Sábado meio-dia. Carlos e Sérgio estavam sentados no quincho, cerveja gelada, churrasco no meio do fogo, e aquela intimidade que só os anos de amizade permitem.Lucía não estava.
Ou pelo menos, não à vista.Carlos deu uma olhada de canto no amigo.
Deu um cotovelo leve nele.
—Tá diferente, hein, você.Não sei se você emagreceu ou o quê… mas tá na cara.
Cê tá tipo mais… radiante.
Mais gostosa.Sérgio ficou sério com um sorriso torto.
—É? Pode ser.
Tô… de boa.Muito bem.Não vou mentir pra você.
Carlos olhou pra ele com malícia.
—Apareceu alguém, né?
Sergio deu um gole longo na breja.
Se recostou no encosto da cadeira.E não se escondeu.—Tô comendo uma gostosa, Carlitos.
O outro arregalou os olhos, sorriu igual criança.
—Não me fode! Uma gostosa?
—Sim.
Daquelas que você sabe que podem te fuder…mas também curam tudo em você.
Tô louco por ela, cara.
Ela entrega o corpo como se tivesse implorando.
Faz coisas que nunca fizeram comigo.
E pede… pede como se não tivesse fundo.Carlos soltou uma gargalhada.
—Filho da puta! Por isso que você tem essa cara de “recém-comido” todo santo dia.
Sergio aguentou a piada sem piscar.Mas por dentro… o tesão queimava ele.
Porque cada palavra, cada detalhe que ele dizia…
era sobre a Lucía.— Não sabe, Carlitos.
Ela deixa minha pica escorrendo.
Se ajoelha assim que fecho a porta.
Me acorda chupando ela.
Me diz “faz o que quiser comigo, Sergio”.
E eu faço.Por todos os buracos.
Com a cara, com as mãos, com a voz.
Ela se entregou inteira.
E agora é minha.Carlos ouvia entre fascinado e morrendo de rir.
—E quantos anos tem a mina?
Sergio olhou pra ele.
Segurou o olhar.
—Vinte e quatro.
Corpo de deusa.
Pele macia.
A buceta mais apertada que já toquei na vida.
E a raba…A bunda dela é uma loucura.
Abri ela uns dias atrás.
E ela chorava, mas pedia: “continua, não para”.Carlos deu um tapa no ombro dele, entre risadas.
—Para! Tá me deixando excitado também.
Mostra ela pra mim pelo menos!
Sérgio baixou o olhar, sorrindo.Por dentro, pensava:
“Se você soubesse que sua filha tá me esperando agora mesmo, com a bunda empinada e a voz rouca de tanto gemer…”—Não, não.
Ainda não.
Isso…É algo especial.
Uma puta perfeita.
Mas só minha.Carlos serviu outra cerveja.
Levantou o copo.
—Então vamos brindar, por você.
Pela sua garota anônima.
E por esse sorriso que há anos eu não via.
Sergio bateu o copo no dele.E brindou.
Pelo tesão.
Pela putaria.
E por continuar comendo a filha do melhor amigo, sem ele saber de nada.
Ou pelo menos, não à vista.Carlos deu uma olhada de canto no amigo.
Deu um cotovelo leve nele.
—Tá diferente, hein, você.Não sei se você emagreceu ou o quê… mas tá na cara.
Cê tá tipo mais… radiante.
Mais gostosa.Sérgio ficou sério com um sorriso torto.
—É? Pode ser.
Tô… de boa.Muito bem.Não vou mentir pra você.
Carlos olhou pra ele com malícia.
—Apareceu alguém, né?
Sergio deu um gole longo na breja.
Se recostou no encosto da cadeira.E não se escondeu.—Tô comendo uma gostosa, Carlitos.
O outro arregalou os olhos, sorriu igual criança.
—Não me fode! Uma gostosa?
—Sim.
Daquelas que você sabe que podem te fuder…mas também curam tudo em você.
Tô louco por ela, cara.
Ela entrega o corpo como se tivesse implorando.
Faz coisas que nunca fizeram comigo.
E pede… pede como se não tivesse fundo.Carlos soltou uma gargalhada.
—Filho da puta! Por isso que você tem essa cara de “recém-comido” todo santo dia.
Sergio aguentou a piada sem piscar.Mas por dentro… o tesão queimava ele.
Porque cada palavra, cada detalhe que ele dizia…
era sobre a Lucía.— Não sabe, Carlitos.
Ela deixa minha pica escorrendo.
Se ajoelha assim que fecho a porta.
Me acorda chupando ela.
Me diz “faz o que quiser comigo, Sergio”.
E eu faço.Por todos os buracos.
Com a cara, com as mãos, com a voz.
Ela se entregou inteira.
E agora é minha.Carlos ouvia entre fascinado e morrendo de rir.
—E quantos anos tem a mina?
Sergio olhou pra ele.
Segurou o olhar.
—Vinte e quatro.
Corpo de deusa.
Pele macia.
A buceta mais apertada que já toquei na vida.
E a raba…A bunda dela é uma loucura.
Abri ela uns dias atrás.
E ela chorava, mas pedia: “continua, não para”.Carlos deu um tapa no ombro dele, entre risadas.
—Para! Tá me deixando excitado também.
Mostra ela pra mim pelo menos!
Sérgio baixou o olhar, sorrindo.Por dentro, pensava:
“Se você soubesse que sua filha tá me esperando agora mesmo, com a bunda empinada e a voz rouca de tanto gemer…”—Não, não.
Ainda não.
Isso…É algo especial.
Uma puta perfeita.
Mas só minha.Carlos serviu outra cerveja.
Levantou o copo.
—Então vamos brindar, por você.
Pela sua garota anônima.
E por esse sorriso que há anos eu não via.
Sergio bateu o copo no dele.E brindou.
Pelo tesão.
Pela putaria.
E por continuar comendo a filha do melhor amigo, sem ele saber de nada.
1 comentários - Sergio y la hija de su amigo (+18) (BONUS)