Cada vez me incomodavam as atitudes da minha sogra e o fato de Dante estar me traindo. Mas algo mudou naquele dia... Embora ainda não soubesse com quem ele poderia estar sendo infiel, tentei me acalmar para fazer minhas tarefas, mas estava tão furiosa com meu marido e sua mãe que rapidamente me perdi e decidi parar e tentar me acalmar. Meu coração batia acelerado e eu estava cada vez mais furiosa. E senti alguns chutes ou movimentos do meu bebê. "Shhhhh... calma, amor... a mamãe já está melhor... tudo isso me irrita. Seu pai mentindo pra mim, sua avó dando indiretas e a única pessoa mais próxima pra estar passando por esse momento ser o melhor amigo do seu pai, com quem transei e que tem tanto desejo de me comer e provar dos meus peitos... e eu gostaria que só o Dante fizesse isso." Eu chorava de impotência e continuava acariciando minha barriga. Me sentia toda trêmula e não conseguia me levantar, não conseguia sozinha porque minhas mãos e pernas tremiam de nervoso. Fiquei sentada no chão, arrumei minhas pernas e fechei os olhos, tentando respirar pausadamente, mas me veio à cabeça a imagem de ter Salvador atrás de mim, os dois completamente nus, com minha bunda bem em cima do pau enorme dele, enquanto ele acariciava minha barriga e, de vez em quando, suas mãos iam para meus peitos e a outra para minha buceta molhada, e eu mordia os lábios de prazer que essa fantasia me gerava. Ele girava as mãos enquanto sua boca beijava e lambia meus ombros e meu pescoço. Passei minha mão no cabelo como se ele estivesse ali, e como pude fiquei de joelhos, mas na famosa posição de "quatro", e imaginava como ele me comeria assim, por trás, os dois no chão. Novamente meus hormônios, meus desejos, minha tesão deram lugar à vontade doentia de estar com Salvador de novo, mas dessa vez fazendo em outras partes, sentindo atração física por outro homem que ficava louco com meus peitos melados de porra. Ele metia um, depois dois e até três dedos dentro da minha buceta. a palavra: buceta, parecia que minha cavidade tinha aumentado e me deixava ainda mais excitada, eu me tocava, meus movimentos ficavam cada vez mais fortes e eu estava no auge do clímax e sussurrei novamente por Salvador e minha mão saiu toda encharcada, cheia do meu fluxo de tanta tesão e perversão que eu tinha e sentia por ele. Consegui me levantar do chão e parecia que toda aquela raiva que eu tinha tinha sumido e eu tinha me acalmado. Me levantei com cuidado e fui preparar algo para comer. Ao terminar ainda tinha Salvador na mente e as coisas que eu adoraria fazer com ele, já que meu marido não me olhava ou não estava como antes comigo. Enquanto cortava os legumes, imaginei ele atrás de mim, me abraçando, me acariciando devagar e encostando aquele volume enorme na minha bunda e massageando de cima para baixo, da esquerda para a direita, e eu respirava ofegante devagar, joguei meu cabelo para frente imaginando que ele beijaria meu pescoço enquanto eu estava nessa posição e era tanta tesão que eu ofegava cada vez mais forte. De repente ouvi meu celular tocar. Tive que cortar minha fantasia erótica na hora e atendi.
Eu: – Alô
Dante: – Oi, meu amor, minha mulher linda
Eu: – Ah, Dante... finalmente decide aparecer...
Dante: – Desculpa, mas eu tive muito trabalho e só agora consegui um tempinho
Eu: – Ah... tudo bem
Dante: – Como você está, linda?
Eu: – Bem, só que tive algumas cãibras nas pernas, mas agora estou melhor
Dante: – Nosso bebê está se comportando mal? – ele riu
Eu: – Parece que sim... sente sua falta, que você faça carinho...
