Cielo Riveros é uma adolescente piranha
Um tapa acordou Cielo Riveros. Suada, desnorteada, esfregou os olhos e perguntou pro Manuel o que tava rolando, com medo de que a menina tivesse acordado, ainda com os vestígios do sonho agitado na memória.
- Para de se mexer, mulher! Cê tá bem?
- Tô... tô... - Respondeu, sacudindo a parte de cima do pijama. Tava encharcada.
- Um pesadelo?
- Não, pesadelo não. - Virou-se pra ele e beijou ele. Ao se separar, fez a cara de safada. Manuel olhou as horas e fez um gesto de "Tá, então tá".
Rápido, tirou a calça do pijama dela e se posicionou entre as pernas dela. Conhecendo os picos de tesão dela, com uma mão tapou a boca dela pra não acordar a menina, e com a outra massageava o clitóris enquanto a penetrava.
Uns minutos depois, ela tava mordendo os dedos dele e fechando os olhos com força, curtindo um orgasmo foda, seguido pelo do namorado dela. "Aff... tava precisando de uma viajada..."
- Certeza que cê tá bem? - Ele falou ao ver ela levantar e ir pro banheiro na ponta dos pés.
Quando voltou, não sabia se metia de novo na cama ou ficava acordada. Era domingo e ela tava em dúvida entre vagabundear ou aproveitar o tempo. Optou por levantar, fazer um café e fuçar na internet. A filha dela ainda ia demorar pra acordar.
Serviu o café, pegou um bolinho da matriarca das embalagens, acordou o namorado de novo pegando o notebook do lado da cama e sentou no quarto "das tranqueiras" com ele pra fuçar na internet.
Não deu nem o primeiro gole e começaram a pipocar pop-ups do Skype.
Um deles era de um bom leitor que ela quase considerava amigo, embora nunca tivessem se visto pessoalmente. Escreveram por um bom tempo, na verdade com uma proposta, e apesar de ser estranha, não era sexual. Dessa proposta nasce esse conto.
Servidora sempre escreve baseada na realidade, em acontecimentos da vida dela (muitos anos, não é um dia a dia hipersexual e hipermorboso. O que é, na real, uma... Vida sexual ativa de casal liberal. Sempre escrevo em terceira pessoa porque posso adicionar nuances e outras coisas. Também é preciso saber que sim, são reais, mas são "temperadas" para ficarem mais picantes e obscenas, como sempre digo nas respostas aos e-mails. Tem que dar ao leitor o que ele gosta.
Com isso quero dizer que minha imaginação não vai muito além de acentuar certos pontos, torná-los mais obscenos.
Aí entra o amigo anônimo de quem eu falava, leitor e conhecido do Skype que quer manter o anonimato. (Ernesto de Lima, pra quando você ler isso... você é o velho mais tarado que conheço. Ui... escapou, já vou apagar... KKKKK) que insistia numa história como a do tio Ginés por causa das "semelhanças razoáveis" ou por conseguir se colocar no papel. No entanto, como eu disse naquela, aqueles foram os únicos encontros sexuais antes de ele ir pro outro plano. Ele também sugeria acentuar o incesto, um trio Mãe e Filha e, bom, nem nos meus momentos mais porcos eu chegaria a pensar nisso. Que me dá tesão que minha mãe fosse putinha? Sim. Que me dá tesão em certos aspectos da bissexualidade? Sim. Mas daí a ter algo com minha mãe, quando já tenho dificuldade em ter algo com outras mulheres...
Bom, vamos ao que interessa, ele insistia. Foi ele inclusive quem se encarregou de redigir os acontecimentos pra mim, e eu os coloquei do meu jeito, tentando dar meu estilo, com pouco sucesso, diga-se de passagem, mas são 100% FALSOS (pra caso alguém pergunte depois) e daqui pra baixo tudo é culpa dele.
Lá vamos nós:
Estava na casa da cidade do interior e ainda era jovem, muito jovem, devia ter uns dezoito anos. Era comum o tio dela vir assim que o irmão e o pai dela iam embora, pra passar um tempo com ela e a mãe. Normalmente ele a despachava rápido com a desculpa de tomar um café tranquilamente, conversando sobre coisas de adultos com a mãe, e ela adorava porque a artimanha dele era dar dinheiro pra ela comprar alguma coisa. Ela saía correndo, comprava qualquer porcaria e passava o tempo na sombra com seu prêmio, geralmente um sorvete de morango com creme, e alguma revista pra ler na frente da fonte. “Tô assim agora, parecendo uma foca de tanto sorvete”. Quando a tia dela voltava, já tinha “passado o café”. Naquele verão, no entanto, ele dedicava mais tempo a ela; sentava pra conversar, contavam mil e uma coisas. Também olhava pra ela mais do que o normal, e os carinhos e chamegos eram mais extensos e ousados do que quando ela era criança. Claro, Cielo Riveros já tinha virado mulher, também exibia um corpo esbelto e marcava um volume na frente que não hesitava em realçar com decotes.
Mas teve uma tarde que pareceu estranha pra ela.
O irmão e o pai dela foram embora. A mãe cozinhava como quase sempre, e veio o cheiro de frango guisado, fazendo ela salivar sabendo que aquilo era uma orgia pro paladar dela. Ela tava vestida leve, com uma camisola que transparentava os peitões, e um avental estampado de flores. A juba cacheada castanha, igual a da Cielo Riveros, balançava no ritmo do rádio.
