O golpista levou um golpe

Eu era um vendedor ambulante que vendia supostos objetos encantados, que obviamente eram falsos, mas as pessoas não sabiam. Anéis de ouro que na verdade eram de plástico, supostas joias super valiosas que eram falsas, pílulas mágicas que não passavam de ibuprofeno e algumas relíquias, que eram apenas objetos velhos sem valor que eu comprava em casas de penhor. Basicamente, eu era um golpista, era assim que eu vivia. Ganhava muita grana e ia de cidade em cidade enganando o povo. Não ficava mais de um dia em cada lugar, senão o pessoal começaria a me cobrar.O golpista levou um golpeEu estava me locomovendo na minha van, que eu usava para exibir todos os meus "artefatos de valor" e vendê-los para as pessoas como objetos incríveis, muito valiosos e, principalmente, caros.

Mas um dia meu fim chegaria. Era um dia comum, já estava de noite e eu estava vendendo para as últimas pessoas da cidade, antes de ir para outra. Foi aí que chegou um cara bem estranho, moreno, com uns olhos brilhantes e verdes que chamavam muito a atenção. Ele passeou por toda a minha van procurando algo para comprar, enquanto me perguntava sobre absolutamente todos os produtos que eu tinha lá. Claro que eu dei uma enrolada, em cada pergunta soltei meus maiores inventos usando minha lábia afiada para convencê-lo. Grave erro, que mais tarde me custaria tudo. Ele levou o que supostamente era uma varinha mágica.vadiaEra só um pedaço de madeira riscado, mas eu vendi como se fosse mágico e ainda por cima adicionei um corante que supostamente era o elixir que alimentava a magia da varinha. Ali começou tudo, o princípio da minha desgraça e todos os males que iam me acontecer. Acabou que não vendi pra um cara comum e normal, aquele tipo estranho tinha algo de errado, tinha magia negra, não era o típico mago dos contos de fadas, que têm aquela mesma varinha e lançam feitiços, mas era mais um bruxo, que controlava artes obscuras.

Naquela noite fui dormir, depois de ter que viajar mais de 200 quilômetros pra mudar de cidade sem saber o que estava pra acontecer comigo.

Enquanto dormia, meu corpo começou a esquentar, comecei a suar, sentia uma tontura enorme, meu corpo ardia em temperatura e eu me sentia extremamente cansado, como se estivesse gripado, mas com os efeitos multiplicados várias vezes. Me levanto no meio da noite morrendo de calor, suado e com uma sede desgraçada, vou e tomo quase um litro de água e volto a dormir. Não percebi na hora, mas meu corpo tinha mudado: tinha perdido alguns centímetros de altura, meu cabelo estava um pouco mais longo e minha musculatura tinha diminuído. Era como uma versão mais delicada de mim, mais jovem, mais afeminada. Mas naquele momento não notei, só fui perceber no dia seguinte.amarradaAcordei segurando a cabeça, que estava doendo muito. Fui buscar um remédio pra aliviar a dor, não aguentava mais. Estranhamente, de novo, não fazia ideia do que tinha acontecido. Meu corpo estava estranho, mas eu não tinha percebido... não até olhar no reflexo da janela e ver uma figura feminina. Me aproximei e não pude acreditar. "Ahhhhhh!" gritei, tomada pelo choque. Comecei a tocar meu rosto, confirmando com meus dedos o que meus olhos estavam vendo. Abri minha camiseta e vi que, no lugar dos meus peitorais, agora tinha dois peitos. Não conseguia acreditar no que tinha acontecido comigo. Eu tinha virado uma mulher. Mas como? Isso era real ou só um sonho? Me belisquei e não acordei. Era meu corpo, eu não estava sonhando. Realmente tinha me transformado numa mulher.

Não conseguia sair do estado de choque. Fiquei um tempão olhando pro que era agora meu novo corpo. Fiquei apertando e inspecionando cada parte do que agora era meu corpo feminino. Realmente era uma mulher de verdade. Tinha uns peitões, uma bunda firme, um tom de pele mais brilhante, uma pele mais macia, cabelo mais comprido, meus cílios eram maiores e, claro, tinha uma buceta.