Dante: – Hoje vou tentar me liberar mais cedo para ficar com vocês. Amo vocês
Eu: – Tá bom. Nós também amamos você
Dante: – Beleza... Sim, sim... a gente se fala mais tarde – ouviram-se murmúrios do lado dele e ele desligou na hora. Ele ter desligado assim me deixou preocupada, mesmo eu não querendo pensar no meu marido. Preparei uma salada com uma milanesa e me sentei na mesa de café da manhã, onde eu tinha estado com Salvador, me sentei mais confortável com as pernas abertas e um arrepio percorreu meu corpo ao olhar para baixo imaginando que ele estava ali. Salvador me beijando, lambendo e chupando minha buceta como um desenfreado. Novamente sentia um forte desejo de estar com ele e continuar muito mais do que havíamos começado. Já não estava tão insegura e desta vez queria transar e fazer do jeito que ele quisesse. Escrevi tanto para ele quanto para o pai dele que pela manhã seguinte teria tudo pronto e poderia levar. Talvez eu aproveite a oportunidade e aconteça algo mais entre nós. Não queria criar expectativas, mas estava tão excitada, que parecia uma criança pequena esperando o Papai Noel me dar aquele presente que pedi na minha cartinha. E escrevi: "Olá, boa tarde. Amanhã já terei tudo pronto. Posso levar na sua casa ao meio-dia? Saudações, Giuliana" Meu coração batia muito acelerado e logo recebi a resposta de Salvador: "Olá Yulita. Se preferir, eu busco para você não ficar indo e vindo. Quer que a gente se encontre em algum lugar ou na sua casa para você me dar as coisas e eu poder pagar?" "Olá Salvador... se for melhor para você, a gente se encontra onde você disser, levo na casa do seu pai" Ele me respondeu: "Não, na casa do meu pai não. Este é meu endereço, se quiser traga aqui para eu poder guardar tudo com mais segurança e longe da minha mãe" Ele me passou o endereço e ficava perto da casa de uma amiga, então caso alguém perguntasse, poderia deixar o carro lá e caminhar a quadra e meia de distância que tinha "Que tal amanhã às 11?" "Poderia ser às 13h? Porque amanhã tenho umas coisas para fazer e talvez te faça esperar se for às 11. Às 13 estarei em casa e livre" "Está bem. Nos vemos amanhã" "Um beijo, Yulita..." Suspirei e imaginei mil coisas, todas relacionadas a um encontro onde, ao nos vermos, nos soltaríamos e faríamos juntos. Para começar, ele deseja meu corpo, ainda mais meus peitos enormes com leite, deve me ver como aquelas mulheres modelos que posam nuas nas capas de revistas masculinas. Sentindo apenas tesão e desejo pelos meus seios e pelo que eles produziam. Comecei a acariciar minha minha barriga e meus mamilos estavam bem duros, quase explodindo. Ouvi meu celular e ele cortou o clima em que eu estava – era da clínica perguntando se eu queria adiantar a ultrassom para hoje às 16h, e eu disse que sim. Me apressei para terminar e logo escrevi para o Dante: "Oi amor, adiantaram minha ultrassom para hoje, tomara que você possa vir. Te amo" – sorri meio fazendo careta e escrevi no grupo da minha família: "Oi família, como estão? Adiantaram a eco para hoje. Provavelmente vou com o Dante, mas se ele aparecer, finalmente vamos saber o que é. Amo vocês". Eles responderam na hora. "Boa sorte, Yuli, com certeza vai ser uma menina!" "Não, não, pela barriga dela e por estar tão linda: é um menino" "Tomara que seja menina, pra ter uma princesinha na família" "Seja o que for, vamos mimar sem limites. Te amo, filha" "E capaz de ser mais um garotinho, meu neto, depois que eu só tive vocês, 'chinelinhas'!" Ri com todas as respostas, e o Dante ainda nem tinha lido nem respondido minha mensagem. Fui me trocar para sair mais cedo e poder resolver a papelada com calma. Saí com os papéis e meus documentos, e também levei dinheiro por precaução. Quando cheguei lá, não encontrava vaga para estacionar, tive que deixar o carro a quase duas quadras, mas não liguei – tinha chegado cedo e estava com tempo. Fui até o guichê, me identifiquei, entreguei os documentos e esperei. Entrei na sala de espera e, enquanto estava sentada, vi que tinha muita gente ao redor: outras grávidas, mães com filhos pequenos, idosos e vários homens. Mais adiante, ouvi sussurros saindo de uma sala de consulta, um grupo de três pessoas conversando, e levantei o olhar – não acreditei em quem vi: era o Salvador com os pais dele. Baixei o olhar totalmente corada e percebi que o Rodas me viu e comentou algo com a esposa e o filho. O Salvador, ao me ver, teve o olhar que se acendeu e esboçou um sorrisão. Os três se aproximaram para me cumprimentar. Rodas: — Oi, Yuliana... que coincidência te encontrar por aqui
Eu: - Oi, como vocês estão?
