Vingança: um prato que se come frio. Parte 5

Parte 1:
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A parte 2:
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Parte 4:
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Passei a semana inteira pensando no quanto o Martin tava me fazendo sofrer com a vingança dele, cobrando tudo que eu tinha feito quando a gente era moleque... Uma semana depois da surra na casa do Germán, ele me manda mensagem pra eu terminar de pagar minha parte que a gente tinha combinado no fim de semana anterior. Na sexta à noite, ele me escreveu perguntando se eu podia ir na casa dele no sábado, que tava com vontade de me ter só pra ele.
Falei pra ela que dava, mas que era mais pro fim da tarde, e que se não desse a gente deixava pra outro dia. Ela disse que preferia deixar pro sábado seguinte pra não ter pressa nenhuma.
Ficamos assim, passou mais uma semana, e o Martin não me escreveu de novo depois da casa do Germán, parece que tava me deixando descansar.
Chegou aquele sábado, e fui na casa do Germán. A gente já tinha combinado que eu ia, e depois ele me trazia de volta pra casa.
Cheguei na casa do Germán, ele abre por dentro, sem sair.
Quando eu entrei, ele já estava pelado, com aquela rola enorme mole. Me impressionou de novo o tamanho dela.. tive que perguntar quanto media, e ele disse 24 cm. Não dava pra acreditar.
Tenho umas paradas pra hoje, vamos nos divertir pra caralho
eu: "não sei se vou me divertir tanto assim
sim, você vai ver que sim, pega tudo isso".
Igual que o Martin, eu tinha arrumado uma fio dental, uma saia, uma camiseta branca, mas ele ainda colocou uma peruca loira.
eu: "não seja mau, não me faz colocar tudo isso"
german: "relaxa, ninguém vai te ver, é pra mim, até porque vai durar pouquinho, veste logo e vamos pro quarto, assim a gente fica bem à vontade.

Eu obedeço, me visto todo e vou pro quarto. Ela tava me esperando com uma corda... "Que porra é essa?" eu pergunto.
Vem aqui, vira que vou amarrar suas mãos pra trás
Pouco convencido, aceitei, me virei e coloquei as mãos pra trás. Ela me amarrou e perguntou se tava apertado, eu disse que não, que tava de boa...
Senta na beirada da cama, joga uma almofada no chão e me fala: "Vamos começar?
Quando olhei, o pau já tava subindo, achei estranho, porque no encontro anterior não subiu na hora... não dei muita bola e comecei meu trabalho...
Eu chupava com minha peruca e todos os acessórios que a Germany tinha me dado, com minhas mãos amarradas para trás, ele gemia, e gemia.
Se para, ela me manda parar, e me joga na cama.
Coloca uns travesseiros embaixo de mim pra levantar minha bunda, eu tava com o pau tão duro e empinado, dava medo... e ele me fala "vou chupar essa buceta até você me pedir pra te comer
Já com a bunda empinadinha, ele levanta minha saia e puxa a fio dental, e começa a chupar. Chupa por um tempo, eu tava no meu mundinho, aproveitando, até que não aguentei mais e pedi pra ele me comer.
Pega o lubrificante, faz todo o ritual dela, e encosta a piroca na porta do meu cu, e me pergunta "tá pronta?
eu: "sim, manda ver por favor
Fiz um pouco de força e senti a cabeça entrando... soltei um grito de prazer que o Germán me disse: "Uii, como você gosta, putinha, hoje vou deixar sua bunda pedindo beijo, nunca vão te arrombar igual eu.
Sem tirar ela, começa a meter tudo, era interminável. Começa a meter e tirar devagar pra não doer e eu me acostumar, até que viu que tava tudo bem e começou a aumentar a intensidade.
Tava me bombando com força, me sacudindo pra todo lado, e eu tava de mãos amarradas sem conseguir parar ele, tinha pensado bem, ainda tava curtindo as investidas do Germán. De repente ele para, tira a cinta, e arranca minha calcinha fio dental. E me pergunta como eu tava, falei que por enquanto tava bem. Ele me levanta pela cintura e me deixa só com os joelhos apoiados, fica atrás de mim e, de uma vez, mete de novo. Eu gritei "ahhhh, filho da puta" e ele começa a bombar como se não houvesse amanhã. Ficou um tempão assim até que eu não aguentei mais, falei que não dava, pra ele parar um pouco, não conseguia mais me manter de joelhos.
Tira minhas pernas e me deixa da cintura pra cima apoiado na cama, e ajoelhado no chão, meu cu tava de novo 100% à disposição dele. Vinha o pior, ele de pé atrás de mim, pronto pra me comer de novo.
Me dá um tapa forte na bunda e enfia o pau de novo até o fundo, me deixou assim por um tempo. Não sei quanto tempo passou, mas não acreditava como ele não se cansava. Pedi de novo, por favor, para parar, que eu tava morto, e ele disse: "Aguenta aí, que já vou gozar." Continuou me bombando mais um pouco até falar que ia gozar. Pensei: "Beleza, vai encher meu cu de porra.
Para, me ajoelha direitinho, e enfia a pica na minha boca.. "chupa puta, vai, chupa que vou te encher de porra
Se eu começar a chupar ela, não dava pra escapar porque não tinha mãos. Ela me agarra pela nuca, me empurra o máximo que pode, até eu começar a engasgar. Ela tira, eu paro de tossir, e enfia de novo só a cabeça. Me segura a cabeça, deixa ela parada e fala "Toma, putinha, não deixa cair uma gota ahhhhhhh" e começa a gozar.
Era uma máquina de gozar. Quando terminou, me disse: "vai, abre essa boquinha". Abri e ele falou: "agora engole..." Engoli tudo como ele pediu. "Muito bem, putinha, muito bem. Agora descansa um pouquinho que vou continuar fazendo minha essa bunda divina e gulosa que você tem.
eu: "de novo? não aguento duas, tô todo quebrado
Alemanha? Vamos ter vários rounds hoje.
Olho pra ele, e a pica não tinha baixado...
Ele percebeu que eu tava olhando pra pica dele e me falou: "tomei um quarto de viagra, vou ficar de pau duro umas 4 horas... hoje você não vai aguentar só duas rodadas... vou meter pelo menos três em você
Deu pra ver que eu fiz uma cara de pânico da porra, porque ela falou na hora: "fica tranquilo que não vão ser todos assim... vou aliviar porque senão eu canso.