O tio abriu a porta da frente, que nunca tinha o trinco, e se aproximou dela. Tava vestido com um macacão de trabalho, igual o pai dela usava na oficina. Baixinho, forte, peludo nos braços e nas pernas, mas quase careca, barba por fazer, tipo um tio da roça.
- Já foram todos? - Cielo Riveros concordou em silêncio - Beleza. Vai dar uma volta - ele sussurrou no ouvido dela e deu dinheiro. Ela estranhou ele não passar mais tempo com ela.
Ela viu ele entrar na cozinha, passar a mão nas costas da mãe dela, e ela se virar sorrindo. Igual fez com Cielo Riveros, ele encostou os lábios no ouvido da mãe e sussurrou. Começaram a falar baixinho. De repente, ele pegou a mão dela, e ela, jogando o avental xadrez na cadeira, seguiu ele, passando na frente de Cielo Riveros, que ainda tava enroscada com uma revista de música pop. Pararam de repente. Os dois riam às gargalhadas, e isso irritava ela.
- Cielo Riveros, por que você não vai dar uma volta? - Disse a mãe dela - Ou vai comprar alguma coisa. Espera, que eu solto uma grana...
- Não, mãe, o tio já me deu. Valeu. Calçou os tênis e saiu super feliz pra comprar seu sorvete e uma revista nova. Bem na hora de fechar a porta, viu eles nos primeiros degraus da escada.
O caminho até o posto de gasolina, que era a venda da cidade, era longo e levava mais de quinze minutos na ida e outros quinze na volta. Cielo Riveros comprou um sorvete e a revista que saiu na sexta passada e, bem quando chegava na fonte, umas nuvens ameaçadoras apareciam no horizonte. Não levava guarda-chuva e as chuvas torrenciais de verão em Castela são de se temer, então, em vez de parar pra comer, correu pra casa pra não deixar derreter.
Ao voltar, abriu a porta e o vento forte que tinha aumentado, ainda sem chuva, quase arrancou o braço dela quando a porta se abriu de repente.
— Mãe! Recolhe a roupa que vai chover! — Gritou
Mas a mãe dela não estava na cozinha.
Sentou no sofá, abriu o sorvete e começou a comer com uma mão enquanto folheava a revista bem concentrada.
Ficou irritada. Tavam fazendo barulho lá em cima. As batidas na parede não deixavam ela se concentrar. Pensou que tavam arrumando algum armário ou algo assim, inocente que era. Não sabia nem queria saber, nem tava ligando pro que tavam fazendo; Só queria ler sossegada. Ficou feliz que começou a chover torrencialmente. Foi até a escada e gritou com mau humor: "Mããããe, a roupa vai molhaaaaar!"
Mas não ouvia ela. As batidas aumentaram de intensidade. Intrigada, subiu a escada, mais pela urgência da roupa estar encharcando do que por outra coisa. Não parou pra escutar e abriu a porta do quarto de casal.
Finalmente descobriu de onde vinham as batidas; Da cabeceira da cama batendo na parede.
A mãe dela tava pelada, deitada na cama olhando pro teto com os peitões balançando.
O tio dela entre as pernas dela, com o peito peludo à mostra, segurava os joelhos dela e metia como se não houvesse amanhã.
Cielo Riveros ficou paralisada. Poucos meses antes tinha tido sua primeira experiência amorosa e em nada se parecia à foda que o tio dela tava dando na mãe dela. Tavam tão imersos no coito que nem perceberam a entrada dela.
Ela se jogou por cima e continuou metendo com fúria. Pegava nos peitos, grandes, brancos e com uma auréola bem escura. A cara da mãe dela, de olhos fechados, era de puro prazer.
Uns calores muito intensos invadiram ela. O coração batia forte, os bicos dos peitos endureceram e a buceta começou a molhar.
Quando o tio dela virou, viu ela. Primeiro parou, mas a cara de tesão da Cielo Riveros e os gemidos da mãe dela pra ele não parar fizeram ele sorrir e continuar, com mais gosto ainda.
A mãe dela gemia, agora bem alto. Tava quase gozando. Cielo Riveros queria se masturbar mas não conseguia se mexer de tanta impressão e tesão. Ele olhou de novo pra ela com cara de "tá gostando, hein?"
O tio dela parou de meter e a mãe dela abriu os olhos. Nada nelas tinha aspecto de nervoso, medo ou susto. O tio dela mostrava uma calma incrível, passando essa paz pra mãe dela.
- Já acabou?
- Não. Mas temos companhia. - Fez sinal pra ela ficar quieta.
Ela só reagiu se cobrindo devagar com o lençol. Ele tirou a pica e ficou de pé olhando pra Cielo Riveros, sondando como lidar com a situação. Sorriu de novo quando Cielo Riveros baixou o olhar e ficou de boca aberta.
- Vem. - Disse ele - e puxou o lençol pra descobrir a mãe dela de novo. Os olhos dele diziam "eu te mandei se cobrir?"
Cielo Riveros obedeceu sem pensar até chegar na beira da cama. O coração ia sair pela boca.
Ela viu de perto o corpo nu da mãe dela; Tinha a boceta preta e peluda, bem contrastada com a pele branca como neve. Tava bem aberta e vermelha, ensopada. Nele pendia um pau grande e também peludo apontando pro teto, com a cabeça vermelha como fogo. Ela salivou.
Ele acariciou o rosto dela como faria com uma menina e depois fez ela baixar a cabeça até ficar de joelhos. Tinha na frente a grande pica do tio, brilhante, fedendo a buceta. Ela aproximou a boca até a pica.
Primeiro lambeu, depois enfiou na boca sem jeito. Tinha um gosto forte.