Salva: - Oi Yulita, ela é a Ramona, minha mãe
Eu: - Oi, tudo bem, senhora?
Ramona: - O prazer é meu, querida... tudo bem
Salva: - Se vocês quiserem, eu alcanço vocês depois...
Rodas: - Tá bom, filho. Fique bem, Yuliana
Nós nos despedimos dos dois, eles foram embora e Salvador ficou comigo
Salva: - O que você tá fazendo aqui? Aconteceu algo com seu bebê ou com a gravidez?
Eu: - Não... não, é só um ultrassom que preciso fazer, um check-up de rotina...
Salva: - Ah, que bom... e meu amigo?
Eu: - Seu amigo... - suspirei - bom, não sei, deve estar com muito trabalho já que nem se digna a ler minhas mensagens...
Salva: - Se você não se importar, posso te acompanhar... pra você não ficar sozinha
Eu: - Ah não, não... pelo amor de Deus, não...
Salva: - Eu não tenho problema nenhum, vou mandar uma mensagem pro meu pai pra eles irem tranquilos sem mim e eu fico com você - ele escreveu uma mensagem e, ao enviar, sorriu pra mim.
Algumas cadeiras próximas ficaram livres e fomos nos sentar ali. Eu segurava os papéis e a garrafa de água, e ao me ver com tudo nas mãos, Salvador pegou os papéis e eu fiquei tomando água. Notei que ele não tirava o olho dos meus peitos e da minha barriga, que estava cada vez mais evidente.
Me chamaram e, ao tentar levantar, tive dificuldade. Salvador me ajudou a ficar de pé e fomos caminhando. Parecíamos um casal indo ver o bebê.
Ao entrar, o especialista nos cumprimentou, me fez deitar e passou o gel.
Começou a passar o aparelho na região enquanto olhava, anotava sobre a placenta, o líquido, o tamanho do bebê, até que perguntou:
Esp: - Já sabem o que é?
Salva: - Não, não... mas eu gostaria de saber, aliás, nós gostaríamos de saber...
Eu olhei pra ele estranhada, ele piscou pra mim.
Esp: - É um menino... olhem... aqui dá pra ver os genitais... - os dois riram porque o bebê abriu as pernas, se mostrando mais - bom, vamos ver se seu bebê fica assim, vou tirar uma imagem pra vocês poderem mostrar pra família, é muito exibido o pequeno!! Tudo está muito bem, mamãe e papai! Ele tem peso e medida de acordo com seu tempo de gestação, está tudo indo muito bem. muito bem. Então vamos aproveitar o seu filhinho. Eu estava emocionada, sabíamos que era um menino. Ele nos entregou a pasta com os resultados, nos despedimos e saímos. Eu estava muito feliz que tudo estava indo tão bem, Salvador colocou a mão no meu ombro e fomos andando até o meu carro.
