Naquela noite, Brittany sonhou com a pica do Dante balançando e um monte de bolas. No sonho, Dante a tinha de joelhos no jardim da frente, onde qualquer um podia ver. Ele estava abaixando a braguilha quando o céu escureceu e começou a cair uma chuva de verão. Caía a cântaros, respingando no rosto dela e até na boca. Ela começou a tossir forte e, de fato, acordou no meio disso. Ao abrir os olhos, se molhou na hora com um líquido quente que espirrou nos olhos abertos dela, junto com o resto da cara. Levou uns segundos, atordoada, pra perceber o que tava rolando. Dante estava de pé ao lado da cama dela, mijando casualmente na cara dela. "Aaaah, porra", gemeu, abrindo a boca bem larga pra que esse dotado usasse ela como mictório. Dante, encantado, direcionou o jato potente de mijo pra boca aberta dela, inundando ela com a urina quente da noite. Ela engolia o mais rápido que podia, mas não conseguia acompanhar o fluxo dele. Ele não pareceu se importar, e continuou mijando na boca dela até transbordar. Moveu a pica devagar pra espalhar o mijo pelo nariz dela, os olhos, o cabelo e o travesseiro inteiro. A cara toda dela, a parte de cima da cama e os lençóis estavam encharcados de mijo quente. "Que banho gostoso", ele falou baixinho. "Toma essa quantidade de mijo". Brittany só fez gargarejo em resposta, virando o rosto de um lado pro outro pra aproveitar o mijo volumoso do cara. Dante grunhiu ao ver ela curtindo aquele prazer, e apertou a parte de baixo do pau pra parar o fluxo de mijo. Brittany gemeu, engolindo o que tinha na boca e olhando pra ele com curiosidade. "Por que parou? Já terminou de mijar, amor?" "Claro que não terminei, puta", ele cuspiu. Aí, com a mão livre, agarrou ela pelo cabelo e arrastou até a beirada da cama, deixando ela com a cabeça pendurada. Ela gemeu quando ele tomou o controle e usou ela do jeito que quis. De pé sobre ela, enfiou a pica enorme meio dura na boca e empurrou garganta abaixo até que suas bolas grandes e gordas pressionaram os olhos dela. Então, soltou os dedos da base do pau e seu jato de urina começou a penetrar a garganta dela com a força de uma mangueira. Brittany revirou os olhos debaixo das bolas de Dante enquanto ele suspirava aliviado e continuava esvaziando a bexiga direto no estômago dela. Ele mijou sem parar por tanto tempo que Brittany perdeu a noção do tempo, e com o pau enorme de menino mijando na garganta dela, mijando igual um cavalo de corrida, ela não conseguiu respirar durante toda aquela mijada prolongada. Mas ela não ligou. Na verdade, ela adorava que aquele garoto peludo usasse ela como privada. Respirar não era tão importante quanto cuidar do pau de Dante. Ela agarrou as nádegas dele e puxou ele com mais força pra mostrar o quanto tava dedicada a esvaziar a bexiga dele por completo. Os olhos dela ficaram vidrados e desfocados, os pensamentos ficando mais abstratos enquanto começava a perder o sentido por falta de oxigênio. Dante sentiu o corpo dela afrouxar um pouco, as mãos deslizando devagar pela bunda dele enquanto ela se agarrava à consciência, e em vez de se afastar pra dar espaço pra ela respirar, ele simplesmente continuou mijando na garganta dela e até se abaixou pra envolver o pescoço dela com as mãos. Ele grunhiu enquanto apertava os dedinhos surpreendentemente fortes em volta do pescoço dela, cheio de pau, e a estrangulava, praticamente se masturbando com o pau dentro da garganta dela. Brittany gorgolejou e a urina saiu disparada pelo nariz dela enquanto o amante pequeno usava ela por completo como a boneca sexual que ela era. Nos últimos momentos antes de desmaiar, Brittany sentiu o pau de Dante alongar e engrossar dentro da garganta dela, e o fluxo de urina finalmente parou. Ele começou a meter na boca e garganta dela enquanto continuava sufocando ela, e enquanto ela mal se segurava na consciência, ouviu ele dizer: «Toma esse maldito pau, rabuda.» «Idiota». Brittany nunca tinha sido tão feliz na vida. Sabia que não precisava mais se preocupar em ser uma boa pessoa, dona de casa ou mãe. Seu propósito na vida agora era ser usada como um depósito de esperma para seu dono de sete anos, e depois ser descartada quando ele se cansasse dela. A liberdade que isso lhe proporcionava a fazia tremer de prazer, e ela começou a gozar por toda a cama enquanto sua visão se turvava, até desmaiar completamente, com as mãos caindo flácidas ao lado do corpo e a garganta soltando um suspiro úmido e borbulhante em volta da piroca penetrante de Dante. Dante não parou nem diminuiu o ritmo, simplesmente continuou fodendo a garganta da mulher inconsciente até jorrar seu esperma com tanta força no estômago dela que ele inchou como se ela estivesse grávida, e o sêmen espirrou pelo nariz dela e pelo selo apertado dos lábios em volta da base do pau dele. Quando terminou de gozar, não se retirou, mas retomou a garganta dela naturalmente, sentindo outro orgasmo se aproximando rapidamente. Ia ser uma noite longa e suada, e Dante mal estava começando.
0 comentários - Madre Amante del Bullying.Parte 4 y Final.Epilogo