Diário de uma Pulga X Katherine Riveros - Clássico 7

Diário de uma Pulga X Katherine Riveros - Clássico 7A morte repentina é algo tão comum — principalmente entre pessoas cujo histórico anterior leva a supor a existência de algum desgaste orgânico — que a surpresa logo dá lugar às típicas expressões de condolências e estas, por sua vez, a uma resignação diante de um desfecho que não tem nada de estranho.

A transição poderia ser expressa da seguinte forma:

«Quem diria?».

«Será possível?».

«Sempre desconfiei».

«Coitado do homem».

«Isso não deveria ter surpreendido ninguém».

Quando o pobre Mr. Delmont prestou tributo à natureza, como se costuma dizer, essa interessante fórmula se desenrolou por completo.

Quinze dias depois que o infeliz cavalheiro deixou esta vida, todos os seus amigos estavam convencidos de que já fazia tempo que tinham detectado sintomas que, mais cedo ou mais tarde, são fatais; na verdade, se vangloriavam da própria sagacidade, embora admitissem com respeito o quão insondável é a providência.

Quanto a mim, eu ia pra lá e pra cá, como sempre, só que, pra variar, achei que as pernas da Júlia tinham um sabor mais picante que as da Cielo Riveros e, por isso, as sangrava regularmente pra minhas refeições matinais e vespertinas.

Não era natural que a Júlia passasse boa parte do tempo com sua querida amiga Cielo Riveros? E não era também plausível que o padre Ambrose e seu amigo, o parente lascivo da minha querida Cielo Riveros, quisessem repetir suas experiências com a mocinha dócil?

Que assim o faziam, eu sabia perfeitamente, pois minhas noites eram das mais incômodas e inquietas, sempre sujeitas a interrupções devido às investidas de ferramentas longas e peludas entre os bosques agradáveis onde eu me instalara temporariamente, intrusos que frequentemente estavam prestes a me afogar numa torrente grossa e tremendamente glutinosa de porra animal.

Em resumo, a jovem e impressionável Julia ficou completamente destruída, e Ambrose e seu comparsa aproveitaram ao máximo a posse absoluta dela.

Eles tinham conseguido seus objetivos, que importância tinha o sacrifício para eles?

Enquanto isso, ideias bem diferentes ocupavam os pensamentos de Cielo Riveros, a quem eu havia abandonado. Mas, no fim, comecei a sentir certas náuseas por causa de um abandono muito frequente à minha nova dieta, e tomei a decisão de largar as coxas da linda Julia e voltar — *revenir à mon mouton*, como quem diz — aos pastos tenros e suculentos da lasciva Cielo Riveros.

Foi o que fiz, e *voici le résultat*!

Certa noite, Cielo Riveros se recolheu para descansar mais tarde que o normal. O padre Ambrose estava ausente, pois o haviam enviado numa missão para uma paróquia distante, e o querido e indulgente tio de Cielo Riveros jazia na cama, atacado por uma forte crise de gota, doença à qual ultimamente era mais propenso.

A garota já tinha arrumado o cabelo para dormir. Também tinha tirado as peças de cima e estava exatamente colocando a camisola por cima da cabeça; nesse instante, deixou cair sem querer as anáguas e mostrou diante do espelho suas proporções lindas e sua pele deliciosamente macia e transparente.

Tanta beleza teria excitado um eremita, mas, ai!, ali não havia nenhum asceta para ser provocado. Quanto a mim, só quase quebrei minha antena mais longa e torci minha pata direita enquanto Cielo Riveros fazia girar no ar sobre a cabeça a peça quente.

No entanto, sim, havia alguém, alguém com quem Cielo Riveros não contava, mas que, nem preciso dizer, não perdia um detalhe.

E agora devo explicar que, desde que ao astuto padre Clement foram negados os encantos de Cielo Riveros, ele fez o detestável e muito ímpio juramento de retomar sua tentativa de surpreender e capturar a bela fortaleza que certa ocasião... tinha tomado de assalto e profanado. A lembrança da felicidade dela encheu de lágrimas seus olhinhos sensuais e transmitiu, compassivamente, uma certa tensão ao enorme membro.

Na verdade, Clement tinha o temível propósito de foder a Cielo Riveros num estado natural — nas palavras simples dela — e eu, embora uma pulga, ouvi e entendi o significado.

A noite era escura; caía a chuva. Ambrose estava ausente; Verbouc se encontrava doente e desvalido: Cielo Riveros estaria sozinha. Disso tudo, Clement estava perfeitamente ciente, e se atreveu a tentar. Mais experiente na geografia da vizinhança graças à sua recente experiência, foi direto à janela do quarto de Cielo Riveros e, ao encontrá-la, tal como esperava, com o ferrolho destrancado e aberta, entrou com toda tranquilidade e caminhou sorrateiramente até atrás da cama. Dessa posição, Clement observou com o coração palpitante a toalete da linda Cielo Riveros até o momento em que ela começou a vestir a camisola, como já expliquei. Então, Clement contemplou a garota nua e bufou para si mesmo como um touro. Agachado como estava, não teve dificuldade para ver todo o corpo dela da cintura para baixo, e quando ela virou as costas, os olhos do padre lançaram um brilho ao ver os lindos globos gêmeos da bunda dela se abrirem e fecharem enquanto a moça graciosa balançava sua figura leve ao passar a camisola pela cabeça.