As horas passaram e anoiteceu. Isso significava que era hora de abrir minha van e começar a vender meus aparelhos, mas dessa vez como mulher. E foi isso que aconteceu. Tudo normal, tudo tranquilo, até que chegou o cara que tinha comprado a varinha de mim ontem.

Homem misterioso: Me devolve essa varinha.
Eu: Claro que não, essa varinha faz mágica.
Homem misterioso: Última chance. Devolve o dinheiro, se desculpa por ter me enganado, não faça mais isso e talvez tudo continue como antes.
Eu: Cai fora.

Aí ele ficou puto, pegou um pó estranho e soprou na minha cara. Automaticamente, apaguei.

Comecei a abrir os olhos devagar e o vi. Era o cara. "Quem é você?" gritei, enquanto começava a olhar em volta e percebia que aquilo não era minha van. "Onde eu estou?" perguntei, bem preocupada.
Homem misterioso: Calma, gata. Você tá na minha casa. Agora me conta: por acaso tentou me passar a perna? Quem é você?
Homem misterioso: Responde, maldito golpista.
Eu: Claro que… que não, meus produtos não são uma fraude.
Homem misterioso: Mentira.
Vejo que você não está arrependido, diz enquanto me olha de cima a baixo com um olhar completamente arrogante.
Homem misterioso: Sabe? Não gosto de mentiras. Me chamo Radamel, sou um descendente de magos, então a varinha que você me vendeu não era mágica, mas era perfeita para que eu fizesse magia e com um feitiço fiz você se transformar nisso. Mas vejo que não está arrependido, nem tem um pingo de remorso.
Eu: (olho para ele com uma cara de nojo) Hahahahaha não há devoluções, mago imbecil.
Radamel: Vejo que você ainda não entendeu… eu não quero uma devolução, quero que você se arrependa, então agora vai pagar caro por isso.
Ele me subjugou com sua força e me levou ao seu porão.
Eu: O que você vai fazer comigo? (Muito preocupado)
Radamel: Vou transformar você na minha putinha.dominacaoEle me deixou amarrado no porão dele, completamente nu e imobilizado, sem poder me mexer na casa de um completo lunático enquanto ele me olhava com um sorriso macabro, gritei o máximo que pude mas não ia adiantar.

Radamel: Grita à vontade, ninguém pode te ouvir, tenho umas coisas pra fazer, espero que quando eu voltar você já tenha passado da euforia.

Fiquei ali, gritando por aproximadamente uma hora, até que perdi a voz e fiquei quieto num lugar bem escuro, com muito frio e medo, até que depois de 2 horas e meia ele voltou, só pra me olhar e dizer: Você vai me obedecer?

Eu: Claro que não.

*Plaf* ele me dá uma palmada extremamente forte.

Eu: Aaaaaah

Radamel: E agora?

Eu: Antes morto.

*Plaf* outra.

Eu: Ahh, não.

Veio outra e outra e outra, assim por uns 5 minutos, já tinha os dedos dele marcados na minha bunda, caíram algumas lágrimas das minhas bochechas e eu estava muito agitado, Radamel parou, foi até um móvel e pegou uma paleta de plástico, voltou pra mim e não me perguntou nada.PalmadaEle só me bateu, eu gritei bem alto de dor, Radamel não falou mais nada, só me segurou firme pela bunda para me dar outra pancada, e outra, e outra, até que eu comecei a chorar e pedi por favor para ele parar no meio de muitos gritos suplicando um pouco de piedade, então ele parou, chega por hoje, disse, enquanto ia para as escadas.escravaMinha bunda tinha ficado completamente vermelha, tava ardendo demais, mas ele me deixou ali, amarrado, com frio, sede, fome e uma dor enorme no traseiro. Tentei gritar pra ele não ir embora, mas simplesmente não consegui emitir nenhum som, minha garganta estava destruída de tanto gritar. Radamel fechou a porta que dava pro porão, aquela ia ser uma noite longa e dura, e eu não tinha nem forças pra falar.

Na manhã seguinte, ele desceu e me viu completamente acabado, não tinha dormido nada e estava num estado horrível. Com o pouquinho de força que me restava, pedi por favor que me desse água, mas ele me ignorou. Em vez disso, me perguntou:

Radamel: Vai cooperar?

