Fala, galera do P! Dessa vez, trago uma história com a ajuda dessa milf gostosa que vive nas redes sociais e que tô usando pra ilustrar meu conto.
Vêm aí 3 contos que estão ligados um ao outro, já que os rolos rolaram na mesma época. Teve três mulheres diferentes envolvidas, então alguma delas pode ser mencionada nessa história.
Oka, uma vez esclarecendo isso, prossigo.
Não sei se chamo de sorte ou se foi que os deuses foram generosos comigo, mas me deixaram uma experiência muito boa pra minha vida futura.
Mas primeiro vamos começar com a Rita, uma mulher muito putona, a verdade é que tive muita sorte e estava no lugar certo na hora certa, porque foi assim mesmo. Se não, outro teria sido o sortudo de comer a mãe do meu ex-colega de colégio.
Israel entrou no segundo ano do ensino médio, já que ele e os pais tinham morado em Tijuana por alguns anos. Ele nasceu na mesma cidade onde a gente estudava, mas o pai dele teve uma oportunidade de trabalhar como garçom em Tijuana e, de vez em quando, passavam temporadas nos Estados Unidos.
O pai dele teve uns problemas lá por causa da puta da mãe dele. Por isso tiveram que voltar, já que ela deu pra vários filhos da puta que trabalhavam com o pai dele, inclusive o chefe dele. Aí teve uma briga feia, e por isso que voltaram, pra depois ele ir trabalhar de novo, deixando o Israel e a mãe dele, a Rita, na casa da avó materna.
Israel era um cara meio inocente num lugar onde você tinha que se impor pra ser respeitado, e ele não tava acostumado com isso. Numa ocasião, o trouxa quis pagar de engraçadinho e abraçou a mina de um valentão da escola. Aquele filho da puta não ia deixar ninguém abraçar a garota dele, e na saída partiu pra cima na porrada. Eu tinha uma certa reputação bem merecida na pancadaria e entrei na fita porque o cara não parava de chorar. Por sorte pra ele e pra mim também, o valentão pensou duas vezes e não encarou briga comigo. Enquanto isso, Israel não parava de chorar. Por causa disso, acompanhei ele até a casa dele e lá conheci a mãe dele, Rita. Uma gostosa de 35 anos, morena clara, peitão, rabão bem redondo e meio gordinha ou curvilínea, como chamam hoje em dia.
Chegamos na casa dele e ele abriu a porta, onde a mãe dele nos recebeu
— Oi, amor, mas o que aconteceu com você?
— É que tinha um garoto no colégio que queria me bater
— e ele começou a chorar de novo, enquanto caminhava até a mãe, que o abraçou pra consolar.
— O Isra abraçou a Cony, que é namorada do Victor, e ele ficou puto. Na saída, ele quis bater no Isra, mas eu intervim e não deu em nada. Não se preocupa, não vai acontecer nada com ele. Eu resolvo isso amanhã com o cara
— comentei.
— Valeu. Qual é o seu nome?
— Alex, sou colega do grupo do seu filho
— Valeu, Alex. Agora para de chorar, bebê, e vai se trocar pra sentar e comer. Você, Alex, lava as mãos pra comer com a gente.
Fiquei pra almoçar na casa dela naquela tarde e fiquei por dentro de várias paradas sobre a família dela. Claro, soltaram a raiz do problema de por que estavam morando ali de novo, e a Rita me chamou pra visitar eles de novo quantas vezes eu quisesse.
Deixo claro que eu e Israel não éramos os melhores amigos, porque nossa "amizade" era mais por conveniência. Já que ele, ao ficar perto de mim, evitava ser surrado por ser tão nerd, e eu recebia muitos benefícios, já que era o "riquinhos" da cidade. Além disso, só fomos próximos no segundo ano, porque no terceiro ele foi trocado de turma e eu parei de andar com ele.
O pai deles mandava dinheiro, com o qual eles montaram uma loja que tinha máquinas de videogame (não sei como vocês chamam, mas aqui a gente chama de fliperama). A mãe deles era chef no restaurante onde trabalharam em Tijuana e, sério, cozinhava uma comida muito gostosa. A gente comia pizza, hot dog ou hambúrguer, porque ele tava acostumado com esse tipo de comida lá em Tijuana, enquanto jogava no NES ou SNES dele na sala de casa.
Eu me divertia muito na casa dela, mas repito, não éramos bons amigos. Eu tinha meus amigos com quem saía pra farrear e tinha uma amiga muito boa, a Paty, que me deixou por dentro da situação da mãe do Israel. As fofocas da cidade eram o pão de cada dia e o assunto de conversa era a Rita e a sua bunda gulosa pra caralho.
— Ultimamente você passa muito tempo na casa do menino novo, já quase não vem me ver nem me convida pra sua casa — me disse em tom de reclamação a Paty enquanto a gente via um filme de terror na sala da minha casa. — É que eu tô passando os apontamentos pra ele e explicando umas coisas... — Pensei que era por causa da mãe dele que você não saía de lá — ela me interrompeu. — Por que por causa da mãe dele? — Ah, não se faz de bobo. Cê não acha ela gostosa?