Clement não conseguiu se conter mais; seus desejos atingiram o ponto de ebulição e, após sair de seu esconderijo de maneira discreta, embora rápida, chegou até ela por trás e, sem perder um instante, agarrou seu corpo nu em seus braços, colocando, ao fazê-lo, uma de suas mãos gordas sobre a boca rosada dela.

A primeira reação de Cielo Riveros foi gritar, mas esse recurso feminino lhe foi negado. A seguinte foi desmaiar, e provavelmente teria feito isso não fosse por uma certa circunstância. enquanto o audacioso intruso a mantinha firmemente apertada contra si, um certo negócio duro, comprido e quente se enfiou bem ostensivamente entre suas nádegas macias e ficou pulsando ali onde elas se separavam. Naquele momento crítico, os olhos de Cielo Riveros contemplaram sua própria imagem refletida no espelho à sua frente, e reconheceu por cima do ombro o semblante feio e apaixonado, coroado pelo círculo desgrenhado de cabelo ruivo, do sensual sacerdote.

Cielo Riveros entendeu o que estava rolando num piscar de olhos. No entanto, já fazia quase uma semana que não era alvo dos abraços de Ambrose ou do tio, e esse fato sem dúvida teve algo a ver com a conclusão a que chegou numa situação tão apertada. O que ela estivera prestes a fazer de verdade, agora a garota safada só fingia. Deixou-se reclinar suavemente sobre a figura encorpada de Clement, e o felizardo, ao acreditar que ela realmente desmaiava, tirou a mão da boca dela na hora e a segurou nos braços.

A postura abandonada de tanta graça excitou Clement quase até a loucura. Ela estava praticamente pelada, e o eclesiástico passou as mãos sobre a pele fina. Sua arma imensa, já dura e túrgida de impaciência, pulsava agora com paixão enquanto mantinha a bela jovem num abraço firme.

Clement aproximou trêmulo o rosto da garota do seu e estampou um beijo longo e voluptuoso nos lábios doces.

Cielo Riveros estremeceu e abriu os olhos.

Clement retomou as carícias.

A mocinha suspirou.

— Oh! — exclamou num sussurro —, como ousa vir aqui? Peço que me solte agora. Que vergonha!

Clement sorriu. Sempre fora feio: agora, com sua luxúria escancarada, ficava horrível.

— Razão não te falta — disse ele —, é uma vergonha tratar assim uma garota bonita, mas também é uma delícia, querida minha.

Cielo Riveros soluçou.

Mais beijos, e um deslizar de mãos sobre a garota
nua. Uma mão grande e grosseira pousou sobre o macio
monte de Vênus, e um dedo ousado separou os lábios cobertos
de orvalho, penetrou a fenda quente e tocou o sensível
clitóris.

Cielo Riveros fechou os olhos e suspirou de novo. Aquele pequeno
órgão tão sensível começou a crescer na hora. Não era de
modo algum pequeno no caso da minha jovem amiga, e
estimulado pelo safado toque do feio Clement, se ergueu,
ganhou rigidez e sobressaiu até quase entreabrir os lábios
espontaneamente.

Cielo Riveros estava excitada, seus olhos brilhavam de desejo; estava
já muito contagiada, e ao olhar de soslaio para seu sedutor,
percebeu a terrível luxúria ardente que transparecia em seu rosto
enquanto ele brincava com seus ternos encantos secretos.

A garota tremeu de agitação; foi invadida por
completo por uma fervorosa ânsia de se entregar aos prazeres
do coito, e incapaz de controlar seus desejos por mais tempo,
meteu precipitadamente a mão direita para trás de si
e agarrou, embora não conseguisse abarcar, a enorme arma que
investia contra sua bunda.

Seus olhares se cruzaram: a lascívia ardia em ambos. Cielo Riveros
sorriu, Clement repetiu seu beijo sensual e introduziu sua língua
preguiçosa na boca dela. A garota não demorou a
secundar seus abraços lascivos e deixou que ele agisse com plena
liberdade, tanto no que dizia respeito às suas mãos errantes quanto aos seus
vigorosos beijos. Aos poucos, ele foi empurrando-a para
uma poltrona, e a jovem, afundando-se nela, esperou com
impaciência as próximas investidas do padre.

Clement estava de pé diante da garota. Sua batina
de seda preta, que lhe chegava até os calcanhares, estava
inchada na frente; com suas bochechas, de um vermelho
vivo devido à violência de seus desejos, só rivalizavam
seus lábios, que fumegavam cada vez que o homem respirava,
e ele fazia isso ofegantemente só de pensar no que o

esperava.

Viu que não tinham nada Que temer e tudo para aproveitar.

— Isso é exagero — murmurou Cielo Riveros —. Vá embora.

— Não; é impossível. Você não sabe o quanto me custou chegar até aqui.

— Mas podem te descobrir, e isso seria a ruína pra mim.

— É improvável. Como bem sabe, estamos sozinhos e não é nada provável que nos incomodem. Além disso, você é tão gostosa, filhinha, tão macia, tão jovem e linda... Vamos, não afasta a perna. Só estava pousando a mão na sua coxa lisinha. Na verdade, quero te foder, querida.

Cielo Riveros viu a enorme projeção dar um pulo.

— Que nojento o senhor é! Que palavras usa!

— Ah, é, meu amor, anjinho? — disse Clement, pegando de novo o clitóris sensível, que amassou entre o dedo indicador e o polegar —. É o prazer de apalpar essa bucetinha carnuda que tenta safadamente fugir das minhas carícias.

