assim continua essa história
vem muito mais gostosa
Espero que vocês aproveitem bastante.
OBRIGADO POR ME LER
POR ME SEGUIR
E PELOS PONTOS
Assim, minha vida mudou completamente. Carlos costumava vir quando eu trabalhava, o que já era de se esperar, e quando eu perguntava sobre a Adriana, ela me contava tudo enquanto batia uma pra mim. Isso não me satisfazia; pelo contrário, me dava ciúmes dela. Eu queria e desejava ser ela, sentir a pica do Carlos tomando conta do meu cu, coisa que ela começou a fazer. Uma noite, a Adriana me surpreendeu quando começou a contar as coisas que o Carlos fazia com ela e, da gaveta do criado-mudo, tirou um vibrador parecido com a pica dele e enfiou no meu cu. Desde aquele momento, virei o putinho da minha mulher. Ela me fazia me contorcer de dor e prazer enquanto perguntava se tirava, e eu dizia que não, entre os gemidos que ela arrancava de mim. Foi assim que tive um orgasmo em gotinhas. A Adri apertava tanto minhas bolas enquanto me comia que eu só conseguia gozar daquele jeito, e isso fazia com que minha desesperação por gozar me mantivesse quente por horas, até eu me resignar que aquilo não ia rolar. Com o tempo, me acostumei a usar calcinhas fio dental. O roçar delas na minha bunda me deixava muito excitado. Por causa do meu trabalho, me aventurei a abrir um negócio por conta própria. Eu tinha grandes clientes e as coisas iam muito bem. Depois de um ano, a Adri engravidou. Claro que aquele filho não tinha nada a ver comigo; era fruto dos meus chifres enormes. Aquilo foi muito humilhante para mim. Não sabia quem poderia ser o pai e também não me importava. Só me dediquei a criá-lo como se fosse meu. Foi um pesadelo terrível vê-la sair nos fins de semana grávida. Tanto o Ariel quanto o Carlos tinham sumido das nossas vidas, mas isso não fazia com que eu deixasse de ser a dona de casa, mesmo trabalhando. Assim, depois do Germán, nosso primeiro filho, vieram Jorge e Fede, até que a Adri decidiu não engravidar mais. Finalmente, não seriam mais prenhada como uma puta. O que eu mais sentia falta no começo era ser comido pelos caras dela nos fins de semana, e ela mal fazia isso. Acho que, graças aos meus presentes, era que eu conseguia uma bela trepada. Dizer dizer que a Adri era a puta do bairro era mentira demais. No bairro, todo mundo falava da putaria dela e dos meus chifres, mas ninguém conseguia confirmar nada, porque a safada escondia muito bem. Talvez por isso ela me obrigou a mudar de cidade. Os meninos cresceram e eu, por causa do meu trabalho, me transformei num viado de armário trancado no closet. Não dava mais pra andar de fio dental em casa, muito menos bancar a putinha gostosa que eu tanto amava. Só me divertia com umas punhetas do caralho quando ela saía e os meninos dormiam sob meus cuidados. Mas tudo isso acabou quando os meninos cresceram. Essa mudança fez nossas vidas caírem na monotonia — pelo menos era o que eu achava. Mas não era verdade que a Adriana largaria a putaria dela. Isso ela não conseguia deixar. Foi aí que surgiram as confissões da Adriana, aproveitando que os meninos saíam nos fins de semana.
Adriana, você não é promíscua, só deu uma pulada de cerca, amor, e foi com o Carlos.
Sim, mas você já estava colocando eles em mim, é isso que quero saber.
Adriana, cê quer saber mesmo, amor? Vou te contar, mas aos poucos, assim quando eu terminar de contar, você bate uma punheta. Cê curte essa ideia, safada, ou quer que eu te coma?
As duas coisas, meu céu.
