Minha vida tá melhorando.
Uff, já faz quase um mês desde a última vez que escrevi algo aqui. A última coisa que contei foi minha festa. Pois é, os rumores crescem que nem espuma, o povo é fofoqueiro pra caralho. Minha professora Araceli engravidou e, como a gravidez foi numa traição ao marido, eles terminaram. Agora, entre os alunos, não param de chamar ela de puta.
Se eles soubessem que fui eu que comi ela e que é por isso que ela tá grávida, iam ficar mais chocados ainda quando descobrirem que ela vai casar com outra professora da instituição, a professora Sharon.
E sim, Araceli veio aqui em casa me entregar o convite. Bom, não só o convite, já que ela tá aqui me fazendo um boquete, e muito bom, por sinal.
Ah, ia me esquecendo. Um mês sem atualizar é difícil de lembrar. A diretora teve que sair do país por um problema, e eu achei que seria muito filho da puta da minha parte obrigar ela a esquecer tudo e ficar comigo. Acho que chamam isso de ter coração, mas não sem antes dar umas instruções pra ela e pra filha dela. Se alguém for da Colômbis, fica sabendo que em Bogotá tem uma senhora e a filha dela transando sem limites com qualquer um que aparecer na frente. Eu transformei elas em umas ninfomaníacas viciadas em sexo anal. Não sei, adoro essa porra de ser todo-poderoso.
Araceli, muda de posição. Quero que você monte em mim, faz uns círculos suaves. Onde eu tava? Ah, sim. E então, elas não vão mais ser minhas putas — ou melhor, continuam sendo minhas putas, mas não vão mais ser próximas. Desculpa pra quem tinha elas como favoritas, mas não vou escrever muito sobre elas daqui pra frente.
Ainda não temos diretor ou diretora nova. Acho que isso não vai mais ser problema meu, mas quem tá comandando o colégio é a orientadora Miriam e a professora Araceli. Por isso parei de ir pra escola. Meu diploma já tá garantido.
Também tenho que falar uma coisa importante. Comecei a praticar um pouco com pessoas na rua e tal, e agora não preciso mais colocar o anel nas pessoas pra controlar elas. Bom, com as mulheres funciona esse negócio de controlar sem anel, porque quando eu tento com homem... Focar pra controlar um homem, não consigo. É como se eles tivessem algo que os torna imunes, pelo menos eu tive que controlar o gênero que me importa.
Por exemploooooooOOOoo, desculpa, gozei dentro da professora Araceli, Pufff, já tenho minhas meninas tão treinadas neste último mês que nem preciso mais mandar certas coisas. Ela sozinha se desmontou e começou a chupar minha pica, enquanto apertava a bucetinha dela pra não deixar escapar nem uma gota.
Onde eu tava... Ah sim, por exemplo, tava conversando com uma mina no supermercado e ela me falou das amigas que moravam as três num apartamento e que uma delas tinha namorado, e várias outras coisinhas que vou contar depois. Fiz ela esquecer tudo prometendo que ia visitá-las depois, talvez, e ela termina com o namorado e viram umas viciadas na minha pica.
Afastei a Araceli de mim e comentei que Mamãe, Luz, Cristina, Michelle, Jazmin e eu vamos pro casamento. E como é um casamento lésbico, a Sharon e a Araceli cuidaram pra que só tivesse mulher, óbvio que foi ideia só delas.
Peço pra Araceli se vestir, não sem antes pedir pra Jazmin cuidar da ppk da Araceli, deixar ela brilhando.
"Valeu, amor, por deixar eu limpar a puta da Araceli" — disse Jazmin enquanto se ajoelhava na frente do seu amo-namorado —.
Não se surpreendam que a Jazmin e minha vizinha Cristina estejam na minha casa, já que dias depois da festa terminaram de se mudar de vez pra cá. Sim, já não é mais a casa da mamãe, já que ela gentilmente aceitou doar pra mim. Eu durmo no quarto que era da mamãe antes. No meu quarto dorme minha irmã Luz, minha namorada Jazmin e, claro, o dono delas. No meu ex-quarto dorme a Cristina e a Mamãe, fizeram umas reformas e aquele quarto não tem mais nenhum traço do que era meu. Minha irmã Michelle continua dormindo no quarto dela, ela ficou igual. A dinâmica em casa é um pouco diferente de antes de conhecer como pode ser lindo ter o poder de dobrar a mentalidade, a moral e as atitudes de Qualquer mulher só de pensar nisso.
Em casa vamos receber minha namorada, não sei como explicar pra vocês, tenho 1 namorada oficial que é a Sofia, a garota que encontrei na loja quando comprei o anel, além disso tenho a Jasmim que é tipo uma putinha que eu peguei mais carinho e por isso chamo ela de minha namorada, é divertido, sabe, mas no fundo ela é só mais uma das minhas amantes ou vadias.
