Andrea e eu continuamos nos beijando até que eu estivesse pronta pro segundo round, ela tinha o dom de me deixar com tesão só com os beijos dela. Desci uma das minhas mãos até a bucetinha dela e comecei a massagear.
Andrea: Ahh, já vi que recuperou o fôlego.
Ela me beijou de novo enquanto eu acariciava devagar a boceta molhada dela, de repente Andrea começou a gemer.
Andrea: Aahh, siim aahh, que gostoso ahhh.
Eu curtia os lábios macios da minha prima, e não só os da boca dela—tocar a perereca dela era como tocar um algodão-doce, pegajoso mas suave. Tirei a mão de entre as pernas dela e olhei meus dedos, estavam totalmente encharcados. Algo tomou conta de mim e não resisti à vontade de levar os dedos à boca—tinha um gosto tão doce, era como o recheio líquido de um bombom.
—Mmhh… que gostoso…
Andrea me olhava com um olhar cheio de luxúria e desejo, dava pra ver nos olhos dela que me ver saboreando o néctar dela a enlouquecia.
Andrea: Deus…
Suspirou.
Andrea: Você me deixa com um tesão danado.
Andrea levou a mão direita até a virilha dela e começou a se tocar.
—Acho que você precisa de uma ajuda aí embaixo…
Graças à luz da lua, eu conseguia ver claramente minha agora amante sem precisar acender a luz. Já tínhamos ultrapassado a linha da família—não éramos primas, éramos duas amantes loucas uma pela outra. Me acomodei entre as pernas dela e comecei a saborear a boceta dela com minha língua. Tinha um gosto tão doce, era muito macia e eu amava.
Andrea: Aahh, Deus aahh, Valentina aahh.
Andrea com a mão esquerda acariciava meu cabelo enquanto com a outra mão ela apertava os próprios peitos.
Andrea: Aahh, bem aí aahh.
Eu curtia a perereca da minha prima como se estivesse comendo o doce mais delicioso do mundo.
—Mhmh mhmh.
Andrea: Aahh, aahh, aahh.
Os gemidos da minha prima só aumentavam minha libido—ouvir ela gemer era a melodia mais doce pros meus ouvidos. Perdi a conta do tempo que passei chupando a boceta da Andrea, o sabor dela era extremamente delicioso.
Andrea: Aahh, espera aahh, eu vou… ¡¡mmhh!!
Andrea soltou um gemido forte e teve que tapar a boca. E aí, um jato enorme saiu da buceta dela, molhando os lençóis por completo.
— Hmmm, você é tão doce…
Andrea me olhava enquanto tentava controlar a respiração ofegante.
Andrea: Gulosinha…
Eu só chupava meus dedos, que tinham ficado cheios do néctar da minha prima.
— Disse a que há pouco tava aproveitando da minha buceta.
Andrea soltou uma risada nervosa e depois pegou meu rosto com as mãos, me puxando pra perto dela pra gente se beijar.
Andrea: Ainda tem meu gosto nos seus lábios…
Sussurrou minha prima.
— É culpa sua por ter ela tão doce…
Sussurrei de volta, e as duas rimos.
Andrea: Onde você aprendeu a fazer isso?
Disse Andrea se deitando, eu fiz o mesmo e me aninhei no peito dela.
— O quê?
Andrea: Você sabe… a mexer sua…
— Língua?
Andrea: Sabe do que tô falando.
— Acho que aprendi com você.
Andrea acariciava meu cabelo com os dedos, me fazia sentir tão protegida e amada, nunca tinha me sentido assim com meus ex-namorados.
Andrea: Sonhei com esse momento há tanto tempo…
— Sério?
Andrea: Vai soar brega, mas desde que começamos a crescer, sonhei em estar assim com você.
Me virei e olhei pra ela, corada.
— Então de agora em diante vai me ter sempre que quiser.
Andrea me deu um beijo curto/rapidinho.
Andrea: Isso é um sonho.
Sorri enquanto Andrea acariciava minhas bochechas.
— Bem, se for assim, não quero acordar nunca.
Andrea: O que a gente vai fazer agora?
Por um momento, voltei à realidade e suspirei.
— Vão nos separar se descobrirem.
Andrea: Então vai ser nosso segredo.
— Você me faz tão feliz.
Andrea: E você a mim.
Aí olhei as horas, eram 3 da manhã.
— Logo vai amanhecer.
Andrea: A gente tem que voltar pras nossas camas.
— Mas não quero.
Andrea: Nem eu, mas se a gente quiser continuar aproveitando esses momentos…
Andrea se levantou.
Andrea: Precisamos voltar pros nossos quartos.
Suspirei de tédio. Andrea percebeu e disse:
Andrea: Não fica assim.
Ela se aproximou e me deu outro beijinho rápido.
Andrea: Essa noite a gente se vê aqui?
Eu sorri e abracei ela pela cintura, devolvendo o beijo.
Andrea: Vou considerar isso um sim.
