Olha só, vou contar pra vocês minhas primeiras experiências. Eu era um garoto baixinho, magrelo, com uns 46 quilos e mais ou menos 1,50m de altura. Além disso, praticava vôlei e andava muito de bicicleta. Tinha cabelo médio, na altura dos ombros, com cachos. Morava com meus pais numa casa grande de dois andares, com um quintal enorme lá atrás. Meu pai trabalhava pra caramba e eu quase não via ele, já que ele até viajava a negócios. Por isso, passava a maior parte do tempo com a mamãe.
Eu adorava ficar com ela, porque ela era uma mulher lindíssima, tanto que toda vez que a gente saía pra fazer compras ou dar uma volta, sempre tinha homens que falavam um monte de coisas pra ela quando passava. Eu me sentia muito orgulhoso ao lado dela. E sempre que a gente ficava sozinho em casa, eu ficava babando olhando pra ela. Imaginem uma mulher de uns 46 anos, morena, com cabelo longo e cacheado, pele bem branca, não muito alta (uns 1,65m), com um peitão (um 110), quadris largos e cintura bem marcada, ou seja, fininha. Coxas fortes e bem desenhadas. E como ela tinha complexo com a altura, quase sempre usava salto alto ou plataforma, o que destacava ainda mais sua bunda perfeitamente redonda, firme e empinada. Seu rostinho era doce, com lábios bem carnudos e uns olhões castanho-claro. Uma verdadeira gostosa, que me fazia ficar sempre olhando pra ela. Além do mais, em casa ela andava bem à vontade com a roupa, na maior parte do tempo sem sutiã e com leggings ou shortinhos curtos de algodão. Era uma verdadeira poesia vê-la andando fazendo as tarefas de casa, com aqueles peitos balançando de um lado pro outro e as nádegas que pareciam estar mastigando o tecido do short até o ponto de dar pra ver metade da bunda. E aí vinha o momento mais quente pra mim: quando, com naturalidade, ela enfiava um pouco os dedos na raba pra puxar o tecido de volta, e essa operação se repetia várias vezes. Também era maravilhoso ver quando, por causa de alguma corrente de ar, os mamilos dela ficavam durinhos com aquelas tetas enormes indo pra lá e pra cá. Dá pra imaginar a quantidade de punheta que eu batia, mais de uma vez por dia. Era maravilhoso aquilo tudo. Mas claro, não era só um deleite pra mim ver aquela mulher que era minha mãe, mas também pros meus amiguinhos do bairro que vinham em casa pra jogar e muitas vezes ficavam pra lanchar. Eu me divertia muito vendo como eles ficavam nervosos de tesão ao olharem pra ela. Tenho que dizer que eu, com 14 anos, era o mais novo do grupinho, que ia de quatro a seis amigos entre 15 e 17 anos. Dá pra imaginar os comentários que eles soltavam sobre minha mãe.
O dia que tudo mudou pra mim. Antes, preciso esclarecer que naquela época, como é normal, como contei, eu batia muita punheta, mas era por dois motivos (isso fui percebendo com o tempo): o primeiro era que ela estava pra comer, e o segundo é que, de certo modo, eu não tinha muito clara minha sexualidade, porque além de gostar da mamãe, eu sentia algo tipo inveja do corpo dela. Quer dizer, eu sentia que gostaria de ser como ela, uma mulherzinha. Dito isso e esclarecido esse ponto, seguimos.
Uma tarde, estando em casa com dois dos meus amigos (os mais velhos), estávamos no meu quarto jogando Playstation, enquanto eles não paravam de me falar coisas da minha mãe, como gostariam de chupar os peitos dela e que ela chupasse os deles, comer ela por todos os lados e coisas assim, até que de repente a gente ouve a voz dela lá de baixo, me dizendo que ia tomar sol no jardim e que eu avisasse quando a gente quisesse lanchar. Aquele foi o estopim pra eles. Automaticamente largaram o controle e, entre risadas e comentários, se puseram de pé na frente da janela do meu quarto, que dava pro jardim.