— Que sem-vergonha! — exclamou Cielo Riveros, rindo apesar de si.

Clement se aproximou e se inclinou sobre Cielo Riveros enquanto ela também se sentava. Pegou o rosto lindo dela entre as mãos gordas. Enquanto fazia isso, Cielo Riveros notou que a batina, já inchada por causa dos desejos fortes que seu pau ecoava, estava a poucos centímetros do seio dela.

Ela sentia as contrações com que a peça de seda preta subia e descia aos poucos. A tentação era irresistível; enfiou a mãozinha delicada por baixo da batina do padre e, levantando o suficiente, apalpou uma boa moita de pelo que escondia duas bolas do tamanho de ovos de galinha.

— Ai, meu Deus, que enormes! — sussurrou a garotinha.

— E estão cheias de porra linda e grossa — disse Clement, dando um suspiro e brincando com os dois peitos lindos que tinha tão perto.

Cielo Riveros mudou de posição e agarrou de novo com as duas mãos o volume duro e ereto de um pau gigantesco.

— Que assustador, que monstro! — exclamou a menina sem-vergonha —. É um dos grandes, sem dúvida; que tamanho tem! —Sim, piroca pequena, hein? —observou Clement, enquanto dava um passo e levantava a batina pra deixar mais à mostra aquela parada gigantesca.

Cielo Riveros não conseguiu resistir; levantou um pouco mais a roupa do homem, liberou o pau dele por completo e expôs ele em toda sua extensão.

Nós, pulgas, não somos boas em medir tamanho nem distâncias, e me abstenho de dar qualquer dimensão exata da arma na qual a moçinha agora tinha os olhos cravados. Direi, no entanto, que era de proporções gigantescas. Tinha uma cabeça grande, lisa e vermelha, que se erguia brilhante e nua na ponta de uma longa e nervosa haste. O buraco da ponta, geralmente tão pequeno, era neste caso uma fenda considerável e estava molhado por causa da umidade seminal que ali se acumulava. Ao longo de toda a haste se estendiam veias azuladas e saltadas, e na base havia uma profusão emaranhada de pelo ruivo e áspero. Pendurados embaixo, dois testículos descomunais.

—Meu Deus do céu! Ai, mãe santa! —murmurou Cielo Riveros, enquanto fechava os olhos e dava um apertãozinho.

A cabeça larga e vermelha, tensa e arroxeada devido ao delicioso toque da moça, estava agora completamente desencapada e sobressaía ereta de entre as dobras frouxas do prepúcio, que Cielo Riveros puxava pra baixo. Cielo Riveros brincou encantada com sua aquisição e retirou ainda mais o prepúcio aveludado sob sua mão.

Clement suspirou.

—Ah, garota deliciosa —disse, olhando pra ela com olhos brilhando—, tenho que te foder agora mesmo ou vou derramar tudo em cima de você.

—Não, não pode desperdiçar nada —exclamou Cielo Riveros—; que apertado deve estar pra querer gozar tão cedo!

—Não consigo evitar. Te imploro que fique quieta um momento ou vou gozar.

—Que coisa enorme! Quanta porra você consegue soltar?

Clement parou e sussurrou no ouvido da moça algo que não consegui ouvir.

—Ah, que delícia, mas é Incrível!

—Não, é verdade, só preciso que você me dê uma chance.

Vamos, tô louco pra você provar, gostosa. Olha isso. Tenho que te foder!

Ele balançou o pênis monstruoso na frente dela. Depois, dobrando-o para baixo, soltou de repente. Saiu disparado para cima, e ao fazer isso, o prepúcio se retraiu espontaneamente e o grande capuz vermelho apareceu com a uretra aberta, que exsudava uma gota de esperma.

Ficou a poucos centímetros abaixo do rosto de Cielo Riveros. Ela sentiu o leve cheiro sensual que emanava dele e que aumentava a desordem dos seus sentidos. Continuou apalpando e brincando com ele.

—Pare, eu te imploro, minha querida, ou vai desperdiçar.

Cielo Riveros ficou parada por alguns segundos. Sua mão quente tentava envolver a pica de Clement. Este, enquanto isso, curtia massageando seus peitos jovens e passando os dedos pra cima e pra baixo pela buceta molhada. A brincadeira a deixava louca. O clitóris estava cada vez mais quente e inchado; a respiração ficou ofegante e seu lindo rosto estava corado de tesão.

O capuz ficava cada vez mais duro e brilhava como uma ameixa madura. Cielo Riveros ardia de desejo; olhava furtivamente a barriga nua e peluda do homem, suas coxas musculosas, cabeludas como as de um macaco. A pica enorme, mais inchada a cada momento, ameaçava os céus e provocava emoções indescritíveis.

Excitada além de qualquer limite, abraçou com seus braços brancos a figura fornida do bruto eclesiástico e o cobriu de beijos. Era justamente sua feiura que aumentava suas sensações libidinosas.

—Não, não podemos desperdiçar, não vou deixar você fazer isso — disse, e após uma breve pausa, soltou um gemido peculiar de prazer; depois baixou sua linda cabeça, abriu a boca rosada e engoliu na hora o máximo que conseguiu daquele pedaço lascivo.

—Ah, que delícia!... Que cócegas você me faz!... Que... que prazer você me dá!

—Não vou deixar você desperdiçar. Vou engolir até a última gota — sussurrou Cielo Riveros, erguendo a boca um instante da brilhante cabecinha.

