Enganchei uma vizinha gostosa

No meu bairro tem um vizinho que é pastor, não sei se é assim que se fala, Testemunha de Jeová. Ele e a esposa, aos domingos, se reúnem com um grupo de pessoas e saem pelo bairro batendo de porta em porta e pregando a crença deles. O cara, acho que trabalha como administrador ou num banco, e a mulher dele é professora numa universidade, mas não sei de qual matéria. A roupa deles é sempre muito séria e de cores claras. Quase não conversam com os vizinhos, a não ser quando saem pra pregar, mas são muito educados no cumprimento toda vez que a gente cruza com eles. É um casal de meia-idade, devem ter pouco mais de 50 anos, com dois filhos já casados. O homem é visto saindo pra trabalhar toda manhã com a caminhonete moderna dele e voltando no meio da tarde, e ela também sai cedo e volta umas 19h. Pelo que parece, um casal bem normal. Até que um dia, voltando pela estrada, uma tempestade de granizo enorme, daquelas desgraçadas, fez o trânsito ser desviado. Todos os carros foram desviados pra ruas internas e acabamos saindo num bairro vizinho da estrada. Numa das ruas por onde a gente ia andando a passo de homem, tinha a saída de um motel meia-boca. Bem quando tô chegando no portão de saída do motel, o portão abre e sai um carro, que se depara com o engarrafamento que tinha na rua. Aquele carro era o da mulher do pastor, ela tava com um cara bem jovem, que eu calculo que não tinha mais de 20 anos. Quando ela tenta entrar na rua, tromba com meu carro e a gente se viu de frente. Ao reconhecê-la, por instinto, acenei com a cabeça e deixei ela passar. O carro dela foi na minha frente no engarrafamento, a passo de homem. Antes de voltar pra estrada, ela entrou num posto de gasolina e o cara que tava com ela desceu do carro. Eu continuei no engarrafamento até que aos poucos a gente conseguiu entrar de novo na estrada. Depois de alguns quilômetros na estrada, vejo que atrás de mim vinha um carro muito rápido. Fazendo sinal com os faróis pra mim, eu reduzi um pouco a velocidade, pensando que estavam me avisando porque eu tinha algum pneu furado ou algum problema no carro. Logo percebi que era o carro da minha vizinha, que eu tinha visto saindo do hotel. Reduzi a velocidade, e ela ficou atrás de mim, me fazendo sinal para sairmos na próxima saída. Saí da estrada e parei na marginal, e ela estacionou atrás de mim. Pra ser sincero, não entendia bem o que ela queria.

Ela desceu do carro dela e se aproximou do meu, pelo lado da porta do passageiro. Abri o vidro, e ela, aos prantos, me perguntou se podia entrar, que precisava falar comigo. Abri a porta pra ela, e quando ela se sentou, falei pra ela se acalmar e parar de chorar, perguntei o que tinha acontecido. Ela, sem parar de chorar, me disse que estava com medo de eu contar pro marido dela ou pra alguém o que eu tinha visto. Que isso poderia acabar com o casamento dela e o trabalho dela se descobrissem o que tinha rolado com um aluno. Aí eu descobri que quem tinha saído do hotel era um aluno dela.

Tentei acalmá-la e falei que não contaria pra ninguém, que foi algo do acaso, ela ter saído justamente quando tinha um engarrafamento e eu estar ali na porta do hotel. Depois de um tempo, quando já tinha acalmado ela, nos despedimos, e ela me deu um abraço apertado de agradecimento, enquanto eu falava pra ela ficar tranquila que o segredo dela estava seguro comigo. Depois disso, seguimos nossos caminhos, no meu caso como se nada tivesse acontecido.

