Então, do jeito que deu e na pressa, cheguei no hospital me camuflando das colegas e dos colegas. O hospital parecia um hospício, cheio de gente como de costume, cada um parecia atender e se dedicar aos seus deveres. Quando cheguei no meu consultório, vi seu Salvador sentado esperando, sozinho, com o rosto desfigurado. Parecia um homem vulnerável e bem preocupado...
Sem avisar, chamei ele pra entrar no consultório. Seu Salvador entrou, sentou e, mesmo preocupado, não deixou de ser educado por ter conseguido um horário fora do meu expediente sem avisar. Pra mim, era trabalho, e ainda mais sendo um conhecido da família. "Então, seu Salvador, me diga o que está acontecendo. O que traz essa preocupação, além de não conseguir dormir?"
Sal: "Doutora, acontece que, como a senhora já sabe, eu sofro de insônia, e com os exames que saíram, sinto que não falei antes sobre o meu problema na bexiga. Os remédios têm ajudado, mas..."
"Me diga o que está rolando, seu Salvador... Sem vergonha, isso pode acontecer com qualquer um e tem solução."
Sal: "Acontece que, faz uns dois anos que tenho esse problema na bexiga e, como a senhora sabe, não controlo direito minha urina. Às vezes, ela escapa, e outras vezes não consigo fazer. E piorou porque meus testículos estão muito inchados, dói quando fico sentado e quando roça ao andar. O que me preocupa é o vermelhidão e a dor na hora de urinar."
"Entendo, seu Salvador. Olha, é um problema antigo, e o senhor precisa ter mais higiene e passar uma pomada que vai ajudar no inchaço."
Era uma análise que eu precisava fazer, não dava pra fugir, e a dor era óbvia. Então, fui fazer uma receita. Enquanto escrevia, dava pra ver a dor e a angústia dele, até as mãos dele debaixo da mesa, pensando no sofrimento. Já que estávamos ali, era melhor examinar e ver a gravidade. Então, fiz algo que nunca tinha feito na vida. Isso era coisa que meu pai fazia quando eu ajudava ele, e até me chamava pra sair nessas revisões. Mas meu pai não estava mais ali, e agora eu era a única que tinha que recorrer a esse procedimento. Como profissional, fui sutil ao pedir:
"Seu Salvador, de 1 a 10, qual a intensidade da sua dor agora?"
Sal: "11, doutora. É uma dor e uma ardência."
"Entendo, seu Salvador. Por isso... que me levantei, tranquei a porta e voltei a me sentar... Dom Salvador, hoje mais do que nunca quero que confie em mim, sou muito profissional e preciso pedir sua permissão para fazer uma revisão... Dom Salvador não se intimidou com minhas palavras sutis, mas a dor do sofrimento falava mais alto, não havia nem vergonha da parte dele pelo que eu instruí... Venha para este lado e vou pedir que abaixe a calça, enquanto contornava a mesa e via o rosto de sofrimento de Dom Salvador, que lutava com o cinto para movê-lo e desviar botão por botão, até que o som do zíper ecoou para ver seu rosto de agonia ao enfiar a mão e conseguir liberar seu pau.
Por minha parte, peguei umas luvas de látex e, enquanto tentava abri-las, veio minha primeira surpresa: aquele saquinho plástico fácil de abrir até pra uma criança, pra mim foi impossível de abrir, pois...
