Minha Prima e Eu

Minha Prima e EuQuando eu tinha uns 13 anos, meus pais me levaram de férias para visitar meu tio que morava em outro estado do meu país. Meu nome é Karla e eu moro na cidade de Bogotá, Colômbia. Meus tios moram numa cidade litorânea do meu país, eles também têm uma filha da minha idade que se chama Mariana. Na época em que fomos visitá-los que nos conhecemos, houve muita química entre as duas. Nasceu uma linda irmandade. Como a casa deles era meio pequena, tivemos que dividir o quarto e também a cama. Passávamos o dia juntas e muitos meninos e primos nos perturbavam. Nós éramos meio ingênuas, não tínhamos a malícia que se tem hoje em dia por causa do avanço da tecnologia e das redes sociais. Naquela época ainda não estava tão avançado, estou falando dos anos 2007, 2008, não lembro bem, só sei que não existiam celulares Android, não existia Facebook, nada disso.

Como estávamos na puberdade, nossos corpos estavam naquela transição de meninas para adolescentes, mas já queríamos ter os peitos grandes como os das nossas primas mais velhas. Uma noite, quando já estávamos nos preparando para dormir enquanto ouvíamos música, Mariana me disse:

— Sabe, prima, eu ouvi minha prima falar que os peitos dela cresceram rápido porque ela deixava os amigos chuparem.

— Sério, prima? — exclamou eu.

— Sim, foi o que ela me disse.

— Será que é verdade isso, Mary?

— Não sei, Karly.

— E se a gente experimentar para ver se é verdade?

— Como assim, Karla? Explica como a gente faz.

— Se a gente tentar, assim a gente vai saber se é verdade.

— Mas com quem? Com quem a gente faz sem que vá se passar com a gente?

— Não, Mari, a gente não precisa contar pra ninguém. A gente faz eu e você. Assim ninguém vai perceber.

— Verdade, não tinha pensado nisso, Karla.

— Verdade, assim a gente também pratica como beijar, igual nas novelas.

— Eu nunca beijei ninguém na boca.

— Eu também não, Mary.

Naquela noite, começamos a colocar nossas ideias em prática. Para que nossos pais não suspeitassem de nada, apagamos as luzes, mas primeiro a gente tirou nossos pijamas e ficamos só de calcinha, com nossos peitinhos pequenos à mostra. Nos abraçamos e começamos a nos beijar como a gente via na televisão. A Mariana enfiou a língua na minha boca, eu enlacei a dela e comecei a chupar sua língua — e isso começou a me agradar. Ficamos assim por vários minutos. Ela foi descendo até chegar nos meus peitos e começou a tocá-los, depois começou a chupar um por um. Aquilo era uma delícia, uma sensação que eu sentia pela primeira vez — primeira vez que alguém tocava meu corpo, primeira vez que tive excitação sexual. A Mariana chupava meus peitos com força, às vezes doía, mas ao mesmo tempo eu curtia aquela sensação gostosa.

Trocamos de posição e agora era minha vez. Nos beijamos de novo enquanto minhas mãos massageavam os peitinhos da Mariana. Ela subiu em cima de mim e enfiou o peito na minha boca, e eu comecei a chupar suavemente. Seu mamilo pequeno se confundia com a auréola do peito, que ao mesmo tempo ficava durinho. A Mariana soltava pequenos gemidos de satisfação — estava curtindo, assim como eu, essa primeira experiência de excitação sexual lésbica.

Aquela noite a gente só fez isso, não tocamos nossas bocetas, embora eu sentisse a minha molhada. Não tive coragem de tocar a minha, e a Mariana também não. Dormimos assim, nuas e abraçadas, até de manhã, quando lembramos que minha tia podia levantar e nos apressamos para vestir. Minha tia às vezes entrava no quarto sem avisar.

Desde aquela primeira noite, todo dia a gente esperava ansiosa pela hora de dormir para continuar nos tocando e chupando nossos peitos, nos beijando demoradamente, nos abraçando com os corpos totalmente nus. De vez em quando, esfregávamos nossas bocetinhas até ficarmos excitadas e, pela primeira vez, experimentamos um orgasmo quando as duas estávamos chupando os peitos uma da outra e esfregando nossas bocetas com as mãos. Foi algo simultâneo — por causa da nossa inexperiência, nem sabíamos direito o que era aquilo. Estava passando, mas foi uma coisa linda. Chegou o dia de termos que voltar para nossa casa, já que as férias acabaram e tínhamos que retomar nossas rotinas diárias: meus pais ao trabalho e eu à escola. Mas eu sabia que ia sentir falta da Mariana e da nossa experiência secreta, sem saber se era verdade que nossos peitos iam crescer mais rápido. Voltei para casa sem saber quando eu ia ver minha prima de novo, e ainda mais se talvez a gente não teria outra chance de repetir essa experiência.

Devo confessar que não sei como definir meu gênero, porque sinto atração pelos garotos da minha idade, mas também não paro de pensar na minha prima — só que isso não acontece com outras garotas, só com a Mariana. A lembrança do corpo dela pelado e dos pelos pubianos que estavam começando a nascer… eu a desejava, e ela também sentia o mesmo por mim.

Ela me contava por mensagem de texto que tinha um namorado, mas que ele não beijava ela como eu beijava, e que ela não deixava ninguém mais tocar nos peitos dela até então.

Isso aconteceu na nossa infância, mas hoje já somos adultas. Passaram sete anos desde que isso rolou, e ainda essas memórias vivem perenes na minha mente. Essa história, que é completamente real, tem continuação.

2 comentários - Minha Prima e Eu

Hermosa historia, no se ven muchos relatos lesbicos por aca