Acordei lá pras 11 da manhã, dormi pra caramba depois da noite intensa com a Luchi, somada à manhã de viagem e a bagunça que foi deixar a Vanina no terminal. Mas já tava me sentindo melhor, não sabia se foi sorte ou ter topado com uma gostosa bem putinha, mas meter daquele jeito, com tanta vontade e a sacanagem de paquerar uma mina aleatória na praia tinha me dado um puta boost na autoestima. E ainda mais com a promessa de encontrar a Luchi de novo.
Nem tomei café, fui direto almoçar cedo pra poder pegar praia à tarde. Mandei uma mensagem pra minha ficante casual, mas ela demorou um tempão pra responder. Perguntei mais ou menos onde ela ia ficar na praia, pra ver se dava pra passar lá. Na hora que leu a mensagem, respondeu docemente: "Oi, coração! Tô entre as ruas 35 e 36, cê vem?". Cumprimentei ela com carinho e falei que passava daqui a pouco, ela sugeriu que, se fosse melhor, a gente fazia ao contrário: ela avisava os amigos e vinha um tempo pra onde eu tava.
Lá pelas 4 da tarde cheguei na praia, a uma quadra de onde ela tava. Indiquei onde e ela disse: "Já vou...". Não demorou nem 10 minutos e ela apareceu. Tava super entregue, ansiosa, sei lá... mas tava lá. Tinha trocado a parte de baixo do biquíni, mas a de cima era a mesma do dia anterior. Me deu um selinho quando me cumprimentou, achei meio estranho talvez, mas deixei. Arrumou as coisas dela, deitou de bruços pra pegar sol do meu lado e a gente conversou um pouco.
Comprei uns churros de praia e tomamos muito mate, conversamos sobre a vida, amores e desilusões... criamos um vínculo bonito, transitório e efêmero, que vamos lembrar por alguns meses e só. Umas 7 da tarde, já com o sol se pondo, ela me faz uma proposta:
L: Nacho, não quero parecer invasiva nem que quero me apegar a você...
Y: ...mas? – falei com certa curiosidade e surpresa
L: Você topa a gente sair pra jantar juntos e depois ir pro seu apartamento? Claro, se não te incomodar... senão vamos direto ao que interessa haha
Y: Não, não... hahaha de jeito nenhum, gostei da ideia – respondi com toda sinceridade.
L: Beleza, então vou indo pra tomar um banho e deixar minhas coisas prontas também, porque amanhã a gente vai embora.
Aos poucos ela juntou as coisas dela e foi embora, eu também. Na despedida, de novo me deu um selinho. Eu tava com medo dela se apegar, mas quando ela falou em ir direto ao que interessa, percebi que só tava curtindo do jeito dela, mas que também era capaz de meter o pé no acelerador e avançar.
Perto das 10 fui buscá-la. Ela tava vestida muito gostosa: uma blusa preta com detalhes brancos decotada, sensual mas que mostrava o justo e necessário, nada exagerado. Uma calça jeans preta gasta que com o ajuste marcava os atributos dela muito bem e umas sandálias pretas de salto. Cabelo solto, ondulado com bastante volume, maquiagem discreta. E de complemento uma bolsinha combinando com as sandálias onde mal cabia o celular, as chaves e a carteira. Jantamos uma delícia, algo bem de mar: pedimos uma porção de cornalinos ao limão pra dividir enquanto esperávamos o salmão ao curry que pedi pra mim, e a merluza grelhada com legumes que ela pediu. Um vinho acompanhando o jantar, e a conversa ampliada que a gente já tinha desde a tarde.
O sorvete de sobremesa depois de um bom papo, com trocas de olhares interessantes e até toques de mãos. Pedimos a conta, picante também a conta como os olhares, mas sem hesitar ela disse "Vamos rachar", e eu falei "Em Absoluto... eu pago". Ela quis discutir um pouco, mas depois cedeu. Realmente valeu a pena o momento, mas além disso era mais uma foda grátis... o mínimo que eu podia fazer eraNão encontrei uma tradução direta para "garpar" no português brasileiro. Pode ser um termo específico de algum contexto ou gíria regional. Você poderia fornecer mais contexto ou a frase completa?O jantar. Fomos pro apartamento, ofereci um cafezinho, ela disse "Depois..." e começou intensamente a me abraçar e beijar no pescoço, se esticando o suficiente pra me alcançar.