A habilidade dela ainda deixava muito a desejar; O tio acompanhava os movimentos, ela tinha meia pica na boca e já batia na garganta, dando ânsias.
Quase engasgou. Tirou a pica e, por instinto, buscou a ajuda da mãe naquele momento ruim. Ela olhava com pena; Queria parar porque não queria ver a filha fazendo essas putarias.
Deu um pulo da cama e sentou ao lado de Cielo Riveros. Mãe e filha se olharam. A mãe dela tinha os peitos caídos, agora aumentados pela gravidade. Primeiro fez um carinho no rosto dela, com cara triste, depois pegou a pica e levou à boca com maestria, punhetando enquanto chupava de olhos fechados. Quando tirava da boca, era para agitar com fúria, cravando os olhos. "É assim que se chupa, filha!"
Depois olhou pro tio com desejo, dizendo "Só pra mim!". Ele sorriu e, pegando-a pelo pulso, virou ela de joelhos na cama, deixando a bunda pra fora.
Via a pelagem preta brilhando, e uma risca vermelha no centro. O tio se posicionou atrás, cuspiu nos dois dedos e levou à boceta. O mesmo gesto e cuspiu na ponta vermelha da pica. Agarrou e colocou na entrada, depois segurou pelos quadris e enfiou de uma estocada. A mãe gemeu bem alto, sem mais medo de ser ouvida. A cada penetração, os peitos balançavam forte pra frente e pra trás. Só olhou pra Cielo Riveros uma vez, com um gesto mandou ela ir embora, mas ela ficou parada.
Cielo Riveros estava pegando fogo, os gemidos, o cheiro, o barulho da pica batendo na buceta da mãe... no conjunto, estava louca e com muito tesão. Queria se despir e, como se lesse seus pensamentos, o tio enfiou a mão por baixo da blusa, apalpando um peito e levantando o pano com as costas da mão. Cielo Riveros se libertou. A outra e ele ficava passando a mão e olhando.
“Buceta gostosa!” Imaginava que ele dizia pra si mesmo. As penetrações na mãe dela eram cada vez mais rápidas e fundas.
- Aella… deixa ela… - Suplicou entre gemidos. O tio ignorou
Quando se cansou de passar a mão nos peitos dela, as carícias desceram pela barriga fazendo cócegas. Ela deu um passo pra se aproximar mais. A mão entrou por baixo da calcinha, fuçando nos pelinhos até chegar na buceta molhada e quente. O dedo rapidamente encontrou a fenda e passou de cima a baixo, dando um pulo ao roçar o clitóris.
- É virgem? - Perguntou entre suspiros. Tava fodendo rápido a mãe dela, que gemia e gemia que nem uma louca
- … Não… - Confessou. A mãe dela agora tava pouco se lixando que o namorado tinha desvirginado ela semanas antes em casa quando não tavam.
- Filha… madura… - Suplicou de novo
Enfiou um dedo com dificuldade. “Ummmmm” Gemeu ao se sentir penetrada. Fechou os olhos. Uma mão tinha mente própria e foi direto num mamilo puxando ele, depois pro cabelo pra tirar da cara e prender com um elástico que tinha no pulso.
O tio dela tava tendo problema pra enfiar o dedo dentro do short e da calcinha. Agarrou os dois e tentou puxar pra baixo, mas não conseguia. Cielo Riveros, usando os polegares, puxou tudo pra baixo e se escancarou. Depois se agarrou nos peitos apertando os mamilos, curtindo os dedos do tio penetrando ela e girando o clitóris com o polegar. A mãe dela olhava com decepção e pena.
- Ah… ah… Ummm!... - Teve o primeiro orgasmo, se derramando na mão do tio.
Depois que gozou, se dedicou exclusivamente à mãe. Agarrou ela pelos peitos e deu pra lamber a mão com o mel da filha, enfiando bem fundo. A mãe chupava os dedos com um tesão do caralho.
- Oh! Oh! Am! Ohhhhh! - Gemeu forte, fazendo cara de desesperada, se mexendo demais. Queria gozar logo e que ela deixasse ela em paz
Ele, como bom macho, seguiu Enfiou umas quantas vezes bem fundo, espremendo os peitos até doer, e depois empurrou ela pra longe com desprezo.
Dava pra ver a buceta vermelha da mãe pulsando, o esperma escorrendo pelos pelos pretos e compridos. Uma toalha colocada estrategicamente em cima da cama pegava os restos que pingavam.
Foram no máximo cinco minutos, cinco longos e intensos minutos que pareceram cinco décadas.
Ficou na frente da Cielo Riveros, com o pau meio duro e ainda vazando esperma e fluido. A mãe dela implorava pra ele não fazer, mas não conseguiu resistir; se abaixou, pegou a rola e levou de novo à boca.
— Não, querido! — Ela disse, virando-se e tentando fazer ele parar, mas a tia segurou ela.
Logo sentiu o pau endurecer de novo na boca, feliz por estar fazendo o boquete direito, aprendendo com a mestra.
— Levanta — Ordenou. Cielo Riveros obedeceu.
Ele colocou ela em pé na beira da cama, quase onde a mãe tinha estado. Agora ela tava do lado. Olhava com medo, acariciou o torso do tio pedindo pra ele não fazer. Mas ele afastou ela com um tapa e ficou atrás da Cielo Riveros. Primeiro acariciou a bunda dela, depois a racha do cu e mais tarde a buceta, também peluda, da jovem. Se masturbava, se deliciando com a carne lisa.