Da mão dele saiu um pau bem grande, de dimensões descomunais — até aquelas mãos grandes, velhas e calejadas que eu tinha tocado ao cumprimentá-lo pareciam pequenas diante daquele membro semi ereto, liberando parte da glande e do tronco cheio de veias que pareciam saltar como se fossem de um braço de um homem atlético... Meus olhos se arregalaram completamente, até minhas mãos e pernas tremiam diante do que meus olhos viam, porque o pau do meu marido não tinha nem metade da grossura, muito menos do tamanho e das veias... Seu Salvador parecia continuar na dele, na sua dor, acho que nunca percebeu minha cara de espanto... Não sabia nem como começar aquela manobra — agora, tantos anos de experiência viravam um primeiro dia sem experiência... Respirei fundo e me sentei enquanto aquele homem maduro, com o pau de fora, parecia pronto para a revisão... Com sutileza, nervos e um pouco de medo diante daquela monstruosidade, com minha mão direita levantei o pau dele apontando para o teto, que parecia imensamente grande. Quente é pouco, estava fervendo. Para poder ver aqueles testículos grandes e extremamente redondos, dentro daquela bolsa de carne enrugada que os deixava cair, uma cor avermelhada forte se estendia dos testículos até o meio da coxa, com tanta irritação. O check-up estava feito, eu tinha percebido o problema 😵💫 era hora de largar e continuar com a receita e a análise, mas algo em mim não acreditava que queria soltar aquele pau. Então meus olhos pararam de olhar para o pau e viram seu Salvador apontando o olhar para o teto, sem me encarar. Aí baixei meu olhar para continuar vendo aquele pau grande e grosso. Meu cérebro parou de dar sinais e minha mão, involuntariamente, começou a subir e descer como se fosse começar a masturbá-lo. Aos poucos fui fazendo isso até ouvir pequenos gemidos de seu Salvador: aaa aaaa aaaa eee aaaa aaaa — era excitante ouvir aqueles gemidos, até depois escutar Sal: ooo aaa aaa que alívio aaa aaa Parecia que meus pequenos movimentos aliviavam a dor dele. Continuei sem dizer uma palavra por uns 40 segundos. Sal: doutor doutor aaa aaa doutor aa doutora meee meee me sinto mais aliviado. Essas palavras de alguma forma me tranquilizavam, assim como ao dom Salvador. Sal: doutor doutor doutora, o que está acontecendo comigo? Por que eu meee eeee meee sinto aaaa heee melhooorrrr Aquele homem parecia já estar calmo, mas aproveitando, porque seus gemidos deixavam claro que estava melhor. Dom Salvador, além de ser educado, agora parecia bem submisso e ingênuo, enquanto eu me sentia empoderada, tomando o controle da situação. Até lembrava do meu marido sendo submisso quando a gente transava, e eu adorava ter o controle, mas agora parecia que eu me sentia ainda mais empoderada do que quando estava com meu marido. Dom Salvador e sua ingenuidade começavam a me fascinar... Era um TONTO no sentido mais pleno da palavra. Me diga, dom Salvador, está se sentindo melhor? Sal: aaa aaa siiiim, melhor com essa pomada. Era um tonto, porque nenhuma pomada eu tinha passado, mas ele, concentrado no momento, estava nublado diante daquele espetáculo que a gente fazia. Enquanto ele olhava pro teto e gemia, eu mordia os lábios 👄 e continuava fascinada com o membro dele e com o jeito dele agir. Dom Salvador, o senhor transa com frequência? Sal: aaa aaa heee nãooo doutor doutorcc aaa doutoraaaa Desde quando o senhor não transa, dom Salvador? Sal: aaa heee aaaa aaaa aañña aaanooos doutora O senhor se masturba com frequência, dom Salvador? Sal: aaa aaa naa naa nãooo doutor doutora Eu tinha o controle e queria continuar com esse jogo, então decidi JOGAR do meu jeito. Continue olhando pro teto assim, dom Salvador. Levantei da cadeira enquanto dom Salvador continuava reto, olhando para o biombo do consultório. A vista era maravilhosa: um homem submisso e tonto, até com os olhos fechados de vez em quando, e aquele membro duríssimo apontando pra cadeira 🪑. Fui olhar com clareza pra depois me sentar de novo. Muito bem, dom Salvador, continue assim, olhando. No teto e fechando os olhos, vou passar mais pomada pra baixar a vermelhidão... Sai: sim, doutora. Abri a pomada e passei nas coxas dela, mas também numa parte da buceta, enquanto pensava em algo louco pra fazer. Minha boca tava cheia de saliva, me esbaldando com aquele pauzão gigante, então deixei cair um monte de saliva na minha mão e peguei aquele membro com a mão direita, sem pomada, só de saliva mesmo.
Enchi sua glande de saliva enquanto seu Salvador gemia e aproveitava. Aquela glande era bem macia e lisa, enquanto o tronco era ereto, meio áspero e nada reto, porque as veias atrapalhavam que fosse totalmente reto, criando saliências inchadas de veias prestes a estourar de tão ereto que estava. Percebi minha minissaia subir bastante, dando até pra ver minhas pernas brilhando, não pelo cuidado que eu tinha, mas pelos fluidos que saíam da minha buceta e encharcavam minha calcinha molhada pra caralho...