E a verdade é que eu não tinha pensado direito nisso. Teve uns momentos meio constrangedores, tipo quando deixaram a gente visitar o museu de Antropologia e história e eu fui buscar ele na casa dele bem cedo. Quando bati na porta, a mãe dele abriu com um roupão quase transparente que deixou eu ver os bicos morenos e gostosos das tetonas dela. Ela não teve vergonha nenhuma de me atender assim, e eu tinha certeza de que não tava de calcinha, porque dava pra ver um pouco da moita dela. Outra vez, na loja dela, enquanto eu ajudava o Israel a arrumar a mercadoria, ela teve que passar no espaço pequeno atrás do balcão e encostou o corpo em mim. Senti as bundinhas macias dela roçando na minha frente e, quando voltou, esfregou as tetas em mim.
A Paty me tirou dos meus pensamentos quando percebeu o volume que tava marcando na minha calça, esse rolê marcou um acontecimento que vai ser motivo de outra história.
— Porra, seu porco! Tô te falando que você só vai na casa do Israel por causa da mãe dele. Mas você não faz ideia de como é aquela senhora — ela me disse meio irritada, e mesmo eu não ligando pras fofocas da vizinhança, aquilo despertou em mim a vontade de saber que "fama" era essa. — E como ela é? perguntei — Ah, não se faz de bobo, você sabe muito bem. Aquela mulher traiu o pai do Israel com vários caras do trabalho dela, inclusive o chefe, por isso ele veio largar ela com a mãe. Foi o que uma vizinha contou pra minha mãe enquanto eu lavava a louça — eu realmente não conhecia a história, porque não era de me meter onde não sou chamado, mas aquela informação despertou meu interesse. — Pra ser sincero, não sabia nada disso. A Rita é muito atenciosa e educada. — Não defende ela não. Cê tá afim dela, né? Não se faz de bobo — ela me interrompeu de novo, irritada. Eu balancei a cabeça de um lado pro outro pra mostrar que não. — Já te falei que ela é muito atenciosa, e quase não vejo ela, porque ela fica na lojinha e a gente na sala dela.
A loja era parte da casa dela, ocuparam um cômodo que dava pra rua pra usar como ponto comercial e uma porta ligava a loja com a casa.
— Pelo menos se cobre, seu porco — ela disse, enquanto olhava de novo pro meu volume. — Tô achando que você quer sentir meu volume, né? — e me aproximei, abraçando ela. — Sai pra lá, seu porco nojento — ela falou, me dando tapas, e eu percebi que ela ficou vermelha e a respiração dela acelerou um pouco, então resolvi parar e mudar de assunto. — Desculpa, ultimamente isso acontece comigo sem eu pensar em nada. Sei que você não acredita, mas vou tentar não deixar rolar de novo. Quer pipoca salgada ou doce? — perguntei enquanto ia pra cozinha. — Melhor eu ir embora — ela disse, se levantando do sofá. — Só te digo que ela não é uma boa mulher, mas aí é contigo — abriu a porta e foi embora, me deixando pensativo se as brincadeiras da Rita comigo eram por acaso ou só parte da personalidade dela.
Mesmo assim, eu era virgem e ela era uma mulherão com muita experiência, enquanto eu já tinha pegado umas minas — naquela época, era o máximo que elas se atreviam — e tinha escondida minha coleção de filmes pornô e umas revistas. Eu me masturbava direto pensando em umas mulheres mais velhas que me atraíam, mas não passava disso. Eu tinha 13 anos, quase 14, e já tinha visto mulheres peladas porque costumava espiar minhas tias e, uma vez, vi uma vizinha de lingerie que era toda transparente. Comecei a achar que talvez eu pudesse ter uma chance com a Rita. Uns meses depois, a professora de inglês escolheu ele para uma apresentação, já que ele tinha morado em Tijuana e passado um tempo nos EUA, então sabia mais inglês que a maioria, e me pediu pra ajudar. Por isso, tive que decorar um diálogo e fui um fim de semana na casa dele. Era normal eu estar lá, então a Rita foi ficando à vontade com a roupa aos poucos. No começo, ela se vestia bem normal, mas depois começou a usar roupas mais justas ou ousadas. Nessa ocasião, ela tava com uma camiseta meio grande e sem sutiã, além de um shortinho minúsculo que, de vez em quando, ficava coberto pela camiseta, parecendo que ela não usava nada por baixo. Era inevitável: ela passava de um lado pro outro fazendo as tarefas, se abaixava e me deixava ver aquela bunda gostosa dela. Outras vezes, sentava perto de mim tentando explicar como se pronunciavam as palavras em inglês e não hesitava em encostar os peitos macios e quentes nela. A verdade é que eu me distraía pra caralho. Só me deram umas horas e tive que voltar pra casa, mas eu voltaria no dia seguinte.