Depois de algumas semanas, não vi mais ela no bairro, até que um domingo a vejo com o marido na clássica caminhada que faziam pelo bairro. Quando ela me vê, e o marido dela me cumprimenta, ela se esconde atrás do marido, enquanto eu segui meu caminho. Não sei por que, enquanto continuava andando, virei a cabeça algumas vezes pra trás pra olhar pra eles, e em todas as vezes ela estava me olhando. Só se passaram alguns dias, e no meu WhatsApp recebo uma mensagem dela dizendo que tinha pego meu número do cartaz que tenho de serviço técnico. Aí ela me disse que precisava me ver urgente pra conversar comigo. Que por favor fosse num lugar onde ninguém nos visse. Foi assim que marquei com ela uns dias depois num café não muito movimentado. Já no café, vejo ela entrar toda nervosa e, ao sentar, começou a chorar e falou que ainda tava com muito medo de eu abrir a boca. Que no outro dia, quando me viu conversando com o marido dela, pensou que eu ia contar o que vi. Então eu repeti que nunca contaria pra ninguém o que vi. Ela, já mais calma, disse que não tinha dinheiro pra me pagar pelo que eu tava fazendo. De algum jeito, ela entendeu que eu tava extorquindo ela pelo que tinha visto. Falei de novo que não era esse tipo de pessoa, aí ela me disse de novo que queria retribuir o favor do meu silêncio e que ela era a única coisa de valor que tinha. Foi assim que, abertamente, ela me ofereceu uma tarde de sexo pra quitar a dívida pelo meu silêncio. Me contou que há tempos só convive com o marido, que só se interessa por religião, e que há muito tempo transava com algum aluno. Sabia que se isso viesse à tona, podia perder o emprego e o casamento, mas não ligava porque precisava daqueles momentos. Depois de conversar mais um pouco e não fechar nada concreto, a gente foi embora, mas antes de sair, ela me deu outro abraço forte daqueles que você sente as tetas e o hálito dela no meu ouvido. Nunca recuso uma oferta de sexo, mas geralmente não como mulher casada cujo marido eu conheço. Uma semana depois desse encontro, recebi outras mensagens onde ela dizia que tinha uma dívida comigo e que não se sentiria bem até quitá-la. Aí ela me disse pra gente se encontrar no hotel onde eu vi ela saindo. A verdade é que vi ela tão insistente que resolvi aceitar a oferta dela de agradecer meu silêncio. Foi aí que eu falei: esse foi o erro dela, que quando você tá traindo, tem que minimizar o perigo de alguém te ver. Comentei que num prédio no centro alugam uns quartos. Departamento por dia e por hora, e era menos provável que alguém te visse entrar. Falei que ia reservar um quarto e mandar pra ela qual era o departamento. Assim que recebeu minha mensagem, em 15 minutos já tava na porta do apartamento. Ao abrir a porta, me deparei com uma mulher que tranquilamente poderia passar por freira, vestindo uma saia cinza comprida e uma jaqueta escura, cabelo solto e sem maquiagem. Ela entrou rápido e me abraçou de novo com força. Depois disso, tirou a jaqueta e, enquanto olhava o quarto todo, sentou na cama, tirou um coque da bolsa e prendeu o cabelo. Pegou um estojo e tirou as lentes de contato. Também tirou uma caixa de camisinha e umas pastilhas Halls pretas. Colocou uma pastilha na boca e veio na minha direção, aproximando o rosto do meu, esperando um beijo. Eu beijei ela, e ela respondeu com a língua na minha boca, segurando meu rosto com a mão. Enquanto nos beijávamos, a gente passava a pastilha de boca em boca, esfriando a língua. Além da boca, continuei beijando o pescoço e o rosto dela. Senti um pouco de pelo acima dos lábios dela, provavelmente por causa da religião ela não se depilava. Depois descobri que o corpo inteiro dela era bem peludo, já que não se depilava. Enquanto nos beijávamos, comecei a desabotoar a blusinha que ela tava usando. Ela respondeu desabotoando meu cinto e abaixando minha calça. Assim que a calça caiu nos meus joelhos, ela se ajoelhou na hora, baixou minha cueca, pegou meu pau e começou a bater uma punheta. Bateu uma por um bom tempo, sem tirar os olhos de mim. Aí peguei ela pela cabeça e guiei até meu pau, passando ele pelo rosto dela até chegar no canto dos lábios, e ela começou a beijar. Deu uns beijinhos na cabeça do meu pau e depois meteu ele na boca. Senti a língua fria dela envolvendo meu pau junto com o resto da pastilha gelada. Enquanto me chupava com uma mão. massageava minhas bolas e a outra mão estava apoiada no meu