— Não faz, pelo amor de Deus… na minha filha não… — Pedia, fazendo gesto de descer da cama, mas um olhar ameaçador parou ela.
Esfregou a cabeça do pau na racha dela. Sentiu calor e pressão. E prazer, muito prazer.
— Ahhhhh! — Gritou ao sentir o pau entrar. O tio enfiou devagar, saboreando a buceta gostosa dela, bem agarrado na cintura. Quando enfiou tudo, Cielo Riveros ofegava. Ele deu uns tapinhas leves. "Vamos, já tá tudo dentro."
Suava pra caralho. O tio tirou o top dela, e os peitos, grandes e duros, ficaram bem à mostra.
— Ahhhh! — De novo, ele tirou e enfiou com mais pressa. E de novo, e de novo. Cada vez mais rápido, bem agarrado nas tetas, começou uma metida e tirada forte, os gritos de Cielo Riveros aumentavam — Ohhhh! Ahhhh!
— Você tá machucando ela! — Suplicava a mãe, segurando no ombro dele, tentando fazer aquele macho largar a presa.
Obviamente, ele ignorou. Mais que isso, as penetrações ficaram mais profundas e rápidas quando Cielo Riveros se esticou em cima da cama, deixando a bunda pra cima, bem exposta. O "Você tá machucando ela" ficou claro que não era verdade ao ver ela mesma abrir as próprias nádegas pra ele foder mais e melhor. O tio dela terminou de despir ela, assim conseguiu abrir melhor as pernas.
A cabeceira batia forte na parede. A mãe dela parecia um pudim se mexendo em cima. Elas se seguraram pelas mãos, mãe e filha.
— Oh, mamãe! Que gostoso! — Balbuciava com os olhos fechados.
Algo mudou na mãe ao ver ela se lambuzar de prazer; soltou ela, começou a acariciar as bolas do tio enquanto ele penetrava, e deu um beijo na nádega dela, um beijo suave e molhado, lambendo a pele. Depois disso, se ergueu pra beijar o tio sem soltar as bolas dele.
Ela tinha se soltado, tirou a pica da buceta e, escorrendo do jeito que tava, enfiou na boca, deu umas boas chupadas e ela mesma, olhando bem de perto a racha aberta da filha, encaixou de novo, acompanhando a penetração.
Cielo Riveros sentia as metidas fortes do tio e as mordidinhas na nádega, perto da buceta. Ele tirou de novo, e ela se sentiu vazia por uns segundos até sentir algo quente e molhado percorrendo a racha. Olhou pra trás; o tio continuava de pé, se masturbando, a mãe tava sentada na beira da cama, de lado, com a cabeça entre as pernas dela. Tremeu de prazer ao sentir a língua dela comendo ela. Parava só pra chupar pica.
Cielo Riveros se virou, queria ver bem como ela chupava. Via ela bater uma punheta e chupar a ponta, tirar da boca e bater mais rápido com a mão. Ela abriu as pernas mostrando a buceta. "Ei, tão esquecendo de mim!"
— Goza nela… — Sussurrou. soltando a pica. Ele se colocou entre as pernas dela, segurando nos joelhos dela, e meteu de novo
- Ommm! Ahhh! Ufff! - Gemeu Cielo Riveros
A mãe dela se mexeu na cama, acariciou os peitos dela e depois os lábios. A outra mão tava na pelanca preta, fuçando a própria racha
- Ohhh, mamãe! Que gostoso!... Ohh! - Continuava gemendo, curtindo a foda, quase gozando
A mãe dela continuou se mexendo na cama. Meio sentada, colocou os dois joelhos de cada lado da cara dela, abrindo bem a buceta com dois dedos e aproximou da boca dela
- Come tudinho, meu amor - Falou como quando ela era pequena. Cheirava muito forte, mas mesmo assim ela esticou a língua, enfiando o máximo que dava e mexendo, tentando não se afogar com tanto pelo - Assim... hummm... assim... tudinho, meu amor
Ela se deitou pra curtir a comida de buceta. Pra Cielo Riveros era a primeira vez com uma mulher e não parecia que tava indo mal
A mãe dela deitou por cima dela. Cielo Riveros enfiava os dedos e chupava a buceta dela; a mãe dela tocava o clitóris dela e acariciava a pica que entrava e saía
- Ah... sim! Oh... filha... assim! - Gemeu bem forte, esfregando a buceta na cara dela e se deixando levar. Esfregou o clitóris com raiva e mãe e filha gozaram quase ao mesmo tempo
O tio dela metia cada vez mais rápido, deslizando fácil por causa da quantidade enorme de lubrificação, até que gozou bem dentro de Cielo Riveros
Quando tirou, um grosso filete começou a escorrer da buceta dela. A mãe dela, ainda bufando do orgasmo, tocou e esfregou, lambendo os dedos depois, e olhou pro tio com cara de "Tá satisfeito?". Não se segurou e com um tapão pegou tudo que saía da filha dela
As duas mulheres sentaram na cama, envergonhadas. Quem quebrou o silêncio foi o tio dela
- Vistam-se, que não vão demorar pra voltar - E virou pra mãe dela - Você continua sendo uma puta igual quando éramos crianças, e sua filha - Acariciou um peito de Cielo Riveros - tão vagabunda quanto a mãe Mãe. A gente se vê amanhã—ela sentenciou, pegando a roupa e se vestindo a caminho da porta.