Assim como no dia anterior, cheguei bem cedo, mas dessa vez o Israel não estava, porque tinha ido com a avó dela na igreja e de lá iam fazer compras. Ele não teve tempo de me avisar porque decidiram naquela manhã, mas como ele sabia mais inglês do que eu, acharam que era uma boa ideia a mãe dele me ajudar até ele voltar com a avó. Bati na porta e ela me recebeu de novo com aquele roupão semi transparente. Eu não conseguia evitar de olhar e, sem graça, desviava os olhos pro lado. — O Isra não tá porque foi com a avó na igreja e fazer compras, mas não se preocupa porque eu vou ser sua teacher particular. Igual na escola, só que mais gostosa, né? — ela dizia enquanto colocava as mãos na cintura, apertando ainda mais o roupão contra o corpo escultural dela. Aí eu pude ver os pezões enormes dela, que decoravam muito bem aquelas tetas mamáveis, e mesmo que dessa vez ela estivesse de calcinha, foi um puta espetáculo ver ela daquele jeito. — Entra, porque tá fazendo muito frio e eu vou querer ficar te abraçando mesmo — enquanto me pegava pelo braço pra me levar pra sala. — Senta aí enquanto vou me trocar — ela voltou com outro puto short vestido e, dessa vez, com uma camiseta mais curta. Mesmo sendo um pouco gordinha de rosto, não tinha barriga e o abdômen era meio definido. Dessa vez pude admirar a bunda torneada dela, porque não tinha mais camiseta tampando como no dia anterior. Ela me serviu um copo de suco e colocou umas frutas picadas na mesa da sala. — Vamos ver o quanto você já avançou, porque essa semana vocês têm que apresentar. Você precisa soltar mais a língua, igual quando beija as meninas da escola — ela dizia enquanto olhava pros meus lábios e mordia os dela. Eu só consegui ficar vermelho de novo. Tava tão nervoso que não conseguia pronunciar as palavras direito. — Vamos, relaxa. Você só precisa soltar mais a língua. Olha, pronuncia igual a mim — ela dizia enquanto aproximava o rosto do meu e eu pude sentir o hálito fresco dela, com gosto de morango. Talvez fosse o gloss que ela tinha passado nos lábios ou algo que comeu. da fruta que eu tinha acabado de colocar na mesa. — Você tem que mexer a língua igual quando beija suas garotas — insistiu de novo, e eu só consegui pensar que o Israel tinha contado alguma coisa do que rolava na escola. — Não tenho namorada — falei. — Eu não disse que você tinha namorada, mencionei as garotas que você costuma beijar, bom, foi o que o Israel me contou — puta fofoqueiro, pensei, mas fazer o quê, já sabia mesmo. — Bom, até fico com umas minas, mas falar inglês não é igual a beijar elas, não é a mesma coisa. — Mas ajuda, olha — ela mal terminou de falar e já começou a me beijar. A língua dela não se mexia sem jeito igual a das meninas do colégio, ela brincava com a minha língua enquanto virava a cabeça de um lado pro outro. De repente, ela subiu em cima de mim e eu não me mexia, não conseguia acreditar. Ela pegou minhas mãos e levou pra bunda dela. Por instinto, comecei a apalpar e enfiar as mãos por baixo do pouco pano que cobria o short dela. Isso a excitou ainda mais, e ela começou a respirar ofegante. — Aperta minha bunda, assim que eu gosto, continua e não para — Eu sabia que não era igual com as garotas da escola, mas tinha aprendido alguma coisa com elas, mesmo sabendo que era desajeitado pra uma mulher tão experiente quanto ela.
De repente, ela tirou a camisetinha que cobria o tronco dela e deixou cair aquelas tetas carnudas. Não precisou falar nada, porque eu me joguei nelas, beijando primeiro, depois chupando e até mordendo. Isso pareceu excitar ela ainda mais, porque ela segurou minha cabeça e balançava pra eu esticar mais os bicos dos peitos enquanto prendia eles com os dentes. Ela se levantou um pouco pra abrir minha calça com desespero, e finalmente meu pau apareceu, já todo babado de tão tesudo que eu tava. Sem falar nada, ela montou em mim na loucura, afastando o short dela o suficiente pro meu pau duro e cheio de veias entrar dentro dela.
Essa foi minha primeira vez. Não precisei fazer nenhum esforço além de estar ali naquela manhã. Ela não parava de cavalgar em mim, e eu não sabia quanto tempo ia aguentar enquanto sentia ela ficar molhada aos poucos, e a cada investida, a buceta peluda dela. Ela me abraçava forte ou me beijava com desespero enquanto se contorcia em cima de mim.