E aí apareceu ela, de biquíni, caminhando pra espreguiçadeira, com aqueles peitos balançando e aquela bunda vibrante a cada passo. Ela deitou de bruços, e a vista era sublime: dos pés, as pernas torneadas, o bumbum empinado mesmo deitada, as costas com aquela cinturinha fina e o cabelo preso, deixando os ombros à mostra. Cada vez mais com tesão... Eles começaram a esfregar os paus por cima dos shorts, me dizendo as maiores sacanagens sobre o que adorariam fazer com aquela mulherão que era minha mãe ali deitada quase nua. Até que aconteceu o inevitável: um deles me olhou e disse: "Desculpa, mas preciso disso". E sem mais, abaixou tudo e o pau dele saltou feito uma mola, começando a bater uma punheta na minha frente, me encarando e olhando para minha mãe. Meu outro amigo demorou mais meio minuto e tirou o dele também. Como podem imaginar, as coisas que eles falavam enquanto batiam uma punheta de cinema... Eu estava tão excitado quanto eles, todo empinadinho. Mas claro, me dava muita vergonha tirar meu pititinho (que era o que ele era perto dos paus deles). Por isso só ficava me esfregando, olhando para os troncos deles sem perceber.
Gus, tinha 17 anos, era uma cabeça mais alto que eu, sarado e tinha um pauzão de uns 20cm bem grosso, cheio de veias inchadas. Aparecia uma cabecinha vermelha brilhante como uma ameixa toda vez que ele puxava a pele pra trás, com uns ovões que balançavam com a punheta que ele estava batendo. Sebas tinha 16, era mais alto que eu mas mais baixo que o Gus, forte sem ser gordo. O pau dele era um pouco mais curto e fino que o do Gus, mas ainda assim bem maior que meu pititinho.
E ali estávamos nós três, eu sem parar de olhar os paus duros deles e como estavam se deliciando vendo minha mãe, que naquele momento vira de costas, pega o protetor solar e começa a passar no pescoço, nos braços e no decote. Nem preciso dizer, com as coxas entreabertas e esfregando a creme da barriga lisa até o pescoço. Os dois desconcertados, olhando aquilo e me dando um espetáculo maravilhoso com aqueles dois troncos a meio metro de mim.
De repente, Gus me olha e me vê com os olhos grudados no pedação de pau dele e percebe tudo. Sem dizer nada, pega minha mão e me faz agarrar ele. Me dizendo: "Você gosta do meu pau, né?? Gosta que sua mãe deixa ele duro assim, né???" Tudo isso... segurando minha mão com a dele para me marcar o ritmo da masturbação. Eu comecei a ficar tonta de tesão e nervos ao sentir aquela pica tão dura e poderosa na minha mão, que mal conseguia envolver ela toda por ser tão grossa. Minhas perninhas ficaram moles e ele percebeu, aproveitando para colocar a outra mão sobre minha cabecinha e me fazer ficar de joelhos diante daquela barra de carne linda que já estava babando e começando a ficar brilhante dos fluidos que escorriam. Gus pegou minha outra mãozinha e levou até os ovos dele para que eu os massageasse enquanto batia uma punheta pra ele. Ele já tinha tirado a mão de cima da minha e era eu sozinho quem estava punhetando e acariciando aquelas bolas quentes e pesadas, ali de joelhos, como se tivesse feito isso a vida toda.
Foi nesse momento que, de repente, um tapinha me tirou do meu transe. Era o Sebas que, ao ver toda aquela cena, não pôde evitar e me deu uns tapas no meu rostinho direito, dizendo: "Mmmmmm, Gus, velho, que bom, parece que além de curtir a vista dessa vagabunda pelada, seu garotinho viadinho vai chupar a nossa pica. Sabia que você era meio afeminado", ele disse, passando a cabecinha úmida pelos meus lábios até que abri minha boquinha e comecei a lamber a pica do Sebas, ainda de joelhos com as bolas e a pica do Gus nas mãos. Gus, sem parar de olhar os peitos e os quadris da minha mãe, agarrou minha cabecinha e começou a me empurrar para que eu chupasse bem a pica do Sebas. Engoli metade da pica e já estava me afogando (era minha primeira vez), e ele, segurando minha cabecinha, começou a mover os quadris como se estivesse fodendo minha boquinha virgem. Ele não aguentou muito por estar tão excitado e, sem mais, enfiou a pica o máximo que pôde na minha boca e gozou, soltando vários jatos até começar a escorrer pelos cantos da minha boca, já que ele não me deixava tirar, mesmo eu quase me afogando e tendo ânsias por engolir minha primeira porra de homem.