Eu: Obrigada por isso... a verdade é que me fez bem ter alguém comigo nesse momento...
Salva: De nada, obrigado a você por permitir que eu ficasse e que me deixasse ver seu bebê... agora que sabe o sexo, já sabe que nome vão colocar?
Eu: E eu tinha muito mais nomes de menina do que de menino...
Salva: Lembro que uma vez eu dizia pros meus pais que no dia que eu tivesse um filho, colocaria Jeremías ou Baltazar...
Eu: Nossa, gostei dos dois nomes...
Salva: Ei, mas não roube meus nomes... - ambos rimos - se usar algum deles ou os dois, gostaria de ser o padrinho para poder guiá-lo pelo caminho do bem: se declarar para todas as garotas, sair com os amigos, ficar bêbado... - dessa vez só ele riu e eu sorri - é brincadeira... não sou desses.
Eu: Ainda bem... porque eu ia ter que procurar um exemplo melhor pro meu filho.
Salva: Que maldade, hein... - rimos - se quiser, eu dirijo, assim você pode escrever pra sua família e pro seu marido sobre o bebê.
Eu: Ai, você faria esse favor pra mim???
Salva: Sim, claro... eu dirijo. Você aproveita e manda pra eles!
Ambos entramos e fomos para a minha casa. Toda a minha família estava muito feliz e super contente que tudo estivesse bem na minha gravidez e por saber o sexo do bebê. Escrevi de novo para Dante e ele leu a primeira mensagem, mas me deixou no vácuo!
Ao chegar, ele para o carro e ficamos alguns minutos em silêncio, até que ele diz:
Salva: Obrigado... obrigado de novo por me permitir estar presente nesse momento tão importante pra você.
Eu: Na verdade, eu é que estou mais que agradecida... pensei que conseguiria passar por esse momento sozinha, mas me fez muito bem você estar...
Salva: Quer entrar e tomar alguma coisa? Está muito calor e não quero que te faça mal...
Eu: Não, acho que não conveniente... Salva: - Mas a gente toma alguma coisa e depois você vai embora mais tranquila e eu fico mais tranquilo, não que você vá embora, mas que você se recupere porque vejo que você está emocionada.
Eu: - É... obrigada... bom. Tá bom. Aceito um copo d'água.
Salva: - Perfeito. Vem.
Ambos descemos do carro, ele me deu as chaves do meu carro e abriu a porta da casa dele e entramos. Ele ligou o ar porque estava muito calor e minhas bochechas estavam bem vermelhas.
Salva: - Senta onde se sentir confortável, vou buscar algo bem gelado pra gente tomar...
Eu: - Tá bom, obrigada. - Olhei com atenção toda a sala, admirando tudo que tinha, vi uns quadros com fotos dele junto com Dante, Elias e mais alguns posando e sorrindo, parecia quando tinham uns 18 anos numa piscina, sorri ao ver o Dante e pensei: "Nossa... como ele mudou!" E continuei olhando e tinha fotos do Salvador com os pais e irmãos. Alguns quadros e enfeites de parede.
E Salvador volta com uma bandeja com copos de suco e algo mais.
Salva: - Gostou da minha casa?
Eu: - Sim, desculpa se te incomodei de ficar olhando suas coisas, mas adoro observar e encontrei uma foto que você está com meu marido e o outro amigo dele... e tem mais alguns. De quando é essa foto? - Sentei no sofá.