— Quando você estiver perto de gozar, me avisa, não ousa gozar dentro de mim — ela falou ofegante, recuperando um pouco a razão. — Assim, bebê, assim. Vai, me dá uns tapas, seja meu macho. Não sou como suas garotas, bebê, sou a raposa que você esperou a vida toda. Assim, como seu pau tá duro, deixa a mamãe montar — isso me excitava ainda mais, e dava pra perceber que eu não ia aguentar mais. Eu tava de olhos fechados, quase gozando, quando ela saiu de cima de mim, se ajoelhou e enfiou meu pau na boca dela. Era algo que eu tinha desejado tantas vezes enquanto me masturbava no banheiro, mas finalmente tava vivendo aquilo, então decidi abrir os olhos e admirar como ela enfiava e tirava meu pau da boca, apertando com a mão, esperando o líquido que ia jorrar enchendo não só a boca dela, mas com tanta força que chegou até a garganta. Foi tanto esperma que eu gozei naquele momento que, se não tivesse sido na boca dela, teria feito uma bagunça na sala. Mas isso não fez ela parar, ela continuou... mamando igualzinho a pita foxy que ela era. Ao perceber que eu não perdia a dureza, me parou do sofá e ficou de quatro, dessa vez tirou o short, deixando eu admirar pela primeira vez o corpo de deusa dela completamente pelada. Não ficava devendo nada pras atrizes pornô que eu via nos filmes e nas revistas. — Vai, neném, me come gostoso, não me deixa esperando — enquanto abria as próprias bundas carnudas. Fiquei maravilhado curtindo a vista, as bundas lindas dela estavam abertas na minha frente, mostrando a buceta super molhada e um cu que deixava ver todo o estrago que ela já tinha levado antes.
Não vou mentir, era minha primeira gozada com uma mulher, então minha glande tava muito sensível e minhas pernas tremiam. Quando peguei ela pelas nádegas e enfiei meu pau na buceta molhada dela, a sensação foi estranha no começo, eu me arqueava porque sentia um leve formigamento, mas logo me acostumei e comecei devagar até aumentar a força com que eu metia nela, a ponto de ter que dar uns passos curtos pra frente porque o sofá estava encostando. — Isso, Alex, assim gostoso, papai, mais, mais, sou uma putinha, dá mais pau pra sua puta, não para Alex, não para, goza dentro de mim — eu segurava ela pela cintura com força e batia ela contra mim, dava pra ver as nádegas carnudas dela quicando, o que me deixava louco e aumentava a força e a velocidade. Quando eu parava um pouco pra respirar, ela rebolava aquele rabo gostoso e batia as nádegas contra mim, tanto que elas estralavam no meu corpo cada vez que ela se empalava. Já tinha durado um pouco mais e, quando virei pra olhar ela, não consegui evitar de ver aquela bunda que ficava cada vez mais molhada. Primeiro só passei o polegar, e isso parecia deixá-la mais excitada, ela gemia como a safada que era, e quando enfiei meu dedo no cu dela, senti um banho morno de líquido saindo da buceta dela. — Isso, castiga meu cu, mete mais um dedo, castiga essa mamãe puta — Eu realmente fiz tudo que pude pra aguentar mais, mas ao sentir aquele líquido morno escorrendo pelo meu pau, molhando até minhas bolas, e ela sem parar de gemer e falar, isso me fez gozar. Mas não gozei dentro dela, não, espirrei e enchi as nádegas dela com minha porra, que de novo foi abundante. Apertei meu pau até quase espremer, e sentia que não parava de sair leite. Ela levou as mãos às nádegas e começou a espalhar minha porra nelas, enquanto enfiava o dedo lambuzado dentro da própria buceta e levava a outra mão à boca pra provar meu gozo.
Eu tava meio cambaleando, sentia meu coração batendo tão forte que achei que ia sair pela boca, mas tava feliz com o que tinha rolado. Perdi minha virgindade com uma mulher muito gostosa, mais velha que eu e super putona. Ela se levantou e com a voz bem animada falou: — Volto já, vou tomar um banho porque você me deixou toda molhada e melada — virou de costas e eu vi aquelas bundas redondas lindas, com uma celulitezinha, mas pra mim eram perfeitas. Ajeitei minha roupa e sentei, porque ainda não tinha me recuperado. Olhei pro teto e fechei os olhos, fiquei assim um tempão quando senti uma mão no meu ombro. — Não dorme, mano, que ainda não terminamos de treinar — não era a voz da Rita, era o Israel que tinha voltado. Fiquei meio nervoso, conferindo se tinha algum vestígio da batalha que tinha rolado, mas por sorte não tinha. De repente a Rita voltou, já tinha tomado banho e abraçou o Israel dando um beijo na bochecha dele. Ela seguiu em frente pra loja, porque a mãe dela já tava esperando. A gente treinou mais um pouco e fui pra casa. Aquela noite não consegui dormir, bati umas cinco punhetas lembrando do que tinha acontecido e na esperança de que se repetisse. Visitei a casa do Israel outras vezes porque queria repetir a experiência, mas não deu, porque ela tava sempre muito ocupada com a loja que tava crescendo pra caralho. De vez em quando, quando me via passando, só gritava: "Tchau, neném".
Depois o Israel foi trocado de grupo e eu nunca mais voltei na casa dele. Mas aprendi um monte de coisa que no futuro ia me servir pra caralho. Então, galera do P!, essa foi uma parte do relato, porque ainda falta contar um bagulho que rolou com minha amiga Paty e a irmã de outro amigo. Felizes punhetas.