púbis bem lisinho. Aproveitei e tirei toda a roupa pra ficar pelado. Deixei ela chupar mais um pouco até eu quase gozar, aí tirei a pica da boca dela e mandei ela ficar de pé. Sentei na cama enquanto via ela tirar a roupa. Quando ela tirou a blusa e a saia, ficou só com um sutiã grande e uma calcinha cor de pele. Ela deitou do meu lado e, depois de uns beijos, comecei a descer pelo pescoço dela. Quando cheguei nos peitões enormes, tirei eles de baixo do sutiã. Comecei a beijá-los e cheguei no mamilo duro e grosso. Chupei com delicadeza e dava pra sentir uns pelinhos na auréola dela. Ela começou a respirar muito mais ofegante e ficou imóvel, deitada de costas na cama, parecendo uma estrela-do-mar. Os peitos dela eram muito gostosos e, pelo visto, minhas mãos a excitavam pra caralho. Então comecei a descer pela barriga dela com a boca enquanto continuava apertando os peitos dela. Quando cheguei na barriga, puxei a calcinha dela pra baixo e descobri o púbis peludo. Ela abriu as pernas, mostrando que queria que eu mergulhasse a cara na buceta dela. Sem pensar, comecei a chupar a buceta dela com muita saliva. Fazia tempo que não chupava uma buceta tão peluda; os lábios grossos dela apareciam por entre a moita de pelos, deixando ver o vermelho lá dentro da buceta bem molhada. Cada vez que enfiava a língua no fundo da buceta dela, ela arqueava o corpo até começar a tremer um pouco mais e soltar um suspiro longo. Senti um pouco do fluido dela na minha boca quando ela gozou. Subi meu corpo de novo por cima dela e nos beijamos de novo, esfregando nossos corpos. Ela virou meu corpo pra ficar de bruços e começou a bater uma punheta na minha pica com a buceta dela. Os lábios da buceta dela roçavam na minha pica. Ela se mexia tanto que, de repente, sem querer, minha pica entrou de uma vez na buceta dela. Ela suspirou fundo, mas tirou. Rapidamente, ela se ajoelhou do meu lado e começou a chupar meu pau enquanto abria uma camisinha pra colocar em mim. Depois de colocada, ela montou devagar. Sentada no meu pau, começou a mexer a barriga pra frente e pra trás suavemente, enquanto eu esticava as mãos pra massagear os peitos dela, que balançavam com os movimentos. Assim, ela continuou bem devagar, subindo e descendo a buceta no meu pau até que eu não aguentei mais e gozei. Ela se esticou sobre meu corpo e me beijava enquanto eu sentia os peitos dela no meu peito. Meu pau amoleceu dentro da buceta dela e saiu. Ela continuou me beijando e se deitou do meu lado, levando uma das minhas mãos até a buceta dela. Comecei a massagear o clitóris e alternar com meter os dedos dentro dela. Enquanto eu a masturbava com os dedos, ela respirava ofegante. Eu via os peitos dela subindo e descendo com a respiração. Ela abria as pernas cada vez mais pra eu conseguir meter mais os dedos, e de novo ouvi um longo suspiro e um gritinho curto quando ela gozou nos meus dedos. Levantei e fui no banheiro jogar fora a camisinha que tinha ficado na cama. Voltei pro quarto com uma toalha molhada pra ela se limpar, quando me ajoelhei do lado dela e ia limpá-la, ela esticou a mão, pegou na minha cabeça e guiou até a buceta dela. Foi assim que mergulhei minha cabeça na buceta dela, ainda molhada com o gozo dela. E ela pegou meu pau meio duro e meteu na boca dela. Assim, mergulhamos num 69 profundo. Não demorou muito até ela ter outro orgasmo com a buceta dela na minha boca. Ela ficou exausta na cama, então peguei 2 travesseiros e coloquei um em cima do outro e fiz ela ficar de bruços em cima deles, com as pernas bem abertas e a raba bem empinada. Fiquei atrás dela e, com minhas mãos, percorri as costas dela até chegar nas nádegas gordas. De vez em quando, descia pela coluna dela com meu polegar e seguia pela racha do cu dela e passava pelo ânus, e ao chegar na use the word: pussy enfiava pra dentro. Às vezes, quando tirava meu polegar molhado da use the word: pussy, passava ele no cu dela. Ela respondia apertando a bunda. Ficava parada na minha frente, toda entregue. Meu cock ficou bem duro, aí peguei uma camisinha e coloquei. Com uma mão, segurei os dois pulsos dela nas costas e, com a outra, guiei meu cock até a use the word: pussy. Quando encostei, enfiei de uma vez. Ela levantou mais a bunda pra eu meter mais fundo e tentava soltar as mãos. Comecei a comer ela com mais força. Enquanto eu batia na bunda dela, ela tentava se soltar e eu segurava mais forte. Os gemidos dela ficaram