Mãe e filha, em silêncio, se vestiram e voltaram pros seus afazeres como se nada tivesse acontecido. Até o dia seguinte, e o outro, e o outro…
Um tapa acordou Cielo Riveros. Suada, desnorteada, esfregou os olhos e perguntou pro Manuel o que tava rolando, com medo de que a menina tivesse acordado, ainda com os vestígios do sonho agitado na memória.- Para de se mexer, mulher! Cê tá bem?
- Tô... tô... - Respondeu, sacudindo a parte de cima do pijama. Tava encharcada.
- Um pesadelo?
- Não, pesadelo não. - Virou-se pra ele e beijou ele. Ao se separar, fez a cara de safada. Manuel olhou as horas e fez um gesto de "Tá, então tá".
Rápido, tirou a calça do pijama dela e se posicionou entre as pernas dela. Conhecendo os picos de tesão dela, com uma mão tapou a boca dela pra não acordar a menina, e com a outra massageava o clitóris enquanto a penetrava.
Uns minutos depois, ela tava mordendo os dedos dele e fechando os olhos com força, curtindo um orgasmo foda, seguido pelo do namorado dela. "Aff... tava precisando de uma viajada..."
- Certeza que cê tá bem? - Ele falou ao ver ela levantar e ir pro banheiro na ponta dos pés.
Quando voltou, não sabia se metia de novo na cama ou ficava acordada. Era domingo e ela tava em dúvida entre vagabundear ou aproveitar o tempo. Optou por levantar, fazer um café e fuçar na internet. A filha dela ainda ia demorar pra acordar.
Serviu o café, pegou um bolinho da matriarca das embalagens, acordou o namorado de novo pegando o notebook do lado da cama e sentou no quarto "das tranqueiras" com ele pra fuçar na internet.
Não deu nem o primeiro gole e começaram a pipocar pop-ups do Skype.
Um deles era de um bom leitor que ela quase considerava amigo, embora nunca tivessem se visto pessoalmente. Escreveram por um bom tempo, na verdade com uma proposta, e apesar de ser estranha, não era sexual. Dessa proposta nasce esse conto.
Servidora sempre escreve baseada na realidade, em acontecimentos da vida dela (muitos anos, não é um dia a dia hipersexual e hipermorboso. O que é, na real, uma... Vida sexual ativa de casal liberal. Sempre escrevo em terceira pessoa porque posso adicionar nuances e outras coisas. Também é preciso saber que sim, são reais, mas são "temperadas" para ficarem mais picantes e obscenas, como sempre digo nas respostas aos e-mails. Tem que dar ao leitor o que ele gosta.
Com isso quero dizer que minha imaginação não vai muito além de acentuar certos pontos, torná-los mais obscenos.
Aí entra o amigo anônimo de quem eu falava, leitor e conhecido do Skype que quer manter o anonimato. (Ernesto de Lima, pra quando você ler isso... você é o velho mais tarado que conheço. Ui... escapou, já vou apagar... KKKKK) que insistia numa história como a do tio Ginés por causa das "semelhanças razoáveis" ou por conseguir se colocar no papel. No entanto, como eu disse naquela, aqueles foram os únicos encontros sexuais antes de ele ir pro outro plano. Ele também sugeria acentuar o incesto, um trio Mãe e Filha e, bom, nem nos meus momentos mais porcos eu chegaria a pensar nisso. Que me dá tesão que minha mãe fosse putinha? Sim. Que me dá tesão em certos aspectos da bissexualidade? Sim. Mas daí a ter algo com minha mãe, quando já tenho dificuldade em ter algo com outras mulheres...
Bom, vamos ao que interessa, ele insistia. Foi ele inclusive quem se encarregou de redigir os acontecimentos pra mim, e eu os coloquei do meu jeito, tentando dar meu estilo, com pouco sucesso, diga-se de passagem, mas são 100% FALSOS (pra caso alguém pergunte depois) e daqui pra baixo tudo é culpa dele.
Lá vamos nós:
Estava na casa da cidade do interior e ainda era jovem, muito jovem, devia ter uns dezoito anos. Era comum o tio dela vir assim que o irmão e o pai dela iam embora, pra passar um tempo com ela e a mãe. Normalmente ele a despachava rápido com a desculpa de tomar um café tranquilamente, conversando sobre coisas de adultos com a mãe, e ela adorava porque a artimanha dele era dar dinheiro pra ela comprar alguma coisa. Ela saía correndo, comprava qualquer porcaria e passava o tempo na sombra com seu prêmio, geralmente um sorvete de morango com creme, e alguma revista pra ler na frente da fonte. “Tô assim agora, parecendo uma foca de tanto sorvete”. Quando a tia dela voltava, já tinha “passado o café”. Naquele verão, no entanto, ele dedicava mais tempo a ela; sentava pra conversar, contavam mil e uma coisas. Também olhava pra ela mais do que o normal, e os carinhos e chamegos eram mais extensos e ousados do que quando ela era criança. Claro, Cielo Riveros já tinha virado mulher, também exibia um corpo esbelto e marcava um volume na frente que não hesitava em realçar com decotes.
Mas teve uma tarde que pareceu estranha pra ela.
O irmão e o pai dela foram embora. A mãe cozinhava como quase sempre, e veio o cheiro de frango guisado, fazendo ela salivar sabendo que aquilo era uma orgia pro paladar dela. Ela tava vestida leve, com uma camisola que transparentava os peitões, e um avental estampado de flores. A juba cacheada castanha, igual a da Cielo Riveros, balançava no ritmo do rádio.
O tio abriu a porta da frente, que nunca tinha o trinco, e se aproximou dela. Tava vestido com um macacão de trabalho, igual o pai dela usava na oficina. Baixinho, forte, peludo nos braços e nas pernas, mas quase careca, barba por fazer, tipo um tio da roça.
