25 de dezembro: A garagem e a vergonha
O dia 25 passei na casa da avó do Nico, como a gente tinha planejado pra dividir as festas. Meu pai fez cara de bunda quando falei que ia, mas o que eu ia fazer, com o Nico a gente já tinha combinado. A reunião não era na casa dos pais dele, mas na da avó, que era maior, a umas poucas quadras da minha. Cheguei com um vestido solto, decote normal, comprido até o joelho, e um cagaço que me fazia tremer. Não conhecia quase ninguém: a avó dele, tios, primos, o irmão, os pais, um monte a mais que na Noite de Natal em casa. Me senti um peixe fora d'água, com a cabeça ainda na bagunça da noite anterior: a videochamada com o Matías, a trepada com o Nico no banheiro, o dedo dele no meu cuzinho. Pra piorar, o Nico de vez em quando me olhava com aquele sorriso de safado e soltava: "Aquilo no banheiro foi foda, Emmita, vou te devolver". Eu falava "Nem louca, idiota, não com toda essa gente", mas ele ria, como se soubesse que ia me convencer.
A tarde começou tranquila. O Nico se juntou com os homens, falando de futebol e besteiras, enquanto eu batia papo com as mulheres: a mãe dele, a avó, umas primas e tias. Elas eram muito mais legais que minhas primas, nada de viagens nem selfies sem graça, só histórias de família, risadas, e bebida que ia e vinha. Relaxei um pouco, embora a culpa pelo Matías ainda ficasse martelando. A mensagem dele de "Feliz Natal, putinha" ainda queimava no meu celular, e toda vez que o Nico me olhava, lembrava do pau dele na minha buceta, do dedo no meu cuzinho, e um calor subia de baixo. Mas não, sério, não ia fazer nada com tanta gente por perto.
A reunião continuou, mas conforme a tarde caía, alguns foram indo embora. Os tios mais velhos, uns primos, e a coisa ficou mais íntima. Eu tava conversando com uma prima do Nico, a Lara, que era uma fofa, contando uma história de quando o Nico caiu de uma bicicleta de moleque. De repente, ele se aproximou, com aquela cara de que tava tramando algo, que me deixava nervosa. "Emmita, vem comigo", disse, yo, desconfiada, mandei: "Aonde?". Ele riu, sem um pingo de vergonha, e soltou na frente de todo mundo: "Quero te mostrar uma coisa". A família olhou pra ele com carinho, como se fosse um neném, e eu respirei aliviada. Se quisesse me comer, não seria tão idiota de falar assim, né? "Quero te mostrar uma bicicleta minha de quando eu era pequeno, minha avó ainda guarda na garagem", completou, e todo mundo sorriu, como se fosse a coisa mais fofa do mundo.
Levantei, seguindo ele, com os olhares da mãe dele e da Lara cravados em mim, tipo "que lindo". Mas assim que cruzamos a porta da garagem, o Nico mudou. Me encostou na parede, com uma mão na minha cintura e aquele olhar que me fazia tremer. "Falei que ia te devolver o de ontem", sussurrou, e a outra mão dele entrou por baixo do meu vestido, subindo rápido pela minha coxa, roçando na minha pussy por cima da calcinha fio dental. Senti um choque, a pussy pulsando, mas também um cagaço enorme. "Para, Nico, sério", falei, firme, empurrando ele um pouco. "Não quero fazer aqui, pode vir alguém". Ele riu, como se fosse besteira. "Não seja boba, ninguém vai vir", disse, e desabotoou a calça, tirando o pau pra fora, já duro, grosso, pedindo ação.
Minha cabeça gritava "não, vaca, não", mas a pussy me traiu, molhando mais só de ver. Tinha um mau pressentimento, juro, como se o universo tivesse me dizendo "não faz essa merda". Mas o Nico, com aquela cara de fome, me desmontava. "Rápido, Nico, e nem pense em mais nada", murmurei, segurando o pau dele com uma mão, apertando do jeito que ele gostava. Comecei a bater uma pra ele, devagar primeiro, olhando nos olhos dele, esperando que acabasse em dois segundos. Queria que fosse um raio, sem confusão. Ele gemeu baixinho, se apoiando na parede, e eu acelerei, movendo a mão no ritmo, sentindo ele ficar mais duro, o pau pulsando sob meus dedos. "Assim, meu amor, continua", sussurrou, e eu apertava os dentes, rezando pra ninguém abrir a porta, com o vestido levantado e a mão dele na minha pussy. E então, a porta se abriu. "Nico, tô passando pra avisar que a gente vai...", disse uma voz, e lá estava Lara, a prima gente boa, entrando na garagem. Ela ficou paralisada, com os olhos arregalados, vendo minha mão no pau do Nico. Soltei tudo como se tivesse queimado, puxando o vestido pra baixo às pressas, com o rosto pegando fogo. "Desculpa, desculpa!", gaguejou Lara, se virando e saindo mais rápido que um foguete. O Nico subiu a calça num segundo, murmurando "Puta merda, a pussy da lora", e eu queria sumir debaixo da terra. Meu coração batia na garganta, a vergonha queimava, e a culpa me atropelou como um caminhão. E se a Lara contasse pra alguém? Pra mãe dela? Pros meus sogros?