Eu segurava a bunda dela por cima da calça jeans, bem redondinha e marcada, enquanto ela encostava os peitos em mim no abraço. Ela desabotoou a calça jeans e, quando eu abaixei, uma linda e visivelmente nova calcinha fio-dental de renda branca que se perdia na beleza daquela raba. O sutiã, também de renda, mas preto, completava o visual que, mesmo não sendo do mesmo conjunto, dava um contraste espetacular pra cena.
Ela se despiu quase por completo, só ficando de calcinha e sutiã. Fiz o mesmo, jogando a roupa pra todo lado. A gente se beijou freneticamente e quando eu ia pegar ela no colo pra levar pro quarto, ela fala: "Tenho uma surpresa pra você...". Pegou a bolsinha minúscula dela, nem imaginava que pudesse tirar algo dali que não fosse o mínimo necessário pra sair.
Ela tira um blister com duas pílulas e me fala: "Quero que você encha minha buceta de porra... ontem vi no preservativo e fiquei com vontade de sentir, topa?", disse enquanto me mostrava que tinha comprado a pílula do dia seguinte. Me deixou de cara ela ser tão puta a ponto de pensar nesse detalhe. Nem precisei responder, ali mesmo contra a mesa abri as pernas dela, puxei a calcinha fio dental e enfiei no pelo. Ela gemeu alto quando meti, tava molhada mas acho que não esperava... foi só um pouquinho pra esquentar. Daí fomos pro sofá que tava a dois metros e então...
A primeira foda foi padrão, uns 15 minutos de puro tesão. Um pouco de sexo oral pra fazer ela gozar naquela buceta linda e depois de uma boa chupada de pau da parte dela, meti e fodi a todo vapor. Ela queria rápido, pedia sem parar pra sentir minha porra dentro. Gemia muito, tava curtindo até mais que na noite anterior, acho que porque tava mais solta, mas também sentia bem o roçar do meu pau sem a barreira da camisinha no meio. Não fiz questão de enrolar e gozei logo nela, assim de missionário mesmo como tava metendo.Forte e no meio.Dizem os que batem pênaltis na hora de garantir, e foi mais ou menos assim. Saiu bastante porra da buceta dela, e com um sorriso de felicidade no rosto e ainda ofegante pela ação, ela levantou as pernas e esperou um tempinho antes de ir ao banheiro.
Depois de se higienizar, ela me disse: "Agora sim aceito aquele cafezinho...". Ficamos os dois pelados, não sei se por conforto ou porque era óbvio que ia rolar mais um round. Ou simplesmente pelo prazer de nos vermos. A questão é que, depois de compartilharmos um tempo juntos, fomos para a cama nos abraçar um pouco, enquanto nos beijávamos suavemente. A putaria já tinha rolado, agora estávamos no clima carinhoso. Esse carinho cresceu e acendeu a chama de novo depois de um bom tempo de beijos... ela desceu pra me fazer um boquete de novo. Bom, vou falar com toda sinceridade: ela me deu uma chupada de pau daquelas, fundo, do jeito que ela sabia fazer. Era uma foda na cabeça e curtia tanto que ficava molhada sozinha, sem precisar ser tocada.
Depois de me chupar, ela montou sozinha no meu pau e começou a se mexer devagar, pra depois aumentar a intensidade aos poucos, enquanto gemia mais e minhas mãos apertavam com vontade os peitos dela pulando. Posições de todo tipo: de lado, por cima, por baixo, de costas, em pé... de quatro, muito... até puxão de cabelo. Ela tava putíssima, sabendo que era nossa segunda e última noite. Pra ela, transar com um estranho era, em teoria, algo novo. Não parecia, porque ela curtia pra caralho... mas eu não ligava tanto pro histórico dela, porque depois do que rolou com a Vanina, tava disposto a comer qualquer gostosa que aparecesse na minha frente e aproveitar minhas férias da melhor forma possível.