Ela abaixou a cabeça de novo, apertou seus lábios oferentes sobre a grossa crista, entreabriu-os com suavidade e delicadeza, e encaixou o orifício da larga uretra entre eles.

— Ai, mãe santa! — exclamou Clement. — Isso é o paraíso! Como vou gozar! Deus bendito, como tu me cócegas e me chupas!

Cielo Riveros aplicou a ponta da língua no orifício e lambeu todo o contorno.

— Que gostoso que tá! Já deixou escapar uma ou duas gotas.

— Não consigo continuar, sei que não consigo continuar — murmurou o padre, inclinando-se para frente e fazendo cócegas com o dedo ao mesmo tempo no clitóris inchado que Cielo Riveros colocava ao alcance dele.

Ela voltou a pegar a cabeça da grossa pica entre os lábios, mas era tão monstruosamente grande que não conseguiu que toda a cabecinha entrasse na boca.

Fazendo cócegas e lambendo, puxando com movimentos lentos e deliciosos a pele que rodeava a crista vermelha e sensível da sua tremenda coisa, agora Cielo Riveros claramente provocava o resultado, que, bem sabia, não podia demorar muito.

— Ai, mãe santa, tô prestes a gozar! Tô sentindo! Eu...! Oh!, oh!, chupa. Aí está.

Clement ergueu o braço no ar, a cabeça caiu para trás, ele se escarranchou, mexeu as mãos convulsivamente, os olhos reviraram e Cielo Riveros sentiu que um forte espasmo percorria a monstruosa pica. No instante seguinte, quase a derrubou de costas uma poderosa emissão de porra que saiu disparada dos genitais dele num jorro contínuo e desceu em torrentes garganta abaixo.

Apesar de toda a sua boa vontade e seus esforços, a glutona não conseguiu evitar que um jorro escorresse pelos cantos dos lábios enquanto Clement, fora de si, continuava sofrendo espasmos repentinos, cada um dos quais lhe enviava um novo jorro de gozo. garganta abaixo. Cielo Riveros
seguiu todos os movimentos dele e se agarrou na arma fumegante
até que tudo tivesse acabado.

— Você não tinha me dito que era uma xícara de chá cheia? —
murmurou ela —. Pois tinha duas.

— Minha vida... — exclamou Clement quando finalmente conseguiu
recuperar o fôlego —. Que prazer divino você me
proporcionou. Agora é minha vez, e você precisa deixar que eu
examine tudo o que me encanta nessas suas partezinhas.

— Ah, que delícia! Quase me engasgo! — gritou
Cielo Riveros —. Que viscoso, e, Deus do céu, olha a quantidade.

— Sim, te prometi gozo em abundância, gostosa, e você me
excitou tanto que sei que deve ter recebido
uma boa dose. Saía em jatos.

— Sim, sem dúvida saía assim.

— Agora vou lamber essa sua buceta linda e te foder
deliciosamente depois.

Unindo ação e palavra, o sensual sacerdote se lançou
entre as coxas de Cielo Riveros, brancas como a neve, e afundando
o rosto, mergulhou a língua entre os lábios da racha
rosada. Depois, passou a língua em volta do clitóris endurecido
e a estimulou de forma tão gostosa que a garota
mal conseguia segurar os gritos.

— Ai, meu Deus! O senhor está me matando!... Oh! Eu
vou, vou! Vou gozar! — E dando um empurrão repentino
em direção à língua ativa do eclesiástico, Cielo Riveros jorrou
fluidos abundantes sobre o rosto de Clement, e ele recebeu
tudo o que pôde na boca com o prazer de um epicurista.

Por fim, o sacerdote se levantou; sua grande arma, que
mal estava flácida, havia recuperado agora sua tensão viril
e mostrava uma ereção violenta. Clement soltou um verdadeiro
grunhido ao contemplar a linda e complacente garota.

— Agora tenho que te foder — disse, enquanto a levava
para a cama —. Agora preciso te possuir e te dar uma prova dessa pica no
teu ventrinho. Oh, que estrago vou fazer!

Despiu-se rapidamente da batina e das roupas íntimas,
incentivou a doce garota a tirar a camisola e então o grande Bruto, com o corpo todo coberto de pelo e moreno como um mulato, pegou a figura delirante da linda Cielo Riveros em seus braços musculosos e a jogou alegremente na cama. Clement contemplou por um instante seu corpo estirado enquanto ela, ofegante, com uma mistura de desejo e terror, esperava a terrível investida; depois Clement se olhou satisfeito para o tremendo pau, ereto de luxúria, e subindo rapidamente na cama, se jogou sobre ela e cobriu os dois com o lençol.

Cielo Riveros, quase sufocada sob o enorme bruto peludo, notou que a rola dura se interpunha entre seus estômagos. Deslizou a mão para baixo e tocou nela de novo.

— Céus, que tamanho! Nunca vai entrar em mim.

— Vai, sim, vai entrar tudo, até as bolas, só que você tem que colaborar; senão, é capaz de doer.

Cielo Riveros foi poupada do trabalho de responder, pois no instante seguinte tinha dentro da boca uma língua ansiosa que quase a sufocava.

Depois percebeu que o padre tinha se erguido um pouco e que a cabeça quente da sua pica gigantesca pressionava entre os lábios molhados da sua bucetinha rosada.

Não consigo detalhar passo a passo esses preliminares. Levaram dez minutos, mas no final o desengonçado Clement jazia enterrado até as bolas no lindo corpo da garota, enquanto as pernas lisas dela, erguidas acima das costas largas do padre, recebiam suas carícias voluptuosas. Enfiado desse jeito, ele se esbaldava sobre sua vítima e começou aqueles movimentos lascivos que o aliviavam de mais uma boa dose do jorro fervente.