- Já foram todos? - Cielo Riveros concordou em silêncio - Beleza. Vai dar uma volta - ele sussurrou no ouvido dela e deu dinheiro. Ela estranhou ele não passar mais tempo com ela.
Ela viu ele entrar na cozinha, passar a mão nas costas da mãe dela, e ela se virar sorrindo. Igual fez com Cielo Riveros, ele encostou os lábios no ouvido da mãe e sussurrou. Começaram a falar baixinho. De repente, ele pegou a mão dela, e ela, jogando o avental xadrez na cadeira, seguiu ele, passando na frente de Cielo Riveros, que ainda tava enroscada com uma revista de música pop. Pararam de repente. Os dois riam às gargalhadas, e isso irritava ela.
- Cielo Riveros, por que você não vai dar uma volta? - Disse a mãe dela - Ou vai comprar alguma coisa. Espera, que eu solto uma grana...
- Não, mãe, o tio já me deu. Valeu. Calçou os tênis e saiu super feliz pra comprar seu sorvete e uma revista nova. Bem na hora de fechar a porta, viu eles nos primeiros degraus da escada.
O caminho até o posto de gasolina, que era a venda da cidade, era longo e levava mais de quinze minutos na ida e outros quinze na volta. Cielo Riveros comprou um sorvete e a revista que saiu na sexta passada e, bem quando chegava na fonte, umas nuvens ameaçadoras apareciam no horizonte. Não levava guarda-chuva e as chuvas torrenciais de verão em Castela são de se temer, então, em vez de parar pra comer, correu pra casa pra não deixar derreter.
Ao voltar, abriu a porta e o vento forte que tinha aumentado, ainda sem chuva, quase arrancou o braço dela quando a porta se abriu de repente.
— Mãe! Recolhe a roupa que vai chover! — Gritou
Mas a mãe dela não estava na cozinha.
Sentou no sofá, abriu o sorvete e começou a comer com uma mão enquanto folheava a revista bem concentrada.
Ficou irritada. Tavam fazendo barulho lá em cima. As batidas na parede não deixavam ela se concentrar. Pensou que tavam arrumando algum armário ou algo assim, inocente que era. Não sabia nem queria saber, nem tava ligando pro que tavam fazendo; Só queria ler sossegada. Ficou feliz que começou a chover torrencialmente. Foi até a escada e gritou com mau humor: "Mããããe, a roupa vai molhaaaaar!"
Mas não ouvia ela. As batidas aumentaram de intensidade. Intrigada, subiu a escada, mais pela urgência da roupa estar encharcando do que por outra coisa. Não parou pra escutar e abriu a porta do quarto de casal.
Finalmente descobriu de onde vinham as batidas; Da cabeceira da cama batendo na parede.
A mãe dela tava pelada, deitada na cama olhando pro teto com os peitões balançando.
O tio dela entre as pernas dela, com o peito peludo à mostra, segurava os joelhos dela e metia como se não houvesse amanhã.
Cielo Riveros ficou paralisada. Poucos meses antes tinha tido sua primeira experiência amorosa e em nada se parecia à foda que o tio dela tava dando na mãe dela. Tavam tão imersos no coito que nem perceberam a entrada dela.
Ela se jogou por cima e continuou metendo com fúria. Pegava nos peitos, grandes, brancos e com uma auréola bem escura. A cara da mãe dela, de olhos fechados, era de puro prazer.
Uns calores muito intensos invadiram ela. O coração batia forte, os bicos dos peitos endureceram e a buceta começou a molhar.
Quando o tio dela virou, viu ela. Primeiro parou, mas a cara de tesão da Cielo Riveros e os gemidos da mãe dela pra ele não parar fizeram ele sorrir e continuar, com mais gosto ainda.
A mãe dela gemia, agora bem alto. Tava quase gozando. Cielo Riveros queria se masturbar mas não conseguia se mexer de tanta impressão e tesão. Ele olhou de novo pra ela com cara de "tá gostando, hein?"
O tio dela parou de meter e a mãe dela abriu os olhos. Nada nelas tinha aspecto de nervoso, medo ou susto. O tio dela mostrava uma calma incrível, passando essa paz pra mãe dela.
- Já acabou?
- Não. Mas temos companhia. - Fez sinal pra ela ficar quieta.
Ela só reagiu se cobrindo devagar com o lençol. Ele tirou a pica e ficou de pé olhando pra Cielo Riveros, sondando como lidar com a situação. Sorriu de novo quando Cielo Riveros baixou o olhar e ficou de boca aberta.
- Vem. - Disse ele - e puxou o lençol pra descobrir a mãe dela de novo. Os olhos dele diziam "eu te mandei se cobrir?"
Cielo Riveros obedeceu sem pensar até chegar na beira da cama. O coração ia sair pela boca.
Ela viu de perto o corpo nu da mãe dela; Tinha a boceta preta e peluda, bem contrastada com a pele branca como neve. Tava bem aberta e vermelha, ensopada. Nele pendia um pau grande e também peludo apontando pro teto, com a cabeça vermelha como fogo. Ela salivou.
Ele acariciou o rosto dela como faria com uma menina e depois fez ela baixar a cabeça até ficar de joelhos. Tinha na frente a grande pica do tio, brilhante, fedendo a buceta. Ela aproximou a boca até a pica.
Primeiro lambeu, depois enfiou na boca sem jeito. Tinha um gosto forte.