Quando finalmente me deixou respirar, fiquei tossindo, o que fez fios de porra e baba escorrerem da minha boca. Pelos meus beiçinhos e queixinho. Sebas recuou e se jogou na cama, muito satisfeito com a gozada que tinha me dado. Gus, que ainda estava com o pau duro que nem um louco, me agarrou pelo pulso e me fez recolher o leite que escorria da minha carinha e passar no seu pauzão, segurando meu rosto com as mãos e me dizendo quão promíscua e gostosa eu estava ali de joelhos, com os olhinhos marejados pelo boquete que tinha feito, mas que agora era a vez dele e que eu tinha que ordenhar toda a porra dele. Em seguida, começou a esfregar na minha carinha todo o seu pau duro e as bolas grandes lambuzadas das minhas babinhas e dos restos da porra do Sebas. Começar a lamber aquelas bolas enormes foi demais pra mim e comecei a gozar sem me tocar, chupando aquelas bolas e tentando enfiar as duas juntas, mas meus beiçinhos não davam conta de engolir as duas juntas, convulsionando enquanto soltava toda a minha porra como uma garotinha agarrada naquele pauzão. Isso deixou Gus que nem uma moto e ele começou a foder minha boquinha, segurando minha cabecinha contra a parede e metendo tão forte que eu engasgava e meus olhinhos reviravam. Ele me dizia que parecia estar fodendo o cu da mamãe, que de agora em diante eu ia ser a putinha dele e que ele ia me dar todo o pau e toda a porra que gostaria de dar na minha mãe. Ele ficou assim uns dez minutos fodendo minha gargantinha até que enfiou quase até as bolas o pauzão entre meus lábios cheios de babinhas e começou a soltar porra, um, dois, três até oito jatos bons que eu sentia chegando direto na minha barriguinha. Quando recuperou o fôlego, começou a mover o pau de novo na minha boquita, pedindo pra eu limpar bem, e eu, a essa altura, me sentia a namoradinha submissa dele e me esforcei muito pra mamar e mamar até que ele tirou o pau meio roxinho e esfregou ele na minha carinha mais um pouco, dizendo que eu tinha sido uma putinha muito boa e que isso era só o começo...
Eu adorava ficar com ela, porque ela era uma mulher lindíssima, tanto que toda vez que a gente saía pra fazer compras ou dar uma volta, sempre tinha homens que falavam um monte de coisas pra ela quando passava. Eu me sentia muito orgulhoso ao lado dela. E sempre que a gente ficava sozinho em casa, eu ficava babando olhando pra ela. Imaginem uma mulher de uns 46 anos, morena, com cabelo longo e cacheado, pele bem branca, não muito alta (uns 1,65m), com um peitão (um 110), quadris largos e cintura bem marcada, ou seja, fininha. Coxas fortes e bem desenhadas. E como ela tinha complexo com a altura, quase sempre usava salto alto ou plataforma, o que destacava ainda mais sua bunda perfeitamente redonda, firme e empinada. Seu rostinho era doce, com lábios bem carnudos e uns olhões castanho-claro. Uma verdadeira gostosa, que me fazia ficar sempre olhando pra ela. Além do mais, em casa ela andava bem à vontade com a roupa, na maior parte do tempo sem sutiã e com leggings ou shortinhos curtos de algodão. Era uma verdadeira poesia vê-la andando fazendo as tarefas de casa, com aqueles peitos balançando de um lado pro outro e as nádegas que pareciam estar mastigando o tecido do short até o ponto de dar pra ver metade da bunda. E aí vinha o momento mais quente pra mim: quando, com naturalidade, ela enfiava um pouco os dedos na raba pra puxar o tecido de volta, e essa operação se repetia várias vezes. Também era maravilhoso ver quando, por causa de alguma corrente de ar, os mamilos dela ficavam durinhos com aquelas tetas enormes indo pra lá e pra cá. Dá pra imaginar a quantidade de punheta que eu batia, mais de uma vez por dia. Era maravilhoso aquilo tudo. Mas claro, não era só um deleite pra mim ver aquela mulher que era minha mãe, mas também pros meus amiguinhos do bairro que vinham em casa pra jogar e muitas vezes ficavam pra lanchar. Eu me divertia muito vendo como eles ficavam nervosos de tesão ao olharem pra ela. Tenho que dizer que eu, com 14 anos, era o mais novo do grupinho, que ia de quatro a seis amigos entre 15 e 17 anos. Dá pra imaginar os comentários que eles soltavam sobre minha mãe.