Pelo menos vinte e cinco centímetros de músculo nervoso e rijo jaziam encharcados e pulsando na barriga da jovenzinha enquanto uma massa de pelo grosso pressionava o maltratado e delicado monte de Vênus da pobre Cielo Riveros.

— Ai de mim! Oh, que dor que me faz! — gemeu ela —. Deus meu, vai me partir no meio!

Clement se mexeu.

—Não aguento, é grande demais. Ai, tira! Que porrada!

Clement investiu sem piedade duas ou três vezes.

—Espera um pouco, diabinho, deixa eu te encher com meu gozo... Ah, que apertada! É como se você estivesse sugando minha pica. Tá aí, você tem ela toda!

—Ah, piedade!

Clement investiu com força e rapidez, uma estocada seguia a outra, ele se contorcia e se debatia sobre a garota tenra. Sua luxúria ficou apaixonada e furiosa. Seu pau enorme estava prestes a estourar, tão intensos eram o prazer e o deleite formigante e enlouquecedor que o tomavam.

—Ah, finalmente tô te fodendo!

—Me fode —murmurou Cielo Riveros, abrindo ainda mais suas lindas pernas enquanto as sensações profundas a invadiam—. Ah, me fode! Forte, mais forte! —E com um gemido profundo de êxtase, inundou seu brutal profanador com uma descarga generosa, enquanto empurrava pra cima pra receber uma estocada violenta.

As pernas de Cielo Riveros balançavam enquanto Clement se enfiava entre elas e forçava seu membro ardente a entrar e sair com movimentos lascivos. Os suspiros suaves, misturados com os beijos que os lábios firmes do intruso luxurioso davam, os gemidos ocasionais de arrebatamento e as vibrações da armação da cama denunciavam a excitação da briga.

Clement não precisava de convite nenhum. A emissão da sua doce companheira tinha dado o lubrificante que ele queria, e ele aproveitou pra começar uma série rápida de movimentos de entra e sai que causaram em Cielo Riveros tanto prazer quanto dor.

A garota acompanhou com todas as forças. Cheia até transbordar, empurrava e tremia sob os empurrões vigorosos do padre. A respiração ofegante virou soluços, os olhos se fecharam quando veio o prazer feroz de um espasmo quase constante de gozo. As nádegas do seu amante feio se abriam e fechavam enquanto ele tentava perfurar
cada vez mais fundo no corpo da linda garota.

Depois de um bom tempo, ele fez uma breve pausa.

— Já não aguento mais, vou gozar. Toma meu
leite, Cielo Riveros, vai jorrar em você, gostosa.

Cielo Riveros sabia: cada veia da monstruosa

pica estava inchada ao máximo. Era insuportavelmente
grande. Não parecia nada além do membro gigantesco de um jumento.

Clement começou a se mover de novo; babava pela
boca. Cheia de prazer, Cielo Riveros esperava o dilúvio de porra.
Clement deu duas estocadas curtas e profundas,
gemeu e ficou parado, tremendo levemente todo.

Então um jato violento de porra saiu da pica dele e
inundou o útero da garota. O selvagem padre afundou
a cabeça nos travesseiros e tomou impulso para penetrá-la
mais, apoiando os pés na estrutura da cama.

— Ah, já sinto o leite! — gritou Cielo Riveros. — Que jorros!
Sim, me dá! Mãe santa! Que prazer!

— Aí, aí! Toma! — gritou o padre, enquanto
mais uma vez, ao entrar nela com o primeiro jato de porra,
se fincava com ferocidade na barriga dela, mandando a cada
investida outro jorro quente para dentro dela. — Ah, que prazer!

Fossem quais fossem as expectativas de Cielo Riveros, ela não
fazia ideia da quantidade imensa de porra que esse
cara robusto era capaz de despejar. Ele soltava em massas espessas
que se espalhavam pelo próprio útero da jovem.

— Ah, vou gozar de novo — disse Cielo Riveros, e afundou, meio
desmaiada, debaixo do homem forte, enquanto o fluxo ardente
continuava saindo dele em jatos viscosos.

Naquela noite, Cielo Riveros recebeu cinco vezes mais o conteúdo
pegajoso das bolas enormes de Clement, e se a luz do dia
não os tivesse avisado que era hora de se separar,
teriam começado de novo.

Quando o astuto Clement saiu de casa, e, ao clarear
a aurora, seguiu a toda Apressada para seus humildes aposentos, foi obrigada a admitir que tinha se empanturrado de prazer, apesar de ter sido Cielo Riveros quem ficou com a barriga cheia de porra.

Quanto à mocinha, teve a sorte de que seus dois protetores não a tinham visto; do contrário, por causa de suas partes tenras doloridas e inchadas, teriam descoberto que algum intruso tinha feito uma incursão em seu terreno proibido.

As jovens são muito elásticas; todo mundo diz isso.

Cielo Riveros era jovem e muito elástica. Qualquer um que tivesse visto a máquina imensa de Clement teria dito isso. Sua elasticidade natural permitiu não só suportar a introdução desse aríete, mas também se recuperar completamente em um par de dias.

Três dias depois que esse episódio interessante aconteceu, o padre Ambrose voltou. Uma de suas primeiras preocupações foi encontrar Cielo Riveros. Ele a encontrou e a convidou para segui-lo até um toucador.