Vêm aí 3 contos que estão ligados um ao outro, já que os rolos rolaram na mesma época. Teve três mulheres diferentes envolvidas, então alguma delas pode ser mencionada nessa história.
Oka, uma vez esclarecendo isso, prossigo.
Não sei se chamo de sorte ou se foi que os deuses foram generosos comigo, mas me deixaram uma experiência muito boa pra minha vida futura.
Mas primeiro vamos começar com a Rita, uma mulher muito putona, a verdade é que tive muita sorte e estava no lugar certo na hora certa, porque foi assim mesmo. Se não, outro teria sido o sortudo de comer a mãe do meu ex-colega de colégio.
Israel entrou no segundo ano do ensino médio, já que ele e os pais tinham morado em Tijuana por alguns anos. Ele nasceu na mesma cidade onde a gente estudava, mas o pai dele teve uma oportunidade de trabalhar como garçom em Tijuana e, de vez em quando, passavam temporadas nos Estados Unidos.
O pai dele teve uns problemas lá por causa da puta da mãe dele. Por isso tiveram que voltar, já que ela deu pra vários filhos da puta que trabalhavam com o pai dele, inclusive o chefe dele. Aí teve uma briga feia, e por isso que voltaram, pra depois ele ir trabalhar de novo, deixando o Israel e a mãe dele, a Rita, na casa da avó materna.
Israel era um cara meio inocente num lugar onde você tinha que se impor pra ser respeitado, e ele não tava acostumado com isso. Numa ocasião, o trouxa quis pagar de engraçadinho e abraçou a mina de um valentão da escola. Aquele filho da puta não ia deixar ninguém abraçar a garota dele, e na saída partiu pra cima na porrada. Eu tinha uma certa reputação bem merecida na pancadaria e entrei na fita porque o cara não parava de chorar. Por sorte pra ele e pra mim também, o valentão pensou duas vezes e não encarou briga comigo. Enquanto isso, Israel não parava de chorar. Por causa disso, acompanhei ele até a casa dele e lá conheci a mãe dele, Rita. Uma gostosa de 35 anos, morena clara, peitão, rabão bem redondo e meio gordinha ou curvilínea, como chamam hoje em dia.
Chegamos na casa dele e ele abriu a porta, onde a mãe dele nos recebeu — Oi, amor, mas o que aconteceu com você?
— É que tinha um garoto no colégio que queria me bater
— e ele começou a chorar de novo, enquanto caminhava até a mãe, que o abraçou pra consolar.
— O Isra abraçou a Cony, que é namorada do Victor, e ele ficou puto. Na saída, ele quis bater no Isra, mas eu intervim e não deu em nada. Não se preocupa, não vai acontecer nada com ele. Eu resolvo isso amanhã com o cara
— comentei.
— Valeu. Qual é o seu nome?
— Alex, sou colega do grupo do seu filho
— Valeu, Alex. Agora para de chorar, bebê, e vai se trocar pra sentar e comer. Você, Alex, lava as mãos pra comer com a gente.
Fiquei pra almoçar na casa dela naquela tarde e fiquei por dentro de várias paradas sobre a família dela. Claro, soltaram a raiz do problema de por que estavam morando ali de novo, e a Rita me chamou pra visitar eles de novo quantas vezes eu quisesse.
Deixo claro que eu e Israel não éramos os melhores amigos, porque nossa "amizade" era mais por conveniência. Já que ele, ao ficar perto de mim, evitava ser surrado por ser tão nerd, e eu recebia muitos benefícios, já que era o "riquinhos" da cidade. Além disso, só fomos próximos no segundo ano, porque no terceiro ele foi trocado de turma e eu parei de andar com ele.
O pai deles mandava dinheiro, com o qual eles montaram uma loja que tinha máquinas de videogame (não sei como vocês chamam, mas aqui a gente chama de fliperama). A mãe deles era chef no restaurante onde trabalharam em Tijuana e, sério, cozinhava uma comida muito gostosa. A gente comia pizza, hot dog ou hambúrguer, porque ele tava acostumado com esse tipo de comida lá em Tijuana, enquanto jogava no NES ou SNES dele na sala de casa.
Eu me divertia muito na casa dela, mas repito, não éramos bons amigos. Eu tinha meus amigos com quem saía pra farrear e tinha uma amiga muito boa, a Paty, que me deixou por dentro da situação da mãe do Israel. As fofocas da cidade eram o pão de cada dia e o assunto de conversa era a Rita e a sua bunda gulosa pra caralho.
— Ultimamente você passa muito tempo na casa do menino novo, já quase não vem me ver nem me convida pra sua casa — me disse em tom de reclamação a Paty enquanto a gente via um filme de terror na sala da minha casa. — É que eu tô passando os apontamentos pra ele e explicando umas coisas... — Pensei que era por causa da mãe dele que você não saía de lá — ela me interrompeu. — Por que por causa da mãe dele? — Ah, não se faz de bobo. Cê não acha ela gostosa?