"Porra, te falei que não", sibilei pro Nico, com os olhos soltando faíscas. Ele riu, nervoso, tentando me acalmar. "Fica tranquila, a Lara é de boa, não vai falar nada". Mas eu não tava tão segura assim. Voltamos pra sala como se nada tivesse acontecido, eu com as pernas tremendo e a buceta ainda molhada, embora agora mais pelo cagasso do que pelo tesão. A Lara tava com a mãe dela, falando baixinho, e quando me olhou, sorriu, mas não dava pra saber se era um "tudo bem" ou um "te peguei, gostosa". O Nico sentou com o irmão dele, como se não tivesse rolado porra nenhuma, e eu fiquei calada, fingindo ouvir as tias, com o coração a mil.
Um tempinho depois, quando a conversa se espalhou e alguns foram pegar mais bebida, a Lara veio até mim, me puxando um pouco pra longe do grupo. "Vem cá, Emmita, vamos falar um segundo", disse, e meu estômago deu um nó. Fomos pra um canto da sala, longe dos olhares, e ela me encarou com uma mistura de risada e seriedade. "Fica tranquila, porra, não vou contar nada", falou, baixando a voz. "Essas coisas acontecem, sei lá, todo mundo faz alguma merda. Mas toma cuidado, se fosse minha tia que entrasse, tu ia passar muito mais vergonha ainda". Eu ri, nervosa, sentindo o ar voltar pros meus pulmões, mas também um calor no rosto que não passava. "Valeu, Lara, juro, eu morro se mais alguém descobrir", murmurei, e Ela me apertou o braço. "Tudo suave, mas da próxima tranca a porta, gata", falou, piscando o olho, e voltou pra mãe dela como se nada tivesse acontecido.
O dia 25 passei na casa da avó do Nico, como a gente tinha planejado pra dividir as festas. Meu pai fez cara de bunda quando falei que ia, mas o que eu ia fazer, com o Nico a gente já tinha combinado. A reunião não era na casa dos pais dele, mas na da avó, que era maior, a umas poucas quadras da minha. Cheguei com um vestido solto, decote normal, comprido até o joelho, e um cagaço que me fazia tremer. Não conhecia quase ninguém: a avó dele, tios, primos, o irmão, os pais, um monte a mais que na Noite de Natal em casa. Me senti um peixe fora d'água, com a cabeça ainda na bagunça da noite anterior: a videochamada com o Matías, a trepada com o Nico no banheiro, o dedo dele no meu cuzinho. Pra piorar, o Nico de vez em quando me olhava com aquele sorriso de safado e soltava: "Aquilo no banheiro foi foda, Emmita, vou te devolver". Eu falava "Nem louca, idiota, não com toda essa gente", mas ele ria, como se soubesse que ia me convencer.
A tarde começou tranquila. O Nico se juntou com os homens, falando de futebol e besteiras, enquanto eu batia papo com as mulheres: a mãe dele, a avó, umas primas e tias. Elas eram muito mais legais que minhas primas, nada de viagens nem selfies sem graça, só histórias de família, risadas, e bebida que ia e vinha. Relaxei um pouco, embora a culpa pelo Matías ainda ficasse martelando. A mensagem dele de "Feliz Natal, putinha" ainda queimava no meu celular, e toda vez que o Nico me olhava, lembrava do pau dele na minha buceta, do dedo no meu cuzinho, e um calor subia de baixo. Mas não, sério, não ia fazer nada com tanta gente por perto.
A reunião continuou, mas conforme a tarde caía, alguns foram indo embora. Os tios mais velhos, uns primos, e a coisa ficou mais íntima. Eu tava conversando com uma prima do Nico, a Lara, que era uma fofa, contando uma história de quando o Nico caiu de uma bicicleta de moleque. De repente, ele se aproximou, com aquela cara de que tava tramando algo, que me deixava nervosa. "Emmita, vem comigo", disse, yo, desconfiada, mandei: "Aonde?". Ele riu, sem um pingo de vergonha, e soltou na frente de todo mundo: "Quero te mostrar uma coisa". A família olhou pra ele com carinho, como se fosse um neném, e eu respirei aliviada. Se quisesse me comer, não seria tão idiota de falar assim, né? "Quero te mostrar uma bicicleta minha de quando eu era pequeno, minha avó ainda guarda na garagem", completou, e todo mundo sorriu, como se fosse a coisa mais fofa do mundo.