As duas se vestiram e cada uma… uma voltou pro quarto dela
Andrea: Ahh, já vi que recuperou o fôlego.
Ela me beijou de novo enquanto eu acariciava devagar a boceta molhada dela, de repente Andrea começou a gemer.
Andrea: Aahh, siim aahh, que gostoso ahhh.
Eu curtia os lábios macios da minha prima, e não só os da boca dela—tocar a perereca dela era como tocar um algodão-doce, pegajoso mas suave. Tirei a mão de entre as pernas dela e olhei meus dedos, estavam totalmente encharcados. Algo tomou conta de mim e não resisti à vontade de levar os dedos à boca—tinha um gosto tão doce, era como o recheio líquido de um bombom.
—Mmhh… que gostoso…
Andrea me olhava com um olhar cheio de luxúria e desejo, dava pra ver nos olhos dela que me ver saboreando o néctar dela a enlouquecia.
Andrea: Deus…
Suspirou.
Andrea: Você me deixa com um tesão danado.
Andrea levou a mão direita até a virilha dela e começou a se tocar.
—Acho que você precisa de uma ajuda aí embaixo…
Graças à luz da lua, eu conseguia ver claramente minha agora amante sem precisar acender a luz. Já tínhamos ultrapassado a linha da família—não éramos primas, éramos duas amantes loucas uma pela outra. Me acomodei entre as pernas dela e comecei a saborear a boceta dela com minha língua. Tinha um gosto tão doce, era muito macia e eu amava.
Andrea: Aahh, Deus aahh, Valentina aahh.
Andrea com a mão esquerda acariciava meu cabelo enquanto com a outra mão ela apertava os próprios peitos.
Andrea: Aahh, bem aí aahh.
Eu curtia a perereca da minha prima como se estivesse comendo o doce mais delicioso do mundo.
—Mhmh mhmh.
Andrea: Aahh, aahh, aahh.
Os gemidos da minha prima só aumentavam minha libido—ouvir ela gemer era a melodia mais doce pros meus ouvidos. Perdi a conta do tempo que passei chupando a boceta da Andrea, o sabor dela era extremamente delicioso.
Andrea: Aahh, espera aahh, eu vou… ¡¡mmhh!!
Andrea soltou um gemido forte e teve que tapar a boca. E aí, um jato enorme saiu da buceta dela, molhando os lençóis por completo.
— Hmmm, você é tão doce…
Andrea me olhava enquanto tentava controlar a respiração ofegante.
Andrea: Gulosinha…
Eu só chupava meus dedos, que tinham ficado cheios do néctar da minha prima.
— Disse a que há pouco tava aproveitando da minha buceta.
Andrea soltou uma risada nervosa e depois pegou meu rosto com as mãos, me puxando pra perto dela pra gente se beijar.
Andrea: Ainda tem meu gosto nos seus lábios…
Sussurrou minha prima.
— É culpa sua por ter ela tão doce…
Sussurrei de volta, e as duas rimos.
Andrea: Onde você aprendeu a fazer isso?
Disse Andrea se deitando, eu fiz o mesmo e me aninhei no peito dela.
— O quê?
Andrea: Você sabe… a mexer sua…
— Língua?
Andrea: Sabe do que tô falando.
— Acho que aprendi com você.
Andrea acariciava meu cabelo com os dedos, me fazia sentir tão protegida e amada, nunca tinha me sentido assim com meus ex-namorados.
Andrea: Sonhei com esse momento há tanto tempo…
— Sério?
Andrea: Vai soar brega, mas desde que começamos a crescer, sonhei em estar assim com você.
Me virei e olhei pra ela, corada.
— Então de agora em diante vai me ter sempre que quiser.
Andrea me deu um beijo curto/rapidinho.
Andrea: Isso é um sonho.
Sorri enquanto Andrea acariciava minhas bochechas.
— Bem, se for assim, não quero acordar nunca.
Andrea: O que a gente vai fazer agora?
Por um momento, voltei à realidade e suspirei.
— Vão nos separar se descobrirem.
Andrea: Então vai ser nosso segredo.
— Você me faz tão feliz.
Andrea: E você a mim.
Aí olhei as horas, eram 3 da manhã.
— Logo vai amanhecer.
Andrea: A gente tem que voltar pras nossas camas.
— Mas não quero.
Andrea: Nem eu, mas se a gente quiser continuar aproveitando esses momentos…
Andrea se levantou.
Andrea: Precisamos voltar pros nossos quartos.
Suspirei de tédio. Andrea percebeu e disse:
Andrea: Não fica assim.
Ela se aproximou e me deu outro beijinho rápido.
Andrea: Essa noite a gente se vê aqui?
Eu sorri e abracei ela pela cintura, devolvendo o beijo.
Andrea: Vou considerar isso um sim.
As duas se vestiram e cada uma… uma voltou pro quarto dela
3 comentários - Vacaciones con mi prima (Cap. 5)