Francis é uma magrela alta com uma rabuda enorme, cabelo preto, meio rockeira (então vive de meia arrastão e salto alto) e ainda tem fama de puta. Ela vai dormir lá em casa e, supostamente, um cara vai buscá-la que, pelo que descobri, é um sugar daddy, simples assim. Por acaso, o velho paga o aluguel dela, traz mercado, leva e traz ela até minha casa. Ela tem 22 e o "tio" 60. Eu sei que ele come ela porque às vezes ela chega em casa toda melada ou tem lubrificante na bolsa. Enfim, como a gente só fica de putaria, não me meto, mas sempre tive curiosidade de saber se é tio mesmo. O fato é que a próxima história começa com um iPhone que o "tio" deu pra ela e com o qual ela falou enquanto eu arrebentava a buceta dela.
Naquela tarde, depois da facul, passei lá pra tomar um mate no apê dela. Enquanto ela preparava as coisas, entrei no quarto pra me trocar e vi um monte de calcinha fio-dental na cama, como se ela tivesse experimentando. Uma laranja nova, de lacinho. Um conjunto preto, salto alto. Muita roupa nova. Perguntei e ela disse que o tio tinha ido pra Miami e trouxe esses presentinhos.
— Trouxe um lubrificante também, né? — falei.
— Não, burrão, esse eu comprei esses dias pra gente — respondeu sem me olhar.
— É, mas tá escrito Made in USA, nem tiraram a etiqueta — comentei.
— Pai, isso vende em sex shop, é importado. Tu é burro? — retrucou enquanto ia pro quarto.
Enfim, vou pro quarto, como ela já tava pelada, pedi pra ela chupar meu pau. Não teve conversa, pedi na lata porque os dois sabiam que eu tinha pegado ela no flagra. Ela pede pra eu ficar confortável, coloca algo pra apoiar os joelhos e veste a fio-dental laranja.
— Queria te mostrar essa, meu tio trouxe. Bom, minha prima comprou e ele trouxe — falou enquanto cuspia nas minhas bolas e ia enchendo elas de saliva.
— Meu tio veio ontem umas 11 da noite, esqueci de te contar. Trouxe a roupa. O celular ele me deu na segunda. Tem uma câmera boa—, disse enquanto chupava, parava e voltava a chupar, com cara séria.
De repente, o telefone toca. Na tela aparece o nome: "Sr Manuel". Atende. Muta o celular e me diz que é o tio dela. Faço sinal pra ela continuar chupando. Ela obedece, mas não para de falar.
—Sim. Oi. Fala—, enfia a pica inteira. Tira e responde.
—Nada, em casa. Estudando. Não sei se vou dar. Não experimentei nada. As meias também? Sim, sim, eu te mando foto. Ok, tchau. Beijos. Sim, eu também—. A gostosa desligou e começou a se engasgar com a pica. Chupava e batia uma punheta. Queria tirar meu leite, mas como eu tava pensando na conversa, prolonguei a chupada.
Nisso, o telefone toca de novo. Exijo que ela atenda de quatro. Supostamente era o tio de novo. Enfio a pica inteira e escuto a conversa enquanto vou bombando devagar. Ela bate na minha perna quando acelero demais.
—Fala—
—A calcinha vermelha, cê diz? Ficou na sua caminhonete. Tá toda molhada. Joga fora. Não, não, essa calcinha não é da minha prima. Foi a que você pediu—, escuto ela dizer. E eu lá, bombando, com a pica dura como pedra e me segurando. Aquele rabão branco quicando e eu ouvindo essa gostosa falar com o "tio".
—Siiim— e aí ela se afastou, virou, mutou o telefone e me disse:
—Porra, vai devagar, tô falando com meu tio—, brava, mas voltando a ficar de quatro e afastando uma nádega com as unhas vermelhas, de puta. A calcinha laranja fica bem justinha nela. Continuei bombando, ela falando no telefone:
—Cê quer qual? As meias? É um monte. Se quiser, levo pro hotel—, enfio inteira e ela geme. Bate na minha perna enquanto vira brava. Não tira a pica da buceta. Continua falando:
—É que bati na mesa. Sim, tipo, levo as meias laranja e as três calcinhas que você pediu. Sim, ok, eu mando foto—. Desligou.
—Porra, quase que meu tio me escuta. Tu é Tarado? Acabou—ordenou.
