A parte 1:
http://www.poringa.net/posts/relatos/5899160/Venganza-un-plato-que-se-come-frio-Parte-1.html
A parte 2:
http://www.poringa.net/posts/relatos/5899237/Venganza-un-plato-que-se-come-frio-Parte-2.htmlA parte 3:
http://www.poringa.net/posts/relatos/5900302/Venganza-un-plato-que-se-come-frio-Parte3.html
Depois de me recuperar da surra que tinham me dado, voltei com eles pra piscina. Lá a gente bateu um papo com o Germán sobre o que ele tava fazendo da vida e essas paradas, com o Martín quase não troquei ideia.
Passaram-se mais ou menos 2 horas e eles voltaram pra um segundo round. Eu ainda tava todo quebrado, e pedi pra ele me dar alguma coisa, ibuprofeno ou algo assim pra ver se eu me recuperava um pouco mais... ele trouxe, tomei e eles esperaram mais 15 minutos. Martin me pede pra eu tirar o corpo da piscina de novo e deixar as pernas dentro, pra deixar minha bunda à disposição deles de novo. Pedi pelo amor de Deus pra não ser tão intenso quanto da primeira vez, que eu não ia aguentar. Martin falou que não, que iam me comer do jeito que cada um quisesse... eu implorei, falei que fazia qualquer coisa, mas que não exagerassem.
Naquele momento os dois disseram: "O que a gente quiser?
eu: "sim, o que vocês quiserem
Aí o German pergunta pro Martin: "deixa eu ir na sua casa um dia assim, pra ter ele só pra mim?
Martin: "claro, parceiro, se é isso que você quer em troca, sem problema nenhum
É isso, com isso já me contento
Aí, por um lado, eu senti um alívio porque não iam me matar tanto agora, mas não tava seguro de vir sozinho com o maluco do Germán. Mas fazer o quê, não achava que fosse pior que o que rolou naquele dia, então encarei o "sacrifício" como algo positivo.
Fiz como pediram pra começar o segundo round, e dessa vez quem começou foi o German. Ele tirou meu short, deixou minha bunda à disposição dele e começou a fazer algo que eu não esperava. Depois de dar uns tapas e repetir de novo que eu tinha uma buceta gostosa, ele abriu minhas nádegas e começou a chupar meu cu. Nunca tinha sentido algo assim, meus olhos reviraram, o German fazia mágica com a língua dele. Eu não parava de gemer, tava curtindo pra caralho, ele ficou um tempão nessa, até que do fundo de mim saiu um "por favor, enfia logo, não aguento mais".
O alemão tira a cara de dentro da minha bunda e fala: "Do jeito que você quiser, mas vamos pra dentro, assim a gente fica mais à vontade." Saímos, nos secamos, e o alemão fala pro Martin: "Cara, leva ele pro quarto que a gente vai meter nele ali, assim a gente fica confortável na cama.
Vamos pro quarto com o Martin e ele se deita no meio da cama, pega na pica dele e me fala: "vai, começa você". Começo a chupar a pica dele, e daqui a pouco chega o German e fala: "calma aí, não me esperaram".
Ela se ajoelha atrás de mim e começa a chupar minha bunda de novo, eu não conseguia parar de gemer com a língua do Germán. Num momento, pedi de novo pra ele me comer, que eu não aguentava mais... Germán, sem dizer nada, pega o lubrificante, passa na rola e, bem devagar, começa a enfiar. Ainda tava doendo um pouco meu cu da surra que levei antes.
Me bombearam devagar como a gente tinha combinado, não vou contar mais detalhes porque fica longo e não teve nada estranho até a hora de ir embora.
Quando a gente vai embora, o Martin me fala: "não vou te levar, não tô indo pra casa".
eu: "beleza então, vou vendo como me viro" eu tava todo quebrado, e tava doendo tudo.
O alemão pula e me diz: "Onde você mora? Eu te levo, não dá pra ir embora assim...
Falo onde eu morava, e ela responde: "fechou, te levo até lá se for me chupando no caminho...
Eu: "Não te satisfaço com tudo o que fiz hoje?
alemão: "sempre dá tempo pra mais uma, mas fica de boa, mesmo que não goze, você chega e desce, beleza?
eu: "beleza, então vai
Aí o Martin vai embora, e o German vai pegar a caminhonete dele... aliás, era uma caminhonete do caralho...
Nós subimos, arrancamos, ele tira a rola e me fala: "vai, não perde tempo".
Fui chupando ela até em casa, foi uma viagem de uns 10 minutos mais ou menos... "chegamos, que merda, não gozei
Eu não falei nada, e ele me diz "te escrevo na semana que vem pra te ver de novo, que dia você pode?
eu: "sei lá, me avisa e a gente acerta
Alemão: 'Não me deixa na mão, lembra que a gente tinha um trato e eu cumpri.'
eu: "já sei sim...
Cheguei em casa e, enquanto tomava banho, ficava pensando no que o Martin tinha me falado no dia que começou toda essa loucura: que ele ia me devolver todo o bullying que eu fiz com ele quando éramos crianças... e ele estava devolvendo. Eu tava sentindo uma impotência fodida, sendo o brinquedo dele, sem poder impor nenhum limite porque ele tinha um monte de vídeos e fotos minhas.