Salva: - Ahhhh do churrasco da festa de formatura, acho que foi ali. - Foi buscar a foto e sentou ao meu lado. - Porque a gente usava aqueles óculos estilosos que comprei no centro no mesmo dia que o Dante. Todo mundo dizia que um dos dois tinha copiado e foi uma coincidência... - Pegou o celular e procurou na galeria mais fotos daquele dia. - Olha... aqui estamos nós: seu marido e eu, o que está no fundo é o Jonatan, um amigo meu que olha a cara dele, porque ele gritava que parecíamos irmãs gêmeas. - Rimos os dois. - Aqui nessa outra tinha umas colegas nossas, aqui estou eu, Matias... esse outro... hmmmm Gervasio, a gente chamava ele de "grão-de-bico", seu marido também está... mais algumas colegas... - Enquanto me mostrava as fotos. Me estiquei na mesa para pegar um copo e uns salgadinhos que tinha trazido - bom... acho que é isso - ele sorriu enquanto eu estava bebendo água e eu só forcei um sorriso - Sabe de uma coisa, Yulita?
Eu: - Vai... fala... - enquanto me limpava a boca com o guardanapo
Salva: - Ainda não entendo como meu amigo, quer dizer, seu marido te deixa tanto tempo sozinha... sabendo que você está grávida... - cada vez se aproximava mais de mim - talvez você precise de uma mão, de companhia ou de um carinho...
Eu: - Obrigada... mas eu tenho um bom carinho...
Salva: - Bom, eu não acho... - Senti sua mão subindo pelo meu braço, senti uma eletricidade que percorreu meu corpo e me obrigou a fechar os olhos e suspirar. Senti sua boca no meu pescoço, ele me dava beijos suaves enquanto me acariciava e eu sentia um calor indescritível. O sentia quase em cima de mim. Enquanto me beijava e me tocava devagar pelos meus ombros e pescoço. Eu, que estava mais que carente de atenção e amor, me entreguei como se ele fosse meu marido. Abri as pernas lentamente e fui acariciando suas costas, olhei nos seus olhos e sorri, foi como a chave que abriu a paixão. CONTINUARÁ...
Eu: – Alô
Dante: – Oi, meu amor, minha mulher linda
Eu: – Ah, Dante... finalmente decide aparecer...
Dante: – Desculpa, mas eu tive muito trabalho e só agora consegui um tempinho
Eu: – Ah... tudo bem
Dante: – Como você está, linda?
Eu: – Bem, só que tive algumas cãibras nas pernas, mas agora estou melhor
Dante: – Nosso bebê está se comportando mal? – ele riu
Eu: – Parece que sim... sente sua falta, que você faça carinho...
Dante: – Hoje vou tentar me liberar mais cedo para ficar com vocês. Amo vocês
Eu: – Tá bom. Nós também amamos você
Dante: – Beleza... Sim, sim... a gente se fala mais tarde – ouviram-se murmúrios do lado dele e ele desligou na hora. Ele ter desligado assim me deixou preocupada, mesmo eu não querendo pensar no meu marido. Preparei uma salada com uma milanesa e me sentei na mesa de café da manhã, onde eu tinha estado com Salvador, me sentei mais confortável com as pernas abertas e um arrepio percorreu meu corpo ao olhar para baixo imaginando que ele estava ali. Salvador me beijando, lambendo e chupando minha buceta como um desenfreado. Novamente sentia um forte desejo de estar com ele e continuar muito mais do que havíamos começado. Já não estava tão insegura e desta vez queria transar e fazer do jeito que ele quisesse. Escrevi tanto para ele quanto para o pai dele que pela manhã seguinte teria tudo pronto e poderia levar. Talvez eu aproveite a oportunidade e aconteça algo mais entre nós. Não queria criar expectativas, mas estava tão excitada, que parecia uma criança pequena esperando o Papai Noel me dar aquele presente que pedi na minha cartinha. E escrevi: "Olá, boa tarde. Amanhã já terei tudo pronto. Posso levar na sua casa ao meio-dia? Saudações, Giuliana" Meu coração batia muito acelerado e logo recebi a resposta de Salvador: "Olá