Ser a piranha da família é algo que me deixa orgulhosa.
Sou filha de um casamento, Kassandra é meu nome, sou fruto de um ato de incesto onde minha mãe se envolveu com o irmão do pai dela, ou seja, meu tio.
Sei disso porque não me pareço em nada com meus irmãos; enquanto eles têm pele branca e são magros como meu "pai", a minha é mais morena e sou gordinha igual meu tio.
Tudo começou quando eu era mais nova, meu corpo já tinha se desenvolvido bastante, mal ia começar o ensino médio, mas desde anos antes as pessoas olhavam meu corpo, entre elas meu avô.
Naquela época, ele era operário e tinha desavenças com minha avó; eles se mudaram para um terreno ao lado do nosso, então podíamos vê-los, mas não imaginava que um dia meu avô fosse além. Numa tarde, estando a sós com ele, me levou ao quarto dele para me mostrar umas coisas. Lá, me convenceu com detalhes e presentes para que eu fizesse perguntas e respondesse o que ele pedia. Em uma dessas, ele perguntou se minha roupa era confortável e então se aproximou para massagear meus ombros. Depois, ele colocou os lábios atrás do meu pescoço e nuca; senti algo estranho, mas queria que continuasse. Começou a acariciar meu corpo e tocou meus peitos, enquanto continuava lambendo meu pescoço. Eu não aguentava, queria mais.
Depois disso, descobriu meus peitos levantando minha blusa e começou a chupá-los; eu sentia que estava no paraíso. Ele baixou a mão e começou a tocar minha parte íntima por cima da minha calça. Como conseguiu, desabotoou a calça e enfiou os dedos na minha buceta; sentia coisas e um medo, mas deixava ele continuar. Me recostei no sofá, ele levantou minhas pernas para tirar minha calça junto com a calcinha. Eu não sabia o que fazer. O velho só se abaixou, abriu os lábios da minha buceta e enfiou a língua; era uma sensação nova que descobri e não queria que parasse.
Ele usou os dedos a ponto de eu querer gemer, mas não podia. Quando percebi, estava tendo um orgasmo e fiquei toda molhada. Ele me disse para virar de quatro. Consegui ficar de pé e ele levantou meu quadril, eu ainda estava atordoada, mas aí sinto que algo vai entrar na minha buceta. Tento olhar e nisso sinto o pau dele entrando. Era uma sensação de dor tão forte que eu apertava o punho e queria gritar, mas não saía nada da minha boca por tudo que tinha acontecido. Era como se estivessem me abrindo por dentro. Quando ele chegou até o fundo de mim, consegui ofegar. Ele fica parado um momento e aí começa a sair. Nessa hora senti que ia me partir e eu ofegava de dor. Ele começou a fazer isso mais seguido, tentando entrar e sair. Eu ofegava e chorava pra ele parar com aquilo, mas ele continuou até que, num momento, meu corpo entrou num tipo de calor que me deixava louca e a dor diminuía. Ele continuava entrando e saindo, agora mais rápido. Eu queria enlouquecer, comecei a puxar meu cabelo porque não sabia o que tava acontecendo. Não demorou muito pra ele gozar, porque ouvi um grunhido dele e, ao dar uma última enfiada em mim, ele parou e sinto o pau dele inchar. Ele continua grunhindo e sinto como se algo me enchesse por dentro. Ele fica parado um tempo, mas sinto o pulsar do pau dele. Quando sinto, ele tira e eu simplesmente desmaio.
Acordo e vejo ele calmo. Eu estava confusa e dolorida. Ele me diz: "Fica tranquila, minha filha, isso é coisa que familiares fazem." Depois disso, saí do quarto dele. Fiquei com medo de ficar com ele, e assim passaram umas semanas. Eu tinha sonhos com ele me comendo a ponto de chorar. Mas numa dessas noites, estava acontecendo algo comigo: eu sentia um calor que queria sufocar, e aí vejo que estou me molhando. Foi aí que descobri a masturbação, porque meu corpo começou a esquentar. Eu tinha pesadelos, mas me masturbava lembrando daquilo.