Adriana, bom, já de namorados você tinha uns chifrinhos, mas nunca com seus amigos. Lembra da primeira vez que a gente transou? Pois é, naquele momento eu soube que você ia ter uns chifres enormes, porque com aquele pinto só sentia cócegas. Então comecei a falar que saía com minhas amigas, mas na verdade ia pra balada e sempre pegava alguém. A coisa mudou quando a gente casou. No mesmo dia, seu tio e o filho dele me comeram gostoso na casa deles. Lembra que a gente foi com eles pra lua de mel? Você tava bem bêbado e eu muito tarada. Quis te pegar, mas você dormiu na hora e me deixou cheia de tesão. Daí um tempo, fui no banheiro. Seu primo tava mijando com a porta entreaberta. Não consegui evitar de ver a cock dele, o dobro da sua, linda. Saí na hora e fui pra cozinha, peguei um copo d'água pra acalmar o tesão. De repente, seu primo me pegou por trás e, enquanto esfregava a cock dele no meu cu, massageava meus peitos. Juro que resisti, mas o tesão me pregou uma peça. Supliquei pra ele não fazer quando ele tirou a cock pra fora, pra pensar no primo. Como resposta, ele enfiou a cock na minha boca. Uma delícia que foi me conquistando aos poucos. Quando tava quase enchendo minha boca de cum, ele me levantou, virou e meteu a cock na minha pussy. Me comia gostoso, mesmo eu resistindo por vergonha, até que ele gozou, me encheu e me deixou caída no chão. Ele saiu da cozinha em silêncio, aquele silêncio de vencedor. Na mesma hora, enquanto eu me levantava, entrou seu tio com a cock na mão. Essa sim era uma cock incrível, não dava pra acreditar. Olhei pra ele com carinha de neném, até fiz biquinho suplicando pra ele não fazer, mas ainda tava com tesão e quase não resisti. Seu tio comeu minha boca e não parou até encher de cum. Pensei que ia ser só isso, mas me enganei. Ele me colocou de quatro e, estourando minha pussy, falava que agora eu era a slut dele, enquanto eu dizia que era isso que eu queria. Depois me colocou por cima. dele e eu fico de quatro completamente, lá estava eu enfiada com as pernas abertas quando seu primo entrou de novo, se ajeitou e apesar dos meus pedidos enfiou a pica na minha pussy, lá estava eu gozando com essas duas picas, nem preciso te dizer como me deixaram, eles saíram da cozinha e como pude me levantei e fui deitar do seu lado, assim dormi a noite toda toda leitada pela sua família
A grande puta da Adriana segurava meu pau nas mãos dela enquanto me contava e, como sempre fazia, apertava meus ovos pra eu não gozar. Na hora, ela me virou de bruços e, sem soltar meus ovos, me deu uma porrada foda, me deixando mais tesudo do que nunca.
vem muito mais gostosa
Espero que vocês aproveitem bastante.
OBRIGADO POR ME LER
POR ME SEGUIR
E PELOS PONTOS
Assim, minha vida mudou completamente. Carlos costumava vir quando eu trabalhava, o que já era de se esperar, e quando eu perguntava sobre a Adriana, ela me contava tudo enquanto batia uma pra mim. Isso não me satisfazia; pelo contrário, me dava ciúmes dela. Eu queria e desejava ser ela, sentir a pica do Carlos tomando conta do meu cu, coisa que ela começou a fazer. Uma noite, a Adriana me surpreendeu quando começou a contar as coisas que o Carlos fazia com ela e, da gaveta do criado-mudo, tirou um vibrador parecido com a pica dele e enfiou no meu cu. Desde aquele momento, virei o putinho da minha mulher. Ela me fazia me contorcer de dor e prazer enquanto perguntava se tirava, e eu dizia que não, entre os gemidos que ela arrancava de mim. Foi assim que tive um orgasmo em gotinhas. A Adri apertava tanto minhas bolas enquanto me comia que eu só conseguia gozar daquele jeito, e isso fazia com que minha desesperação por gozar me mantivesse quente por horas, até eu me resignar que aquilo não ia rolar. Com o tempo, me acostumei a usar calcinhas fio dental. O roçar delas na minha bunda me deixava muito excitado. Por causa do meu trabalho, me aventurei a abrir um negócio por conta própria. Eu tinha grandes clientes e as coisas iam muito bem. Depois de um ano, a Adri engravidou. Claro que aquele filho não tinha nada a ver comigo; era fruto dos meus chifres enormes. Aquilo foi muito humilhante para mim. Não sabia quem poderia ser o pai e também não me importava. Só me dediquei a criá-lo como se fosse meu. Foi um pesadelo terrível vê-la sair nos fins de semana grávida. Tanto o Ariel quanto o Carlos tinham sumido das nossas vidas, mas isso não fazia com que eu deixasse de ser a dona de casa, mesmo trabalhando. Assim, depois do Germán, nosso primeiro filho, vieram Jorge e Fede, até que a Adri decidiu não engravidar mais. Finalmente, não seriam mais prenhada como uma puta. O que eu mais sentia falta no começo era ser comido pelos caras dela nos fins de semana, e ela mal fazia isso. Acho que, graças aos meus presentes, era que eu conseguia uma bela trepada. Dizer dizer que a Adri era a puta do bairro era mentira demais. No bairro, todo mundo falava da putaria dela e dos meus chifres, mas ninguém conseguia confirmar nada, porque a safada escondia muito bem. Talvez por isso ela me obrigou a mudar de cidade. Os meninos cresceram e eu, por causa do meu trabalho, me transformei num viado de armário trancado no closet. Não dava mais pra andar de fio dental em casa, muito menos bancar a putinha gostosa que eu tanto amava. Só me divertia com umas punhetas do caralho quando ela saía e os meninos dormiam sob meus cuidados. Mas tudo isso acabou quando os meninos cresceram. Essa mudança fez nossas vidas caírem na monotonia — pelo menos era o que eu achava. Mas não era verdade que a Adriana largaria a putaria dela. Isso ela não conseguia deixar. Foi aí que surgiram as confissões da Adriana, aproveitando que os meninos saíam nos fins de semana.
