**O Poema que Mudou Tudo**
Neste segundo relato, vou falar da relação com a maior diferença de idade que já tive com uma mulher mais velha até agora, uma que marcou muitas coisas...
Ela era a professora mais nova da faculdade, uma mulher que parecia ter saído de uma biblioteca, mas com um corpo de dar inveja. O nome dela era Valéria, e a presença dela na sala de aula era tão magnética que até os alunos mais distraídos não conseguiam evitar de olhar pra ela. Tinha 26 anos, uma beleza que desafiava qualquer descrição: cabelo castanho escuro que caía em ondas suaves sobre os ombros, olhos cor de mel que pareciam penetrar até a alma, e um corpo esculpido com curvas que faziam cada passo dela ser uma declaração de elegância e sensualidade. Era inteligente, ambiciosa e, acima de tudo, inalcançável. Ou pelo menos era o que parecia.
Eu era só um estudante de 18 anos, magro, com uma cabeça ligeiramente grande pro meu corpo, e um jeito que irritava todo professor, porque estudava duas faculdades ao mesmo tempo. Então, quando falava de temas matemáticos ou informações específicas que eu conhecia, soltava aquilo com tanta confiança que parecia o mais arrogante. Mas isso é sobre como tinha algo nela que despertou em mim uma ideia silenciosa — que, do jeito que ela vinha e como era brilhante, mas nem tudo batia, simplesmente me lembrava de mim mesmo, que por fora parecia um virgem inocente, mas já era uma máquina de desejos íntimos... Não era só a beleza dela, mas o jeito como falava, como mexia as mãos ao explicar um conceito, como a voz dela ressoava na sala, suave mas firme. Era uma mulher que tinha tudo: sucesso, inteligência, um noivo milionário que parecia saído de uma revista de moda. Mas eu notei algo mais, algo que ninguém mais parecia ver. Havia uma faísca nos olhos dela, um tipo de vazio que só alguém como eu, alguém que também carregava um vazio por dentro, conseguia reconhecer.
Uma tarde, depois da aula, fiquei na sala vazia. Não sei por que fiz isso, talvez esperasse que ela voltasse pra pegar alguma coisa. E Foi assim. Valéria entrou, surpresa ao me ver ali. Me perguntou o que eu estava fazendo, e eu, com uma coragem que nem sabia que tinha, entreguei a ela uma folha de papel dobrada. Era um poema que eu tinha escrito pra ela, um poema que começava com as palavras: *"Tua beleza em aumento, no deslumbre da tua nudez carnal..."*. Não sei de onde saíram aquelas palavras, mas fluíram como se alguém as tivesse escrito através de mim.
Ela pegou o papel, seus olhos verdes percorrendo as linhas com uma mistura de curiosidade e surpresa. Por um momento, o silêncio foi tão denso que eu podia ouvir as batidas do meu próprio coração. Então, ela me encarou, e nos olhos dela eu vi algo que nunca tinha visto antes: uma centelha de interesse, de curiosidade, talvez até de desejo.
— Você escreveu isso? — perguntou, a voz dela quase um sussurro.
Eu assenti, incapaz de falar. Ela dobrou o papel com cuidado e guardou na bolsa. Não disse mais nada, mas o olhar dela deixou claro que algo tinha mudado entre nós.
A partir daquele dia, algo se quebrou na dinâmica entre Valéria e eu. Ela começou a me procurar depois das aulas, sempre com uma desculpa: revisar um trabalho, discutir um assunto, ajudar com alguma tarefa administrativa — sempre com a testa franzida e uma atitude bem dominadora e firme. Mas eu sabia que não era aquilo. Havia uma tensão palpável entre nós, uma corrente elétrica que nos atraía um pro outro. Ela era a professora, eu o aluno, mas naquele espaço privado, os papéis pareciam se dissolver.
