A Noite do Dia 24: A Videochamada
Eu estava na cozinha, com a faca tremendo na mão e um tomate cortado pela metade, mas minha cabeça estava nas nuvens. A foto que mandei pro Matías do banheiro, com minha bunda minúscula naquela tanga vermelha, deixou minha buceta pulsando. Imaginava a cara dele, os olhos grudados no celular, o pau endurecendo na hora. Sério, não sei que porra tava rolando comigo, mas essa ideia me esquentava mais do que eu conseguia lidar. O Nico tava lá fora com meu pai, rindo e falando sobre a churrasqueira, e eu aqui, com o celular vibrando como se fosse explodir.
Peguei ele disfarçando, porque minha mãe continuava dando ordens e minha tia falava merda. A mensagem do Matías era puro fogo: "Essa bunda minúscula tá pedindo pra ser usada, o que cê acha?". Eu ri baixinho, mas um calor subiu da minha buceta até o peito. Respondi, tentando segurar ele: "minha bunda minúscula é virgem e é do Nico". Mas o Matías era um cachorro caçador. "O Nico não sabe o que tem. Deixa eu passar, em 10 minutos tô aí e te mostro de quem é", escreveu. Esse cara era maluco? Na véspera de Natal, com minha família a dois metros?
Tentei cortar: "Cê tá doido, não vai rolar, aproveita teu Natal, Mati". Mas ele não largou: "Doida é você com essa foto, Emmita. Olha como me deixou". E mandou uma foto do pau dele, duro, marcando na calça jeans clara. Senti um choque que me queimou, e mesmo querendo apagar, meus olhos ficaram grudados. O boquete no Diego no carro tinha quebrado algo dentro de mim, como se eu não conseguisse mais dizer não pra sacanagem. "Mano, não me manda isso, quer que alguém veja e dê a maior merda?", falei, mas meu tom tava mais fraco do que eu queria.
E aí veio o golpe final: "Vamos fazer uma videochamada, Emmita. Me mostra essa bunda minúscula ao vivo, juro que te faço gozar". Essa mensagem me deu um arrepio que fez eu apertar as pernas. Sabia que era loucura, com o Nico lá fora e minha família por perto, mas o tesão me cegava. "Cê tá maluco, tô com todo mundo aqui", escrevi, mas ele insistiu: "Cinco minutos, em o banheiro, ninguém fica sabendo". Olhei pra minha mãe, que tava escolhendo pratos, e pras minhas primas, tirando selfies igual umas idiotas. O Nico não dava pra ver da janela. "Me dá um minuto", respondi, e fui pro banheiro de novo, com o coração a mil.
Tranquei a porta e me apoiei na pia, respirando como se tivesse corrido. O vestido preto colava no meu corpo, e a tanga vermelha tava molhada, não vou mentir. Abri a videochamada, e lá tava o Matías, sem camisa, com aquele sorriso de filho da puta que dava vontade de xingar ele e comer ele ao mesmo tempo. "Emmita, que gostosa você tá, mostra essa bunda pequena", ele falou, com a voz baixa, como se ele também tivesse se escondendo. "Não faz barulho, porra, que eu morro se alguém ouvir", sussurrei, mas já tava levantando o vestido, deixando ele ver a tanga vermelha e minha bunda, que eu sabia que deixava ele louco.
"Uff, que raba, Emmita", ele disse, e vi ele desabotoando a calça jeans, tirando o pau pra fora, duro, grosso, com uma veia pulsando. Era maior do que eu lembrava da garagem, e isso me excitou mais. "Matías, você é um doente", falei, mas minha mão já tava descendo, roçando na minha buceta por cima da tanga. Tava encharcada, de verdade, e um gemidinho escapou. "Isso, se toca, imagina que é minha língua", ele falou, batendo uma devagar, com a câmera focando no pau dele. Eu gemi mais alto, sem querer, e tampei a boca, morrendo de medo de alguém ouvir.