Yulita. Se preferir, eu busco para você não ficar indo e vindo. Quer que a gente se encontre em algum lugar ou na sua casa para você me dar as coisas e eu poder pagar?" "Olá Salvador... se for melhor para você, a gente se encontra onde você disser, levo na casa do seu pai" Ele me respondeu: "Não, na casa do meu pai não. Este é meu endereço, se quiser traga aqui para eu poder guardar tudo com mais segurança e longe da minha mãe" Ele me passou o endereço e ficava perto da casa de uma amiga, então caso alguém perguntasse, poderia deixar o carro lá e caminhar a quadra e meia de distância que tinha "Que tal amanhã às 11?" "Poderia ser às 13h? Porque amanhã tenho umas coisas para fazer e talvez te faça esperar se for às 11. Às 13 estarei em casa e livre" "Está bem. Nos vemos amanhã" "Um beijo, Yulita..." Suspirei e imaginei mil coisas, todas relacionadas a um encontro onde, ao nos vermos, nos soltaríamos e faríamos juntos. Para começar, ele deseja meu corpo, ainda mais meus peitos enormes com leite, deve me ver como aquelas mulheres modelos que posam nuas nas capas de revistas masculinas. Sentindo apenas tesão e desejo pelos meus seios e pelo que eles produziam. Comecei a acariciar minha minha barriga e meus mamilos estavam bem duros, quase explodindo. Ouvi meu celular e ele cortou o clima em que eu estava – era da clínica perguntando se eu queria adiantar a ultrassom para hoje às 16h, e eu disse que sim. Me apressei para terminar e logo escrevi para o Dante: "Oi amor, adiantaram minha ultrassom para hoje, tomara que você possa vir. Te amo" – sorri meio fazendo careta e escrevi no grupo da minha família: "Oi família, como estão? Adiantaram a eco para hoje. Provavelmente vou com o Dante, mas se ele aparecer, finalmente vamos saber o que é. Amo vocês". Eles responderam na hora. "Boa sorte, Yuli, com certeza vai ser uma menina!" "Não, não, pela barriga dela e por estar tão linda: é um menino" "Tomara que seja menina, pra ter uma princesinha na família" "Seja o que for, vamos mimar sem limites. Te amo, filha" "E capaz de ser mais um garotinho, meu neto, depois que eu só tive vocês, 'chinelinhas'!" Ri com todas as respostas, e o Dante ainda nem tinha lido nem respondido minha mensagem. Fui me trocar para sair mais cedo e poder resolver a papelada com calma. Saí com os papéis e meus documentos, e também levei dinheiro por precaução. Quando cheguei lá, não encontrava vaga para estacionar, tive que deixar o carro a quase duas quadras, mas não liguei – tinha chegado cedo e estava com tempo. Fui até o guichê, me identifiquei, entreguei os documentos e esperei. Entrei na sala de espera e, enquanto estava sentada, vi que tinha muita gente ao redor: outras grávidas, mães com filhos pequenos, idosos e vários homens. Mais adiante, ouvi sussurros saindo de uma sala de consulta, um grupo de três pessoas conversando, e levantei o olhar – não acreditei em quem vi: era o Salvador com os pais dele. Baixei o olhar totalmente corada e percebi que o Rodas me viu e comentou algo com a esposa e o filho. O Salvador, ao me ver, teve o olhar que se acendeu e esboçou um sorrisão. Os três se aproximaram para me cumprimentar. Rodas: — Oi, Yuliana... que coincidência te encontrar por aqui
Eu: - Oi, como vocês estão?
Salva: - Oi Yulita, ela é a Ramona, minha mãe
Eu: - Oi, tudo bem, senhora?
Ramona: - O prazer é meu, querida... tudo bem
Salva: - Se vocês quiserem, eu alcanço vocês depois...
Rodas: - Tá bom, filho. Fique bem, Yuliana
Nós nos despedimos dos dois, eles foram embora e Salvador ficou comigo
Salva: - O que você tá fazendo aqui? Aconteceu algo com seu bebê ou com a gravidez?
Eu: - Não... não, é só um ultrassom que preciso fazer, um check-up de rotina...