Um cheiro de mijo tomava conta do consultório inteiro enquanto seu Salvador parecia aproveitar cada vez mais. Seus gemidos agora eram mais altos, dava até pra ver ele mordendo os lábios enquanto as pernas tremiam. Sabia que era a hora de ele gozar. A vontade de ver ele gozar era igual a de uma criança com brinquedo novo. As contrações não demoraram, enquanto ele tampava a boca com toda força, deixando escapar não mais gemidos, mas gritos abafados...
E foi assim que pude sentir como o pau dele parecia querer explodir, ficando mais grosso de baixo até em cima, igual uma mangueira, com tanta força que jorrou tudo. Uma massa grossa de porra bem encorpada saiu de uma só vez, uma quantidade impressionante de sêmen enchendo minhas mãos e o tronco dele, e depois mais três jatos com pequenas pausas, em menor quantidade, mas ainda bem grossa e bastante. Meu marido não dava nem metade desses últimos jatos, muito menos do primeiro. Surpresa com aquela exibição de porra, ela parou de sair, lambuzando o pau dele inteiro, minhas mãos e até um pouco do chão, escorrendo. Levantei o olhar e vi seu Salvador encarando aquela quantidade de porra rodeando o pau dele e minha mão. Recuperei a compostura enquanto seu Salvador não acreditava no que via. Levantei, abaixei minha minissaia e virei de volta pra minha mesa. Peguei papel e sequei aquele líquido viscoso entre meus dedos, enquanto seu Salvador subia a calça pra enfiar aquele mastro de novo dentro dela. Agora era putaria de ver como o volume ficava marcado na calça dele. Me acalmei como pude, enquanto seu Salvador agradecia por se sentir melhor, todo suado, a camisa parecia que tinham jogado um balde d'água nele, tanto suor que eu olhava de relance ele abanando a camisa pra entrar ar... Sem dizer uma palavra, terminei a receita da pomada e dei as instruções de passar duas vezes por dia. Aliviado, pelo menos por enquanto, dei por encerrado o ocorrido, com a mão dele estendida pra minha, pedindo desculpas pela bagunça que fez, parecia que queria limpar, mas minha mão segurou a dele. — Não tem problema, seu Salvador, só não fala nada do que aconteceu e espero que o senhor se sinta melhor. Seu Salvador balançou a cabeça concordando, dizendo que sim... Dei a consulta por encerrada enquanto via seu Salvador saindo andando melhor. Quando olhei meu celular, vi chamadas e mensagens do meu marido perguntando se estava tudo bem. mencionando que ele tava lá fora me esperando no estacionamento, consegui sair rápido, pegando minha bolsa, passando perfume, largando o roupão pra trás e saindo na velocidade... Quando saí, pude ver ele me esperando. "Cê tá bem, meu amor? Olha como cê tá toda vermelha, parece que teve muito trabalho..." Era óbvio que ele não sabia do que tinha rolado, mas deu pra ver o Dom Salvador saindo e pegando o carro dele... A viagem pra casa foi normal, decidi jantar e agir como se nada tivesse acontecido, fingir normalidade, enquanto tentava dormir com a cabeça cheia de coisa.
Não parava de pensar naquela situação que tinha acontecido, aquela cena gravada bem na minha cabeça daquele pau gigantesco do seu Salvador vindo à minha mente a noite inteira.
Como era possível que alguém como seu Salvador, alguém em que ninguém acreditaria, pudesse ter uma coisa tão grande entre as pernas? Eu imaginava a esposa dele e o quanto ela era feliz com o marido, até imaginava ele nos bons tempos e um monte de coisas... A madrugada passou voando, parecia que eu tinha deitado só por alguns minutos quando meu marido acordou pra se arrumar pro trabalho, enquanto ainda faltavam duas horas pra eu levar as meninas pra escola 🎒 🏫. Deitada, eu ainda estava em choque com o momento e um tesão tomava conta do meu corpo.
O roçar dos lençóis já fazia o trabalho pesado do tesão no auge, minhas mãos brincavam com minha buceta enquanto minhas pernas roçavam o frescor da cama e dos lençóis, minha boca ficava molhada a cada contato, por mais leve que fosse no meu corpo. Dava pra sentir meu corpo ferver de tesão e o travesseiro molhado da minha boca, me sentia uma gostosa do caralho, gozei como não sentia há anos...
Minha cama estava encharcada com os sucos da minha buceta, suor e pensamentos por aquele homem maduro. Minha cabeça não parava de girar com pensamentos impuros, meu coração parecia querer sair do peito, meu estômago sentia uma liberdade e várias borboletas voando dentro dele. Minha buceta, molhada de líquido pré-seminal, minhas pernas não conseguia juntar de tanta excitação. Agora era eu que não parava de olhar para o teto, misturada num tesão que me fazia sentir viva de novo... Continua...