"Shh, porra, abaixa a voz", sussurrei, mas não parei. Deslizei a tanga pro lado, enfiando dois dedos na minha buceta, que já tava toda molhada. "Olha como você me deixa, Emmita, essa porra vai ser pra você", disse o Matías, acelerando a mão, e os gemidos graves dele me fizeram apertar os dedos mais fundo. "Você me deixa louca", murmurei, mas minha voz tremia, e a ideia da porra dele me excitava mais. Sentei na borda da banheira, abrindo as pernas, e me toquei rápido, seguindo o ritmo dos gemidos dele. "Geme mais, Emmita, me deixa ouvir", ele pediu, e eu soltei um gemido longo, abafado, enquanto minha buceta se apertava em volta dos meus dedos. De repente, alguém bateu na porta. “Emma, você tá aí? Preciso de você na cozinha”, disse minha mãe, e o pânico me congelou. “Já vou, mãe, só um segundo”, gritei, com a voz trêmula, enquanto Matías ria na tela. “Cuidado, putinha, não deixa te pegarem”, sussurrou, e isso, sei lá por que, me levou ao limite. Me toquei mais rápido, mordendo o lábio pra não gemer, e senti o calor explodir da minha buceta, um orgasmo que me fez tremer inteira, com a buceta escorrendo nos meus dedos. “Uff, Emmita, vou gozar”, gemeu Matías, e eu vi o pau dele soltar jatos de porra, grossa, espirrando na barriga dele, enquanto ele gemia meu nome. Desliguei a videochamada na hora, com as mãos tremendo e a buceta ainda pulsando. Subi a calcinha fio dental, baixei o vestido e lavei as mãos rápido, olhando meu rosto no espelho. Tava vermelha, com os olhos brilhando, como se tivesse corrido uma maratona. A culpa bateu forte, pensando no Nico lá fora, sendo o namorado perfeito. Mas também tinha aquela outra Emma, a que ria de como podia ser safada. Saí do banheiro, com as pernas bambas, e voltei pra cozinha, colocando minha melhor cara de “não aconteceu nada”. Nico sorriu pra mim da sala de jantar, e eu devolvi o sorriso, mas por dentro sabia que isso não ia parar, pelo menos não enquanto eu não quisesse.
Eu estava na cozinha, com a faca tremendo na mão e um tomate cortado pela metade, mas minha cabeça estava nas nuvens. A foto que mandei pro Matías do banheiro, com minha bunda minúscula naquela tanga vermelha, deixou minha buceta pulsando. Imaginava a cara dele, os olhos grudados no celular, o pau endurecendo na hora. Sério, não sei que porra tava rolando comigo, mas essa ideia me esquentava mais do que eu conseguia lidar. O Nico tava lá fora com meu pai, rindo e falando sobre a churrasqueira, e eu aqui, com o celular vibrando como se fosse explodir.
Peguei ele disfarçando, porque minha mãe continuava dando ordens e minha tia falava merda. A mensagem do Matías era puro fogo: "Essa bunda minúscula tá pedindo pra ser usada, o que cê acha?". Eu ri baixinho, mas um calor subiu da minha buceta até o peito. Respondi, tentando segurar ele: "minha bunda minúscula é virgem e é do Nico". Mas o Matías era um cachorro caçador. "O Nico não sabe o que tem. Deixa eu passar, em 10 minutos tô aí e te mostro de quem é", escreveu. Esse cara era maluco? Na véspera de Natal, com minha família a dois metros?
Tentei cortar: "Cê tá doido, não vai rolar, aproveita teu Natal, Mati". Mas ele não largou: "Doida é você com essa foto, Emmita. Olha como me deixou". E mandou uma foto do pau dele, duro, marcando na calça jeans clara. Senti um choque que me queimou, e mesmo querendo apagar, meus olhos ficaram grudados. O boquete no Diego no carro tinha quebrado algo dentro de mim, como se eu não conseguisse mais dizer não pra sacanagem. "Mano, não me manda isso, quer que alguém veja e dê a maior merda?", falei, mas meu tom tava mais fraco do que eu queria.