O dia que tudo mudou pra mim. Antes, preciso esclarecer que naquela época, como é normal, como contei, eu batia muita punheta, mas era por dois motivos (isso fui percebendo com o tempo): o primeiro era que ela estava pra comer, e o segundo é que, de certo modo, eu não tinha muito clara minha sexualidade, porque além de gostar da mamãe, eu sentia algo tipo inveja do corpo dela. Quer dizer, eu sentia que gostaria de ser como ela, uma mulherzinha. Dito isso e esclarecido esse ponto, seguimos.
Uma tarde, estando em casa com dois dos meus amigos (os mais velhos), estávamos no meu quarto jogando Playstation, enquanto eles não paravam de me falar coisas da minha mãe, como gostariam de chupar os peitos dela e que ela chupasse os deles, comer ela por todos os lados e coisas assim, até que de repente a gente ouve a voz dela lá de baixo, me dizendo que ia tomar sol no jardim e que eu avisasse quando a gente quisesse lanchar. Aquele foi o estopim pra eles. Automaticamente largaram o controle e, entre risadas e comentários, se puseram de pé na frente da janela do meu quarto, que dava pro jardim.
E aí apareceu ela, de biquíni, caminhando pra espreguiçadeira, com aqueles peitos balançando e aquela bunda vibrante a cada passo. Ela deitou de bruços, e a vista era sublime: dos pés, as pernas torneadas, o bumbum empinado mesmo deitada, as costas com aquela cinturinha fina e o cabelo preso, deixando os ombros à mostra. Cada vez mais com tesão... Eles começaram a esfregar os paus por cima dos shorts, me dizendo as maiores sacanagens sobre o que adorariam fazer com aquela mulherão que era minha mãe ali deitada quase nua. Até que aconteceu o inevitável: um deles me olhou e disse: "Desculpa, mas preciso disso". E sem mais, abaixou tudo e o pau dele saltou feito uma mola, começando a bater uma punheta na minha frente, me encarando e olhando para minha mãe. Meu outro amigo demorou mais meio minuto e tirou o dele também. Como podem imaginar, as coisas que eles falavam enquanto batiam uma punheta de cinema... Eu estava tão excitado quanto eles, todo empinadinho. Mas claro, me dava muita vergonha tirar meu pititinho (que era o que ele era perto dos paus deles). Por isso só ficava me esfregando, olhando para os troncos deles sem perceber.
Gus, tinha 17 anos, era uma cabeça mais alto que eu, sarado e tinha um pauzão de uns 20cm bem grosso, cheio de veias inchadas. Aparecia uma cabecinha vermelha brilhante como uma ameixa toda vez que ele puxava a pele pra trás, com uns ovões que balançavam com a punheta que ele estava batendo. Sebas tinha 16, era mais alto que eu mas mais baixo que o Gus, forte sem ser gordo. O pau dele era um pouco mais curto e fino que o do Gus, mas ainda assim bem maior que meu pititinho.
E ali estávamos nós três, eu sem parar de olhar os paus duros deles e como estavam se deliciando vendo minha mãe, que naquele momento vira de costas, pega o protetor solar e começa a passar no pescoço, nos braços e no decote. Nem preciso dizer, com as coxas entreabertas e esfregando a creme da barriga lisa até o pescoço. Os dois desconcertados, olhando aquilo e me dando um espetáculo maravilhoso com aqueles dois troncos a meio metro de mim.