Uma tarde, fico sozinha com ele de novo. Dessa vez ele me pergunta se eu estava tranquila à noite. Assustada, perguntei: "Por que você pergunta?" "Porque eu te vi se tocando." A casa era pequena, ele conseguiu me ver sem problemas. Nisso, ele tira o pau dele e eu fico hipnotizada. Me aproximo e ele pega minha mão e coloca no pau dele. Era muito grosso, mas... Não muito longo, ele me manda lamber e, do jeito que dá, começo a sentir aquele calor que experimento toda noite. Ele só apalpa meu corpo, não demora muito pra me mandar ir pra cama.
Já no quarto dele, começa a tirar minha roupa e me faz sexo oral de novo. Aí eu já gemia um pouco mais por causa daquela sensação. Não demorou muito e ele me penetrou. Dessa vez não senti tanta dor, mas comecei a gostar. Sentia muito calor, meus gemidos e suspiros eram constantes. Ele lambia meus peitos e passava a língua no meu pescoço, que virou uma área sensível pra mim. Nisso, ele grunhiu de novo, fiquei com medo e, quando senti, ele gozou dentro de novo, mas dessa vez se deitou em cima de mim pra me abraçar. Ao sentir tudo isso, tive um orgasmo e tremi.
O sexo ficou mais gostoso pra mim, comecei a pegar gosto. Quando podia, ia de noite ver o vô pra transar. Ele gostava de me colocar de quatro pra me penetrar. Depois, começou a me colocar por cima dele enquanto o velho estava deitado e pegava minhas nádegas pra me mexer do jeito que ele queria e assim gozar.
Mas o vô abusou dos meus irmãos. Transou com minha irmã e com meu irmão fez sexo oral. Deu uma confusão e minha mãe decidiu não fazer nada pra evitar problemas, mas ficou numa ameaça pra ele se afastar da gente. Depois disso, fiquei aberta pro sexo e comecei a me masturbar de noite.






Sou filha de um casamento, Kassandra é meu nome, sou fruto de um ato de incesto onde minha mãe se envolveu com o irmão do pai dela, ou seja, meu tio.
Sei disso porque não me pareço em nada com meus irmãos; enquanto eles têm pele branca e são magros como meu "pai", a minha é mais morena e sou gordinha igual meu tio.
Tudo começou quando eu era mais nova, meu corpo já tinha se desenvolvido bastante, mal ia começar o ensino médio, mas desde anos antes as pessoas olhavam meu corpo, entre elas meu avô.
Naquela época, ele era operário e tinha desavenças com minha avó; eles se mudaram para um terreno ao lado do nosso, então podíamos vê-los, mas não imaginava que um dia meu avô fosse além. Numa tarde, estando a sós com ele, me levou ao quarto dele para me mostrar umas coisas. Lá, me convenceu com detalhes e presentes para que eu fizesse perguntas e respondesse o que ele pedia. Em uma dessas, ele perguntou se minha roupa era confortável e então se aproximou para massagear meus ombros. Depois, ele colocou os lábios atrás do meu pescoço e nuca; senti algo estranho, mas queria que continuasse. Começou a acariciar meu corpo e tocou meus peitos, enquanto continuava lambendo meu pescoço. Eu não aguentava, queria mais.
Depois disso, descobriu meus peitos levantando minha blusa e começou a chupá-los; eu sentia que estava no paraíso. Ele baixou a mão e começou a tocar minha parte íntima por cima da minha calça. Como conseguiu, desabotoou a calça e enfiou os dedos na minha buceta; sentia coisas e um medo, mas deixava ele continuar. Me recostei no sofá, ele levantou minhas pernas para tirar minha calça junto com a calcinha. Eu não sabia o que fazer. O velho só se abaixou, abriu os lábios da minha buceta e enfiou a língua; era uma sensação nova que descobri e não queria que parasse.