No próximo, conto pra vocês como foi com o alemão.
http://www.poringa.net/posts/relatos/5899160/Venganza-un-plato-que-se-come-frio-Parte-1.html
A parte 2:
http://www.poringa.net/posts/relatos/5899237/Venganza-un-plato-que-se-come-frio-Parte-2.htmlA parte 3:
http://www.poringa.net/posts/relatos/5900302/Venganza-un-plato-que-se-come-frio-Parte3.html
Depois de me recuperar da surra que tinham me dado, voltei com eles pra piscina. Lá a gente bateu um papo com o Germán sobre o que ele tava fazendo da vida e essas paradas, com o Martín quase não troquei ideia.
Passaram-se mais ou menos 2 horas e eles voltaram pra um segundo round. Eu ainda tava todo quebrado, e pedi pra ele me dar alguma coisa, ibuprofeno ou algo assim pra ver se eu me recuperava um pouco mais... ele trouxe, tomei e eles esperaram mais 15 minutos. Martin me pede pra eu tirar o corpo da piscina de novo e deixar as pernas dentro, pra deixar minha bunda à disposição deles de novo. Pedi pelo amor de Deus pra não ser tão intenso quanto da primeira vez, que eu não ia aguentar. Martin falou que não, que iam me comer do jeito que cada um quisesse... eu implorei, falei que fazia qualquer coisa, mas que não exagerassem.
Naquele momento os dois disseram: "O que a gente quiser?
eu: "sim, o que vocês quiserem
Aí o German pergunta pro Martin: "deixa eu ir na sua casa um dia assim, pra ter ele só pra mim?
Martin: "claro, parceiro, se é isso que você quer em troca, sem problema nenhum
É isso, com isso já me contento
Aí, por um lado, eu senti um alívio porque não iam me matar tanto agora, mas não tava seguro de vir sozinho com o maluco do Germán. Mas fazer o quê, não achava que fosse pior que o que rolou naquele dia, então encarei o "sacrifício" como algo positivo.
Fiz como pediram pra começar o segundo round, e dessa vez quem começou foi o German. Ele tirou meu short, deixou minha bunda à disposição dele e começou a fazer algo que eu não esperava. Depois de dar uns tapas e repetir de novo que eu tinha uma buceta gostosa, ele abriu minhas nádegas e começou a chupar meu cu. Nunca tinha sentido algo assim, meus olhos reviraram, o German fazia mágica com a língua dele. Eu não parava de gemer, tava curtindo pra caralho, ele ficou um tempão nessa, até que do fundo de mim saiu um "por favor, enfia logo, não aguento mais".
O alemão tira a cara de dentro da minha bunda e fala: "Do jeito que você quiser, mas vamos pra dentro, assim a gente fica mais à vontade." Saímos, nos secamos, e o alemão fala pro Martin: "Cara, leva ele pro quarto que a gente vai meter nele ali, assim a gente fica confortável na cama.
Vamos pro quarto com o Martin e ele se deita no meio da cama, pega na pica dele e me fala: "vai, começa você". Começo a chupar a pica dele, e daqui a pouco chega o German e fala: "calma aí, não me esperaram".
Ela se ajoelha atrás de mim e começa a chupar minha bunda de novo, eu não conseguia parar de gemer com a língua do Germán. Num momento, pedi de novo pra ele me comer, que eu não aguentava mais... Germán, sem dizer nada, pega o lubrificante, passa na rola e, bem devagar, começa a enfiar. Ainda tava doendo um pouco meu cu da surra que levei antes.
Me bombearam devagar como a gente tinha combinado, não vou contar mais detalhes porque fica longo e não teve nada estranho até a hora de ir embora.
Quando a gente vai embora, o Martin me fala: "não vou te levar, não tô indo pra casa".
eu: "beleza então, vou vendo como me viro" eu tava todo quebrado, e tava doendo tudo.
O alemão pula e me diz: "Onde você mora? Eu te levo, não dá pra ir embora assim...
Falo onde eu morava, e ela responde: "fechou, te levo até lá se for me chupando no caminho...
Eu: "Não te satisfaço com tudo o que fiz hoje?
alemão: "sempre dá tempo pra mais uma, mas fica de boa, mesmo que não goze, você chega e desce, beleza?
eu: "beleza, então vai
Aí o Martin vai embora, e o German vai pegar a caminhonete dele... aliás, era uma caminhonete do caralho...
Nós subimos, arrancamos, ele tira a rola e me fala: "vai, não perde tempo".
Fui chupando ela até em casa, foi uma viagem de uns 10 minutos mais ou menos... "chegamos, que merda, não gozei
Eu não falei nada, e ele me diz "te escrevo na semana que vem pra te ver de novo, que dia você pode?
eu: "sei lá, me avisa e a gente acerta
Alemão: 'Não me deixa na mão, lembra que a gente tinha um trato e eu cumpri.'
eu: "já sei sim...
Cheguei em casa e, enquanto tomava banho, ficava pensando no que o Martin tinha me falado no dia que começou toda essa loucura: que ele ia me devolver todo o bullying que eu fiz com ele quando éramos crianças... e ele estava devolvendo. Eu tava sentindo uma impotência fodida, sendo o brinquedo dele, sem poder impor nenhum limite porque ele tinha um monte de vídeos e fotos minhas.
No próximo, conto pra vocês como foi com o alemão.
1 comentários - Venganza, un plato que se come frio. Parte 4