Passou meia hora da primeira surra, e ele ainda tava de pau duro, e me fala: "vamo, continua". Eu ainda tava algemado...
Me coloca na beira da cama, de lado, fica atrás, lubrificante, e enfia de novo o pauzão dele no meu cu... gritei de novo. Ele me bombou na meia-máquina por uns 30 minutos a mais, e dessa vez gozou dentro do meu cu.


Vai se limpar, quando voltar me avisa.
Vamos fazer assim: se você conseguir enfocar a pica toda na boca, te levo pra casa; se não conseguir, continuo arrombando teu cu... o que você acha?
eu: "beleza, então, vamos testar
Você tem 5 minutos pra provar que entra toda
Eu já sabia que não ia conseguir, e ia acabar quebrando a bunda de novo...


Me solta as mãos, e me diz, vira de costas e deixa a cabeça cair da cama...
eu: "nono, o que você vai fazer?
alemão: "você vai jogar pra ver se te entra toda
Me deito de barriga pra cima, com a cabeça pra fora da cama... e começava o desafio...
Me engasguei algumas vezes, babava toda e os líquidos que saíam da pica do alemão, tudo na minha cara. Não conseguia enfiar ela toda, até que num momento não sei o que fiz, senti que passou inteira, e acabei "dando um beijo na cintura" dele com os 24 centímetros enfiados na boca... aí ele tirou e começou a cantar "vai campeão, vai campeão", quando fui me levantar ele falou; "não não, você vai chupar mais um pouco e a gente termina
Deixa eu fuder sua cara mais um pouco, totalmente humilhado, ele gozou na minha boca de novo, mas dessa vez tive que cuspir tudo porque engasguei.


Meu cu tava agradecendo porque não ia aguentar mais uma sentada. Ele mandou eu tomar banho pra poder me levar. Tomei uma ducha rapidinha pra tirar toda a porra e baba que tava, saí e o cara ainda tava de pau duro...
Nos vestimos e fomos pra caminhonete dele. Quando entramos, ele falou: "Não vamos mais nos ver, não tô afim de continuar te comendo. Foi divertido, mas é isso, você vai continuar sendo a puta do Martin. Ele é meu amigo de infância, mas você tá aqui porque ele me devia um favor." Respondi que minha buceta ia agradecer por não ver ele nunca mais... Ele puxa a rola de novo e diz: "Chupa até a sua casa, de despedida, e pede perdão por eu continuar arrombando teu cu.
Fui chupando ela, obviamente não gozei quando chegamos, e como presente por ter me perdoado, fiquei chupando ela até gozar.


Nós nos cumprimentamos, combinamos que se nos encontrássemos em algum lugar, a gente não se conhecia, e ela foi embora.


Os encontros com o Martin não terminaram, tive que continuar indo, rolou umas paradas que vou contar no próximo.

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