A habilidade dela ainda deixava muito a desejar; O tio acompanhava os movimentos, ela tinha meia pica na boca e já batia na garganta, dando ânsias.
Quase engasgou. Tirou a pica e, por instinto, buscou a ajuda da mãe naquele momento ruim. Ela olhava com pena; Queria parar porque não queria ver a filha fazendo essas putarias.
Deu um pulo da cama e sentou ao lado de Cielo Riveros. Mãe e filha se olharam. A mãe dela tinha os peitos caídos, agora aumentados pela gravidade. Primeiro fez um carinho no rosto dela, com cara triste, depois pegou a pica e levou à boca com maestria, punhetando enquanto chupava de olhos fechados. Quando tirava da boca, era para agitar com fúria, cravando os olhos. "É assim que se chupa, filha!"
Depois olhou pro tio com desejo, dizendo "Só pra mim!". Ele sorriu e, pegando-a pelo pulso, virou ela de joelhos na cama, deixando a bunda pra fora.
Via a pelagem preta brilhando, e uma risca vermelha no centro. O tio se posicionou atrás, cuspiu nos dois dedos e levou à boceta. O mesmo gesto e cuspiu na ponta vermelha da pica. Agarrou e colocou na entrada, depois segurou pelos quadris e enfiou de uma estocada. A mãe gemeu bem alto, sem mais medo de ser ouvida. A cada penetração, os peitos balançavam forte pra frente e pra trás. Só olhou pra Cielo Riveros uma vez, com um gesto mandou ela ir embora, mas ela ficou parada.
Cielo Riveros estava pegando fogo, os gemidos, o cheiro, o barulho da pica batendo na buceta da mãe... no conjunto, estava louca e com muito tesão. Queria se despir e, como se lesse seus pensamentos, o tio enfiou a mão por baixo da blusa, apalpando um peito e levantando o pano com as costas da mão. Cielo Riveros se libertou. A outra e ele ficava passando a mão e olhando.
“Buceta gostosa!” Imaginava que ele dizia pra si mesmo. As penetrações na mãe dela eram cada vez mais rápidas e fundas.
- Aella… deixa ela… - Suplicou entre gemidos. O tio ignorou
Quando se cansou de passar a mão nos peitos dela, as carícias desceram pela barriga fazendo cócegas. Ela deu um passo pra se aproximar mais. A mão entrou por baixo da calcinha, fuçando nos pelinhos até chegar na buceta molhada e quente. O dedo rapidamente encontrou a fenda e passou de cima a baixo, dando um pulo ao roçar o clitóris.
- É virgem? - Perguntou entre suspiros. Tava fodendo rápido a mãe dela, que gemia e gemia que nem uma louca
- … Não… - Confessou. A mãe dela agora tava pouco se lixando que o namorado tinha desvirginado ela semanas antes em casa quando não tavam.
- Filha… madura… - Suplicou de novo
Enfiou um dedo com dificuldade. “Ummmmm” Gemeu ao se sentir penetrada. Fechou os olhos. Uma mão tinha mente própria e foi direto num mamilo puxando ele, depois pro cabelo pra tirar da cara e prender com um elástico que tinha no pulso.
O tio dela tava tendo problema pra enfiar o dedo dentro do short e da calcinha. Agarrou os dois e tentou puxar pra baixo, mas não conseguia. Cielo Riveros, usando os polegares, puxou tudo pra baixo e se escancarou. Depois se agarrou nos peitos apertando os mamilos, curtindo os dedos do tio penetrando ela e girando o clitóris com o polegar. A mãe dela olhava com decepção e pena.
- Ah… ah… Ummm!... - Teve o primeiro orgasmo, se derramando na mão do tio.
Depois que gozou, se dedicou exclusivamente à mãe. Agarrou ela pelos peitos e deu pra lamber a mão com o mel da filha, enfiando bem fundo. A mãe chupava os dedos com um tesão do caralho.
- Oh! Oh! Am! Ohhhhh! - Gemeu forte, fazendo cara de desesperada, se mexendo demais. Queria gozar logo e que ela deixasse ela em paz
Ele, como bom macho, seguiu Enfiou umas quantas vezes bem fundo, espremendo os peitos até doer, e depois empurrou ela pra longe com desprezo.
Dava pra ver a buceta vermelha da mãe pulsando, o esperma escorrendo pelos pelos pretos e compridos. Uma toalha colocada estrategicamente em cima da cama pegava os restos que pingavam.
Foram no máximo cinco minutos, cinco longos e intensos minutos que pareceram cinco décadas.
Ficou na frente da Cielo Riveros, com o pau meio duro e ainda vazando esperma e fluido. A mãe dela implorava pra ele não fazer, mas não conseguiu resistir; se abaixou, pegou a rola e levou de novo à boca.
— Não, querido! — Ela disse, virando-se e tentando fazer ele parar, mas a tia segurou ela.
Logo sentiu o pau endurecer de novo na boca, feliz por estar fazendo o boquete direito, aprendendo com a mestra.
— Levanta — Ordenou. Cielo Riveros obedeceu.
Ele colocou ela em pé na beira da cama, quase onde a mãe tinha estado. Agora ela tava do lado. Olhava com medo, acariciou o torso do tio pedindo pra ele não fazer. Mas ele afastou ela com um tapa e ficou atrás da Cielo Riveros. Primeiro acariciou a bunda dela, depois a racha do cu e mais tarde a buceta, também peluda, da jovem. Se masturbava, se deliciando com a carne lisa.