Sem avisar, chamei ele pra entrar no consultório. Seu Salvador entrou, sentou e, mesmo preocupado, não deixou de ser educado por ter conseguido um horário fora do meu expediente sem avisar. Pra mim, era trabalho, e ainda mais sendo um conhecido da família. "Então, seu Salvador, me diga o que está acontecendo. O que traz essa preocupação, além de não conseguir dormir?" Sal: "Doutora, acontece que, como a senhora já sabe, eu sofro de insônia, e com os exames que saíram, sinto que não falei antes sobre o meu problema na bexiga. Os remédios têm ajudado, mas..."
"Me diga o que está rolando, seu Salvador... Sem vergonha, isso pode acontecer com qualquer um e tem solução."
Sal: "Acontece que, faz uns dois anos que tenho esse problema na bexiga e, como a senhora sabe, não controlo direito minha urina. Às vezes, ela escapa, e outras vezes não consigo fazer. E piorou porque meus testículos estão muito inchados, dói quando fico sentado e quando roça ao andar. O que me preocupa é o vermelhidão e a dor na hora de urinar."
"Entendo, seu Salvador. Olha, é um problema antigo, e o senhor precisa ter mais higiene e passar uma pomada que vai ajudar no inchaço."
Era uma análise que eu precisava fazer, não dava pra fugir, e a dor era óbvia. Então, fui fazer uma receita. Enquanto escrevia, dava pra ver a dor e a angústia dele, até as mãos dele debaixo da mesa, pensando no sofrimento. Já que estávamos ali, era melhor examinar e ver a gravidade. Então, fiz algo que nunca tinha feito na vida. Isso era coisa que meu pai fazia quando eu ajudava ele, e até me chamava pra sair nessas revisões. Mas meu pai não estava mais ali, e agora eu era a única que tinha que recorrer a esse procedimento. Como profissional, fui sutil ao pedir:
"Seu Salvador, de 1 a 10, qual a intensidade da sua dor agora?"
Sal: "11, doutora. É uma dor e uma ardência."
"Entendo, seu Salvador. Por isso... que me levantei, tranquei a porta e voltei a me sentar... Dom Salvador, hoje mais do que nunca quero que confie em mim, sou muito profissional e preciso pedir sua permissão para fazer uma revisão... Dom Salvador não se intimidou com minhas palavras sutis, mas a dor do sofrimento falava mais alto, não havia nem vergonha da parte dele pelo que eu instruí... Venha para este lado e vou pedir que abaixe a calça, enquanto contornava a mesa e via o rosto de sofrimento de Dom Salvador, que lutava com o cinto para movê-lo e desviar botão por botão, até que o som do zíper ecoou para ver seu rosto de agonia ao enfiar a mão e conseguir liberar seu pau.
Por minha parte, peguei umas luvas de látex e, enquanto tentava abri-las, veio minha primeira surpresa: aquele saquinho plástico fácil de abrir até pra uma criança, pra mim foi impossível de abrir, pois...