— Olha! — gritou enquanto tirava sua ferramenta inflamada e em posição de sentido —. Não me diverti nada durante uma semana; tenho o pau estourando, Cielo Riveros, querida.

Dois minutos depois, a jovem estava com a cabeça reclinada sobre a mesa do cômodo, as roupas levantadas acima da cabeça e os quartos traseiros avantajados totalmente expostos, enquanto o sacerdote lascivo contemplava suas nádegas rechonchudas e dava tapas vigorosos com seu longo membro. Um minuto depois, ele já tinha enfiado o instrumento na buceta dela por trás, até que seu cabelo crespo e moreno grudasse na bunda dela. Com apenas algumas investidas, ele tirou um jorro de porra e mandou um dilúvio até o fundo da jovem.

Devido à longa abstinência, o bom padre estava excitado demais para perder a rigidez, e, abaixando sua ferramenta fornida, a dirigiu, toda lubrificada e fumegante, para o cuzinho estreito que ficava entre as nádegas deliciosas. Cielo Riveros o ajudou, e bem besuntada como tava, escorregou até entrar e soltou outra dose violenta dos seus testículos fecundos. Cielo Riveros sentiu a descarga fervente e recebeu a porra quente enquanto ele gozava dentro dela. Depois virou ela sobre a mesa e lambeu o clitóris dela por uns quinze minutos, fazendo ela gozar duas vezes na boca dele, e aí comeu ela do jeito mais natural possível.

Cielo Riveros foi pros aposentos dela, se limpou e, depois de um descanso rápido, vestiu o vestido de passeio e saiu.

Naquela tarde chegou a notícia de que o Mister Verbouc tinha piorado, o ataque de gota tinha atingido áreas que causaram preocupação profunda no médico que cuidava dele. Cielo Riveros desejou boa noite pro tio e se retirou.

Julia já tinha se instalado no quarto da Cielo Riveros pra passar a noite, e as duas amigas, já bem instruídas sobre a natureza e as propriedades do sexo masculino, estavam deitadas trocando ideias e experiências.

— Achei que iam me matar — disse Julia — quando o padre Ambrose enfiou aquela coisa tão grossa e feia na minha barriguinha pobre, e quando ele terminou, pensei que tinha tido um ataque, e não entendi o que era aquela substância quente e viscosa que não parava de jorrar dentro de mim, mas, ai...

— Então, querida, você começou a sentir a fricção naquela coisinha tão sensível sua, e a porra quente do padre Ambrose se espalhou por ela.

— Sim, foi isso. E toda vez que ele faz, eu fico toda besuntada.

— Cala a boca. O que foi isso?

As duas se sentaram e aguçaram os ouvidos. Cielo Riveros, mais acostumada com as peculiaridades do quarto do que Julia podia estar, prestou atenção na janela. Ouviu a veneziana se abrindo devagar, e então viu a cabeça de um homem.

Julia viu a aparição e ia gritar quando Cielo Riveros fez sinal pra ela ficar quieta.

— Cala a boca. Não se assusta. —sussurrou Cielo Riveros—, ele não vai nos comer, só que é muito mal-educado da parte dele nos incomodar desse jeito tão cruel.

—O que ele quer? —perguntou Júlia, que escondeu metade da cabeça debaixo dos lençóis, mas sem parar de olhar com vivo interesse para o intruso.

O homem se preparava para entrar e, depois de abrir a janela o suficiente, introduziu sua figura volumosa pela abertura. Quando pisou no chão, revelou a forma avantajada e os traços feios e sensuais do padre Clement.

—Mãe santa, um padre! —exclamou a jovem amiga de Cielo Riveros—, e ainda por cima bem gordo. Ai, Cielo Riveros, o que ele quer?

—Já vamos ver o que ele quer —sussurrou a outra.

Enquanto isso, Clement tinha se aproximado da cama.

—Como? É possível? Convite duplo! —exclamou—. Encantadora Cielo Riveros, sem dúvida é um prazer inesperado.

—Faça o favor, padre Clement.

Júlia tinha desaparecido debaixo dos lençóis.

Em dois minutos, o sacerdote tinha se livrado do hábito e, sem esperar nem ser convidado, se atirou na cama.

—Ai de mim! —gritou Júlia—. Ele está me tocando!

—Vai tocar nas duas, pode ter certeza —murmurou Cielo Riveros ao sentir a arma enorme de Clement se apertar contra suas costas—. Ele devia ter vergonha de entrar aqui sem permissão.

—Quer que eu vá embora, gostosa? —perguntou o sacerdote enquanto colocava na mão de Cielo Riveros a ferramenta ereta.

—Já que está aqui, pode ficar.

—Obrigado —sussurrou Clement, que em seguida levantou uma das pernas de Cielo Riveros e inseriu a grande cabeça por trás.

Cielo Riveros sentiu o impacto e agarrou Júlia mecanicamente pelos quadris.

Clement investiu mais uma vez, mas Cielo Riveros, com um salto repentino, o rejeitou. Então se levantou, puxou os lençóis e deixou à mostra o corpo peludo do sacerdote e a figura etérea de sua companheira.

Júlia se Ela virou instintivamente e, bem ali, na frente do nariz dela, estava o pau duro e ereto do bom padre, parecendo que ia explodir de tão perto que o dono tava da putaria.

— Toca nele — sussurrou CieloRiveros.

Sem se abalar, Julia segurou ele com a mãozinha branca dela.

