Bom, isso é mais uma história de vida do que uma anedota, mas espero que não julguem a amiga — ela mora num lugar onde isso é normal. Ela é uma poringa girl, mas não posta nada, só olha e conversa com gente pra deixar a imaginação voar.
Olá, poringa. Bom, me chamo Milagros, tenho 21 anos e sou muito punheteira. Não me destaco muito, sou baixinha, tenho 1,55m e sou meio gordinha, mas sou bem branquinha — e sou a única branquinha da minha região 🙂.
Bom, quero deixar claro que na minha área isso é super normal, principalmente porque a maioria é família e eu cresci nesse ambiente, então nunca vi nada de errado nisso. Bom, já falei demais. Eu sou filha de um romance bem pesado: minha mãe e meu pai são tio e sobrinha, além de meu pai ter o dobro da idade da minha mãe. Ela tinha 14 quando teve meu irmão, e um ano depois me teve. Meu irmão e eu somos brancos, mas ele é loiro; eu, por outro lado, sou morena. Meu pai é gringo loiro e minha mãe é moreninha e baixinha. Mas meu pai, além de nós, tem duas filhas morenas com uma prima dele, e também fez um filho com uma tia minha, que seria irmã dele.
E bom, eu cresci vendo isso. No campo também não tem muita gente — a maioria dos nossos vizinhos era parente ou suposto parente. E eu cresci como muitas no campo: sem internet, TV ou celular. Aos 12, já tinha visto minha primeira piroca. Um dos meus colegas (que também é tipo meu tio) — que alguns anos depois me comeu — me mostrou a piroca na saída da escola. Ele e eu, junto com outras duas garotas, estávamos indo, e ele simplesmente parou, puxou a vara e começou a mijar no caminho, e a gente olhando em HD.
Fiz meu primeiro boquete num aniversário, brincando de garrafinha. Um primo meu me levou pra um canto — a gente já vinha se pegando, então acho que ele não se segurou. Quando a gente foi, ele puxou a piroca, e assim ele me deixou ver e tocar (não era grande coisa, era preta e peluda). E aí ele me perguntou:
— "Sabe chupar?"
Eu, já mais curiosa e com tesão ao mesmo tempo, respondi:
— "Não, me ensina?"
Ele era mais velho que eu, uns 16 anos. Foi me guiando e, com nervosismo, chupei ele. Fiz um boquete rápido, mas consegui sentir um pouco de sêmen. Perdi minha virgindade aos 14 com um irmão meu, de outra mãe. Ele sempre ia visitar meu pai, mas parece que minha bunda branca chamou a atenção dele. Um dia, ele simplesmente entrou na minha cama e, entre beijos e abraços, enfiou o pau sem osso. Não foi grande coisa, foi uma metida de conchinha e um boquete. Mas teve muita adrenalina num momento, já que dormíamos nós três no mesmo quarto: eu, meu irmão e o cara que me desvirginou. Continuei transando com ele, mas foram só umas três vezes, tudo normal. No meu aniversário de 15 anos, foi algo interessante. Uma tia minha, irmã da minha mãe, me levou, pensando que eu era inocente, pra conhecer minha primeira rola. Ela me apresentou um namorado dela de outra província, um gringo lindo que, sinceramente, me deu água na boca quando vi (na verdade, eu pensava com a xota naquela época). Nós duas fizemos um boquete nele. Com toda a vontade, nós duas nos engasgamos com aquela rola branquinha, sem um único pelo, grande (era a maior que eu já tinha visto até então). Eu queria que ele me penetrasse com aquela rola, mas não passou disso. Voltei pro aniversário com a boca com gosto de porra e com vontade de mais. No final da minha festa, um tio meu por parte de mãe me comeu (era um velho, mas eu deixei, tava muito excitada). Nada fora do normal. Depois, tive um namorado aos 16, escondido, porque ele era tipo meu primo. Minha mãe sabia, mas meu pai não queria saber dele. Ele era moreno e tinha 25 anos. Ele detonou meu cu semanas depois de eu ser namorada dele (uma experiência dolorosa, mas eu tava apaixonada). Ele me deixava toda aberta, tinha uma rola gigantesca. Nunca soube a medida, mas comparando, acho que era uns 25 cm. Meu pé era pequeno perto daquela coisa, mas eu gostava, além de estar muito apaixonada. Fiquei com ele até os 19. Ele me fez de corna um monte de vezes. Um dia, me vinguei comendo o irmão dele e um sobrinho meu. Um trio completo, com dupla penetração e gozada na minha bunda e boca (sinceramente, não sei por que fiz isso, já que ele nunca me viu ou soube). Terminei com ele quando uma das minhas Minhas irmãs por parte de pai vieram buscar ele, dizendo pra ele assumir o filho (por isso meu pai não queria ele). Depois disso, eu tentei dar uma relaxada, mas do jeito errado: comecei a transar com qualquer um, sair pra farra. O mais louco foi quando quatro caras me pegaram na saída de uma balada — dois eram meus sobrinhos — e foram se revezando pra detonar meu cu. Saí do rolê umas 6, quase 7 da manhã, e cheguei em casa quase meio-dia, toda entupida. Os caras cobraram a carona com minha buceta, mas minha buceta e minha boca também não ficaram de fora. Nunca tinham me deixado assim: minha xota e meu cu cheios de porra, além de me fazerem engolir tanta goza que um pouco ficou preso na garganta (loucuras que uma cutie despeitada faz, né?). Hoje tô num relacionamento, mas sou muito punheteira — meu marido sabe e não tem problema. Adoro ler putaria e imaginar coisas sujas, mas sou fiel a ele. Se quiserem, posto essa história com mais detalhes 😉
Olá, poringa. Bom, me chamo Milagros, tenho 21 anos e sou muito punheteira. Não me destaco muito, sou baixinha, tenho 1,55m e sou meio gordinha, mas sou bem branquinha — e sou a única branquinha da minha região 🙂.