Sofia e eu estamos saindo oficialmente há duas semanas e, embora seja um pouco apressado, ela já queria conhecer minha magnífica família, talvez um pouco influenciada por mim.
É por isso que minhas putinhas estão ocupadas, estão deixando a casa impecável pra visita, em qualquer outra situação se não fosse pelo anel a Sofia nunca estaria comigo, mas é a beleza de dizer pra ela que é normal e que não é, por exemplo, a primeira vez que ela estava na minha casa, mamãe e a Cristina estavam se pegando na cozinha e, embora seja normal duas mulheres ficarem juntas, não é normal fazerem isso peladas na mesa da sala de jantar com o filho e o inquilino presente, outra foi que minha irmã Luz, com toda naturalidade, me ofereceu uma siririca enquanto assistia um filme com a Sofia em casa e, sim, é algo normal pra mim e pra minha irmã Luz ou pra qualquer outro membro dessa família, mas pra ela isso não era normal, por sorte pra eu disse que isso era normal nessa casa, que ela não se preocupasse e, como num passe de mágica, ela parou de parecer preocupada e continuou assistindo o filme, falo isso como se não soubesse o porquê, haha.
E sim, tem muitas histórias assim, praticamente nos víamos dia após dia, e tive tempo de moldá-la aos poucos, aliás, ela começou a sentir um certo tipo de atração pela minha irmã Michelle, mas isso é uma coisa dentro de casa e outra quando sai.
Pra vocês verem como ela tá moldada, em casa temos a foto que tiramos na festa onde saímos todos e não é nada pequena, mandamos fazer praticamente de um metro de comprimento e outro de altura, e colocamos bem na entrada pra todo mundo saber. quem manda nessa casa, voltando ao que interessa, ela nunca me disse nada sobre aquela foto, até vejo que ela olha pra foto como se quisesse estar ali no lugar dela.
Pra janta, mamãe e a Cristina estão preparando uma porcaria que fica uma delícia, embora pela roupa que pedi pra elas trazerem, alguém poderia achar que ia rolar um desfile de glamour ali.
—————Depois de um tempo—————
Ramon tocou a campainha, se fosse minha mãe me chamando pra abrir, vocês se perguntam por que ela fala assim comigo, bem, é que às vezes pode ser um entregador e seria meio chato abrir, mas dessa vez era minha namorada, ela tava impecável, era a definição de realeza ou sei lá, tava um espetáculo naquele vestido preto soltinho na parte dos peitos com um decote em "V" e justo na cintura pra depois soltar, embora ela tivesse um casaquinho de lã por cima pros pais dela não desconfiarem de nada, mas eu já sabia qual era aquele vestido. Recebo ela com um beijo no rosto e vou até o carro da mãe dela pra pedir desculpas por ter furado e por ela ter vindo, mas é que genuinamente meu Civic não quis pegar, falo pra ela aproveitar pra dar a melhor trepada no marido dela, ela não me responde nada e sai voando, porra, como eu amo minha sogra filha da puta.
Já dentro de casa, minha namorada cumprimenta todo mundo, sem dúvida a Michelle e ela eram as que mais animo botaram na roupa, embora acreditem, todas estavam muito acima do meu nível, era como eu ser um jogador do Brasileirão e estar jogando a final da Champions, sem ofender os mexicanos, mas pra vocês me entenderem melhor. Isso sim, minha namorada não gostava de futebol e agora é fanática até morrer pelo Barcelona.
Bom, bom, tô me desviando, saiam da minha cabeça, vamos pra janta.
—————Agora—————
Love me, passa o sal. — Diz nosso protagonista olhando pra sua linda namorada —
Sim, querido. — Diz a namorada dele, Sofia e Jasmim —
O que causa risadas entre todos.
Mamãe, a janta ficou uma delícia, — Minha mãe fica um pouco corada — mas já é hora da sobremesa.
Então mamãe e Cristina se apressa pra ir na cozinha pegar umas coisas enquanto minhas irmãs e a Jazmín começam a limpar a mesa.
Enquanto isso, eu e a Sofia fomos pra sala, onde rolou de tudo, soltamos toda a putaria que tava guardada sem ligar pra nada.
Ramon... Sofia, já podem vir — minha mãe gritava da sala de jantar —.
E pra surpresa da Sofia, tinha três bolos enormes na mesa celebrando o que naquele momento seriam nossas três semanas juntos. Os bolos eram meio diferentes do que se espera, porque tavam de joelhos, com a cabeça encostada na mesa, deixando bem à mostra aqueles pedaços de cuzão lindo. Eles estavam decorados com um pouco de chantilly, cajeta, nutella e três bolas de sorvete em cima...
