A verdade é que eu nunca fui tóxico nem muito ciumento, sempre confiei nela. Foi isso que realmente aconteceu: depois de dois meses trabalhando como secretária do presidente da empresa, teve um evento que ela precisava participar. A diretoria da empresa supostamente tinha que ir a uma reunião privada num lugar fora da cidade, e ela, por ser secretária, também tinha que ir. A tal reunião ia durar três dias, então trabalho é trabalho, a gente disse, e minha linda esposa teve que fazer as malas pra viajar com a diretoria. Claro que a gente ia ficar em contato por telefone.
Ao acompanhá-la, não faltaram recomendações, e o chefe dela me disse que ia dar tudo certo, então minha gostosa esposa viajou com toda a equipe de trabalho. Depois ela me ligou pra dizer que tinham chegado bem e não falaram sobre detalhes. Os detalhes eram que durante a viagem eles cantavam, contavam piadas e tinham deixado claro que não era um negócio, mas sim diversão, o motivo da viagem, mas que as famílias não podiam saber.
De algum jeito, algo não batia: ela era a única mulher do grupo. Isso eu não sabia. Os executivos pareciam crianças se divertindo, e ela foi se adaptando rapidamente ao clima. Eles faziam brincadeiras tocando ela, tipo cócegas nas costelas, e ela respondia igual. No primeiro dia, se acomodaram nos quartos e ela se sentiu um pouco desconfortável porque teve que dividir o quarto com mais dois executivos.
Naquela noite, jogaram cartas, comeram e beberam um pouco, e pareciam tarados, mas ela relevava: homens são assim e têm seus costumes. O caso é que, na hora de dormir, os dois colegas de quarto chegaram e começaram a tirar a roupa na frente dela como se nada, até ficarem só de cueca. Ela ficou surpresa com a naturalidade com que agiam, rindo e fazendo piadas, mas ria junto. Decidiu vestir o roupão de dormir e se cobriu com os cobertores. Depois percebeu que seu recato era inútil, já que os colchonetes... Eram no chão. Os dois juntaram os colchonetes no dela e sentaram do lado dela, bem tranquilos, pra ver filmes. Os três estavam tontos.
Na tela apareceram várias opções, incluindo filmes adultos. Os homens escolheram os adultos e ela, assustada e corada, não falou nada; os dois, excitados, deixavam claro. Depois de um tempo, os dois estavam se masturbando debaixo do cobertor e ela sabia: olhava impaciente o movimento e até adivinhava o tamanho dos paus deles. Não sabia o que fazer até sentir o roçar das pernas deles nas dela.
Ficou parada, sabia que a tentação era grande, mas não fez nada e as pernas deles se enfiaram debaixo das dela. O ritmo da masturbação deles se transmitia pras pernas e o roçar quente arrancava suspiros de desejo dela, mas ela se segurava. Então, um deles, com a malícia na cara, tirou o pau de baixo do lençol e isso fez ela apertar os lábios.
No filme, dois homens seduziam uma mulher casualmente e ela já respirava muito forte de tesão. A mão direita do executivo pousou na coxa dela, acariciando. Ela só esperou. A mão subiu pela coxa até a virilha dela e, nesse momento, o outro aproximou a cabeça do rosto dela e deu um beijo na boca dela. Ela, já nublada de paixão, correspondeu.
O outro executivo enfiou a mão dentro da calcinha e começou a brincar com a buceta molhada e quente dela; ela abriu um pouco as pernas e o que a beijava descobriu os peitos lindos dela, durinhos e empinados, como desafiando o desejo. O executivo parou de beijar ela e começou a lamber os bicos dos peitos; a mão dela deslizou sobre o cobertor e acariciou o pau do outro executivo.
— Logo o filme virou realidade e deitaram ela na cama, apalpando ela toda. Era um monumento de mulher: não só era gostosa, mas também voluptuosa. O resto do mundo não importava mais e ela tava entregue ao tesão.
Um pau logo entrou na boca dela e ela chupou como se fosse um manjar. Já não tava mais vestida. interior quando a porta se abriu e entraram o chefe dela e mais dois caras.
