Beleza, hoje vim contar a segunda parte da minha história com a mãe do meu melhor amigo. A primeira tá no meu perfil.
Depois daquela noite com a Vero, uma baixinha que me sugou até a última gota, a gente começou a se ver mais vezes, mas por algum motivo que a gente não entende, sempre nos interrompiam na hora de transar. Era meu amigo, o carteiro, sei lá.
Até que um dia, do nada, recebi uma mensagem enquanto tava saindo da faculdade, dizendo pra eu ir na esquina que ela tava lá. Perguntei pra quê, e ela falou que era surpresa. Acabei entrando no carro da Vero e ela arrancou até chegar no que todo mundo já imagina: UM MOTEL. A mãe do meu melhor amigo me levou pra um motel pra gente poder transar sossegado.
Entramos e, na recepção, quase não me deixaram passar porque eu tava de uniforme, mas com dinheiro a gente resolveu tudo. Subimos e, enquanto ela ia na frente, eu via a bunda dela quicando como nunca, fiquei durasso. Entramos no quarto e, assim que a porta fechou, começamos a nos pegar igual uns desesperados. Senti a calcinha fio dental dela encharcada de tão molhada que tava.
Vero: Vai, filhote, tira essa pica pra fora que tô com vontade de chupar.
Eu: Cê tá com fome, hein?
Vero: Sim, me dá essa pica que eu tanto gosto.
Eu: Que puta que você é.
Vero: Sim, sua puta eu sou.
Peguei ela pelo cabelo e fiz ela chupar de joelhos, me olhando com aqueles olhos de puta. Ela me batia uma punheta, chupava minhas bolas e falava coisas tipo "vai, goza pra mamãe" ou "não vai me dar seu leite?". Até que eu esquentei demais e gozei na boquinha dela.
Vero: Ai, filhote, que gostoso é seu leite?
Eu: Leite doce, cê que sabe.
Vero: Engoli tudo, adorei. Tava bem grosso.
Ela se deitou na cama e abriu as pernas. Meti nela igual um louco, a gente comeu duro e gostoso aquela buceta suculenta. Sentia ela queimando por dentro, me apertando e pulsando. Dava pra ouvir os gritos de prazer no motel inteiro. Ficamos assim até baterem na porta e nos mandarem sair do hotel porque tinha reclamação dos gritos, e não só isso, a gente tinha passado do tempo.
Nos vestimos como deu, Vero com o cabelo todo bagunçado, sem ter gozado, e eu com a pica dura e a porra na ponta. Ainda por cima, quando saímos já era noite, entramos no carro e começamos a voltar pra casa quando me veio uma ideia passando por uma praça meio escura.
Eu: Olha, não tem luz, quer ir?
Vero: Hã?
Eu: Sei lá você, mas eu ainda tô com vontade de gozar.
Vero: Que tarado que você é, e se alguém nos vê?
Eu: Ué, vão ver a mãe do meu amigo dando pra um cara.
Vero: Quando você fala assim parece ruim.
Eu: Mas você adora tomar minha porra e gosta que eu te como com força.
Vero: Tá te fazendo mal transar, hahaha.
Estacionei o carro na rua e a gente desceu pra andar no escuro, por sorte não dava pra ver nada porque as luzes estavam todas quebradas.
Eu: Beleza, tira a roupa.
Vero: Tudo?
Eu: Ué, você transa vestida?
Vero: Você é tarado mesmo.
Ela começou a se despir e ficou completamente pelada no meio de um lugar público como se fosse uma puta. Sentei num banco que tinha e coloquei a pica pra fora. Vero arregalou os olhos, mas não pensou duas vezes, sentou e, olhando pra todo lado, começou a se mexer devagar, entrando e saindo suave.
Vero: Me dá mais rápido e forte contra a árvore.
Eu: E eu sou o tarado, puta?
A gente se levantou e foi contra a árvore. Meti nela e comecei a comer com força. Nessa hora ela não se segurou mais, gemeu a plenos pulmões enquanto eu segurava ela pelo cabelo, metia com toda a raiva até ela soltar uma frase: "vai dar porra pra mamãe". Naquela hora, gozei com toda a fúria que tinha, joguei toda a porra dentro, sem camisinha como sempre, mas dessa vez terminei que nem um cavalo, parecia até meleca. Vero ficou descansando encostada na árvore, escorrendo.
Vero: Me faz um favor? Eu: Que?
Vero: Passa um desodorante pequeno da minha bolsa pra mim
Eu: Beleza
Vejo ela enfiar ele como se fosse um vibrador
Vero: Vou guardar pra mais tarde, quero ficar com ele dentro um tempinho
Eu: Que puta que tu é
Vero: Toda sua
No final ela se trocou e acabou me levando pra minha casa.
Bom, essa seria a segunda parte. Deixem pontos se quiserem saber mais.