Amor, essa era minha surpresa pelas nossas três semanas juntos, e como sou um cavalheiro, vou deixar você escolher primeiro. Ela me dá um beijo na boca e na hora se posiciona na frente da minha irmã Michelle. Eu, sem pensar duas vezes, vou pra minha irmã Luz e deixo a bunda da Jazmín pra minha mãe e pra Cristina.
De vez em quando eu olhava de canto pra minha namorada, mas ela tava no paraíso, então entrei de cabeça na festa e comecei a aproveitar minha irmã: chupadinhas aqui e ali, uma mordida na bunda. Ia te dizer que dava pra ouvir ela gemer, mas a Michelle parece que curtiu mais que todo mundo.
—————Uns minutos depois—————
Terminei. — grita a Sofia —
Bom, acho que a primeira a terminar foi a Michelle, o que arranca risada de todo mundo e faz a Michelle ficar vermelha.
Amor, sua mãe não demora pra chegar. Tá bem, querida, vamos esperar ela lá fora, enquanto isso o pessoal limpa aqui. Não passaram nem 5 minutos quando vimos a mãe dela virar na esquina, e nos despedimos com um beijinho na testa.
Tchau, querida, e até mais, sogrinha — enquanto vou entrando devagar em casa —.
Meninas, já é hora de dormir. Todas obedeceram, e eu dei mais uma ordem: Jazmín e Luz vão dormir no quarto da Mãe hoje, e Cristina...
O quê? Interrompo a Jazmin —
Dou um tapa na cara dela e lembro qual é o lugar dela nesta casa.
Todas pra cama agora. — Falei num tom já meio irritado —.
Todas andaram atrás de mim, cada uma pro seu quarto designado, mal chegando no quarto com essas duas gostosas.
A Cristina não perdeu tempo, puxou minha pica e meteu na boca dela, eu sentia ela crescendo na boca quente dela, ela enfiava minha pica até o fundo, dava pra sentir batendo na garganta dela e os barulhos que ela fazia eram de uma profissional em garganta profunda, quando tirou da boca tava cheia de saliva dela, e sem se importar com nada começou a beijar e lamber meu tronco, da ponta até a base, e ali na base começou a beijar o ponto exato onde a pica separa das bolas, e achou delicioso que não tivesse pelo, até enfiou uma das minhas bolas inteira na boca chupando e acariciando com a língua.
Sem hesitar um segundo, ela tirou o sutiã que tava usando, liberando aqueles peitões lindos tamanho DD, um pouco maiores que os da minha mãe. Os bicos já estavam completamente duros, coroando as auréolas enormes e escuras dos peitos dela, e sem perder tempo começou a fazer um masturbation russo com aqueles globos de carne gloriosos, não acreditava no que tava rolando, ela devia estar morrendo de vontade disso, se é verdade que eu deixei ela meio de lado esses dias... Ela me masturbava com os peitos dela na minha casa, a que até uns meses era minha vizinha, e toda vez que a cabeça da pica aparecia, ela aproveitava pra dar um beijo rápido. Depois de um tempo, ela se levantou esfregando os peitões na minha cara e eu aproveitei pra beijar, mas ela tirou rápido e ficou de pé na minha frente, e com movimentos sensuais, abaixou a calcinha fio-dental branca minúscula, que sem nenhum pudor jogou pra mim.
Minha tia continuava oferecendo os peitos dela, quando se ouve...
Mmmm... Mmmm, eu também existo, era minha mãe pedindo pra entrar na ação, durante o sexo eu deixo elas serem porque é mais divertido assim.
Vem, mamãe, que também tem doce pra você. — Falo enquanto vejo um sorriso nela. —
Cristina, pra mamãe não ganhar, começa a chupar com força, minha mãe não demorou pra pegar minhas bolas e beijar com carinho, lambia com força enquanto minha vizinha mamava meu pau, podia sentir os lábios e línguas delas no meu falo e no meu saco, era a coisa mais linda, o prazer que estavam me dando era o maior que já tinha sentido até aquele momento. De repente, minha mãe tomou a iniciativa e se aproximou pra beijar a orelha de Cristina, que sorrindo ofereceu meu pau pra ela, ela pegou com os lábios e começou a chupar sem usar as mãos, enquanto isso Cristina tomou o lugar dela nas minhas bolas. Então minha mãe começou a esfregar o pau nas tetas dela enquanto chupava a cabecinha cada vez que saía de entre elas. Enquanto Cristina tentava enfiar minhas bolas na boca dela, brincava com elas com a língua como podia, mas o corpo da minha mãe dificultava essa atividade. Resignada, Cristina se ajeitou atrás da minha mãe e fez ela continuar me chupando, mas de quatro, enquanto ela, deitada com a cabeça entre as pernas da minha mãe, começou a chupar o clitóris dela e a beijar os lábios da buceta enquanto com a língua penetrava na vagina; enquanto minha mãe me chupava, podia ouvir os sons molhados das duas mulheres chupando seus respectivos alvos. Cristina chupava com tanta força a minha mãe que ela, por sua vez, apertava meu pau com os lábios, me fazendo sentir um êxtase indescritível. Então decidi que meu pau já tava bem duro e que queria provar as bucetas das minhas mulheres.