— Como ele pulsa! Caramba, tá cada vez maior!

— Agora move tua mão pra baixo — murmurou Clement —; assim, ah, que maravilha!

As duas garotas pularam da cama de uma vez e, loucas por diversão, começaram a acariciar e esfregar o pauzão do padre, até que, com os olhos virados, ele não conseguiu segurar uma leve gozada convulsiva.

— Isso é o céu! — disse o padre Clement, enquanto mexia os dedos de um jeito que dava pra ver que tava prestes a gozar.

— Para agora, querida, senão ele vai gozar — apontou CieloRiveros, assumindo um ar experiente que, sem dúvida, ela achava que lhe dava algum direito por já ter tido intimidade com o monstro.

Mas o próprio padre Clement não tava a fim de desperdiçar a porra quando tinha dois alvos tão gostosos prontos pra praticar a pontaria dele. Durante as apalpadelas que as garotas tinham dado no pau dele, ele tinha ficado na dele, mas agora, puxando a jovem Julia pra perto, levantou de propósito a camisola dela e deixou à mostra todos os encantos secretos. As mãos impacientes dele acariciaram e amassaram as coxas e a bunda lindas dela, e ele abriu com os polegares a rachinha rosada; meteu a língua safada entre elas e roubou beijos excitantes do próprio útero dela.

Julia não conseguia ficar indiferente a tanta apalpadela, e quando, finalmente, trêmulo de tesão e enlouquecido de luxúria, o padre ousado derrubou ela na cama, ela abriu as coxas jovens e deixou ele ver o forro vermelho da bucetinha apertada dela.

Clement se colocou entre as pernas dela e, depois de levantá-las no ar, ele tocou com a grande crista do pau os lábios
umedecidos. Cielo Riveros ajudou, e pegando o imenso pênis na
sua mão linda, puxou o prepúcio e direcionou a ponta
limpinha para o buraquinho.

Julia segurou a respiração e mordeu o lábio. Clement
deu uma enfiada forte. Julia, corajosa como uma
leoa, aguentou firme. Entrou a cabeça, mais enfiadas, mais
pressão, e em menos do que se leva pra escrever, Julia
tinha engolido o enorme pau do padre.

Depois de estar de posse total do corpo da jovem,
Clement começou uma série de investidas profundas, e
Julia, que era tomada por sensações indescritíveis, jogou a
cabeça pra trás e cobriu o rosto com uma mão enquanto com
a outra segurava o pulso de Cielo Riveros.

— Ah, é enorme; mas que prazer que me dá!

— Ela engoliu tudo! Tá dentro até as bolas! —
exclamou Cielo Riveros.

— Ah, que delícia!... Vai fazer eu gozar! Não consigo
evitar. Sua barriguinha é como veludo. Aí, toma isso!... —
disse enquanto enfiava desesperado.

— Ah! — exclamou Julia.

Em pouco tempo, o gigante safado teve a fantasia de satisfazer outra
ideia lasciva, e depois de tirar com cuidado o pau fumegante
das partes apertadas da pequena Julia, se meteu entre as
pernas de Cielo Riveros e alojou na sua fenda deliciosa. O
enorme troço pulsante entrou na buceta jovem enquanto
seu dono babava de êxtase pelo
exercício que tava dando.

Julia observava com espanto a aparente facilidade com
que o padre enfiava o pauzão enorme no corpo níveo da
sua amiga.

Um quarto de hora ficaram nessa posição, e
durante esse tempo Cielo Riveros abraçou o padre duas vezes
contra o peito pra soltar o tributo quente na cabeça do
pauzão. Clement se retirou mais uma vez e buscou
alívio no corpo delicado da pequena Julia da porra
quente que o consumia. Pegou a moça nos braços, jogou-se mais uma vez sobre ela e, sem muita dificuldade, pressionando a piroca ardente contra a bucetinha macia, se preparou para inundar o interior dela com a descarga desenfreada.

Em seguida, veio uma chuva furiosa de estocadas profundas e curtas, no final da qual Clement, soltando um gemido profundo, se enterrou até o fundo na garota delicada e começou a derramar um verdadeiro dilúvio de porra dentro dela. Jorrava um gozo atrás do outro, enquanto, com os olhos revirados e as mãos trêmulas, o êxtase tomava conta dele. Julia ficou com os sentidos fervendo mais do que nunca e se juntou ao seu profanador no paroxismo final com um grau de arrebatamento feroz que nenhuma pulga seria capaz de descrever.

As orgias daquela noite lasciva estão além da minha capacidade de descrição. Assim que Clement se recuperou da sua primeira libação, anunciou na linguagem mais grosseira sua intenção de curtir Cielo Riveros, e imediatamente atacou ela com seu membro formidável.

Durante um quarto de hora, ficou enterrado nela até os pentelhos, prolongando o prazer até que a natureza se abriu caminho mais uma vez e Cielo Riveros recebeu a descarga no útero.

Clement tirou um lenço de batista com o qual enxugou as bucetas transbordantes das duas beldades. As duas garotas pegaram agora o membro dele nas mãos e, com carícias ternas e lascivas, excitaram de tal modo o temperamento quente do padre que ele se ergueu de novo com uma força e virilidade impossíveis de descrever. O pênis enorme dele, vermelho e mais inchado por causa do exercício anterior, ameaçava o par enquanto elas o acariciavam primeiro numa direção e depois na outra. Às vezes, Cielo Riveros chupava a cabecinha quente e fazia cócegas na uretra aberta com a ponta da língua.