De repente, Gus me olha e me vê com os olhos grudados no pedação de pau dele e percebe tudo. Sem dizer nada, pega minha mão e me faz agarrar ele. Me dizendo: "Você gosta do meu pau, né?? Gosta que sua mãe deixa ele duro assim, né???" Tudo isso... segurando minha mão com a dele para me marcar o ritmo da masturbação. Eu comecei a ficar tonta de tesão e nervos ao sentir aquela pica tão dura e poderosa na minha mão, que mal conseguia envolver ela toda por ser tão grossa. Minhas perninhas ficaram moles e ele percebeu, aproveitando para colocar a outra mão sobre minha cabecinha e me fazer ficar de joelhos diante daquela barra de carne linda que já estava babando e começando a ficar brilhante dos fluidos que escorriam. Gus pegou minha outra mãozinha e levou até os ovos dele para que eu os massageasse enquanto batia uma punheta pra ele. Ele já tinha tirado a mão de cima da minha e era eu sozinho quem estava punhetando e acariciando aquelas bolas quentes e pesadas, ali de joelhos, como se tivesse feito isso a vida toda.
Foi nesse momento que, de repente, um tapinha me tirou do meu transe. Era o Sebas que, ao ver toda aquela cena, não pôde evitar e me deu uns tapas no meu rostinho direito, dizendo: "Mmmmmm, Gus, velho, que bom, parece que além de curtir a vista dessa vagabunda pelada, seu garotinho viadinho vai chupar a nossa pica. Sabia que você era meio afeminado", ele disse, passando a cabecinha úmida pelos meus lábios até que abri minha boquinha e comecei a lamber a pica do Sebas, ainda de joelhos com as bolas e a pica do Gus nas mãos. Gus, sem parar de olhar os peitos e os quadris da minha mãe, agarrou minha cabecinha e começou a me empurrar para que eu chupasse bem a pica do Sebas. Engoli metade da pica e já estava me afogando (era minha primeira vez), e ele, segurando minha cabecinha, começou a mover os quadris como se estivesse fodendo minha boquinha virgem. Ele não aguentou muito por estar tão excitado e, sem mais, enfiou a pica o máximo que pôde na minha boca e gozou, soltando vários jatos até começar a escorrer pelos cantos da minha boca, já que ele não me deixava tirar, mesmo eu quase me afogando e tendo ânsias por engolir minha primeira porra de homem.
Quando finalmente me deixou respirar, fiquei tossindo, o que fez fios de porra e baba escorrerem da minha boca. Pelos meus beiçinhos e queixinho. Sebas recuou e se jogou na cama, muito satisfeito com a gozada que tinha me dado. Gus, que ainda estava com o pau duro que nem um louco, me agarrou pelo pulso e me fez recolher o leite que escorria da minha carinha e passar no seu pauzão, segurando meu rosto com as mãos e me dizendo quão promíscua e gostosa eu estava ali de joelhos, com os olhinhos marejados pelo boquete que tinha feito, mas que agora era a vez dele e que eu tinha que ordenhar toda a porra dele. Em seguida, começou a esfregar na minha carinha todo o seu pau duro e as bolas grandes lambuzadas das minhas babinhas e dos restos da porra do Sebas. Começar a lamber aquelas bolas enormes foi demais pra mim e comecei a gozar sem me tocar, chupando aquelas bolas e tentando enfiar as duas juntas, mas meus beiçinhos não davam conta de engolir as duas juntas, convulsionando enquanto soltava toda a minha porra como uma garotinha agarrada naquele pauzão. Isso deixou Gus que nem uma moto e ele começou a foder minha boquinha, segurando minha cabecinha contra a parede e metendo tão forte que eu engasgava e meus olhinhos reviravam. Ele me dizia que parecia estar fodendo o cu da mamãe, que de agora em diante eu ia ser a putinha dele e que ele ia me dar todo o pau e toda a porra que gostaria de dar na minha mãe. Ele ficou assim uns dez minutos fodendo minha gargantinha até que enfiou quase até as bolas o pauzão entre meus lábios cheios de babinhas e começou a soltar porra, um, dois, três até oito jatos bons que eu sentia chegando direto na minha barriguinha. Quando recuperou o fôlego, começou a mover o pau de novo na minha boquita, pedindo pra eu limpar bem, e eu, a essa altura, me sentia a namoradinha submissa dele e me esforcei muito pra mamar e mamar até que ele tirou o pau meio roxinho e esfregou ele na minha carinha mais um pouco, dizendo que eu tinha sido uma putinha muito boa e que isso era só o começo...
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