Mandei as duas se virarem, e assim fizeram, quando minha mãe me ofereceu a bunda linda e redonda dela, peguei a calcinha fio dental e puxei pelas pernas firmes e lindas dela, acariciando a pele macia enquanto deslizava. Minha mãe então ficou de quatro na frente da buceta de Cristina, me dando uma vista linda das nádegas dela e com meu pau duro e molhado penetrei a buceta molhada. caverna de carne da minha mãe, que a Cristina já tinha deixado bem molhada. Sem muito esforço, enfiei meu pau na minha mãe, enquanto ela dava um cunnilingus na colega de quarto.
Comecei a meter e tirar com um vai e vem agressivo, que minha mãe acompanhou na hora. Em pouco tempo, comecei a ouvir os gemidos de prazer da minha mãe, misturados com os da Cristina e meus resfôlegos pelo esforço de foder minha progenitora pelo mesmo buraco por onde eu tinha saído. Minha mãe não demorou a começar a tremer de prazer, enquanto seus gritos aumentavam tanto em volume quanto em intensidade. Nessa hora, minha mãe desabou com um grito abafado, enquanto a Cristina se contorcia em silêncio, mordendo os lábios e apertando as tetonas.
Depois de ter comido minha mãe de quatro, me deitei na cama e falei pra Cristina sentar em cima de mim. Ela obedeceu na hora, se levantou ainda tremendo um pouco, se aproximou me oferecendo os peitos com auréolas enormes e escuras e bicos duros, montou no meu pau que ainda tava duro e lubrificado pelos sucos da mamãe, colocou a cabeça do meu pênis na entrada da buceta dela e deslizou, enfiando quase tudo, enquanto eu me deliciava com a sensação das paredes vaginais molhadas dela e beijava os peitos dela.
Isso não pareceu agradar muito minha mãe, porque ela tava na nossa frente, de joelhos, de braços cruzados e cara feia. Então eu falei: "me dá sua buceta, puta". Ela sorriu, se aproximou da gente e, como conseguiu, se levantou na cama, com as mãos apoiadas na parede. Minha cara ficou na altura perfeita pra lamber a buceta dela, enquanto com a mão peguei o cabelo da minha ex-vizinha e direcionei a cara dela pras nádegas da minha mãe. E sem precisar falar nada, a Cristina começou a beijar as nádegas dela e lamber o cu da minha mãe. A Cristina sabia sincronizar muito bem os movimentos dela com os meus, além de lamber o rabo da colega de quarto, enquanto eu penetrava a buceta dela com minha língua e Eu sentia o sabor agridoce da buceta dela, o tesão da situação, comer duas milf gostosas, que ainda por cima são lindas, e melhor ainda sendo minha própria mãe e minha vizinha. Junto com os sons de chapinhar das cavidades molhadas delas e suas línguas, mais os gemidos de cachorras no cio que soltavam, e os cheiros das suas xotas destilando néctares sexuais, e o aroma do suor na pele delas, tudo isso me afetou, e elas não aguentaram muito mais. Cristina deu um grito de prazer enquanto se agarrava ao meu corpo como podia, enquanto minha mãe desabou, e como deu a gente segurou ela pra não cair no chão de uma vez. Deitei ela na cama e depois coloquei a Cristina por cima dela. Elas começaram a se acariciar uma à outra e a se beijar como se fossem um par de amantes lésbicas. Fiquei atrás delas e comecei a meter na minha mãe, com estocadas curtas e rápidas, depois passava pra buceta da Cristina, que tava por cima dela, e furava ela também com rapidez e força. Fiquei assim, alternando de uma buceta pra outra, dando umas estocadas em cada uma; elas, quase sem forças, começaram a soltar gemidos meio abafados, bem baixinhos, acompanhados do som de beijos molhados. Eu não aguentei mais e, com um grunhido de prazer, gozei dentro da buceta da Cristina, e desabei sem forças junto com elas, que continuavam se acariciando uma à outra. Fiquei ali descansando uns minutos, e sem perceber, acabei dormindo. Espero que vocês gostem.
