Sergio a levou para o quarto com a mão firme na nuca.Lucía estava nua, sem vergonha, toda molhada e feliz.O corpo tremia, mas não de medo:de fome.—Deita na cama, gostosa.
Lucía se deitou de pernas abertas, apoiada nos cotovelos, com aquele sorriso provocador que parecia dizerfaz tudo em mim—Não acredito —murmurou Sergio, olhando pra ela—.Tô prestes a te comer na minha cama…
e você é a filha do meu melhor amigo.Lucía falou sério.
Aquela risa que, em vez de aliviar a tensão,faz ela explodir— E isso te faz sentir mal, Sergio?
— Não.Isso me excita ainda mais.
Porque você sabe perfeitamente o que faz.
Você chega, se veste como uma puta, e sabe que me deixa louco…
e ainda por cima é a princesinha do Carlos.Lúcia tocou uma teta e apertou.Ele molhou o olhar dela.—E sabe o que é o pior?
Que enquanto você me olhava a noite inteira,Eu também tava pensando nisso.
Em você.
Em como você ia me comer.
Em como você ia arrebentar minha buceta com essa pica.Sérgio sentou em cima.Enfiou de uma vez só, até o fundo.Lúcia gritou.
—Aaaah! Isso, velho! Me dá tudo!
Ele apertava os pulsos dela contra o colchão.
—Me diz quem você é, gostosa.
—A filha do seu amigo! — ela gemia, com a voz rouca—.Aquela que você via nos churrascos, de biquíni...
E agora me tem aqui, com a pica inteira dentro.Sergio resmungava.
Ele metia com raiva, como se estivessereclamando algo que ficou guardado por anos.—Teu velho me abraçou essa noite. Me serviu um drinque.
E agora…Tô comendo a filha dela como se fosse uma puta.
Como se fosse minha.Lúcia mordeu os lábios.
O corpo dela tremia.
—Sou sua! —gritava—. Arrebenta comigo, não me poupa!
Sérgio virou de lado.Colocou ela de quatro.
Cuspiu na bunda dela.
Deu um tapa na raba que ecoou pelo quarto inteiro.—Você gosta disso, né?
A filhinha mimada do Carlitos…
aqui, com a bunda vermelha e pedindo mais.
—Adoro! —ela gritava—.Porque você me come como ninguém.
Porque você é um filho da puta e isso me deixa louca.Sérgio não parava.
O colchão balançava.A Lucía tava com a maquiagem toda borrada, as pernas molhadas e a boca aberta de tanto gritar.Quando ele sentiu que ia gozar, tirou.
Ela, sem hesitar, se virou.
Ajoelhou-se.
—Goza na minha cara. Vai.Fica bem claro que a filha do teu amigo é tua.E foi assim.A porra escorreu pela cara toda dela.
Na boca.
No nariz.
Nos cílios.Luci ria que nem uma puta satisfeita.
Passava a língua nos lábios.
Feliz.
—E agora? —ela disse.
Sérgio se abaixou, segurou o rosto dela com uma mão.
Olhou bem de perto.
—Agora…Você vai dormir comigo.
E amanhã vai me entregar de novo.
Porque não pretendo te devolver, gostosa.
Lucía se deitou de pernas abertas, apoiada nos cotovelos, com aquele sorriso provocador que parecia dizerfaz tudo em mim—Não acredito —murmurou Sergio, olhando pra ela—.Tô prestes a te comer na minha cama…
e você é a filha do meu melhor amigo.Lucía falou sério.
Aquela risa que, em vez de aliviar a tensão,faz ela explodir— E isso te faz sentir mal, Sergio?
— Não.Isso me excita ainda mais.
Porque você sabe perfeitamente o que faz.
Você chega, se veste como uma puta, e sabe que me deixa louco…
e ainda por cima é a princesinha do Carlos.Lúcia tocou uma teta e apertou.Ele molhou o olhar dela.—E sabe o que é o pior?
Que enquanto você me olhava a noite inteira,Eu também tava pensando nisso.
Em você.
Em como você ia me comer.
Em como você ia arrebentar minha buceta com essa pica.Sérgio sentou em cima.Enfiou de uma vez só, até o fundo.Lúcia gritou.
—Aaaah! Isso, velho! Me dá tudo!
Ele apertava os pulsos dela contra o colchão.
—Me diz quem você é, gostosa.
—A filha do seu amigo! — ela gemia, com a voz rouca—.Aquela que você via nos churrascos, de biquíni...
E agora me tem aqui, com a pica inteira dentro.Sergio resmungava.
Ele metia com raiva, como se estivessereclamando algo que ficou guardado por anos.—Teu velho me abraçou essa noite. Me serviu um drinque.
E agora…Tô comendo a filha dela como se fosse uma puta.
Como se fosse minha.Lúcia mordeu os lábios.
O corpo dela tremia.
—Sou sua! —gritava—. Arrebenta comigo, não me poupa!
Sérgio virou de lado.Colocou ela de quatro.
Cuspiu na bunda dela.
Deu um tapa na raba que ecoou pelo quarto inteiro.—Você gosta disso, né?
A filhinha mimada do Carlitos…
aqui, com a bunda vermelha e pedindo mais.
—Adoro! —ela gritava—.Porque você me come como ninguém.
Porque você é um filho da puta e isso me deixa louca.Sérgio não parava.
O colchão balançava.A Lucía tava com a maquiagem toda borrada, as pernas molhadas e a boca aberta de tanto gritar.Quando ele sentiu que ia gozar, tirou.
Ela, sem hesitar, se virou.
Ajoelhou-se.
—Goza na minha cara. Vai.Fica bem claro que a filha do teu amigo é tua.E foi assim.A porra escorreu pela cara toda dela.
Na boca.
No nariz.
Nos cílios.Luci ria que nem uma puta satisfeita.
Passava a língua nos lábios.
Feliz.
—E agora? —ela disse.
Sérgio se abaixou, segurou o rosto dela com uma mão.
Olhou bem de perto.
—Agora…Você vai dormir comigo.
E amanhã vai me entregar de novo.
Porque não pretendo te devolver, gostosa.
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