da Martina sempre falavam que a mãe dela era uma mulher gostosa, e que quando o papo era sobre sexo nas reuniões na casa da Marina, a mãe aconselhava elas a aproveitarem a paixão, porque com o tempo só sobra a lembrança.
A mãe da Martina foi apresentada pra mim. O que posso dizer da Rosa (Rous) é que ela é uma mulher de curvas generosas, mas duras, ou seja, uma mulher que quando fica pelada não cai nada. Quadris poderosos e largos, mas ao mesmo tempo lisos, como se tivessem passado a ferro na pele da carne. Uns peitos grandes, redondos, bem chamativos. Na verdade, posso garantir, adiantando um pouco a noite, que os melhores peitos da reunião foram os dela.

A reunião começou na brincadeira, a gente se divertiu pra caralho e, como era de se esperar, sempre quero pegar alguém da festa, e essa era a amiga enxerida…
a amiga perguntadeira, gordinha do jeito que eu gosto, tava me enchendo de perguntas sobre cuckold e a ideia de submissão, a ponto de eu pensar que seria o auge da minha noite, mas não era só uma mina curiosa.
Os 2 caras da reunião não tavam com nenhuma das minas como par, o que fez com que, durante a sessão de perguntas e respostas que foi rolando, ninguém tentasse esconder nada. Essa era a real, e fez a gente se conhecer, se divertir e deixar de lado esse mundo de cancelamento em que a gente vive.
Todo mundo fala de sexualidade, mas mais do que de sexo... obviamente a mãe da minha amiga contou um pouco da realidade dela, do fogo apagado com o marido atual e de como a monotonia foi comendo tudo. O clima da nossa conversa foi tão intenso que uma senhora de mais de 50 anos contou sobre a sexualidade dela, que só se salvou por causa dos brinquedos sexuais que compra.
Depois da reunião, passaram-se alguns dias. Parte do meu trampo em diferentes áreas é consertar notebooks/celulares... então, enquanto eu me preparava pra treinar, a campainha de casa tocou... quando abri, era a Rous (Rosa), a mãe da Martina, no seu visual de contadora, sabendo muito bem usar um decote que valoriza ela, saia justa de vestir e uma maquiagem que já beirava o putaria e a preparação pra um encontro.
Obviamente, chamei ela pra entrar e, enquanto ela me dizia que tinha trazido um notebook pra eu dar uma olhada, servi um café e perguntei.
- A que veio? falei na lata.
- pra te trazer o notebook. ela disse.
- Ontem você ouviu que o que passar por aquela porta é pra transar, além disso sabe que tenho meu trampo e mesmo assim passou em casa… vou perguntar de novo: pra que você veio?
Ela só conseguiu bater os joelhos, tremer e ficar em silêncio.
- Tem duas opções: a primeira é que, como você tá perto… veio trazer um notebook, se arriscando a eu não estar na oficina.
A outra é que nossa reunião tenha te aberto mil perguntas e você queira respostas…
Te proponho o seguinte: vou me trocar. Se, quando eu sair do quarto, você já tiver ido embora, vou entender que me trouxe aqui pra consertar seu computador e vou agir como um profissional. A outra possibilidade é que você queira se deixar levar. Se for assim, quando eu descer de novo, você vai estar aqui, com a porta fechada. E se for esse o caso, o que acontecer hoje vai ser nosso segredo. Mas fica claro: não vou ser seu marido carinhoso.
Me troquei como se fosse embora, mas na real o que fiz foi uma jogada arriscada. Só que depois de ouvir ela, ficou claro que ela precisava ser dominada — que aquele casamento perfeito, o papel dela de contadora líder, sempre deixava ela no controle de tudo. E como a maioria dos submissos, ela ia encontrar o prazer final ao se deixar guiar, ao pedir permissão, ao ter o controle de soltar o controle.
Quando ela desceu, já estava sem o casaco, com uma camisa tão justa que os últimos botões mal seguravam aquele decote, já sem sutiã pelo que eu podia ver. Ela olhou nos meus olhos, mas antes que eu pudesse falar, um tapa quebrou o silêncio. Não foi forte o suficiente pra machucar, mas também não tão suave a ponto de eu não sentir...
Naquele momento, algo nela quebrou, ela já não controlava mais nada e se entregou… Eu olhei pra ela devagar e disse
- Se quer isso, me entrega sua bolsa sem dizer nada… agora, quando não cumprir, vai ser castigada; quando cumprir, vai ganhar prêmios e vou te fazer minha mulher ao meu prazer.
— Sim, disse ela estendendo o braço e entregando a bolsa, ainda meio transtornada.