Tava metendo forte de quatro enquanto ela pedia pra eu comer ela com mais força. O pedido de "arrebenta minha buceta" era constante, enquanto ela gemia "issooo assiiim", confirmando que era exatamente o que queria. Ela já tinha gozado umas duas vezes, tava bem molhada e lubrificando gostoso... tanto que tava me dando vontade de encher ela de novo. Nem avisei, só segurei ela mais forte e meti com tudo.
Ela sabia o que vinha e gemia mais puta que antes, "issooo issooo me enche Nacho, me enche todinha..." foi a frase que me fez gozar de novo dentro da buceta fervendo dela. "Aaai sii... que delícia de buceta cheia de porra..." foi a única coisa que ela disse enquanto eu saía de dentro. Não demorou pra ela fazer força e expelir um pouco de sêmen.
"Uff... valeu cada centavo da pílula hahaha..." ela falou num tom safado e quase cômico. Ficou um tempão assim, com a perna e a parte de fora da buceta cheia de porra até ir tomar banho. Fiz o mesmo depois, enquanto ela ficou na cama vendo TV. Quando saí, ela tava só de calcinha fio dental branca.
Depois de um tempo na cama juntos, ela levantou e foi até a cozinha. Com um copo d'água na mão e o blister, disse: "Vou tomar a primeira aqui, pra você ficar tranquilo. A outra tenho que tomar amanhã". Tomou, e depois se vestiu. Me pediu pra acompanhar ela dessa vez, e eu aceitei. Antes de sair do apartamento, se esticando na ponta dos pés mesmo com sandália de salto, me abraçou e disse: "Adorei te conhecer... foram duas noites lindas, obrigada!" e me beijou com gosto.
Fomos andando, pra espairecer e aproveitar aqueles últimos minutos. Ela segurou minha mão, chegamos na esquina do prédio dela e ela falou: "É aqui...". Me beijou de novo, nos despedimos com um sorriso lindo que ficaria na memória, e ela foi até a entrada. Mandou um beijo, igual nos filmes, e sumiu. Nunca mais soube dela, não sei se tomou a Segunda pílula, mas o que eu sei é que me ajudou rapidinho a superar o luto pela puta infiel da Vanina. Nada mal pra recomeçar a meter em toda mina que cruzar meu caminho...
Nem tomei café, fui direto almoçar cedo pra poder pegar praia à tarde. Mandei uma mensagem pra minha ficante casual, mas ela demorou um tempão pra responder. Perguntei mais ou menos onde ela ia ficar na praia, pra ver se dava pra passar lá. Na hora que leu a mensagem, respondeu docemente: "Oi, coração! Tô entre as ruas 35 e 36, cê vem?". Cumprimentei ela com carinho e falei que passava daqui a pouco, ela sugeriu que, se fosse melhor, a gente fazia ao contrário: ela avisava os amigos e vinha um tempo pra onde eu tava.
Lá pelas 4 da tarde cheguei na praia, a uma quadra de onde ela tava. Indiquei onde e ela disse: "Já vou...". Não demorou nem 10 minutos e ela apareceu. Tava super entregue, ansiosa, sei lá... mas tava lá. Tinha trocado a parte de baixo do biquíni, mas a de cima era a mesma do dia anterior. Me deu um selinho quando me cumprimentou, achei meio estranho talvez, mas deixei. Arrumou as coisas dela, deitou de bruços pra pegar sol do meu lado e a gente conversou um pouco.
Comprei uns churros de praia e tomamos muito mate, conversamos sobre a vida, amores e desilusões... criamos um vínculo bonito, transitório e efêmero, que vamos lembrar por alguns meses e só. Umas 7 da tarde, já com o sol se pondo, ela me faz uma proposta:L: Nacho, não quero parecer invasiva nem que quero me apegar a você...
Y: ...mas? – falei com certa curiosidade e surpresa
L: Você topa a gente sair pra jantar juntos e depois ir pro seu apartamento? Claro, se não te incomodar... senão vamos direto ao que interessa haha
Y: Não, não... hahaha de jeito nenhum, gostei da ideia – respondi com toda sinceridade.