O chefe dela e os outros executivos entraram de cueca. O chefe tava com uma garrafa de bebida e um copo. Ela ficou muito sem graça, mas o chefe, sorrindo, ofereceu um gole que ela aceitou. O chefe pegou a mão dela e levou até o pau dele, fazendo ela acreditar que tava masturbando ele. Ela se deixou beijar e todos começaram a passar a mão nela.
— Na real, tudo tinha sido um plano pra curtir ela à vontade. Logo, as pernas torneadas e provocantes dela se abriram de vez e um pau entrou suavemente na buceta quente dela. Ela começou a chupar paus duros e a masturbar eles. Não lembrava mais do marido, nem quando o telefone tocou. Ela atendeu e todos ficaram quietos. Falou pouco sem soltar o pau do chefe.
— Disse pro marido que já tava dormindo e que tava um pouco cansada, desligou e continuou: não era uma reunião privada propriamente dita, mas uma festa privada. Outro executivo entrou no quarto e se juntou ao grupo. Ela tinha tantos homens à disposição como poucas mulheres. O chefe dela dizia que ia aumentar o salário dela e os outros a tinham nomeado rainha da empresa.
Eles curtiam ela loucamente e ela se sentia no paraíso, apoiada e querida por todos. Tocavam e apalpavam ela, tirando emoções dela por todos os lados. Minha querida esposa ria com eles; nem ligava que vivia com um homem que dizia amar. Eu só consigo entender pelo lado da paixão. Só pensei em falar com ela e decidi deixar a casa pra ela e ir embora.
— Naquela noite ela provou a porra de toda a cúpula da empresa. No dia seguinte foi um desastre total: tomaram café da manhã pelados e minha esposa tava sentada no colo do chefe dela. Toda hora pegavam ela entre vários e metiam por todos os lados. Faziam a dupla nela e ela adorava chupar e masturbar paus; era tudo que eles tinham sonhado.
Quando alguém ligava pra eles, respondiam que tavam com muito trabalho. A mesma coisa quando eu ligava pra minha. Esposa, ela me dizia que estava tudo bem e ainda me pedia pra fazer força pra que fosse melhor pra ela.
Na noite seguinte, todos estavam com ela de novo. Ela era a rainha apaixonada deles, o troféu erótico, o sonho mais molhado e quente. Eles conseguiram, e ela só foi deles no dia da festa particular.
Ao acompanhá-la, não faltaram recomendações, e o chefe dela me disse que ia dar tudo certo, então minha gostosa esposa viajou com toda a equipe de trabalho. Depois ela me ligou pra dizer que tinham chegado bem e não falaram sobre detalhes. Os detalhes eram que durante a viagem eles cantavam, contavam piadas e tinham deixado claro que não era um negócio, mas sim diversão, o motivo da viagem, mas que as famílias não podiam saber.
De algum jeito, algo não batia: ela era a única mulher do grupo. Isso eu não sabia. Os executivos pareciam crianças se divertindo, e ela foi se adaptando rapidamente ao clima. Eles faziam brincadeiras tocando ela, tipo cócegas nas costelas, e ela respondia igual. No primeiro dia, se acomodaram nos quartos e ela se sentiu um pouco desconfortável porque teve que dividir o quarto com mais dois executivos.
Naquela noite, jogaram cartas, comeram e beberam um pouco, e pareciam tarados, mas ela relevava: homens são assim e têm seus costumes. O caso é que, na hora de dormir, os dois colegas de quarto chegaram e começaram a tirar a roupa na frente dela como se nada, até ficarem só de cueca. Ela ficou surpresa com a naturalidade com que agiam, rindo e fazendo piadas, mas ria junto. Decidiu vestir o roupão de dormir e se cobriu com os cobertores. Depois percebeu que seu recato era inútil, já que os colchonetes... Eram no chão. Os dois juntaram os colchonetes no dela e sentaram do lado dela, bem tranquilos, pra ver filmes. Os três estavam tontos.