Uff, já faz quase um mês desde a última vez que escrevi algo aqui. A última coisa que contei foi minha festa. Pois é, os rumores crescem que nem espuma, o povo é fofoqueiro pra caralho. Minha professora Araceli engravidou e, como a gravidez foi numa traição ao marido, eles terminaram. Agora, entre os alunos, não param de chamar ela de puta.
Se eles soubessem que fui eu que comi ela e que é por isso que ela tá grávida, iam ficar mais chocados ainda quando descobrirem que ela vai casar com outra professora da instituição, a professora Sharon.
E sim, Araceli veio aqui em casa me entregar o convite. Bom, não só o convite, já que ela tá aqui me fazendo um boquete, e muito bom, por sinal.
Ah, ia me esquecendo. Um mês sem atualizar é difícil de lembrar. A diretora teve que sair do país por um problema, e eu achei que seria muito filho da puta da minha parte obrigar ela a esquecer tudo e ficar comigo. Acho que chamam isso de ter coração, mas não sem antes dar umas instruções pra ela e pra filha dela. Se alguém for da Colômbis, fica sabendo que em Bogotá tem uma senhora e a filha dela transando sem limites com qualquer um que aparecer na frente. Eu transformei elas em umas ninfomaníacas viciadas em sexo anal. Não sei, adoro essa porra de ser todo-poderoso.
Araceli, muda de posição. Quero que você monte em mim, faz uns círculos suaves. Onde eu tava? Ah, sim. E então, elas não vão mais ser minhas putas — ou melhor, continuam sendo minhas putas, mas não vão mais ser próximas. Desculpa pra quem tinha elas como favoritas, mas não vou escrever muito sobre elas daqui pra frente.
Ainda não temos diretor ou diretora nova. Acho que isso não vai mais ser problema meu, mas quem tá comandando o colégio é a orientadora Miriam e a professora Araceli. Por isso parei de ir pra escola. Meu diploma já tá garantido.
Também tenho que falar uma coisa importante. Comecei a praticar um pouco com pessoas na rua e tal, e agora não preciso mais colocar o anel nas pessoas pra controlar elas. Bom, com as mulheres funciona esse negócio de controlar sem anel, porque quando eu tento com homem... Focar pra controlar um homem, não consigo. É como se eles tivessem algo que os torna imunes, pelo menos eu tive que controlar o gênero que me importa.
Por exemploooooooOOOoo, desculpa, gozei dentro da professora Araceli, Pufff, já tenho minhas meninas tão treinadas neste último mês que nem preciso mais mandar certas coisas. Ela sozinha se desmontou e começou a chupar minha pica, enquanto apertava a bucetinha dela pra não deixar escapar nem uma gota.
Onde eu tava... Ah sim, por exemplo, tava conversando com uma mina no supermercado e ela me falou das amigas que moravam as três num apartamento e que uma delas tinha namorado, e várias outras coisinhas que vou contar depois. Fiz ela esquecer tudo prometendo que ia visitá-las depois, talvez, e ela termina com o namorado e viram umas viciadas na minha pica.
Afastei a Araceli de mim e comentei que Mamãe, Luz, Cristina, Michelle, Jazmin e eu vamos pro casamento. E como é um casamento lésbico, a Sharon e a Araceli cuidaram pra que só tivesse mulher, óbvio que foi ideia só delas.
Peço pra Araceli se vestir, não sem antes pedir pra Jazmin cuidar da ppk da Araceli, deixar ela brilhando.
"Valeu, amor, por deixar eu limpar a puta da Araceli" — disse Jazmin enquanto se ajoelhava na frente do seu amo-namorado —.
Não se surpreendam que a Jazmin e minha vizinha Cristina estejam na minha casa, já que dias depois da festa terminaram de se mudar de vez pra cá. Sim, já não é mais a casa da mamãe, já que ela gentilmente aceitou doar pra mim. Eu durmo no quarto que era da mamãe antes. No meu quarto dorme minha irmã Luz, minha namorada Jazmin e, claro, o dono delas. No meu ex-quarto dorme a Cristina e a Mamãe, fizeram umas reformas e aquele quarto não tem mais nenhum traço do que era meu. Minha irmã Michelle continua dormindo no quarto dela, ela ficou igual. A dinâmica em casa é um pouco diferente de antes de conhecer como pode ser lindo ter o poder de dobrar a mentalidade, a moral e as atitudes de Qualquer mulher só de pensar nisso.
Em casa vamos receber minha namorada, não sei como explicar pra vocês, tenho 1 namorada oficial que é a Sofia, a garota que encontrei na loja quando comprei o anel, além disso tenho a Jasmim que é tipo uma putinha que eu peguei mais carinho e por isso chamo ela de minha namorada, é divertido, sabe, mas no fundo ela é só mais uma das minhas amantes ou vadias.