Salva: - Ah, que bom... e meu amigo?
Eu: - Seu amigo... - suspirei - bom, não sei, deve estar com muito trabalho já que nem se digna a ler minhas mensagens...
Salva: - Se você não se importar, posso te acompanhar... pra você não ficar sozinha
Eu: - Ah não, não... pelo amor de Deus, não...
Salva: - Eu não tenho problema nenhum, vou mandar uma mensagem pro meu pai pra eles irem tranquilos sem mim e eu fico com você - ele escreveu uma mensagem e, ao enviar, sorriu pra mim.
Algumas cadeiras próximas ficaram livres e fomos nos sentar ali. Eu segurava os papéis e a garrafa de água, e ao me ver com tudo nas mãos, Salvador pegou os papéis e eu fiquei tomando água. Notei que ele não tirava o olho dos meus peitos e da minha barriga, que estava cada vez mais evidente.
Me chamaram e, ao tentar levantar, tive dificuldade. Salvador me ajudou a ficar de pé e fomos caminhando. Parecíamos um casal indo ver o bebê.
Ao entrar, o especialista nos cumprimentou, me fez deitar e passou o gel.
Começou a passar o aparelho na região enquanto olhava, anotava sobre a placenta, o líquido, o tamanho do bebê, até que perguntou:
Esp: - Já sabem o que é?
Salva: - Não, não... mas eu gostaria de saber, aliás, nós gostaríamos de saber...
Eu olhei pra ele estranhada, ele piscou pra mim.
Esp: - É um menino... olhem... aqui dá pra ver os genitais... - os dois riram porque o bebê abriu as pernas, se mostrando mais - bom, vamos ver se seu bebê fica assim, vou tirar uma imagem pra vocês poderem mostrar pra família, é muito exibido o pequeno!! Tudo está muito bem, mamãe e papai! Ele tem peso e medida de acordo com seu tempo de gestação, está tudo indo muito bem. muito bem. Então vamos aproveitar o seu filhinho. Eu estava emocionada, sabíamos que era um menino. Ele nos entregou a pasta com os resultados, nos despedimos e saímos. Eu estava muito feliz que tudo estava indo tão bem, Salvador colocou a mão no meu ombro e fomos andando até o meu carro.
Eu: Obrigada por isso... a verdade é que me fez bem ter alguém comigo nesse momento...
Salva: De nada, obrigado a você por permitir que eu ficasse e que me deixasse ver seu bebê... agora que sabe o sexo, já sabe que nome vão colocar?
Eu: E eu tinha muito mais nomes de menina do que de menino...
Salva: Lembro que uma vez eu dizia pros meus pais que no dia que eu tivesse um filho, colocaria Jeremías ou Baltazar...
Eu: Nossa, gostei dos dois nomes...
Salva: Ei, mas não roube meus nomes... - ambos rimos - se usar algum deles ou os dois, gostaria de ser o padrinho para poder guiá-lo pelo caminho do bem: se declarar para todas as garotas, sair com os amigos, ficar bêbado... - dessa vez só ele riu e eu sorri - é brincadeira... não sou desses.
Eu: Ainda bem... porque eu ia ter que procurar um exemplo melhor pro meu filho.
Salva: Que maldade, hein... - rimos - se quiser, eu dirijo, assim você pode escrever pra sua família e pro seu marido sobre o bebê.
Eu: Ai, você faria esse favor pra mim???
Salva: Sim, claro... eu dirijo. Você aproveita e manda pra eles!
Ambos entramos e fomos para a minha casa. Toda a minha família estava muito feliz e super contente que tudo estivesse bem na minha gravidez e por saber o sexo do bebê. Escrevi de novo para Dante e ele leu a primeira mensagem, mas me deixou no vácuo!
Ao chegar, ele para o carro e ficamos alguns minutos em silêncio, até que ele diz:
Salva: Obrigado... obrigado de novo por me permitir estar presente nesse momento tão importante pra você.