Levantei, seguindo ele, com os olhares da mãe dele e da Lara cravados em mim, tipo "que lindo". Mas assim que cruzamos a porta da garagem, o Nico mudou. Me encostou na parede, com uma mão na minha cintura e aquele olhar que me fazia tremer. "Falei que ia te devolver o de ontem", sussurrou, e a outra mão dele entrou por baixo do meu vestido, subindo rápido pela minha coxa, roçando na minha pussy por cima da calcinha fio dental. Senti um choque, a pussy pulsando, mas também um cagaço enorme. "Para, Nico, sério", falei, firme, empurrando ele um pouco. "Não quero fazer aqui, pode vir alguém". Ele riu, como se fosse besteira. "Não seja boba, ninguém vai vir", disse, e desabotoou a calça, tirando o pau pra fora, já duro, grosso, pedindo ação.
Minha cabeça gritava "não, vaca, não", mas a pussy me traiu, molhando mais só de ver. Tinha um mau pressentimento, juro, como se o universo tivesse me dizendo "não faz essa merda". Mas o Nico, com aquela cara de fome, me desmontava. "Rápido, Nico, e nem pense em mais nada", murmurei, segurando o pau dele com uma mão, apertando do jeito que ele gostava. Comecei a bater uma pra ele, devagar primeiro, olhando nos olhos dele, esperando que acabasse em dois segundos. Queria que fosse um raio, sem confusão. Ele gemeu baixinho, se apoiando na parede, e eu acelerei, movendo a mão no ritmo, sentindo ele ficar mais duro, o pau pulsando sob meus dedos. "Assim, meu amor, continua", sussurrou, e eu apertava os dentes, rezando pra ninguém abrir a porta, com o vestido levantado e a mão dele na minha pussy. E então, a porta se abriu. "Nico, tô passando pra avisar que a gente vai...", disse uma voz, e lá estava Lara, a prima gente boa, entrando na garagem. Ela ficou paralisada, com os olhos arregalados, vendo minha mão no pau do Nico. Soltei tudo como se tivesse queimado, puxando o vestido pra baixo às pressas, com o rosto pegando fogo. "Desculpa, desculpa!", gaguejou Lara, se virando e saindo mais rápido que um foguete. O Nico subiu a calça num segundo, murmurando "Puta merda, a pussy da lora", e eu queria sumir debaixo da terra. Meu coração batia na garganta, a vergonha queimava, e a culpa me atropelou como um caminhão. E se a Lara contasse pra alguém? Pra mãe dela? Pros meus sogros?
"Porra, te falei que não", sibilei pro Nico, com os olhos soltando faíscas. Ele riu, nervoso, tentando me acalmar. "Fica tranquila, a Lara é de boa, não vai falar nada". Mas eu não tava tão segura assim. Voltamos pra sala como se nada tivesse acontecido, eu com as pernas tremendo e a buceta ainda molhada, embora agora mais pelo cagasso do que pelo tesão. A Lara tava com a mãe dela, falando baixinho, e quando me olhou, sorriu, mas não dava pra saber se era um "tudo bem" ou um "te peguei, gostosa". O Nico sentou com o irmão dele, como se não tivesse rolado porra nenhuma, e eu fiquei calada, fingindo ouvir as tias, com o coração a mil.
Um tempinho depois, quando a conversa se espalhou e alguns foram pegar mais bebida, a Lara veio até mim, me puxando um pouco pra longe do grupo. "Vem cá, Emmita, vamos falar um segundo", disse, e meu estômago deu um nó. Fomos pra um canto da sala, longe dos olhares, e ela me encarou com uma mistura de risada e seriedade. "Fica tranquila, porra, não vou contar nada", falou, baixando a voz. "Essas coisas acontecem, sei lá, todo mundo faz alguma merda. Mas toma cuidado, se fosse minha tia que entrasse, tu ia passar muito mais vergonha ainda". Eu ri, nervosa, sentindo o ar voltar pros meus pulmões, mas também um calor no rosto que não passava. "Valeu, Lara, juro, eu morro se mais alguém descobrir", murmurei, e Ela me apertou o braço. "Tudo suave, mas da próxima tranca a porta, gata", falou, piscando o olho, e voltou pra mãe dela como se nada tivesse acontecido.
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