— Não faz, pelo amor de Deus… na minha filha não… — Pedia, fazendo gesto de descer da cama, mas um olhar ameaçador parou ela.
Esfregou a cabeça do pau na racha dela. Sentiu calor e pressão. E prazer, muito prazer.
— Ahhhhh! — Gritou ao sentir o pau entrar. O tio enfiou devagar, saboreando a buceta gostosa dela, bem agarrado na cintura. Quando enfiou tudo, Cielo Riveros ofegava. Ele deu uns tapinhas leves. "Vamos, já tá tudo dentro."
Suava pra caralho. O tio tirou o top dela, e os peitos, grandes e duros, ficaram bem à mostra.
— Ahhhh! — De novo, ele tirou e enfiou com mais pressa. E de novo, e de novo. Cada vez mais rápido, bem agarrado nas tetas, começou uma metida e tirada forte, os gritos de Cielo Riveros aumentavam — Ohhhh! Ahhhh!
— Você tá machucando ela! — Suplicava a mãe, segurando no ombro dele, tentando fazer aquele macho largar a presa.
Obviamente, ele ignorou. Mais que isso, as penetrações ficaram mais profundas e rápidas quando Cielo Riveros se esticou em cima da cama, deixando a bunda pra cima, bem exposta. O "Você tá machucando ela" ficou claro que não era verdade ao ver ela mesma abrir as próprias nádegas pra ele foder mais e melhor. O tio dela terminou de despir ela, assim conseguiu abrir melhor as pernas.
A cabeceira batia forte na parede. A mãe dela parecia um pudim se mexendo em cima. Elas se seguraram pelas mãos, mãe e filha.
— Oh, mamãe! Que gostoso! — Balbuciava com os olhos fechados.
Algo mudou na mãe ao ver ela se lambuzar de prazer; soltou ela, começou a acariciar as bolas do tio enquanto ele penetrava, e deu um beijo na nádega dela, um beijo suave e molhado, lambendo a pele. Depois disso, se ergueu pra beijar o tio sem soltar as bolas dele.
Ela tinha se soltado, tirou a pica da buceta e, escorrendo do jeito que tava, enfiou na boca, deu umas boas chupadas e ela mesma, olhando bem de perto a racha aberta da filha, encaixou de novo, acompanhando a penetração.
Cielo Riveros sentia as metidas fortes do tio e as mordidinhas na nádega, perto da buceta. Ele tirou de novo, e ela se sentiu vazia por uns segundos até sentir algo quente e molhado percorrendo a racha. Olhou pra trás; o tio continuava de pé, se masturbando, a mãe tava sentada na beira da cama, de lado, com a cabeça entre as pernas dela. Tremeu de prazer ao sentir a língua dela comendo ela. Parava só pra chupar pica.
Cielo Riveros se virou, queria ver bem como ela chupava. Via ela bater uma punheta e chupar a ponta, tirar da boca e bater mais rápido com a mão. Ela abriu as pernas mostrando a buceta. "Ei, tão esquecendo de mim!"
— Goza nela… — Sussurrou. soltando a pica. Ele se colocou entre as pernas dela, segurando nos joelhos dela, e meteu de novo
- Ommm! Ahhh! Ufff! - Gemeu Cielo Riveros
A mãe dela se mexeu na cama, acariciou os peitos dela e depois os lábios. A outra mão tava na pelanca preta, fuçando a própria racha
- Ohhh, mamãe! Que gostoso!... Ohh! - Continuava gemendo, curtindo a foda, quase gozando
A mãe dela continuou se mexendo na cama. Meio sentada, colocou os dois joelhos de cada lado da cara dela, abrindo bem a buceta com dois dedos e aproximou da boca dela
- Come tudinho, meu amor - Falou como quando ela era pequena. Cheirava muito forte, mas mesmo assim ela esticou a língua, enfiando o máximo que dava e mexendo, tentando não se afogar com tanto pelo - Assim... hummm... assim... tudinho, meu amor
Ela se deitou pra curtir a comida de buceta. Pra Cielo Riveros era a primeira vez com uma mulher e não parecia que tava indo mal
A mãe dela deitou por cima dela. Cielo Riveros enfiava os dedos e chupava a buceta dela; a mãe dela tocava o clitóris dela e acariciava a pica que entrava e saía
- Ah... sim! Oh... filha... assim! - Gemeu bem forte, esfregando a buceta na cara dela e se deixando levar. Esfregou o clitóris com raiva e mãe e filha gozaram quase ao mesmo tempo
O tio dela metia cada vez mais rápido, deslizando fácil por causa da quantidade enorme de lubrificação, até que gozou bem dentro de Cielo Riveros
Quando tirou, um grosso filete começou a escorrer da buceta dela. A mãe dela, ainda bufando do orgasmo, tocou e esfregou, lambendo os dedos depois, e olhou pro tio com cara de "Tá satisfeito?". Não se segurou e com um tapão pegou tudo que saía da filha dela
As duas mulheres sentaram na cama, envergonhadas. Quem quebrou o silêncio foi o tio dela
- Vistam-se, que não vão demorar pra voltar - E virou pra mãe dela - Você continua sendo uma puta igual quando éramos crianças, e sua filha - Acariciou um peito de Cielo Riveros - tão vagabunda quanto a mãe Mãe. A gente se vê amanhã—ela sentenciou, pegando a roupa e se vestindo a caminho da porta.
Mãe e filha, em silêncio, se vestiram e voltaram pros seus afazeres como se nada tivesse acontecido. Até o dia seguinte, e o outro, e o outro…
0 comentários - Cielo Riveros é uma putinha adolescente