Queria dizer que sim, minha mente pedia pra eu dizer que sim, meu corpo implorava pra eu dizer que sim, mas meu orgulho falou primeiro e disse não.

Ele virou as costas e foi embora por horas, enquanto eu ficava lá sozinho de novo, xingando e pensando no que ia acontecer comigo.

As horas passaram e ele voltou, eu só conseguia olhar pra ele com ódio, muita raiva e impotência. Ele percebeu e, em vez de querer negociar, começou meu castigo de novo.AmoDessa vez não foram só tapas, ele trouxe um vibrador, que ligou e colocou na minha virilha, enquanto me olhava com um meio sorriso e ouvi entre risadas um: você vai passar a tarde toda bem.

Quando ele voltou, eu já tinha gozado umas 5 vezes, meu corpo estava exausto, pedia para parar, minha buceta estava super sensível e aquela coisa continuava me estimulando, enquanto entre gemidos já doloridos eu pedia por favor que ele tirasse, ele tirou e agora me disse: Vai cooperar?

Eu: (muito ofegante, tentando recuperar o fôlego) vai se foder.

Ele não disse mais nada, só me deu uns tapas na bunda e foi embora de novo.

No terceiro dia, eu já estava quase desidratada, ainda mais depois de ter gozado tantas vezes, ele chegou com uma tigela de água, como se eu fosse um cachorro, me desamarrou e disse para lamber como um cachorro, eu me recusei, mas ele ficou parado ali, tentei pegar como se fosse um prato, mas ele tirou e jogou, me pegou pelo cabelo e me amarrou de novo, depois vou te trazer outra, se não quer morrer desidratada é melhor tomar como eu disse, ele falava enquanto dava uns tapinhas no meu rosto.

Passaram as horas e ele voltou, com o mesmo pote cheio de água e me desamarrou de novo, eu tentei recusar, mas precisava da água, então não tive outra opção senão tomar com a língua como se fosse um cachorro.

Radamel: Muito bem, putinha, para você ver que eu não sou tão malvado quanto pensa, cada vez que me obedecer vai ter uma recompensa, como me obedeceu, sua recompensa de hoje vai ser que não vou castigar sua bunda, (me joga uma camiseta e uma calça) com isso não vai passar frio, isso é muito fácil, cada vez que me obedecer vou te premiar e cada vez que me desobedecer vou te castigar. Descanse por hoje, como puder.

Ele disse enquanto subia as escadas e trancava a porta com chave, tentei procurar um lugar para escapar, mas não pude, não tinha nenhum, olhei para a água ainda com muita sede e peguei com a mão, bebendo como se fosse um copo. erro.   No dia seguinte ele voltou, muito bravo, sabia o que eu tinha feito, eu tinha desobedecido ele, então como castigo ele tirou minha roupa e me amarrou de novo. Eu: O que você quer de mim? Me humilhar? Radamel: Não fui claro? Fazer você ser minha puta. E minha vadia não desobedece ordens.   Assim ele me deixou amarrada por mais 2 dias, mas dessa vez ele se aproximou e me soltou nesses 2 dias para me dar água, tive que beber como se fosse um cachorro, mas não tive escolha, não queria morrer. Mas ia ter outro problema, já não tinha mais sede, mas agora estava morrendo de fome, fazia 5 dias que não comia, meu estômago roncava com força. Radamel: Bom, você está com fome… (ele desabotoou a calça) Eu: O que você está fazendo? Radamel: Aqui está sua comida. Eu: Claro que não, não vou comer isso, prefiro morrer de fome. Radamel: Muito bem, não faça.   Assim passaram mais 2 dias, até que eu não aguentei mais o ronco da minha barriga, ela pedia comida e a única coisa que tinha era aquilo.submissaEntão engoli meu orgulho e comecei a chupar ele, não sabia como fazer, mas tentei, tentei não arranhar com os dentes enquanto sugava forte com os lábios, ele empurrava minha cabeça até o fundo fazendo eu engasgar, mas não parei, até que finalmente ele gozou, foi realmente nojento, mas não podia desperdiçar nem uma gota daquilo, era a única coisa que eu ia comer, então engoli tudo que pude, foi realmente nojento, a pior experiência da minha vida, mas eu precisava comer e aquilo era a única coisa que eu ia ter.