Nisso tudo, na raiva, começo a bombar e a dar tapas na bunda dela que nem um selvagem. Aí perco a memória porque começo a gozar e a meter tudo. Bombeio toda a porra e quando tiro a pica, ela me diz:
—Meu tio vem me buscar hoje à noite. Vamos pra uma reunião de família. Fica pra dormir amanhã—.
E você? Caro leitor(a), acha que é um tio ou um sugar daddy? Segue o "look familiar" com que ela entrou na caminhonete do "tio".
(DM)
Naquela tarde, depois da facul, passei lá pra tomar um mate no apê dela. Enquanto ela preparava as coisas, entrei no quarto pra me trocar e vi um monte de calcinha fio-dental na cama, como se ela tivesse experimentando. Uma laranja nova, de lacinho. Um conjunto preto, salto alto. Muita roupa nova. Perguntei e ela disse que o tio tinha ido pra Miami e trouxe esses presentinhos.
— Trouxe um lubrificante também, né? — falei.
— Não, burrão, esse eu comprei esses dias pra gente — respondeu sem me olhar.
— É, mas tá escrito Made in USA, nem tiraram a etiqueta — comentei.
— Pai, isso vende em sex shop, é importado. Tu é burro? — retrucou enquanto ia pro quarto.
Enfim, vou pro quarto, como ela já tava pelada, pedi pra ela chupar meu pau. Não teve conversa, pedi na lata porque os dois sabiam que eu tinha pegado ela no flagra. Ela pede pra eu ficar confortável, coloca algo pra apoiar os joelhos e veste a fio-dental laranja.
— Queria te mostrar essa, meu tio trouxe. Bom, minha prima comprou e ele trouxe — falou enquanto cuspia nas minhas bolas e ia enchendo elas de saliva.
— Meu tio veio ontem umas 11 da noite, esqueci de te contar. Trouxe a roupa. O celular ele me deu na segunda. Tem uma câmera boa—, disse enquanto chupava, parava e voltava a chupar, com cara séria.
De repente, o telefone toca. Na tela aparece o nome: "Sr Manuel". Atende. Muta o celular e me diz que é o tio dela. Faço sinal pra ela continuar chupando. Ela obedece, mas não para de falar.
—Sim. Oi. Fala—, enfia a pica inteira. Tira e responde.
—Nada, em casa. Estudando. Não sei se vou dar. Não experimentei nada. As meias também? Sim, sim, eu te mando foto. Ok, tchau. Beijos. Sim, eu também—. A gostosa desligou e começou a se engasgar com a pica. Chupava e batia uma punheta. Queria tirar meu leite, mas como eu tava pensando na conversa, prolonguei a chupada.
Nisso, o telefone toca de novo. Exijo que ela atenda de quatro. Supostamente era o tio de novo. Enfio a pica inteira e escuto a conversa enquanto vou bombando devagar. Ela bate na minha perna quando acelero demais.
—Fala—
—A calcinha vermelha, cê diz? Ficou na sua caminhonete. Tá toda molhada. Joga fora. Não, não, essa calcinha não é da minha prima. Foi a que você pediu—, escuto ela dizer. E eu lá, bombando, com a pica dura como pedra e me segurando. Aquele rabão branco quicando e eu ouvindo essa gostosa falar com o "tio".
—Siiim— e aí ela se afastou, virou, mutou o telefone e me disse:
—Porra, vai devagar, tô falando com meu tio—, brava, mas voltando a ficar de quatro e afastando uma nádega com as unhas vermelhas, de puta. A calcinha laranja fica bem justinha nela. Continuei bombando, ela falando no telefone:
—Cê quer qual? As meias? É um monte. Se quiser, levo pro hotel—, enfio inteira e ela geme. Bate na minha perna enquanto vira brava. Não tira a pica da buceta. Continua falando:
—É que bati na mesa. Sim, tipo, levo as meias laranja e as três calcinhas que você pediu. Sim, ok, eu mando foto—. Desligou.
—Porra, quase que meu tio me escuta. Tu é Tarado? Acabou—ordenou.
Nisso tudo, na raiva, começo a bombar e a dar tapas na bunda dela que nem um selvagem. Aí perco a memória porque começo a gozar e a meter tudo. Bombeio toda a porra e quando tiro a pica, ela me diz:
—Meu tio vem me buscar hoje à noite. Vamos pra uma reunião de família. Fica pra dormir amanhã—.
E você? Caro leitor(a), acha que é um tio ou um sugar daddy? Segue o "look familiar" com que ela entrou na caminhonete do "tio".
(DM)
2 comentários - Tio ou Sugar Daddy? Transando no telefone