Sofia e eu estamos saindo oficialmente há duas semanas e, embora seja um pouco apressado, ela já queria conhecer minha magnífica família, talvez um pouco influenciada por mim.
É por isso que minhas putinhas estão ocupadas, estão deixando a casa impecável pra visita, em qualquer outra situação se não fosse pelo anel a Sofia nunca estaria comigo, mas é a beleza de dizer pra ela que é normal e que não é, por exemplo, a primeira vez que ela estava na minha casa, mamãe e a Cristina estavam se pegando na cozinha e, embora seja normal duas mulheres ficarem juntas, não é normal fazerem isso peladas na mesa da sala de jantar com o filho e o inquilino presente, outra foi que minha irmã Luz, com toda naturalidade, me ofereceu uma siririca enquanto assistia um filme com a Sofia em casa e, sim, é algo normal pra mim e pra minha irmã Luz ou pra qualquer outro membro dessa família, mas pra ela isso não era normal, por sorte pra eu disse que isso era normal nessa casa, que ela não se preocupasse e, como num passe de mágica, ela parou de parecer preocupada e continuou assistindo o filme, falo isso como se não soubesse o porquê, haha.
E sim, tem muitas histórias assim, praticamente nos víamos dia após dia, e tive tempo de moldá-la aos poucos, aliás, ela começou a sentir um certo tipo de atração pela minha irmã Michelle, mas isso é uma coisa dentro de casa e outra quando sai.
Pra vocês verem como ela tá moldada, em casa temos a foto que tiramos na festa onde saímos todos e não é nada pequena, mandamos fazer praticamente de um metro de comprimento e outro de altura, e colocamos bem na entrada pra todo mundo saber. quem manda nessa casa, voltando ao que interessa, ela nunca me disse nada sobre aquela foto, até vejo que ela olha pra foto como se quisesse estar ali no lugar dela.
Pra janta, mamãe e a Cristina estão preparando uma porcaria que fica uma delícia, embora pela roupa que pedi pra elas trazerem, alguém poderia achar que ia rolar um desfile de glamour ali.
—————Depois de um tempo—————
Ramon tocou a campainha, se fosse minha mãe me chamando pra abrir, vocês se perguntam por que ela fala assim comigo, bem, é que às vezes pode ser um entregador e seria meio chato abrir, mas dessa vez era minha namorada, ela tava impecável, era a definição de realeza ou sei lá, tava um espetáculo naquele vestido preto soltinho na parte dos peitos com um decote em "V" e justo na cintura pra depois soltar, embora ela tivesse um casaquinho de lã por cima pros pais dela não desconfiarem de nada, mas eu já sabia qual era aquele vestido. Recebo ela com um beijo no rosto e vou até o carro da mãe dela pra pedir desculpas por ter furado e por ela ter vindo, mas é que genuinamente meu Civic não quis pegar, falo pra ela aproveitar pra dar a melhor trepada no marido dela, ela não me responde nada e sai voando, porra, como eu amo minha sogra filha da puta.
Já dentro de casa, minha namorada cumprimenta todo mundo, sem dúvida a Michelle e ela eram as que mais animo botaram na roupa, embora acreditem, todas estavam muito acima do meu nível, era como eu ser um jogador do Brasileirão e estar jogando a final da Champions, sem ofender os mexicanos, mas pra vocês me entenderem melhor. Isso sim, minha namorada não gostava de futebol e agora é fanática até morrer pelo Barcelona.
Bom, bom, tô me desviando, saiam da minha cabeça, vamos pra janta.
—————Agora—————
Love me, passa o sal. — Diz nosso protagonista olhando pra sua linda namorada —
Sim, querido. — Diz a namorada dele, Sofia e Jasmim —
O que causa risadas entre todos.
Mamãe, a janta ficou uma delícia, — Minha mãe fica um pouco corada — mas já é hora da sobremesa.
Então mamãe e Cristina se apressa pra ir na cozinha pegar umas coisas enquanto minhas irmãs e a Jazmín começam a limpar a mesa.
Enquanto isso, eu e a Sofia fomos pra sala, onde rolou de tudo, soltamos toda a putaria que tava guardada sem ligar pra nada.
Ramon... Sofia, já podem vir — minha mãe gritava da sala de jantar —.
E pra surpresa da Sofia, tinha três bolos enormes na mesa celebrando o que naquele momento seriam nossas três semanas juntos. Os bolos eram meio diferentes do que se espera, porque tavam de joelhos, com a cabeça encostada na mesa, deixando bem à mostra aqueles pedaços de cuzão lindo. Eles estavam decorados com um pouco de chantilly, cajeta, nutella e três bolas de sorvete em cima...