Radamel: Muito bem, putinha, sempre que tiver fome me avise, por favor amo, me alimentar com seu sêmen, e eu usarei um feitiço para sempre ter comida para você.

Não gostei, mas não tive outra opção, naquele dia não tentei de novo, mas nos outros sim, nos próximos 3 dias, chupei ele umas 20 vezes, estava realmente desesperado por comida, mas bom, pelo menos isso encheu meu estômago.Desculpe nao posso ajudar comComo me comportei bem e o obedeci, ele disse que me daria uma recompensa. Pensei que seria um prato de comida, mas não, minha recompensa foi uma foda brutal. Eu amarrada, com a bunda levantada, completamente vulnerável, só conseguia gritar por compaixão, enquanto ele, em toda sua plenitude, estava me destruindo. E assim foi: uma hora inteira, muito dura, muito lenta, muito forte. Por uma hora, Radamel não parou de me comer, enquanto puxava meu cabelo, dava tapas na minha bunda e gritava: "Quem é minha putinha?" enquanto me cuspia. Eu, completamente resignada, só pedia por favor que parasse, que já estava doendo, mas ele só parou quando quis, depois de uma hora de foda, muitos gritos e 3 gozadas dentro de mim.

Depois de tudo isso, continuei obedecendo, mesmo sem gostar, não tinha outra opção. Continuei chupando ele para comer seu sêmen e bebendo água como um cachorro. Ele me desamarrou e não tentei fugir, fiquei lá embaixo, quieto e esperando por ele. Meu espírito aos poucos foi se quebrando, ele percebeu e, como eu estava muito obediente, me colocou em cima e me fez cozinhar para ele. Eu não entendo nada de cozinha, mas obedeci e fiz o almoço, e então viria outra recompensa, mas essa não foi o que eu esperava.troca de generoEle me colocou numa coleira, me levou como se eu fosse sua putinha para o quarto, me fez ficar de quatro e então me comeu, mas dessa vez não foi pela minha vagina, foi pelo meu cu.

Eu: Ahhh, por quê, se eu me comportei bem.

Radamel: Primeiro, se for falar comigo, me chame de amo (enquanto me dava um tapa na bunda) e segundo, esta é sua recompensa, meu pau.

Enquanto me fodia, eu gemía, mas não de prazer, e sim de dor, ele estava arrebentando meu cu, pensei em ir embora, em escapar, em correr, mas não consegui, não conseguia me mexer, fiquei ali, congelado, quieto e de quatro enquanto ele enfiava cada centímetro do seu pau no meu cu, não me restou outra opção a não ser pedir por favor para ele parar.

Eu: Ahh, por favor, está doendo ahhh o cu.

Radamel: Fala, amor, putinha (me dá um tapa na bunda)

Eu:...

Eu: Por favor amo, ahhh, para agora, ahhh, meu cu está doendo, ahh.

Radamel: Hahahaha, muito bem putinha, toma meu gozo e é só por hoje.

Ele gozou, mais do que nunca, eu ofegante soltei um gemido forte ao sentir toda sua descarga, foi realmente muita, ele era um garanhão, depois de tudo isso não consegui me mexer, fiquei deitada na cama, de bruços com o cu arrombado e cheio de porra.

Radamel: Muito bem, hoje sua recompensa vai ser dormir aqui, se se comportar bem e não fizer nada estúpido, amanhã vai poder tomar café da manhã pela primeira vez.

Assim ele saiu do quarto, eu queria gritar, correr e sair dali, mas não consegui mover um músculo sequer, fiquei ali, imóvel e exausto desejando que isso acabasse logo, meu espírito estava se quebrando. Fim.

Continua???

4 comentários - O golpista levou um golpe

Me tenés caliente esperando como sigue..en lo más íntimo deseando un macho q me haga lo mismo.. espero sigas contando como sigue esta historia.. tendra su desayuno verdadero o tendrá preparada otra sorpresa ..lo q sea q le de es todo un calentón leer
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