Adriana, você não é promíscua, só deu uma pulada de cerca, amor, e foi com o Carlos.
Sim, mas você já estava colocando eles em mim, é isso que quero saber.
Adriana, cê quer saber mesmo, amor? Vou te contar, mas aos poucos, assim quando eu terminar de contar, você bate uma punheta. Cê curte essa ideia, safada, ou quer que eu te coma?
As duas coisas, meu céu.
Adriana, bom, já de namorados você tinha uns chifrinhos, mas nunca com seus amigos. Lembra da primeira vez que a gente transou? Pois é, naquele momento eu soube que você ia ter uns chifres enormes, porque com aquele pinto só sentia cócegas. Então comecei a falar que saía com minhas amigas, mas na verdade ia pra balada e sempre pegava alguém. A coisa mudou quando a gente casou. No mesmo dia, seu tio e o filho dele me comeram gostoso na casa deles. Lembra que a gente foi com eles pra lua de mel? Você tava bem bêbado e eu muito tarada. Quis te pegar, mas você dormiu na hora e me deixou cheia de tesão. Daí um tempo, fui no banheiro. Seu primo tava mijando com a porta entreaberta. Não consegui evitar de ver a cock dele, o dobro da sua, linda. Saí na hora e fui pra cozinha, peguei um copo d'água pra acalmar o tesão. De repente, seu primo me pegou por trás e, enquanto esfregava a cock dele no meu cu, massageava meus peitos. Juro que resisti, mas o tesão me pregou uma peça. Supliquei pra ele não fazer quando ele tirou a cock pra fora, pra pensar no primo. Como resposta, ele enfiou a cock na minha boca. Uma delícia que foi me conquistando aos poucos. Quando tava quase enchendo minha boca de cum, ele me levantou, virou e meteu a cock na minha pussy. Me comia gostoso, mesmo eu resistindo por vergonha, até que ele gozou, me encheu e me deixou caída no chão. Ele saiu da cozinha em silêncio, aquele silêncio de vencedor. Na mesma hora, enquanto eu me levantava, entrou seu tio com a cock na mão. Essa sim era uma cock incrível, não dava pra acreditar. Olhei pra ele com carinha de neném, até fiz biquinho suplicando pra ele não fazer, mas ainda tava com tesão e quase não resisti. Seu tio comeu minha boca e não parou até encher de cum. Pensei que ia ser só isso, mas me enganei. Ele me colocou de quatro e, estourando minha pussy, falava que agora eu era a slut dele, enquanto eu dizia que era isso que eu queria. Depois me colocou por cima. dele e eu fico de quatro completamente, lá estava eu enfiada com as pernas abertas quando seu primo entrou de novo, se ajeitou e apesar dos meus pedidos enfiou a pica na minha pussy, lá estava eu gozando com essas duas picas, nem preciso te dizer como me deixaram, eles saíram da cozinha e como pude me levantei e fui deitar do seu lado, assim dormi a noite toda toda leitada pela sua família
A grande puta da Adriana segurava meu pau nas mãos dela enquanto me contava e, como sempre fazia, apertava meus ovos pra eu não gozar. Na hora, ela me virou de bruços e, sem soltar meus ovos, me deu uma porrada foda, me deixando mais tesudo do que nunca.
2 comentários - Os chifres do Carlos mudaram minha vida