Novamente outro corretivo tocou sua bochecha, esse foi mais suave e a senhora que sempre dava ordens estava se molhando ao obedecer sem pensar em mais nada além do prazer.
O inevitável estava por vir, mas eu queria levá-la ao limite, queria ver se ela ia fugir em algum momento. Minha casa tem uma janela para um corredor, já que moro numa rua estilo beco… Peguei ela pelo pescoço, como quem coloca coleira de enforcamento em cachorro, e encostei ela nas cortinas da janela. Nos puxões, dava pra ouvir o tecido da saia rasgando… Me aproximei do ouvido dela e, sentindo a respiração excitada e o coração batendo como se fosse saltar do peito, falei…
- Há alguns anos, sua filha esteve quase na mesma situação, e ela adora de vez em quando vir reviver isso… sei que você é a mãe, então agora é sua última chance de me dizer "para com isso".

enquanto segurava seu pescoço, descia sua calcinha fio dental, deixando cair gotas daquele líquido lindo que as pernas de uma mulher soltam quando ela tá muito, muito gostosa… ela não disse nada, mas aquele instinto que a fez gozar prevaleceu e, enquanto procurava minha boca, ela mesma pegou a cock e guiou até sua pussy, seus orgasmos enfraqueciam suas pernas e quanto mais eu apertava seu pescoço, mais gostosa ela ficava… já de tetas contra a janela, de vez em quando as cortinas se abriam, então mais de um que passou na rua viu aquelas tetas poderosas balançando enquanto eu curtia fazer dela minha mamita.

Ela estava entregue, sentia a buceta pulsar em cada orgasmo e gozava ainda mais quando eu me dava ao trabalho de soltar as frases que a deixavam louca.
- você é mais apertada que sua filha, mas igualmente puta... ele dizia
- seu putinho... me respondia
quando estava prestes a gozar, corri a cortina e deixei os dois peitos dela apoiados no vidro enquanto minha porra, que de vez em quando enche o cu da filha, estava enchendo a buceta da cadela.
no chão, quando eu a deixei cair, lágrimas escorriam dos olhos dela, borrando a maquiagem linda. Sem mais nada, com um olhar de entrega, ela me encarou nos olhos e depois começou a beijar minha pica, que foi ficando dura de novo.
nesse instante tocaram a campainha pra me entregar um pacote do mercado livre.
- recebe o pacote aqui, gostosa
— O que eu visto? — disse ela, olhando para a saia feita em tiras de pano.
- não, mami, assim mesmo... quero que o mundo veja a puta que me fode
Ela hesitou, mas depois do que já tinha rolado, tava disposta a entrar no jogo… o cara do Mercado Pago não podia acreditar nas tetas que tava vendo… com a camisa toda rasgada e de fio dental… acho que esse cara deve ter dedicado a melhor punheta da vida dele pra ela…
Quando ela fechou a porta, ficou tremendo, olhando pro nada, mas aquele ato de submissão merecia um prêmio, então beijei uma a uma cada vértebra enquanto descia pela bunda dela, que ao sentir meus beijos se abriu pra me deixar entrar.
Quando sentiu o prazer da chupada, se largou toda e ficou de quatro, deixando toda a mercadoria exposta... Como bom amante, minha chupada arrancou mais de um orgasmo bem gostoso e degenerado, enquanto com dedo e língua eu ia preparando aquele bum que tava bem apertado, e isso me deixava ainda mais excitado.

quando fico no modo chupada, já fico toda entregue, aquele cuzinho já preparado pro trabalho de língua e dedos, e chegou o momento que eu mais amo: encostei a cabeça da minha piroca cabeçuda na entrada daquele cuzinho apertado e, como uma mola, ela foi expelida pra fora. Ela, que já tava quase escapando, foi vítima do acaso: o celular dela tocou, não deixando ela se levantar. Passei o telefone pra ela, e ela atendeu de quatro, me dando tempo de colocar a cabeça na posição. Por mais que tentasse se soltar enquanto atendia a ligação, foi impossível… assim que desligou, já tava com o falo na posição e as cadeiras bem seguras. A enfiada foi firme, constante, mas lenta…
Só teve um grito, gutural, potente, enquanto eu batia em tudo que estava ao meu alcance. Quando nossas cadeiras pegaram o ritmo e o corpo dela começou a tremer de prazer de novo, pude sussurrar aquela frase que a deixou ainda mais excitada.
- ter a buceta mais apertada que sua filha… falei enquanto aquela frase provocava um tremor no corpo dela
- Você é um filho da puta, não tem código, comeu as duas. Ela me respondeu.