Eu: Na verdade, eu é que estou mais que agradecida... pensei que conseguiria passar por esse momento sozinha, mas me fez muito bem você estar...
Salva: Quer entrar e tomar alguma coisa? Está muito calor e não quero que te faça mal...
Eu: Não, acho que não conveniente... Salva: - Mas a gente toma alguma coisa e depois você vai embora mais tranquila e eu fico mais tranquilo, não que você vá embora, mas que você se recupere porque vejo que você está emocionada.
Eu: - É... obrigada... bom. Tá bom. Aceito um copo d'água.
Salva: - Perfeito. Vem.
Ambos descemos do carro, ele me deu as chaves do meu carro e abriu a porta da casa dele e entramos. Ele ligou o ar porque estava muito calor e minhas bochechas estavam bem vermelhas.
Salva: - Senta onde se sentir confortável, vou buscar algo bem gelado pra gente tomar...
Eu: - Tá bom, obrigada. - Olhei com atenção toda a sala, admirando tudo que tinha, vi uns quadros com fotos dele junto com Dante, Elias e mais alguns posando e sorrindo, parecia quando tinham uns 18 anos numa piscina, sorri ao ver o Dante e pensei: "Nossa... como ele mudou!" E continuei olhando e tinha fotos do Salvador com os pais e irmãos. Alguns quadros e enfeites de parede.
E Salvador volta com uma bandeja com copos de suco e algo mais.
Salva: - Gostou da minha casa?
Eu: - Sim, desculpa se te incomodei de ficar olhando suas coisas, mas adoro observar e encontrei uma foto que você está com meu marido e o outro amigo dele... e tem mais alguns. De quando é essa foto? - Sentei no sofá.
Salva: - Ahhhh do churrasco da festa de formatura, acho que foi ali. - Foi buscar a foto e sentou ao meu lado. - Porque a gente usava aqueles óculos estilosos que comprei no centro no mesmo dia que o Dante. Todo mundo dizia que um dos dois tinha copiado e foi uma coincidência... - Pegou o celular e procurou na galeria mais fotos daquele dia. - Olha... aqui estamos nós: seu marido e eu, o que está no fundo é o Jonatan, um amigo meu que olha a cara dele, porque ele gritava que parecíamos irmãs gêmeas. - Rimos os dois. - Aqui nessa outra tinha umas colegas nossas, aqui estou eu, Matias... esse outro... hmmmm Gervasio, a gente chamava ele de "grão-de-bico", seu marido também está... mais algumas colegas... - Enquanto me mostrava as fotos. Me estiquei na mesa para pegar um copo e uns salgadinhos que tinha trazido - bom... acho que é isso - ele sorriu enquanto eu estava bebendo água e eu só forcei um sorriso - Sabe de uma coisa, Yulita?
Eu: - Vai... fala... - enquanto me limpava a boca com o guardanapo
Salva: - Ainda não entendo como meu amigo, quer dizer, seu marido te deixa tanto tempo sozinha... sabendo que você está grávida... - cada vez se aproximava mais de mim - talvez você precise de uma mão, de companhia ou de um carinho...
Eu: - Obrigada... mas eu tenho um bom carinho...
Salva: - Bom, eu não acho... - Senti sua mão subindo pelo meu braço, senti uma eletricidade que percorreu meu corpo e me obrigou a fechar os olhos e suspirar. Senti sua boca no meu pescoço, ele me dava beijos suaves enquanto me acariciava e eu sentia um calor indescritível. O sentia quase em cima de mim. Enquanto me beijava e me tocava devagar pelos meus ombros e pescoço. Eu, que estava mais que carente de atenção e amor, me entreguei como se ele fosse meu marido. Abri as pernas lentamente e fui acariciando suas costas, olhei nos seus olhos e sorri, foi como a chave que abriu a paixão. CONTINUARÁ...
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