Amor, essa era minha surpresa pelas nossas três semanas juntos, e como sou um cavalheiro, vou deixar você escolher primeiro. Ela me dá um beijo na boca e na hora se posiciona na frente da minha irmã Michelle. Eu, sem pensar duas vezes, vou pra minha irmã Luz e deixo a bunda da Jazmín pra minha mãe e pra Cristina.
De vez em quando eu olhava de canto pra minha namorada, mas ela tava no paraíso, então entrei de cabeça na festa e comecei a aproveitar minha irmã: chupadinhas aqui e ali, uma mordida na bunda. Ia te dizer que dava pra ouvir ela gemer, mas a Michelle parece que curtiu mais que todo mundo.
—————Uns minutos depois—————
Terminei. — grita a Sofia —
Bom, acho que a primeira a terminar foi a Michelle, o que arranca risada de todo mundo e faz a Michelle ficar vermelha.
Amor, sua mãe não demora pra chegar. Tá bem, querida, vamos esperar ela lá fora, enquanto isso o pessoal limpa aqui. Não passaram nem 5 minutos quando vimos a mãe dela virar na esquina, e nos despedimos com um beijinho na testa.
Tchau, querida, e até mais, sogrinha — enquanto vou entrando devagar em casa —.
Meninas, já é hora de dormir. Todas obedeceram, e eu dei mais uma ordem: Jazmín e Luz vão dormir no quarto da Mãe hoje, e Cristina...
O quê? Interrompo a Jazmin —
Dou um tapa na cara dela e lembro qual é o lugar dela nesta casa.
Todas pra cama agora. — Falei num tom já meio irritado —.
Todas andaram atrás de mim, cada uma pro seu quarto designado, mal chegando no quarto com essas duas gostosas.
A Cristina não perdeu tempo, puxou minha pica e meteu na boca dela, eu sentia ela crescendo na boca quente dela, ela enfiava minha pica até o fundo, dava pra sentir batendo na garganta dela e os barulhos que ela fazia eram de uma profissional em garganta profunda, quando tirou da boca tava cheia de saliva dela, e sem se importar com nada começou a beijar e lamber meu tronco, da ponta até a base, e ali na base começou a beijar o ponto exato onde a pica separa das bolas, e achou delicioso que não tivesse pelo, até enfiou uma das minhas bolas inteira na boca chupando e acariciando com a língua.
Sem hesitar um segundo, ela tirou o sutiã que tava usando, liberando aqueles peitões lindos tamanho DD, um pouco maiores que os da minha mãe. Os bicos já estavam completamente duros, coroando as auréolas enormes e escuras dos peitos dela, e sem perder tempo começou a fazer um masturbation russo com aqueles globos de carne gloriosos, não acreditava no que tava rolando, ela devia estar morrendo de vontade disso, se é verdade que eu deixei ela meio de lado esses dias... Ela me masturbava com os peitos dela na minha casa, a que até uns meses era minha vizinha, e toda vez que a cabeça da pica aparecia, ela aproveitava pra dar um beijo rápido. Depois de um tempo, ela se levantou esfregando os peitões na minha cara e eu aproveitei pra beijar, mas ela tirou rápido e ficou de pé na minha frente, e com movimentos sensuais, abaixou a calcinha fio-dental branca minúscula, que sem nenhum pudor jogou pra mim.
Minha tia continuava oferecendo os peitos dela, quando se ouve...
Mmmm... Mmmm, eu também existo, era minha mãe pedindo pra entrar na ação, durante o sexo eu deixo elas serem porque é mais divertido assim.
Vem, mamãe, que também tem doce pra você. — Falo enquanto vejo um sorriso nela. —
Cristina, pra mamãe não ganhar, começa a chupar com força, minha mãe não demorou pra pegar minhas bolas e beijar com carinho, lambia com força enquanto minha vizinha mamava meu pau, podia sentir os lábios e línguas delas no meu falo e no meu saco, era a coisa mais linda, o prazer que estavam me dando era o maior que já tinha sentido até aquele momento. De repente, minha mãe tomou a iniciativa e se aproximou pra beijar a orelha de Cristina, que sorrindo ofereceu meu pau pra ela, ela pegou com os lábios e começou a chupar sem usar as mãos, enquanto isso Cristina tomou o lugar dela nas minhas bolas. Então minha mãe começou a esfregar o pau nas tetas dela enquanto chupava a cabecinha cada vez que saía de entre elas. Enquanto Cristina tentava enfiar minhas bolas na boca dela, brincava com elas com a língua como podia, mas o corpo da minha mãe dificultava essa atividade. Resignada, Cristina se ajeitou atrás da minha mãe e fez ela continuar me chupando, mas de quatro, enquanto ela, deitada com a cabeça entre as pernas da minha mãe, começou a chupar o clitóris dela e a beijar os lábios da buceta enquanto com a língua penetrava na vagina; enquanto minha mãe me chupava, podia ouvir os sons molhados das duas mulheres chupando seus respectivos alvos. Cristina chupava com tanta força a minha mãe que ela, por sua vez, apertava meu pau com os lábios, me fazendo sentir um êxtase indescritível. Então decidi que meu pau já tava bem duro e que queria provar as bucetas das minhas mulheres.