E a verdade é que eu não tinha pensado direito nisso. Teve uns momentos meio constrangedores, tipo quando deixaram a gente visitar o museu de Antropologia e história e eu fui buscar ele na casa dele bem cedo. Quando bati na porta, a mãe dele abriu com um roupão quase transparente que deixou eu ver os bicos morenos e gostosos das tetonas dela. Ela não teve vergonha nenhuma de me atender assim, e eu tinha certeza de que não tava de calcinha, porque dava pra ver um pouco da moita dela. Outra vez, na loja dela, enquanto eu ajudava o Israel a arrumar a mercadoria, ela teve que passar no espaço pequeno atrás do balcão e encostou o corpo em mim. Senti as bundinhas macias dela roçando na minha frente e, quando voltou, esfregou as tetas em mim.
A Paty me tirou dos meus pensamentos quando percebeu o volume que tava marcando na minha calça, esse rolê marcou um acontecimento que vai ser motivo de outra história.
— Porra, seu porco! Tô te falando que você só vai na casa do Israel por causa da mãe dele. Mas você não faz ideia de como é aquela senhora — ela me disse meio irritada, e mesmo eu não ligando pras fofocas da vizinhança, aquilo despertou em mim a vontade de saber que "fama" era essa. — E como ela é? perguntei — Ah, não se faz de bobo, você sabe muito bem. Aquela mulher traiu o pai do Israel com vários caras do trabalho dela, inclusive o chefe, por isso ele veio largar ela com a mãe. Foi o que uma vizinha contou pra minha mãe enquanto eu lavava a louça — eu realmente não conhecia a história, porque não era de me meter onde não sou chamado, mas aquela informação despertou meu interesse. — Pra ser sincero, não sabia nada disso. A Rita é muito atenciosa e educada. — Não defende ela não. Cê tá afim dela, né? Não se faz de bobo — ela me interrompeu de novo, irritada. Eu balancei a cabeça de um lado pro outro pra mostrar que não. — Já te falei que ela é muito atenciosa, e quase não vejo ela, porque ela fica na lojinha e a gente na sala dela.
A loja era parte da casa dela, ocuparam um cômodo que dava pra rua pra usar como ponto comercial e uma porta ligava a loja com a casa.
— Pelo menos se cobre, seu porco — ela disse, enquanto olhava de novo pro meu volume. — Tô achando que você quer sentir meu volume, né? — e me aproximei, abraçando ela. — Sai pra lá, seu porco nojento — ela falou, me dando tapas, e eu percebi que ela ficou vermelha e a respiração dela acelerou um pouco, então resolvi parar e mudar de assunto. — Desculpa, ultimamente isso acontece comigo sem eu pensar em nada. Sei que você não acredita, mas vou tentar não deixar rolar de novo. Quer pipoca salgada ou doce? — perguntei enquanto ia pra cozinha. — Melhor eu ir embora — ela disse, se levantando do sofá. — Só te digo que ela não é uma boa mulher, mas aí é contigo — abriu a porta e foi embora, me deixando pensativo se as brincadeiras da Rita comigo eram por acaso ou só parte da personalidade dela.
Mesmo assim, eu era virgem e ela era uma mulherão com muita experiência, enquanto eu já tinha pegado umas minas — naquela época, era o máximo que elas se atreviam — e tinha escondida minha coleção de filmes pornô e umas revistas. Eu me masturbava direto pensando em umas mulheres mais velhas que me atraíam, mas não passava disso. Eu tinha 13 anos, quase 14, e já tinha visto mulheres peladas porque costumava espiar minhas tias e, uma vez, vi uma vizinha de lingerie que era toda transparente. Comecei a achar que talvez eu pudesse ter uma chance com a Rita. Uns meses depois, a professora de inglês escolheu ele para uma apresentação, já que ele tinha morado em Tijuana e passado um tempo nos EUA, então sabia mais inglês que a maioria, e me pediu pra ajudar. Por isso, tive que decorar um diálogo e fui um fim de semana na casa dele. Era normal eu estar lá, então a Rita foi ficando à vontade com a roupa aos poucos. No começo, ela se vestia bem normal, mas depois começou a usar roupas mais justas ou ousadas. Nessa ocasião, ela tava com uma camiseta meio grande e sem sutiã, além de um shortinho minúsculo que, de vez em quando, ficava coberto pela camiseta, parecendo que ela não usava nada por baixo. Era inevitável: ela passava de um lado pro outro fazendo as tarefas, se abaixava e me deixava ver aquela bunda gostosa dela. Outras vezes, sentava perto de mim tentando explicar como se pronunciavam as palavras em inglês e não hesitava em encostar os peitos macios e quentes nela. A verdade é que eu me distraía pra caralho. Só me deram umas horas e tive que voltar pra casa, mas eu voltaria no dia seguinte.