mais altos, já não ligava se ouvissem. Minha metida variava entre rápida e devagar. Com a mão livre, apertava a bunda dela e passava o polegar de novo no cu. Toda vez que tentava enfiar o dedo no cu dela, ela se mexia, tentando soltar os braços da minha mão, e rebolava, impedindo meu polegar de entrar. Os movimentos dela não impediram meu dedo de entrar naquele cu apertado. Fiquei com ele lá dentro um tempo, mexendo pra todo lado. Aí sinto que ela goza de novo no meu cock duro. Tiro da use the word: pussy e encosto no cu dela. Ela rebola enquanto fala que não é pelo cu e tenta soltar os braços. Com a mão, bem devagar, aperto a cabeça do meu cock no cu dela até que, aos poucos e com muito esforço, entra. De vez em quando, ela mexe a bunda, tirando meu cock de dentro, e continua dizendo que não é pelo cu. Mas também ficava parada toda vez que eu guiava a cabeça do meu cock pra dentro do cu dela. Quando meu cock entrou até a metade, ela ficou quieta, soltei os braços dela, e ela se ajeitou de quatro e jogou a bunda pra trás pra eu meter mais fundo. Foi aí que comecei a me mexer, devagar, até meu cock entrar até as bolas. Com uma mão agarrei o cabelo dela e puxei pra trás, e com a outra apertava uma bunda dela e comecei a bater minha pélvis contra as bundas dela. A bunda apertada dela fez eu gozar na hora. Fiquei um tempão parado olhando as costas dela e a bunda penetrada por mim enquanto ela continuava deitada sobre os travesseiros até meu pau dormir. Fui pro banheiro com a toalha que tinha levado antes e molhei ela. Quando voltei pro quarto, ela ainda estava deitada sobre os travesseiros com a bunda pra cima. Fiquei atrás dela e com a toalha molhada limpei a pussy e o cu dela. Depois ela se levantou, pegou a bolsa e foi pro banheiro andando estranho e devagar. Fiquei na cama enquanto ouvia a água do chuveiro no banheiro. Depois de um tempo, ela saiu enrolada na toalha e com uma touca de banho na cabeça. Eu tava deitado de barriga pra cima com meu pau dormido e ela sentou do meu lado e com outra toalha secava as pernas. Então peguei a mão dela e levei até meu pau dormido. Ela não agarrou, com a palma da mão começou a massagear de cima pra baixo junto com as bolas. Abriu a toalha que envolvia o corpo dela e se esticou em cima de mim apoiando os peitos molhados nas minhas pernas. Continuou massageando meu pau até ele começar a ficar duro e enquanto fazia isso pegou uma pastilha halls e colocou na boca e começou a chupar meu pau. Demorou um pouco pra deixar ele duro. Começou a chupar devagar e depois com mais frenesi enquanto acompanhava a boca com a mão. Até que começou a bater uma punheta forte enquanto segurava a cabeça do meu pau com os lábios. Mas depois de um bom tempo não conseguiu fazer eu gozar e meu pau de vez em quando ficava mole. Quando ela se levantou pra se vestir, notei que ainda andava estranho e perguntei se eu tinha machucado ela. Ela respondeu que não, que só doía um pouco, que logo passaria. Pedi desculpas por comer o cu dela mesmo quando ela dizia que não, então ela me disse que não incomoda, mas não gosta muito porque às vezes É meio sujo porque sai um cheiro ruim. Quando ela terminou de se vestir e arrumar a roupa, antes de se despedir, agradeceu de novo pelo meu silêncio e disse que, embora sentisse que a dívida dela comigo estava quitada, não tinha problema em me ver de novo. Fiquei grato, já que ela tava transando com caras de 20 anos. Ela se despediu com um abraço forte e demorado e um beijo, e foi embora antes de mim. Depois de uma semana, ela me mandou mensagem de novo pra gente se encontrar, mas dessa vez eu recusei e implorei pra ela não me mandar mais mensagens assim. Falei que não era normal eu transar com mulheres casadas porque era muito perigoso pra nós dois. A partir daí, quase nunca mais nos vimos no bairro. Recentemente, o marido dela morreu de infarto. Então espero que ela, em algum momento, me escreva de novo. Mas como deletei o número de celular dela, não sei como falar com ela de novo. Um dia, quando eu cruzar com ela no bairro, vou fazer algum sinal pra ela me escrever. Não é a melhor transa da minha vida, mas também não é a pior, então seria bom repetir.

3 comentários - Enganchei uma vizinha gostosa

Jaja tremenda puta salió la sierva 😁😊🤘✌ el marido se fue siempre pensando lo buena esposa 😊🤘 terrible putita😁
capaz el marido sabía, son pastores, no boludos
@NaneroEv2 quizás sí, quizás no