Na tela apareceram várias opções, incluindo filmes adultos. Os homens escolheram os adultos e ela, assustada e corada, não falou nada; os dois, excitados, deixavam claro. Depois de um tempo, os dois estavam se masturbando debaixo do cobertor e ela sabia: olhava impaciente o movimento e até adivinhava o tamanho dos paus deles. Não sabia o que fazer até sentir o roçar das pernas deles nas dela.
Ficou parada, sabia que a tentação era grande, mas não fez nada e as pernas deles se enfiaram debaixo das dela. O ritmo da masturbação deles se transmitia pras pernas e o roçar quente arrancava suspiros de desejo dela, mas ela se segurava. Então, um deles, com a malícia na cara, tirou o pau de baixo do lençol e isso fez ela apertar os lábios.
No filme, dois homens seduziam uma mulher casualmente e ela já respirava muito forte de tesão. A mão direita do executivo pousou na coxa dela, acariciando. Ela só esperou. A mão subiu pela coxa até a virilha dela e, nesse momento, o outro aproximou a cabeça do rosto dela e deu um beijo na boca dela. Ela, já nublada de paixão, correspondeu.
O outro executivo enfiou a mão dentro da calcinha e começou a brincar com a buceta molhada e quente dela; ela abriu um pouco as pernas e o que a beijava descobriu os peitos lindos dela, durinhos e empinados, como desafiando o desejo. O executivo parou de beijar ela e começou a lamber os bicos dos peitos; a mão dela deslizou sobre o cobertor e acariciou o pau do outro executivo.
— Logo o filme virou realidade e deitaram ela na cama, apalpando ela toda. Era um monumento de mulher: não só era gostosa, mas também voluptuosa. O resto do mundo não importava mais e ela tava entregue ao tesão.
Um pau logo entrou na boca dela e ela chupou como se fosse um manjar. Já não tava mais vestida. interior quando a porta se abriu e entraram o chefe dela e mais dois caras.
O chefe dela e os outros executivos entraram de cueca. O chefe tava com uma garrafa de bebida e um copo. Ela ficou muito sem graça, mas o chefe, sorrindo, ofereceu um gole que ela aceitou. O chefe pegou a mão dela e levou até o pau dele, fazendo ela acreditar que tava masturbando ele. Ela se deixou beijar e todos começaram a passar a mão nela.
— Na real, tudo tinha sido um plano pra curtir ela à vontade. Logo, as pernas torneadas e provocantes dela se abriram de vez e um pau entrou suavemente na buceta quente dela. Ela começou a chupar paus duros e a masturbar eles. Não lembrava mais do marido, nem quando o telefone tocou. Ela atendeu e todos ficaram quietos. Falou pouco sem soltar o pau do chefe.
— Disse pro marido que já tava dormindo e que tava um pouco cansada, desligou e continuou: não era uma reunião privada propriamente dita, mas uma festa privada. Outro executivo entrou no quarto e se juntou ao grupo. Ela tinha tantos homens à disposição como poucas mulheres. O chefe dela dizia que ia aumentar o salário dela e os outros a tinham nomeado rainha da empresa.
Eles curtiam ela loucamente e ela se sentia no paraíso, apoiada e querida por todos. Tocavam e apalpavam ela, tirando emoções dela por todos os lados. Minha querida esposa ria com eles; nem ligava que vivia com um homem que dizia amar. Eu só consigo entender pelo lado da paixão. Só pensei em falar com ela e decidi deixar a casa pra ela e ir embora.
— Naquela noite ela provou a porra de toda a cúpula da empresa. No dia seguinte foi um desastre total: tomaram café da manhã pelados e minha esposa tava sentada no colo do chefe dela. Toda hora pegavam ela entre vários e metiam por todos os lados. Faziam a dupla nela e ela adorava chupar e masturbar paus; era tudo que eles tinham sonhado.
Quando alguém ligava pra eles, respondiam que tavam com muito trabalho. A mesma coisa quando eu ligava pra minha. Esposa, ela me dizia que estava tudo bem e ainda me pedia pra fazer força pra que fosse melhor pra ela.
Na noite seguinte, todos estavam com ela de novo. Ela era a rainha apaixonada deles, o troféu erótico, o sonho mais molhado e quente. Eles conseguiram, e ela só foi deles no dia da festa particular.
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