L: Beleza, então vou indo pra tomar um banho e deixar minhas coisas prontas também, porque amanhã a gente vai embora.
Aos poucos ela juntou as coisas dela e foi embora, eu também. Na despedida, de novo me deu um selinho. Eu tava com medo dela se apegar, mas quando ela falou em ir direto ao que interessa, percebi que só tava curtindo do jeito dela, mas que também era capaz de meter o pé no acelerador e avançar.
Perto das 10 fui buscá-la. Ela tava vestida muito gostosa: uma blusa preta com detalhes brancos decotada, sensual mas que mostrava o justo e necessário, nada exagerado. Uma calça jeans preta gasta que com o ajuste marcava os atributos dela muito bem e umas sandálias pretas de salto. Cabelo solto, ondulado com bastante volume, maquiagem discreta. E de complemento uma bolsinha combinando com as sandálias onde mal cabia o celular, as chaves e a carteira. Jantamos uma delícia, algo bem de mar: pedimos uma porção de cornalinos ao limão pra dividir enquanto esperávamos o salmão ao curry que pedi pra mim, e a merluza grelhada com legumes que ela pediu. Um vinho acompanhando o jantar, e a conversa ampliada que a gente já tinha desde a tarde.
O sorvete de sobremesa depois de um bom papo, com trocas de olhares interessantes e até toques de mãos. Pedimos a conta, picante também a conta como os olhares, mas sem hesitar ela disse "Vamos rachar", e eu falei "Em Absoluto... eu pago". Ela quis discutir um pouco, mas depois cedeu. Realmente valeu a pena o momento, mas além disso era mais uma foda grátis... o mínimo que eu podia fazer eraNão encontrei uma tradução direta para "garpar" no português brasileiro. Pode ser um termo específico de algum contexto ou gíria regional. Você poderia fornecer mais contexto ou a frase completa?O jantar. Fomos pro apartamento, ofereci um cafezinho, ela disse "Depois..." e começou intensamente a me abraçar e beijar no pescoço, se esticando o suficiente pra me alcançar.
Eu segurava a bunda dela por cima da calça jeans, bem redondinha e marcada, enquanto ela encostava os peitos em mim no abraço. Ela desabotoou a calça jeans e, quando eu abaixei, uma linda e visivelmente nova calcinha fio-dental de renda branca que se perdia na beleza daquela raba. O sutiã, também de renda, mas preto, completava o visual que, mesmo não sendo do mesmo conjunto, dava um contraste espetacular pra cena.
Ela se despiu quase por completo, só ficando de calcinha e sutiã. Fiz o mesmo, jogando a roupa pra todo lado. A gente se beijou freneticamente e quando eu ia pegar ela no colo pra levar pro quarto, ela fala: "Tenho uma surpresa pra você...". Pegou a bolsinha minúscula dela, nem imaginava que pudesse tirar algo dali que não fosse o mínimo necessário pra sair.
Ela tira um blister com duas pílulas e me fala: "Quero que você encha minha buceta de porra... ontem vi no preservativo e fiquei com vontade de sentir, topa?", disse enquanto me mostrava que tinha comprado a pílula do dia seguinte. Me deixou de cara ela ser tão puta a ponto de pensar nesse detalhe. Nem precisei responder, ali mesmo contra a mesa abri as pernas dela, puxei a calcinha fio dental e enfiei no pelo. Ela gemeu alto quando meti, tava molhada mas acho que não esperava... foi só um pouquinho pra esquentar. Daí fomos pro sofá que tava a dois metros e então...A primeira foda foi padrão, uns 15 minutos de puro tesão. Um pouco de sexo oral pra fazer ela gozar naquela buceta linda e depois de uma boa chupada de pau da parte dela, meti e fodi a todo vapor. Ela queria rápido, pedia sem parar pra sentir minha porra dentro. Gemia muito, tava curtindo até mais que na noite anterior, acho que porque tava mais solta, mas também sentia bem o roçar do meu pau sem a barreira da camisinha no meio. Não fiz questão de enrolar e gozei logo nela, assim de missionário mesmo como tava metendo.Forte e no meio.Dizem os que batem pênaltis na hora de garantir, e foi mais ou menos assim. Saiu bastante porra da buceta dela, e com um sorriso de felicidade no rosto e ainda ofegante pela ação, ela levantou as pernas e esperou um tempinho antes de ir ao banheiro.