E aí veio o golpe final: "Vamos fazer uma videochamada, Emmita. Me mostra essa bunda minúscula ao vivo, juro que te faço gozar". Essa mensagem me deu um arrepio que fez eu apertar as pernas. Sabia que era loucura, com o Nico lá fora e minha família por perto, mas o tesão me cegava. "Cê tá maluco, tô com todo mundo aqui", escrevi, mas ele insistiu: "Cinco minutos, em o banheiro, ninguém fica sabendo". Olhei pra minha mãe, que tava escolhendo pratos, e pras minhas primas, tirando selfies igual umas idiotas. O Nico não dava pra ver da janela. "Me dá um minuto", respondi, e fui pro banheiro de novo, com o coração a mil.
Tranquei a porta e me apoiei na pia, respirando como se tivesse corrido. O vestido preto colava no meu corpo, e a tanga vermelha tava molhada, não vou mentir. Abri a videochamada, e lá tava o Matías, sem camisa, com aquele sorriso de filho da puta que dava vontade de xingar ele e comer ele ao mesmo tempo. "Emmita, que gostosa você tá, mostra essa bunda pequena", ele falou, com a voz baixa, como se ele também tivesse se escondendo. "Não faz barulho, porra, que eu morro se alguém ouvir", sussurrei, mas já tava levantando o vestido, deixando ele ver a tanga vermelha e minha bunda, que eu sabia que deixava ele louco.
"Uff, que raba, Emmita", ele disse, e vi ele desabotoando a calça jeans, tirando o pau pra fora, duro, grosso, com uma veia pulsando. Era maior do que eu lembrava da garagem, e isso me excitou mais. "Matías, você é um doente", falei, mas minha mão já tava descendo, roçando na minha buceta por cima da tanga. Tava encharcada, de verdade, e um gemidinho escapou. "Isso, se toca, imagina que é minha língua", ele falou, batendo uma devagar, com a câmera focando no pau dele. Eu gemi mais alto, sem querer, e tampei a boca, morrendo de medo de alguém ouvir.
"Shh, porra, abaixa a voz", sussurrei, mas não parei. Deslizei a tanga pro lado, enfiando dois dedos na minha buceta, que já tava toda molhada. "Olha como você me deixa, Emmita, essa porra vai ser pra você", disse o Matías, acelerando a mão, e os gemidos graves dele me fizeram apertar os dedos mais fundo. "Você me deixa louca", murmurei, mas minha voz tremia, e a ideia da porra dele me excitava mais. Sentei na borda da banheira, abrindo as pernas, e me toquei rápido, seguindo o ritmo dos gemidos dele. "Geme mais, Emmita, me deixa ouvir", ele pediu, e eu soltei um gemido longo, abafado, enquanto minha buceta se apertava em volta dos meus dedos. De repente, alguém bateu na porta. “Emma, você tá aí? Preciso de você na cozinha”, disse minha mãe, e o pânico me congelou. “Já vou, mãe, só um segundo”, gritei, com a voz trêmula, enquanto Matías ria na tela. “Cuidado, putinha, não deixa te pegarem”, sussurrou, e isso, sei lá por que, me levou ao limite. Me toquei mais rápido, mordendo o lábio pra não gemer, e senti o calor explodir da minha buceta, um orgasmo que me fez tremer inteira, com a buceta escorrendo nos meus dedos. “Uff, Emmita, vou gozar”, gemeu Matías, e eu vi o pau dele soltar jatos de porra, grossa, espirrando na barriga dele, enquanto ele gemia meu nome. Desliguei a videochamada na hora, com as mãos tremendo e a buceta ainda pulsando. Subi a calcinha fio dental, baixei o vestido e lavei as mãos rápido, olhando meu rosto no espelho. Tava vermelha, com os olhos brilhando, como se tivesse corrido uma maratona. A culpa bateu forte, pensando no Nico lá fora, sendo o namorado perfeito. Mas também tinha aquela outra Emma, a que ria de como podia ser safada. Saí do banheiro, com as pernas bambas, e voltei pra cozinha, colocando minha melhor cara de “não aconteceu nada”. Nico sorriu pra mim da sala de jantar, e eu devolvi o sorriso, mas por dentro sabia que isso não ia parar, pelo menos não enquanto eu não quisesse.
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