Um tempo antes da pandemia, por razões que ninguém entende, o cinema pornô de Mendoza foi fechado. Um dia, sem nenhum motivo divulgado ao público, o cinema foi lacrado por um tempo. Depois de vários meses fechado, o cinema reabriu com várias reformas e restrições. A sala já não tinha mais os boxes e o quarto que era usado como reservado. E de vez em quando o gerente entrava com uma lanterna e não deixava ninguém ter qualquer tipo de relação ou ação sexual. Por sorte, com o tempo, quase tudo voltou ao normal. Por que eu digo quase tudo? Agora vou situar vocês. Antes do fechamento, era normal o cinema estar quase lotado. Na maioria dos dias, tinha pelo menos umas 2 a 3 travestis bem aceitáveis. Nos fins de semana, alguns casais. Também tinha algumas putas. Agora vou contar de uma bem peculiar que, depois da reabertura, nunca mais voltou ao cinema. Essa mina, uns 30/35 anos, era frequente no cinema. Era chilena. Uns 1,60m de altura, peitos enormes mas bem caídos, bunda meio chata e cabelo curto tipo militar preto. Quase todo dia que ia ao cinema, entrava com a mochila, ia pro banheiro privado e se trocava lá. Depois de trocar de roupa, entrava no salão com um shortinho preto bem apertado, às vezes até só de calcinha e uma camiseta ou camisa sem sutiã por baixo, e uma peruca loira ridícula que não colocava direito e deixava ver o cabelo preto por baixo. Toda vez que entrava, partia pra cima dos velhos e, depois de combinar o preço, levava eles pro reservado e lá eles comiam ela. Depois de atender vários clientes, continuava no salão avançando em todo mundo. No dia que a conheci, vi ela entrar e, ao sair do reservado com um velho qualquer, ela me olhou, sentou do meu lado, passou a mão no meu pau e falou no meu ouvido, perguntando se eu queria transar. Respondi que não tinha grana, e ela ficou mais um pouco passando a mão no meu pau por cima da calça, aí levantou e foi embora. Ficou dando voltas pelo salão por mais um tempo e voltou pra mim, e de novo falou no meu ouvido. Se eu queria transar, respondi de novo que não tinha grana. Ela falou: "vamos mesmo assim", se levantou e me guiou até o reservado. Ao entrar, tirou o shortinho e a camiseta e ficou totalmente nua. Sentou numa espécie de palco que tinha, pegou minha mão e levou até a buceta dela, e minha cabeça até os peitos dela. Depois de alguns segundos, já estava metendo a mão na buceta dela com quatro dedos meus lá dentro. Ela ficava molhadíssima. Acho que gozou várias vezes, então a tirei do palco e a fiz ajoelhar para me chupar, mas ela não fez porque disse que cuidava dos dentes. Tirou da mochila dela uma camisinha, colocou em mim e subiu de novo no palco, e a buceta dela ficava bem na altura do meu pau. Aí eu penetrei na buceta molhada dela. Dei uma trepada daquelas enquanto ela inclinava minha cabeça para eu chupar os peitos dela. Quando gozei, ela quis de novo que eu metesse os dedos na buceta dela. Já com a mão cãibra, levantei a calça e deixei ela no reservado. Ao sair, ela ficou lá um bom tempo, e bem quando eu ia embora, dois caras entraram e ficaram um tempão lá dentro com ela. Fiquei mais um pouco no cinema vendo o filme, esperando que uma travesti que eu curtia estivesse livre. Enquanto esperava, ela sentou de novo do meu lado e me convidou para transar de novo. Foi assim que naquela tarde eu comi ela três vezes. Era muito comum ver a chilena às vezes em trios. Uma vez eu estava comendo ela nos boxes porque o privado estava ocupado. Fiquei atrás dela e penetrei por trás; como ela era baixinha, comia ela anal pra ficar mais confortável. Do lado de fora do box, uns velhos olhavam e apalpavam os peitos dela. Até que um cara grandão ficou na frente dela, agarrou, levantou um pouco e começou a comer ela pela buceta enquanto eu comia ela pelo cu. Era normal ver a chilena às vezes com vários caras ou saindo nua do privado para o banheiro para se vestir de novo. logo estaria pelada de novo. Uma vez me pediu pra chupar a buceta dela, coisa que recusei porque não tinha certeza se ela sempre transava de camisinha. Me contou que adorava que chupassem a buceta dela e que a namorada dela fazia isso sempre. E tirou da mochila dela uma cintaralha e disse que usava direto com a namorada. A verdade é que algumas coisas que ela dizia e fazia mostravam que faltava um par de parafusos. Essa era a era de ouro do cinema Porkis. Tinha bastante gente. No quarto escuro rolavam umas surubas daquelas e ninguém enchia o saco. Às vezes até se empurravam pra chupar sua pica e, se você gostasse de ser comido, podiam arrebentar seu cu por horas seguidas. Com certeza, se você fosse, ordenhavam sua pica várias vezes. Tinha uma outra gorda, muito gorda, com quem nunca fiquei, que ia às vezes e se sentava numa ponta das poltronas, e os caras paravam do lado dela, mostravam a pica perto da cara dela, e ela virava a cabeça sem tirar os olhos do filme e chupava a pica deles. Eles gozavam na boca dela, na cara, nos peitos que às vezes ela colocava pra fora, e na roupa — muitas vezes sempre com o mesmo vestido preto todo lambuzado de porra. Depois do fechamento, nunca mais vi a chilena nem a gorda. Alguns travestis e clientes habituais do cinema foram sumindo por causa das restrições quando reabriu. Depois da pandemia, reabriu de novo e as restrições foram sumindo aos poucos. O quarto escuro voltou, o privê também, e os boxers. Mas já não tem tanta gente como antes. Imagino que seja também pela proliferação de aplicativos de encontros. E os travestis que vão são poucos, assim como os casais. Acho que a chilena voltou pro país dela.
4 comentários - Porkis porno, puta chilena gostosa
Es más tengo un relato de hace poco en las cabinas de la tonsa