Assim como no dia anterior, cheguei bem cedo, mas dessa vez o Israel não estava, porque tinha ido com a avó dela na igreja e de lá iam fazer compras. Ele não teve tempo de me avisar porque decidiram naquela manhã, mas como ele sabia mais inglês do que eu, acharam que era uma boa ideia a mãe dele me ajudar até ele voltar com a avó. Bati na porta e ela me recebeu de novo com aquele roupão semi transparente. Eu não conseguia evitar de olhar e, sem graça, desviava os olhos pro lado. — O Isra não tá porque foi com a avó na igreja e fazer compras, mas não se preocupa porque eu vou ser sua teacher particular. Igual na escola, só que mais gostosa, né? — ela dizia enquanto colocava as mãos na cintura, apertando ainda mais o roupão contra o corpo escultural dela. Aí eu pude ver os pezões enormes dela, que decoravam muito bem aquelas tetas mamáveis, e mesmo que dessa vez ela estivesse de calcinha, foi um puta espetáculo ver ela daquele jeito. — Entra, porque tá fazendo muito frio e eu vou querer ficar te abraçando mesmo — enquanto me pegava pelo braço pra me levar pra sala. — Senta aí enquanto vou me trocar — ela voltou com outro puto short vestido e, dessa vez, com uma camiseta mais curta. Mesmo sendo um pouco gordinha de rosto, não tinha barriga e o abdômen era meio definido. Dessa vez pude admirar a bunda torneada dela, porque não tinha mais camiseta tampando como no dia anterior. Ela me serviu um copo de suco e colocou umas frutas picadas na mesa da sala. — Vamos ver o quanto você já avançou, porque essa semana vocês têm que apresentar. Você precisa soltar mais a língua, igual quando beija as meninas da escola — ela dizia enquanto olhava pros meus lábios e mordia os dela. Eu só consegui ficar vermelho de novo. Tava tão nervoso que não conseguia pronunciar as palavras direito. — Vamos, relaxa. Você só precisa soltar mais a língua. Olha, pronuncia igual a mim — ela dizia enquanto aproximava o rosto do meu e eu pude sentir o hálito fresco dela, com gosto de morango. Talvez fosse o gloss que ela tinha passado nos lábios ou algo que comeu. da fruta que eu tinha acabado de colocar na mesa. — Você tem que mexer a língua igual quando beija suas garotas — insistiu de novo, e eu só consegui pensar que o Israel tinha contado alguma coisa do que rolava na escola. — Não tenho namorada — falei. — Eu não disse que você tinha namorada, mencionei as garotas que você costuma beijar, bom, foi o que o Israel me contou — puta fofoqueiro, pensei, mas fazer o quê, já sabia mesmo. — Bom, até fico com umas minas, mas falar inglês não é igual a beijar elas, não é a mesma coisa. — Mas ajuda, olha — ela mal terminou de falar e já começou a me beijar. A língua dela não se mexia sem jeito igual a das meninas do colégio, ela brincava com a minha língua enquanto virava a cabeça de um lado pro outro. De repente, ela subiu em cima de mim e eu não me mexia, não conseguia acreditar. Ela pegou minhas mãos e levou pra bunda dela. Por instinto, comecei a apalpar e enfiar as mãos por baixo do pouco pano que cobria o short dela. Isso a excitou ainda mais, e ela começou a respirar ofegante. — Aperta minha bunda, assim que eu gosto, continua e não para — Eu sabia que não era igual com as garotas da escola, mas tinha aprendido alguma coisa com elas, mesmo sabendo que era desajeitado pra uma mulher tão experiente quanto ela.
De repente, ela tirou a camisetinha que cobria o tronco dela e deixou cair aquelas tetas carnudas. Não precisou falar nada, porque eu me joguei nelas, beijando primeiro, depois chupando e até mordendo. Isso pareceu excitar ela ainda mais, porque ela segurou minha cabeça e balançava pra eu esticar mais os bicos dos peitos enquanto prendia eles com os dentes. Ela se levantou um pouco pra abrir minha calça com desespero, e finalmente meu pau apareceu, já todo babado de tão tesudo que eu tava. Sem falar nada, ela montou em mim na loucura, afastando o short dela o suficiente pro meu pau duro e cheio de veias entrar dentro dela. Essa foi minha primeira vez. Não precisei fazer nenhum esforço além de estar ali naquela manhã. Ela não parava de cavalgar em mim, e eu não sabia quanto tempo ia aguentar enquanto sentia ela ficar molhada aos poucos, e a cada investida, a buceta peluda dela. Ela me abraçava forte ou me beijava com desespero enquanto se contorcia em cima de mim.