Mandei as duas se virarem, e assim fizeram, quando minha mãe me ofereceu a bunda linda e redonda dela, peguei a calcinha fio dental e puxei pelas pernas firmes e lindas dela, acariciando a pele macia enquanto deslizava. Minha mãe então ficou de quatro na frente da buceta de Cristina, me dando uma vista linda das nádegas dela e com meu pau duro e molhado penetrei a buceta molhada. caverna de carne da minha mãe, que a Cristina já tinha deixado bem molhada. Sem muito esforço, enfiei meu pau na minha mãe, enquanto ela dava um cunnilingus na colega de quarto.
Comecei a meter e tirar com um vai e vem agressivo, que minha mãe acompanhou na hora. Em pouco tempo, comecei a ouvir os gemidos de prazer da minha mãe, misturados com os da Cristina e meus resfôlegos pelo esforço de foder minha progenitora pelo mesmo buraco por onde eu tinha saído. Minha mãe não demorou a começar a tremer de prazer, enquanto seus gritos aumentavam tanto em volume quanto em intensidade. Nessa hora, minha mãe desabou com um grito abafado, enquanto a Cristina se contorcia em silêncio, mordendo os lábios e apertando as tetonas.
Depois de ter comido minha mãe de quatro, me deitei na cama e falei pra Cristina sentar em cima de mim. Ela obedeceu na hora, se levantou ainda tremendo um pouco, se aproximou me oferecendo os peitos com auréolas enormes e escuras e bicos duros, montou no meu pau que ainda tava duro e lubrificado pelos sucos da mamãe, colocou a cabeça do meu pênis na entrada da buceta dela e deslizou, enfiando quase tudo, enquanto eu me deliciava com a sensação das paredes vaginais molhadas dela e beijava os peitos dela.
Isso não pareceu agradar muito minha mãe, porque ela tava na nossa frente, de joelhos, de braços cruzados e cara feia. Então eu falei: "me dá sua buceta, puta". Ela sorriu, se aproximou da gente e, como conseguiu, se levantou na cama, com as mãos apoiadas na parede. Minha cara ficou na altura perfeita pra lamber a buceta dela, enquanto com a mão peguei o cabelo da minha ex-vizinha e direcionei a cara dela pras nádegas da minha mãe. E sem precisar falar nada, a Cristina começou a beijar as nádegas dela e lamber o cu da minha mãe. A Cristina sabia sincronizar muito bem os movimentos dela com os meus, além de lamber o rabo da colega de quarto, enquanto eu penetrava a buceta dela com minha língua e Eu sentia o sabor agridoce da buceta dela, o tesão da situação, comer duas milf gostosas, que ainda por cima são lindas, e melhor ainda sendo minha própria mãe e minha vizinha. Junto com os sons de chapinhar das cavidades molhadas delas e suas línguas, mais os gemidos de cachorras no cio que soltavam, e os cheiros das suas xotas destilando néctares sexuais, e o aroma do suor na pele delas, tudo isso me afetou, e elas não aguentaram muito mais. Cristina deu um grito de prazer enquanto se agarrava ao meu corpo como podia, enquanto minha mãe desabou, e como deu a gente segurou ela pra não cair no chão de uma vez. Deitei ela na cama e depois coloquei a Cristina por cima dela. Elas começaram a se acariciar uma à outra e a se beijar como se fossem um par de amantes lésbicas. Fiquei atrás delas e comecei a meter na minha mãe, com estocadas curtas e rápidas, depois passava pra buceta da Cristina, que tava por cima dela, e furava ela também com rapidez e força. Fiquei assim, alternando de uma buceta pra outra, dando umas estocadas em cada uma; elas, quase sem forças, começaram a soltar gemidos meio abafados, bem baixinhos, acompanhados do som de beijos molhados. Eu não aguentei mais e, com um grunhido de prazer, gozei dentro da buceta da Cristina, e desabei sem forças junto com elas, que continuavam se acariciando uma à outra. Fiquei ali descansando uns minutos, e sem perceber, acabei dormindo. Espero que vocês gostem.
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