Era claramente uma das formas de prazer preferidas de Clement, que enfiou a ameixa grande até onde pôs na boca da garota.

Depois, nuas como vieram ao mundo, virou elas de um lado pro outro várias vezes, colando os lábios grossos nas bucetas besuntadas. Deu palmadas e massageou as bundas torneadas, e até enfiou o dedo no cu delas.

Clement e Cielo Riveros convenceram Julia a deixar o padre enfiar o pau na boca dela, e depois de um tempão coçando e excitando a porra do monstro, ele jorrou um rio tão forte pela garganta e pelo gole da garota que quase a afogou.

Veio uma pausa curta, e mais uma vez o prazer incomum de duas novinhas tão delicadas e gostosas excitou Clement até o pau dele ficar todo duro.

Colocou elas uma do lado da outra e foi enfiando o pau alternadamente em cada uma, saindo depois de umas metidas violentas e entrando na que tava vazia. Em seguida, deitou de barriga pra cima e puxou as garotas pra perto, lambendo a buceta de uma enquanto a outra se empalava no pauzão dele até os pelos se encontrarem. Uma hora e outra, gozou dentro das duas com a porra fértil dele.

Só o amanhecer pôs fim nessa cena monstruosa de putaria.

Enquanto naquela ala da mansão rolavam cenas desse tipo, outra bem diferente acontecia no quarto do Senhor Verbouc, e quando, três dias depois, Ambrose voltou de outra ausência, encontrou o amigo e protetor à beira da morte.

Umas poucas horas bastaram pra acabar com a vida e as experiências desse cavalheiro excêntrico.

Depois da morte dele, a viúva, que nunca foi muito inteligente, começou a dar sinais de loucura; chamava sem parar pelo "padre", e quando certa vez chamaram urgente um velho e respeitável padre, a boa senhora negou indignada que pudesse ser um clérigo, e exigiu ver "o padre". da ferramenta
grande». Escandalizar todo mundo com sua linguagem e
comportamento, foi internada num asilo e lá continuou
com seus delírios sobre «a grande pica».

Cielo Riveros, que desse jeito tinha ficado sem tutores,
deu ouvidos de boa vontade aos conselhos do seu confessor, e
concordou em tomar o hábito.

Julia, também órfã, decidiu compartilhar a sorte da sua
amiga, e ao dar sua mãe consentimento de boa vontade, as
duas mocinhas foram recebidas nos braços da santa madre
Igreja no mesmo dia, e quando passaram o noviciado,
ambas fizeram os votos e tomaram o hábito.

Não é da minha conta, enquanto humilde pulga, comentar
até que ponto eram sinceros esses votos de castidade. Só sei
que assim que a cerimônia terminou, ambas as jovens
foram transferidas em segredo para um seminário onde as
esperavam catorze padres.

Sem dar quase tempo para as novas devotas se
despirem de seus hábitos, os safados, excitados com a
perspectiva de desfrutar prazer tão abundante, se jogaram
em cima delas, e um por um saciaram sua diabólica luxúria.

Cielo Riveros recebeu mais de vinte fervorosas descargas de todo
jeito imaginável; e Julia, atacada com não menos vigor,
desmaiou depois de um tempo devido ao esgotamento provocado pelo
tratamento brutal que sofreu.

A câmara estava bem trancada, não havia o que temer
de interrupção nenhuma, e a sensual irmandade, reunida para
prestar homenagens às irmãs recém-admitidas, gozou
dos encantos delas ao máximo.

Ambrose estava lá, pois já fazia tempo que tinha visto
a impossibilidade de tentar guardar Cielo Riveros só para si, e, o
que é mais, temia a animosidade dos seus confrades.

Clement fazia parte do grupo, e seu enorme pau
causou estragos nos ternos encantos que atacou.

O superior também teve oportunidade de satisfazer suas
perversas inclinações; e nem mesmo a delicada e recém-desflorada Julia escapou da prova rigorosa do seu assalto. A moça teve que se resignar, e o superior, com indescritíveis e horríveis emoções de prazer, derramou seu semen viscoso nas entranhas dela.

Os gritos de quem gozava, a respiração ofegante de quem se afanava na refrega sensual, os balanços e rangidos dos móveis e os comentários — meio ditos, meio sufocados — dos que observavam, tudo isso tendia a magnificar o monstruosamente libidinoso da cena e a intensificar e tornar ainda mais repugnantes os detalhes desse pandemônio eclesiástico.

Sobrecarregada por essas ideias e enojada até não aguentar mais pela orgia, fugi. Não parei até me afastar vários quilômetros dos intérpretes do odioso drama, e desde então não me preocupei em retomar meu contato com Cielo Riveros nem com Julia.

Sei que se tornaram o instrumento habitual de prazer para os internos do seminário. Sem dúvida, a vigorosa e constante excitação sensual de que foram objeto logo tratou de murchar os deliciosos e ternos encantos que tanto me haviam encantado. Que seja o que Deus quiser; já cumpri minha tarefa, honrei minha promessa, minha história ficou terminada, e embora não esteja dentro das faculdades de uma pulga indicar uma moral, ao menos não está fora de sua capacidade escolher seus próprios pastos. Depois de ter visto mais que o suficiente daqueles sobre quem falei, fiz o que muitos estão fazendo — muitos que, sem serem pulgas, se dedicam, no entanto, como já lembrei aos meus leitores no começo da narração, a chupar sangue: emigrei.peitudasfim

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