Da mão dele saiu um pau bem grande, de dimensões descomunais — até aquelas mãos grandes, velhas e calejadas que eu tinha tocado ao cumprimentá-lo pareciam pequenas diante daquele membro semi ereto, liberando parte da glande e do tronco cheio de veias que pareciam saltar como se fossem de um braço de um homem atlético... Meus olhos se arregalaram completamente, até minhas mãos e pernas tremiam diante do que meus olhos viam, porque o pau do meu marido não tinha nem metade da grossura, muito menos do tamanho e das veias... Seu Salvador parecia continuar na dele, na sua dor, acho que nunca percebeu minha cara de espanto... Não sabia nem como começar aquela manobra — agora, tantos anos de experiência viravam um primeiro dia sem experiência... Respirei fundo e me sentei enquanto aquele homem maduro, com o pau de fora, parecia pronto para a revisão... Com sutileza, nervos e um pouco de medo diante daquela monstruosidade, com minha mão direita levantei o pau dele apontando para o teto, que parecia imensamente grande. Quente é pouco, estava fervendo. Para poder ver aqueles testículos grandes e extremamente redondos, dentro daquela bolsa de carne enrugada que os deixava cair, uma cor avermelhada forte se estendia dos testículos até o meio da coxa, com tanta irritação. O check-up estava feito, eu tinha percebido o problema 😵💫 era hora de largar e continuar com a receita e a análise, mas algo em mim não acreditava que queria soltar aquele pau. Então meus olhos pararam de olhar para o pau e viram seu Salvador apontando o olhar para o teto, sem me encarar. Aí baixei meu olhar para continuar vendo aquele pau grande e grosso. Meu cérebro parou de dar sinais e minha mão, involuntariamente, começou a subir e descer como se fosse começar a masturbá-lo. Aos poucos fui fazendo isso até ouvir pequenos gemidos de seu Salvador: aaa aaaa aaaa eee aaaa aaaa — era excitante ouvir aqueles gemidos, até depois escutar Sal: ooo aaa aaa que alívio aaa aaa Parecia que meus pequenos movimentos aliviavam a dor dele. Continuei sem dizer uma palavra por uns 40 segundos. Sal: doutor doutor aaa aaa doutor aa doutora meee meee me sinto mais aliviado. Essas palavras de alguma forma me tranquilizavam, assim como ao dom Salvador. Sal: doutor doutor doutora, o que está acontecendo comigo? Por que eu meee eeee meee sinto aaaa heee melhooorrrr Aquele homem parecia já estar calmo, mas aproveitando, porque seus gemidos deixavam claro que estava melhor. Dom Salvador, além de ser educado, agora parecia bem submisso e ingênuo, enquanto eu me sentia empoderada, tomando o controle da situação. Até lembrava do meu marido sendo submisso quando a gente transava, e eu adorava ter o controle, mas agora parecia que eu me sentia ainda mais empoderada do que quando estava com meu marido. Dom Salvador e sua ingenuidade começavam a me fascinar... Era um TONTO no sentido mais pleno da palavra. Me diga, dom Salvador, está se sentindo melhor? Sal: aaa aaa siiiim, melhor com essa pomada. Era um tonto, porque nenhuma pomada eu tinha passado, mas ele, concentrado no momento, estava nublado diante daquele espetáculo que a gente fazia. Enquanto ele olhava pro teto e gemia, eu mordia os lábios 👄 e continuava fascinada com o membro dele e com o jeito dele agir. Dom Salvador, o senhor transa com frequência? Sal: aaa aaa heee nãooo doutor doutorcc aaa doutoraaaa Desde quando o senhor não transa, dom Salvador? Sal: aaa heee aaaa aaaa aañña aaanooos doutora O senhor se masturba com frequência, dom Salvador? Sal: aaa aaa naa naa nãooo doutor doutora Eu tinha o controle e queria continuar com esse jogo, então decidi JOGAR do meu jeito. Continue olhando pro teto assim, dom Salvador. Levantei da cadeira enquanto dom Salvador continuava reto, olhando para o biombo do consultório. A vista era maravilhosa: um homem submisso e tonto, até com os olhos fechados de vez em quando, e aquele membro duríssimo apontando pra cadeira 🪑. Fui olhar com clareza pra depois me sentar de novo. Muito bem, dom Salvador, continue assim, olhando. No teto e fechando os olhos, vou passar mais pomada pra baixar a vermelhidão... Sai: sim, doutora. Abri a pomada e passei nas coxas dela, mas também numa parte da buceta, enquanto pensava em algo louco pra fazer. Minha boca tava cheia de saliva, me esbaldando com aquele pauzão gigante, então deixei cair um monte de saliva na minha mão e peguei aquele membro com a mão direita, sem pomada, só de saliva mesmo.
Enchi sua glande de saliva enquanto seu Salvador gemia e aproveitava. Aquela glande era bem macia e lisa, enquanto o tronco era ereto, meio áspero e nada reto, porque as veias atrapalhavam que fosse totalmente reto, criando saliências inchadas de veias prestes a estourar de tão ereto que estava. Percebi minha minissaia subir bastante, dando até pra ver minhas pernas brilhando, não pelo cuidado que eu tinha, mas pelos fluidos que saíam da minha buceta e encharcavam minha calcinha molhada pra caralho...Um cheiro de mijo tomava conta do consultório inteiro enquanto seu Salvador parecia aproveitar cada vez mais. Seus gemidos agora eram mais altos, dava até pra ver ele mordendo os lábios enquanto as pernas tremiam. Sabia que era a hora de ele gozar. A vontade de ver ele gozar era igual a de uma criança com brinquedo novo. As contrações não demoraram, enquanto ele tampava a boca com toda força, deixando escapar não mais gemidos, mas gritos abafados...