- Sua filha e você adoram dar galha nos namorados de vocês, eu só tô satisfazendo vocês. respondi.
Não posso negar que o ato de ter a mãe de um amigo empalada quase na entrada do meu apê me deixava louco e deixava minha pica muito mais dura… à medida que o clima, o suor e a bombada já soltavam o cheiro daquelas empaladas épicas… não tem como, sexo anal é o que leva a sexualidade ao limite, é pesado, é sujo e é a entrega máxima que uma mulher pode dar e o prazer máximo de um homem…
Foi um prazer inundar essa bunda apertada de porra, mas a rata tava tão dura que não conseguiu fechar pra segurar, e toda quebrada, quando se levantou, escorreu uma gotinha de porra com fios vermelhos e marrons da enrabada pela parte de dentro da perna branca dela.
Ela estava toda bagunçada, toda cheia de porra, bem fora daquele papel de madame que é a marca registrada dela. A gente se olhou nos olhos e não teve palavra, só silêncio… Ela me abraçou e, assim, andando com dificuldade entre tremores de prazer e o corpo judiado de uma enrabada, eu guiei ela até o banheiro e a gente tomou banho junto, ou melhor, ficou um tempão debaixo d'água… Lavei ela como se fosse uma menininha, com cuidado, os joelhos dela vermelhos de ficar de quatro na frente da porta, os quadris marcados de eu ter arrancado a saia e a calcinha fio dental… Depois, ela tava me lavando e percebeu que meu pau já queria guerra de novo…
- De novo?. ela disse…
- por isso sua filha sempre quer me ver. eu respondi
— Tem alguma coisa que você ainda não fez com ela? Ela me disse.
- Ela não engole porra, é a única coisa que não faz. Falei pra ela.
Ela me olhou, apertou forte meu pau e se ajoelhou, não posso negar que foi uma das chupadas mais apaixonadas que já senti, não sei se posso dizer que foi a melhor, mas com certeza foi intensa.
Ela tava com o corpo no limite, mas sem pensar em nada, me ordenhou até a última gota, tomou tudo e continuou até o ponto que eu senti como se meu corpo inteiro tivesse formigando.
depois disso, a gente ficou pelado no sofá, meu quarto é no segundo andar e ela não conseguia subir as escadas.
— Não tenho roupa, ela me disse.
—não se preocupa, te empresto uma coisa minha..
- no escritório eu tenho a roupa de academia, se eu chegar no escritório tô salva.
A senhora, a dama, a contadora e agora minha putinha... foi embora vestida com minha roupa, a mãe da minha amiga que mais de uma vez engoliu meu leite vai embora inseminada como se fosse povoar a Patagônia.
antes de ir embora, me perguntou num tom entre culpa e remorso…
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.E isso como continua?
- Segue de dois jeitos: pode acabar aqui agora e você se livra de toda culpa, sabendo que dividiu a pica com sua filha…
A outra é que você se entregue como submissa, que toda vez que sentir que precisa de algo, como hoje, você me visite. Vai ser nosso segredo, mas fica claro quem eu sou e que você e sua filha serão e já são parte da minha vida sexual… Não me responda hoje, sente isso, processa isso de hoje e, se quiser, seremos amigos com benefícios.
Nós nos despedimos e, mesmo ela tendo vindo no carro dela, foi embora de Uber. Passaram-se alguns dias e a resposta chegou, sem acréscimos, sem enfeites, só dizia
- amigos com benefícios… vou querer mais… disse ela.
Ei, rei, tirei uma selfie onde dava pra ver eu e a Martina pelados…
minhas, respondi...
Pd, sua bunda é mais apertada e gostosa, podemos dizer que mamãe e filha são irmãs de porra…
Já faz um tempo, mamãe já aprendeu a abrir o jogo dela de submissa e a chave pro orgasmo dela é ser comparada com a guria… embora eu adoraria fazer um menage com as duas, sei que é impossível, a Martina nunca aceitaria. Ela mal perdoou a mãe desde o divórcio com o pai dela, não vejo chance de dividirem uma rola juntas…Deixo aqui algumas das fotos que ela manda pra me mostrar o quanto tá entregue, e repito: ela tem uns peitos fenomenais.Desde já, valeu a todos os leitores… compartilhem o post e agradeço os pontos…
att: @leonardkta
Comentarios Destacados
12 comentários - Sem códigos, comendo uma árvore genealógica...
van 10
Ud es un maestro de los cuernos
Los 10 puntos están más que merecidos.
Ojalá puedas hacer un trío con las dos. Y quién te dice? También preñarlas y que se los encajen a sus parejas