Depois de se higienizar, ela me disse: "Agora sim aceito aquele cafezinho...". Ficamos os dois pelados, não sei se por conforto ou porque era óbvio que ia rolar mais um round. Ou simplesmente pelo prazer de nos vermos. A questão é que, depois de compartilharmos um tempo juntos, fomos para a cama nos abraçar um pouco, enquanto nos beijávamos suavemente. A putaria já tinha rolado, agora estávamos no clima carinhoso. Esse carinho cresceu e acendeu a chama de novo depois de um bom tempo de beijos... ela desceu pra me fazer um boquete de novo. Bom, vou falar com toda sinceridade: ela me deu uma chupada de pau daquelas, fundo, do jeito que ela sabia fazer. Era uma foda na cabeça e curtia tanto que ficava molhada sozinha, sem precisar ser tocada.Depois de me chupar, ela montou sozinha no meu pau e começou a se mexer devagar, pra depois aumentar a intensidade aos poucos, enquanto gemia mais e minhas mãos apertavam com vontade os peitos dela pulando. Posições de todo tipo: de lado, por cima, por baixo, de costas, em pé... de quatro, muito... até puxão de cabelo. Ela tava putíssima, sabendo que era nossa segunda e última noite. Pra ela, transar com um estranho era, em teoria, algo novo. Não parecia, porque ela curtia pra caralho... mas eu não ligava tanto pro histórico dela, porque depois do que rolou com a Vanina, tava disposto a comer qualquer gostosa que aparecesse na minha frente e aproveitar minhas férias da melhor forma possível.
Tava metendo forte de quatro enquanto ela pedia pra eu comer ela com mais força. O pedido de "arrebenta minha buceta" era constante, enquanto ela gemia "issooo assiiim", confirmando que era exatamente o que queria. Ela já tinha gozado umas duas vezes, tava bem molhada e lubrificando gostoso... tanto que tava me dando vontade de encher ela de novo. Nem avisei, só segurei ela mais forte e meti com tudo.Ela sabia o que vinha e gemia mais puta que antes, "issooo issooo me enche Nacho, me enche todinha..." foi a frase que me fez gozar de novo dentro da buceta fervendo dela. "Aaai sii... que delícia de buceta cheia de porra..." foi a única coisa que ela disse enquanto eu saía de dentro. Não demorou pra ela fazer força e expelir um pouco de sêmen.
"Uff... valeu cada centavo da pílula hahaha..." ela falou num tom safado e quase cômico. Ficou um tempão assim, com a perna e a parte de fora da buceta cheia de porra até ir tomar banho. Fiz o mesmo depois, enquanto ela ficou na cama vendo TV. Quando saí, ela tava só de calcinha fio dental branca.
Depois de um tempo na cama juntos, ela levantou e foi até a cozinha. Com um copo d'água na mão e o blister, disse: "Vou tomar a primeira aqui, pra você ficar tranquilo. A outra tenho que tomar amanhã". Tomou, e depois se vestiu. Me pediu pra acompanhar ela dessa vez, e eu aceitei. Antes de sair do apartamento, se esticando na ponta dos pés mesmo com sandália de salto, me abraçou e disse: "Adorei te conhecer... foram duas noites lindas, obrigada!" e me beijou com gosto.
Fomos andando, pra espairecer e aproveitar aqueles últimos minutos. Ela segurou minha mão, chegamos na esquina do prédio dela e ela falou: "É aqui...". Me beijou de novo, nos despedimos com um sorriso lindo que ficaria na memória, e ela foi até a entrada. Mandou um beijo, igual nos filmes, e sumiu. Nunca mais soube dela, não sei se tomou a Segunda pílula, mas o que eu sei é que me ajudou rapidinho a superar o luto pela puta infiel da Vanina. Nada mal pra recomeçar a meter em toda mina que cruzar meu caminho...
3 comentários - Despedida de solteiro (parte 3)