Ele usou os dedos a ponto de eu querer gemer, mas não podia. Quando percebi, estava tendo um orgasmo e fiquei toda molhada. Ele me disse para virar de quatro. Consegui ficar de pé e ele levantou meu quadril, eu ainda estava atordoada, mas aí sinto que algo vai entrar na minha buceta. Tento olhar e nisso sinto o pau dele entrando. Era uma sensação de dor tão forte que eu apertava o punho e queria gritar, mas não saía nada da minha boca por tudo que tinha acontecido. Era como se estivessem me abrindo por dentro. Quando ele chegou até o fundo de mim, consegui ofegar. Ele fica parado um momento e aí começa a sair. Nessa hora senti que ia me partir e eu ofegava de dor. Ele começou a fazer isso mais seguido, tentando entrar e sair. Eu ofegava e chorava pra ele parar com aquilo, mas ele continuou até que, num momento, meu corpo entrou num tipo de calor que me deixava louca e a dor diminuía. Ele continuava entrando e saindo, agora mais rápido. Eu queria enlouquecer, comecei a puxar meu cabelo porque não sabia o que tava acontecendo. Não demorou muito pra ele gozar, porque ouvi um grunhido dele e, ao dar uma última enfiada em mim, ele parou e sinto o pau dele inchar. Ele continua grunhindo e sinto como se algo me enchesse por dentro. Ele fica parado um tempo, mas sinto o pulsar do pau dele. Quando sinto, ele tira e eu simplesmente desmaio.
Acordo e vejo ele calmo. Eu estava confusa e dolorida. Ele me diz: "Fica tranquila, minha filha, isso é coisa que familiares fazem." Depois disso, saí do quarto dele. Fiquei com medo de ficar com ele, e assim passaram umas semanas. Eu tinha sonhos com ele me comendo a ponto de chorar. Mas numa dessas noites, estava acontecendo algo comigo: eu sentia um calor que queria sufocar, e aí vejo que estou me molhando. Foi aí que descobri a masturbação, porque meu corpo começou a esquentar. Eu tinha pesadelos, mas me masturbava lembrando daquilo.
Uma tarde, fico sozinha com ele de novo. Dessa vez ele me pergunta se eu estava tranquila à noite. Assustada, perguntei: "Por que você pergunta?" "Porque eu te vi se tocando." A casa era pequena, ele conseguiu me ver sem problemas. Nisso, ele tira o pau dele e eu fico hipnotizada. Me aproximo e ele pega minha mão e coloca no pau dele. Era muito grosso, mas... Não muito longo, ele me manda lamber e, do jeito que dá, começo a sentir aquele calor que experimento toda noite. Ele só apalpa meu corpo, não demora muito pra me mandar ir pra cama.
Já no quarto dele, começa a tirar minha roupa e me faz sexo oral de novo. Aí eu já gemia um pouco mais por causa daquela sensação. Não demorou muito e ele me penetrou. Dessa vez não senti tanta dor, mas comecei a gostar. Sentia muito calor, meus gemidos e suspiros eram constantes. Ele lambia meus peitos e passava a língua no meu pescoço, que virou uma área sensível pra mim. Nisso, ele grunhiu de novo, fiquei com medo e, quando senti, ele gozou dentro de novo, mas dessa vez se deitou em cima de mim pra me abraçar. Ao sentir tudo isso, tive um orgasmo e tremi.
O sexo ficou mais gostoso pra mim, comecei a pegar gosto. Quando podia, ia de noite ver o vô pra transar. Ele gostava de me colocar de quatro pra me penetrar. Depois, começou a me colocar por cima dele enquanto o velho estava deitado e pegava minhas nádegas pra me mexer do jeito que ele queria e assim gozar.
Mas o vô abusou dos meus irmãos. Transou com minha irmã e com meu irmão fez sexo oral. Deu uma confusão e minha mãe decidiu não fazer nada pra evitar problemas, mas ficou numa ameaça pra ele se afastar da gente. Depois disso, fiquei aberta pro sexo e comecei a me masturbar de noite.







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