El secreto de las tardes Mama y mi amigo 2da parte

El secreto de las tardes Mama y mi amigo 2da parteÉ o Diego! —sussurrou Elena, o pavor acendendo no peito dela. Os dois se olharam por um segundo, nus, envoltos no cheiro morno do amor proibido. Andrés reagiu primeiro: pegou a roupa às pressas enquanto Elena se enrolava desajeitada no lençol. —Vai pro banheiro —mandou num sussurro urgente, apontando pra porta do quarto ao lado. Andrés obedeceu, mas antes de entrar, parou um instante, chegando perto dela. Agarrou ela pela nuca e beijou com força, um beijo cheio de desejo mal resolvido e pressa. Um beijo que deixou o coração dela batendo feito louco no peito quando ele se escondeu atrás da porta.vadiaElena mal conseguiu alisar o cabelo e vestir um vestido sobre a pele ainda trêmula quando ouviu a voz do filho na sala. — Mãe, cheguei! Cadê você? — No meu quarto! — respondeu ela, se esforçando pra soar casual, mesmo com as pernas quase não aguentando. Diego apareceu na porta com a mochila pendurada no ombro, dando um sorriso despreocupado. Elena forçou um sorriso de volta, rezando pra que o rosto não entregasse a tempestade que a sacudia por dentro. Conversaram uns minutos. Diego, como sempre, distraído com o celular, sem desconfiar de nada. Do banheiro, Andrés podia ouvir cada palavra, cada movimento. A adrenalina fervia nas veias dele: o perigo, o desejo inacabado, o eco dos gemidos que ainda ressoavam na mente. E Elena… sentia o corpo ainda vibrando, a buceta pulsando numa vontade impossível de apagar. Só de pensar que Andrés estava pelado, a poucos metros dela, escondido, fazia ela tremer de um jeito que não dava pra confessar. Um sussurro no ouvido fez ela fechar os olhos: era a lembrança da voz dele, a promessa implícita no último beijo. Finalmente, Diego anunciou que ia sair de novo. Mal ouviram o clique da porta da frente, Andrés saiu do banheiro. Olhou fixo pra ela, como um lobo farejando o perigo… e o prêmio. Elena não disse uma palavra. Ele também não. Num piscar de olhos, Andrés encurralou ela contra a parede, os lábios dele reclamando os dela, as mãos deslizando por baixo do vestido improvisado. Dessa vez, o encontro foi selvagem, urgente, alimentado pela adrenalina, pelo medo de serem pegos, pelo desejo que não tinha sido satisfeito por completo.amigosA porta ainda balançava no batente quando Andrés a agarrou de novo. Dessa vez não teve doçura, nem palavras. Só necessidade. Elena mal conseguiu soltar um gemido abafado quando Andrés a empurrou de leve contra a parede, prendendo-a entre os braços. O corpo duro dele contra o dela, a mão firme na cintura, a respiração acelerada colada no ouvido. — Tanto tempo nos segurando… — murmurou, com a voz rouca, quase animal. Elena sentiu a força contida nele vibrar em cada carícia que não era suave, mas exigente. Andrés a levantou num movimento só, fazendo ela enrolar as pernas nele, as costas apertadas contra a parede fria. A fricção dos corpos, a pressão, o perigo… tudo se misturava num coquetel intoxicante.milfO vestido dela subiu até a cintura num puxão desesperado. Andrés procurou a pele nua dela, os dedos rudes, urgentes, deslizando entre as coxas já molhadas de expectativa. Elena abafou um gemido, mordendo o lábio, sentindo o prazer latejar na barriga a cada toque. — Diz que me quer — sussurrou Andrés, a boca beijando o pescoço dela, a clavícula, marcando como se quisesse deixar claro que ela era dele. — Eu te quero… — conseguiu sussurrar Elena, tremendo nos braços dele. Sem esperar mais, ele a penetrou com um movimento firme só, fazendo ela arquear as costas e cravar as unhas nos ombros dele.maeO som dos corpos deles se chocando encheu o quarto, enquanto Andrés metia nela contra a parede, uma vez e outra, cada vez mais fundo, mais selvagem. Era desejo cru, proibido, solto sem vergonha. Os gemidos de Elena, entrecortados, escapavam da garganta dela, se misturando com os grunhidos abafados de Andrés, com o baque surdo da madeira, com a respiração pesada que parecia devorar o próprio ar. Era escuro. Era perigoso. Era tão intenso que doía... e ao mesmo tempo era glorioso. Ele amava ela com força, sem freio, até que Elena sentiu o corpo dela explodir em mil pedaços, o orgasmo arrastando ela como uma onda violenta. Andrés veio junto, afundando nela uma última vez, tremendo, ofegando o nome dela na pele. Quando terminaram, ficaram abraçados, suados, tremendo, os corações batendo descontrolados no peito. Elena sabia que tinham cruzado um limite do qual não dava mais pra voltar. Sabia que aquilo entre eles não era só desejo: era algo mais fundo, mais perigoso… algo que ia consumir os dois se não tomassem cuidado.madura peitudaQuando terminaram, ficaram abraçados, suados, tremendo, os corações batendo desenfreados no peito. Elena sabia que tinham cruzado um limite do qual não poderiam mais voltar. Sabia que aquilo entre eles não era só desejo: era algo mais profundo, mais perigoso… algo que ia consumir os dois se não tomassem cuidado. Mas naquele momento, ela não ligava. Porque pela primeira vez em muito tempo, ela se sentia viva. E mesmo que o preço fosse o próprio inferno… ela tava disposta a pagar.mae putaAté aqui essa parte, espero que tenham gostado.

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