Bom, quero deixar claro que na minha área isso é super normal, principalmente porque a maioria é família e eu cresci nesse ambiente, então nunca vi nada de errado nisso. Bom, já falei demais. Eu sou filha de um romance bem pesado: minha mãe e meu pai são tio e sobrinha, além de meu pai ter o dobro da idade da minha mãe. Ela tinha 14 quando teve meu irmão, e um ano depois me teve. Meu irmão e eu somos brancos, mas ele é loiro; eu, por outro lado, sou morena. Meu pai é gringo loiro e minha mãe é moreninha e baixinha. Mas meu pai, além de nós, tem duas filhas morenas com uma prima dele, e também fez um filho com uma tia minha, que seria irmã dele.
E bom, eu cresci vendo isso. No campo também não tem muita gente — a maioria dos nossos vizinhos era parente ou suposto parente. E eu cresci como muitas no campo: sem internet, TV ou celular. Aos 12, já tinha visto minha primeira piroca. Um dos meus colegas (que também é tipo meu tio) — que alguns anos depois me comeu — me mostrou a piroca na saída da escola. Ele e eu, junto com outras duas garotas, estávamos indo, e ele simplesmente parou, puxou a vara e começou a mijar no caminho, e a gente olhando em HD.
Fiz meu primeiro boquete num aniversário, brincando de garrafinha. Um primo meu me levou pra um canto — a gente já vinha se pegando, então acho que ele não se segurou. Quando a gente foi, ele puxou a piroca, e assim ele me deixou ver e tocar (não era grande coisa, era preta e peluda). E aí ele me perguntou:
— "Sabe chupar?"
Eu, já mais curiosa e com tesão ao mesmo tempo, respondi:
— "Não, me ensina?"
Ele era mais velho que eu, uns 16 anos. Foi me guiando e, com nervosismo, chupei ele. Fiz um boquete rápido, mas consegui sentir um pouco de sêmen. Perdi minha virgindade aos 14 com um irmão meu, de outra mãe. Ele sempre ia visitar meu pai, mas parece que minha bunda branca chamou a atenção dele. Um dia, ele simplesmente entrou na minha cama e, entre beijos e abraços, enfiou o pau sem osso. Não foi grande coisa, foi uma metida de conchinha e um boquete. Mas teve muita adrenalina num momento, já que dormíamos nós três no mesmo quarto: eu, meu irmão e o cara que me desvirginou. Continuei transando com ele, mas foram só umas três vezes, tudo normal. No meu aniversário de 15 anos, foi algo interessante. Uma tia minha, irmã da minha mãe, me levou, pensando que eu era inocente, pra conhecer minha primeira rola. Ela me apresentou um namorado dela de outra província, um gringo lindo que, sinceramente, me deu água na boca quando vi (na verdade, eu pensava com a xota naquela época). Nós duas fizemos um boquete nele. Com toda a vontade, nós duas nos engasgamos com aquela rola branquinha, sem um único pelo, grande (era a maior que eu já tinha visto até então). Eu queria que ele me penetrasse com aquela rola, mas não passou disso. Voltei pro aniversário com a boca com gosto de porra e com vontade de mais. No final da minha festa, um tio meu por parte de mãe me comeu (era um velho, mas eu deixei, tava muito excitada). Nada fora do normal. Depois, tive um namorado aos 16, escondido, porque ele era tipo meu primo. Minha mãe sabia, mas meu pai não queria saber dele. Ele era moreno e tinha 25 anos. Ele detonou meu cu semanas depois de eu ser namorada dele (uma experiência dolorosa, mas eu tava apaixonada). Ele me deixava toda aberta, tinha uma rola gigantesca. Nunca soube a medida, mas comparando, acho que era uns 25 cm. Meu pé era pequeno perto daquela coisa, mas eu gostava, além de estar muito apaixonada. Fiquei com ele até os 19. Ele me fez de corna um monte de vezes. Um dia, me vinguei comendo o irmão dele e um sobrinho meu. Um trio completo, com dupla penetração e gozada na minha bunda e boca (sinceramente, não sei por que fiz isso, já que ele nunca me viu ou soube). Terminei com ele quando uma das minhas Minhas irmãs por parte de pai vieram buscar ele, dizendo pra ele assumir o filho (por isso meu pai não queria ele). Depois disso, eu tentei dar uma relaxada, mas do jeito errado: comecei a transar com qualquer um, sair pra farra. O mais louco foi quando quatro caras me pegaram na saída de uma balada — dois eram meus sobrinhos — e foram se revezando pra detonar meu cu. Saí do rolê umas 6, quase 7 da manhã, e cheguei em casa quase meio-dia, toda entupida. Os caras cobraram a carona com minha buceta, mas minha buceta e minha boca também não ficaram de fora. Nunca tinham me deixado assim: minha xota e meu cu cheios de porra, além de me fazerem engolir tanta goza que um pouco ficou preso na garganta (loucuras que uma cutie despeitada faz, né?). Hoje tô num relacionamento, mas sou muito punheteira — meu marido sabe e não tem problema. Adoro ler putaria e imaginar coisas sujas, mas sou fiel a ele. Se quiserem, posto essa história com mais detalhes 😉
3 comentários - Histórias de gente: incesto é normal?