— Quando você estiver perto de gozar, me avisa, não ousa gozar dentro de mim — ela falou ofegante, recuperando um pouco a razão. — Assim, bebê, assim. Vai, me dá uns tapas, seja meu macho. Não sou como suas garotas, bebê, sou a raposa que você esperou a vida toda. Assim, como seu pau tá duro, deixa a mamãe montar — isso me excitava ainda mais, e dava pra perceber que eu não ia aguentar mais. Eu tava de olhos fechados, quase gozando, quando ela saiu de cima de mim, se ajoelhou e enfiou meu pau na boca dela. Era algo que eu tinha desejado tantas vezes enquanto me masturbava no banheiro, mas finalmente tava vivendo aquilo, então decidi abrir os olhos e admirar como ela enfiava e tirava meu pau da boca, apertando com a mão, esperando o líquido que ia jorrar enchendo não só a boca dela, mas com tanta força que chegou até a garganta. Foi tanto esperma que eu gozei naquele momento que, se não tivesse sido na boca dela, teria feito uma bagunça na sala. Mas isso não fez ela parar, ela continuou... mamando igualzinho a pita foxy que ela era. Ao perceber que eu não perdia a dureza, me parou do sofá e ficou de quatro, dessa vez tirou o short, deixando eu admirar pela primeira vez o corpo de deusa dela completamente pelada. Não ficava devendo nada pras atrizes pornô que eu via nos filmes e nas revistas. — Vai, neném, me come gostoso, não me deixa esperando — enquanto abria as próprias bundas carnudas. Fiquei maravilhado curtindo a vista, as bundas lindas dela estavam abertas na minha frente, mostrando a buceta super molhada e um cu que deixava ver todo o estrago que ela já tinha levado antes.
Não vou mentir, era minha primeira gozada com uma mulher, então minha glande tava muito sensível e minhas pernas tremiam. Quando peguei ela pelas nádegas e enfiei meu pau na buceta molhada dela, a sensação foi estranha no começo, eu me arqueava porque sentia um leve formigamento, mas logo me acostumei e comecei devagar até aumentar a força com que eu metia nela, a ponto de ter que dar uns passos curtos pra frente porque o sofá estava encostando. — Isso, Alex, assim gostoso, papai, mais, mais, sou uma putinha, dá mais pau pra sua puta, não para Alex, não para, goza dentro de mim — eu segurava ela pela cintura com força e batia ela contra mim, dava pra ver as nádegas carnudas dela quicando, o que me deixava louco e aumentava a força e a velocidade. Quando eu parava um pouco pra respirar, ela rebolava aquele rabo gostoso e batia as nádegas contra mim, tanto que elas estralavam no meu corpo cada vez que ela se empalava. Já tinha durado um pouco mais e, quando virei pra olhar ela, não consegui evitar de ver aquela bunda que ficava cada vez mais molhada. Primeiro só passei o polegar, e isso parecia deixá-la mais excitada, ela gemia como a safada que era, e quando enfiei meu dedo no cu dela, senti um banho morno de líquido saindo da buceta dela. — Isso, castiga meu cu, mete mais um dedo, castiga essa mamãe puta — Eu realmente fiz tudo que pude pra aguentar mais, mas ao sentir aquele líquido morno escorrendo pelo meu pau, molhando até minhas bolas, e ela sem parar de gemer e falar, isso me fez gozar. Mas não gozei dentro dela, não, espirrei e enchi as nádegas dela com minha porra, que de novo foi abundante. Apertei meu pau até quase espremer, e sentia que não parava de sair leite. Ela levou as mãos às nádegas e começou a espalhar minha porra nelas, enquanto enfiava o dedo lambuzado dentro da própria buceta e levava a outra mão à boca pra provar meu gozo.
Eu tava meio cambaleando, sentia meu coração batendo tão forte que achei que ia sair pela boca, mas tava feliz com o que tinha rolado. Perdi minha virgindade com uma mulher muito gostosa, mais velha que eu e super putona. Ela se levantou e com a voz bem animada falou: — Volto já, vou tomar um banho porque você me deixou toda molhada e melada — virou de costas e eu vi aquelas bundas redondas lindas, com uma celulitezinha, mas pra mim eram perfeitas. Ajeitei minha roupa e sentei, porque ainda não tinha me recuperado. Olhei pro teto e fechei os olhos, fiquei assim um tempão quando senti uma mão no meu ombro. — Não dorme, mano, que ainda não terminamos de treinar — não era a voz da Rita, era o Israel que tinha voltado. Fiquei meio nervoso, conferindo se tinha algum vestígio da batalha que tinha rolado, mas por sorte não tinha. De repente a Rita voltou, já tinha tomado banho e abraçou o Israel dando um beijo na bochecha dele. Ela seguiu em frente pra loja, porque a mãe dela já tava esperando. A gente treinou mais um pouco e fui pra casa. Aquela noite não consegui dormir, bati umas cinco punhetas lembrando do que tinha acontecido e na esperança de que se repetisse. Visitei a casa do Israel outras vezes porque queria repetir a experiência, mas não deu, porque ela tava sempre muito ocupada com a loja que tava crescendo pra caralho. De vez em quando, quando me via passando, só gritava: "Tchau, neném".
Depois o Israel foi trocado de grupo e eu nunca mais voltei na casa dele. Mas aprendi um monte de coisa que no futuro ia me servir pra caralho. Então, galera do P!, essa foi uma parte do relato, porque ainda falta contar um bagulho que rolou com minha amiga Paty e a irmã de outro amigo. Felizes punhetas.
3 comentários - A mãe gostosa do meu colega