Depois daquela noite com a Vero, uma baixinha que me sugou até a última gota, a gente começou a se ver mais vezes, mas por algum motivo que a gente não entende, sempre nos interrompiam na hora de transar. Era meu amigo, o carteiro, sei lá.
Até que um dia, do nada, recebi uma mensagem enquanto tava saindo da faculdade, dizendo pra eu ir na esquina que ela tava lá. Perguntei pra quê, e ela falou que era surpresa. Acabei entrando no carro da Vero e ela arrancou até chegar no que todo mundo já imagina: UM MOTEL. A mãe do meu melhor amigo me levou pra um motel pra gente poder transar sossegado.
Entramos e, na recepção, quase não me deixaram passar porque eu tava de uniforme, mas com dinheiro a gente resolveu tudo. Subimos e, enquanto ela ia na frente, eu via a bunda dela quicando como nunca, fiquei durasso. Entramos no quarto e, assim que a porta fechou, começamos a nos pegar igual uns desesperados. Senti a calcinha fio dental dela encharcada de tão molhada que tava.
Vero: Vai, filhote, tira essa pica pra fora que tô com vontade de chupar.
Eu: Cê tá com fome, hein?
Vero: Sim, me dá essa pica que eu tanto gosto.
Eu: Que puta que você é.
Vero: Sim, sua puta eu sou.
Peguei ela pelo cabelo e fiz ela chupar de joelhos, me olhando com aqueles olhos de puta. Ela me batia uma punheta, chupava minhas bolas e falava coisas tipo "vai, goza pra mamãe" ou "não vai me dar seu leite?". Até que eu esquentei demais e gozei na boquinha dela.
Vero: Ai, filhote, que gostoso é seu leite?
Eu: Leite doce, cê que sabe.
Vero: Engoli tudo, adorei. Tava bem grosso.
Ela se deitou na cama e abriu as pernas. Meti nela igual um louco, a gente comeu duro e gostoso aquela buceta suculenta. Sentia ela queimando por dentro, me apertando e pulsando. Dava pra ouvir os gritos de prazer no motel inteiro. Ficamos assim até baterem na porta e nos mandarem sair do hotel porque tinha reclamação dos gritos, e não só isso, a gente tinha passado do tempo.
Nos vestimos como deu, Vero com o cabelo todo bagunçado, sem ter gozado, e eu com a pica dura e a porra na ponta. Ainda por cima, quando saímos já era noite, entramos no carro e começamos a voltar pra casa quando me veio uma ideia passando por uma praça meio escura.
Eu: Olha, não tem luz, quer ir?
Vero: Hã?
Eu: Sei lá você, mas eu ainda tô com vontade de gozar.
Vero: Que tarado que você é, e se alguém nos vê?
Eu: Ué, vão ver a mãe do meu amigo dando pra um cara.
Vero: Quando você fala assim parece ruim.
Eu: Mas você adora tomar minha porra e gosta que eu te como com força.
Vero: Tá te fazendo mal transar, hahaha.
Estacionei o carro na rua e a gente desceu pra andar no escuro, por sorte não dava pra ver nada porque as luzes estavam todas quebradas.
Eu: Beleza, tira a roupa.
Vero: Tudo?
Eu: Ué, você transa vestida?
Vero: Você é tarado mesmo.
Ela começou a se despir e ficou completamente pelada no meio de um lugar público como se fosse uma puta. Sentei num banco que tinha e coloquei a pica pra fora. Vero arregalou os olhos, mas não pensou duas vezes, sentou e, olhando pra todo lado, começou a se mexer devagar, entrando e saindo suave.
Vero: Me dá mais rápido e forte contra a árvore.
Eu: E eu sou o tarado, puta?
A gente se levantou e foi contra a árvore. Meti nela e comecei a comer com força. Nessa hora ela não se segurou mais, gemeu a plenos pulmões enquanto eu segurava ela pelo cabelo, metia com toda a raiva até ela soltar uma frase: "vai dar porra pra mamãe". Naquela hora, gozei com toda a fúria que tinha, joguei toda a porra dentro, sem camisinha como sempre, mas dessa vez terminei que nem um cavalo, parecia até meleca. Vero ficou descansando encostada na árvore, escorrendo.
Vero: Me faz um favor? Eu: Que?
Vero: Passa um desodorante pequeno da minha bolsa pra mim
Eu: Beleza
Vejo ela enfiar ele como se fosse um vibrador
Vero: Vou guardar pra mais tarde, quero ficar com ele dentro um tempinho
Eu: Que puta que tu é
Vero: Toda sua
No final ela se trocou e acabou me levando pra minha casa.
Bom, essa seria a segunda parte. Deixem pontos se quiserem saber mais.
4 comentários - Vero, a mãe gostosa do meu amigo II