E foi assim que pude sentir como o pau dele parecia querer explodir, ficando mais grosso de baixo até em cima, igual uma mangueira, com tanta força que jorrou tudo. Uma massa grossa de porra bem encorpada saiu de uma só vez, uma quantidade impressionante de sêmen enchendo minhas mãos e o tronco dele, e depois mais três jatos com pequenas pausas, em menor quantidade, mas ainda bem grossa e bastante. Meu marido não dava nem metade desses últimos jatos, muito menos do primeiro. Surpresa com aquela exibição de porra, ela parou de sair, lambuzando o pau dele inteiro, minhas mãos e até um pouco do chão, escorrendo. Levantei o olhar e vi seu Salvador encarando aquela quantidade de porra rodeando o pau dele e minha mão. Recuperei a compostura enquanto seu Salvador não acreditava no que via. Levantei, abaixei minha minissaia e virei de volta pra minha mesa. Peguei papel e sequei aquele líquido viscoso entre meus dedos, enquanto seu Salvador subia a calça pra enfiar aquele mastro de novo dentro dela. Agora era putaria de ver como o volume ficava marcado na calça dele. Me acalmei como pude, enquanto seu Salvador agradecia por se sentir melhor, todo suado, a camisa parecia que tinham jogado um balde d'água nele, tanto suor que eu olhava de relance ele abanando a camisa pra entrar ar... Sem dizer uma palavra, terminei a receita da pomada e dei as instruções de passar duas vezes por dia. Aliviado, pelo menos por enquanto, dei por encerrado o ocorrido, com a mão dele estendida pra minha, pedindo desculpas pela bagunça que fez, parecia que queria limpar, mas minha mão segurou a dele. — Não tem problema, seu Salvador, só não fala nada do que aconteceu e espero que o senhor se sinta melhor. Seu Salvador balançou a cabeça concordando, dizendo que sim... Dei a consulta por encerrada enquanto via seu Salvador saindo andando melhor. Quando olhei meu celular, vi chamadas e mensagens do meu marido perguntando se estava tudo bem. mencionando que ele tava lá fora me esperando no estacionamento, consegui sair rápido, pegando minha bolsa, passando perfume, largando o roupão pra trás e saindo na velocidade... Quando saí, pude ver ele me esperando. "Cê tá bem, meu amor? Olha como cê tá toda vermelha, parece que teve muito trabalho..." Era óbvio que ele não sabia do que tinha rolado, mas deu pra ver o Dom Salvador saindo e pegando o carro dele... A viagem pra casa foi normal, decidi jantar e agir como se nada tivesse acontecido, fingir normalidade, enquanto tentava dormir com a cabeça cheia de coisa.
Não parava de pensar naquela situação que tinha acontecido, aquela cena gravada bem na minha cabeça daquele pau gigantesco do seu Salvador vindo à minha mente a noite inteira.
Como era possível que alguém como seu Salvador, alguém em que ninguém acreditaria, pudesse ter uma coisa tão grande entre as pernas? Eu imaginava a esposa dele e o quanto ela era feliz com o marido, até imaginava ele nos bons tempos e um monte de coisas... A madrugada passou voando, parecia que eu tinha deitado só por alguns minutos quando meu marido acordou pra se arrumar pro trabalho, enquanto ainda faltavam duas horas pra eu levar as meninas pra escola 🎒 🏫. Deitada, eu ainda estava em choque com o momento e um tesão tomava conta do meu corpo.
O roçar dos lençóis já fazia o trabalho pesado do tesão no auge, minhas mãos brincavam com minha buceta enquanto minhas pernas roçavam o frescor da cama e dos lençóis, minha boca ficava molhada a cada contato, por mais leve que fosse no meu corpo. Dava pra sentir meu corpo ferver de tesão e o travesseiro molhado da minha boca, me sentia uma gostosa do caralho, gozei como não sentia há anos...
Minha cama estava encharcada com os sucos da minha buceta, suor e pensamentos por aquele homem maduro. Minha cabeça não parava de girar com pensamentos impuros, meu coração parecia querer sair do peito, meu estômago sentia uma liberdade e várias borboletas voando dentro dele. Minha buceta, molhada de líquido pré-seminal, minhas pernas não conseguia juntar de tanta excitação. Agora era eu que não parava de olhar para o teto, misturada num tesão que me fazia sentir viva de novo... Continua...
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