Uma tarde, enquanto revisávamos uma prova no escritório dela, tomei a iniciativa e nossas mãos se roçaram, enquanto eu a encarava firme. O contato foi breve, mas suficiente. Foi ela quem deu o primeiro passo, se aproximando devagar, até que os lábios dela estivessem a só alguns centímetros dos meus. Dei um passo pra trás, olhei pra ela e falei: não... primeiro você precisa saber seu lugar. E enfiei minha mão dentro da calça dela enquanto a encarava fixamente. Já tinha visto mulher molhada em contatos primários, mas isso era outro nível. Mundo,... nunca antes e poucas depois eu toquei do nada numa calcinha tão molhada e chupei seu pescoço... ao sentir o corpo tremer, parei e, como se nada tivesse acontecido, saí da sala. Desde aquele dia, ela me tratou mal na aula, me criticava e me dava mais trabalho, nunca mais tentou ficar na sala ou me chamar no escritório dela pra perguntar nada... até que um dia chuvoso, com salas vazias na universidade, esperei por ela fora do escritório. Quando ela chegou e me viu, tentou me encarar feio, mas ao ver meu olhar mais firme que o dela, ficou calada... passou um minuto inteiro sem dizer nada até que ela abriu o escritório e entramos, e ela mesma fechou a porta atrás de mim... não tive chance de nada, não consegui realizar meu desejo instantâneo de domínio, porque ela literalmente me devorou, seus lábios esmagavam os meus (ela não era boa beijando), apertava (muito mais forte do que qualquer homem poderia gostar) minha virilha e nos jogou no chão daquele escritório... sem dizer mais nada até que estávamos semidespidos e meus dedos roubaram seu primeiro orgasmo, ela não diminuiu o ritmo, me deixando tomar um pouco de controle...
Ao tê-la no chão, tremendo, eu disse,... já foi do seu jeito, agora vamos do meu... café decano, 15 minutos, passa pra me pegar... você escolhe pra onde vamos, mas se for um motel, só tenho grana pros baratos... saí do escritório dela deixando-a semidespida e ofegante pelo orgasmo,... não vou mentir, achei que ela tinha me deixado na mão, fiquei uma hora vendo a chuva cair, e olha que o café era a duas quadras da universidade e cheguei muito rápido... já tinha desistido e estava lendo sobre a outra faculdade que eu cogitava, um assunto de malhas de circuitos... estava tão imerso que não ouvi os apitos do carro dela, só quando ela se aproxima e me chama pelo nome é que saí do transe, sorri como um idiota (eu tinha só 18 anos e mesmo assim me critiquei muito na época, ainda faço isso, na verdade, por demonstrar emoção), o que a fez sorrir, entrei no carro e não falei nada... ela sorrindo. Espero que esteja claro que ninguém vai saber de nada, né? Aí eu respondi: "Cê acha que alguém ia acreditar? Todo mundo viu como no seu aniversário seu namorado chegou com aquele monte de flores e chocolates." Ela ficou muda...
Como estávamos num apartamento afastado e quase sem móveis (depois descobri que era dela, um presente de 15 anos que ela não usava), chegamos e ela já tentou me dominar de cara, mas eu cheguei a torcer os dedos da mão esquerda dela pra deixar claro que não...
Eu: "Agora você é daquele namoradinho meio viadinho que você tem, mas depois de hoje vai ser minha." Apertei e ela se ajoelhou de dor nos dedos... Quando já tava assim, aliviei os dedos e abaixei o zíper...
Professora: "Vamos ver quem vai ser de quem." Os olhos dela brilhavam, parte por causa das lágrimas da dor que causei nos dedos, parte pelo desejo que sentia. Ela não hesitou um segundo em me dar um boquete incrivelmente inexperiente. Não podia acreditar: ela era 8 anos mais velha que eu e até 13 anos mais velha que a mais nova que já tinha tido na mesma posição anos atrás... Ela percebeu e me olhou com vergonha, dizendo:
Professora: "É que você não gostou?"
Eu: "Por quê?"
Professora: "Você ainda não gozou e já tá doendo minha mandíbula."
Isso me fez sorrir e eu falei:
Eu: "Você é fofa, mas mal começou... Será que não sabe que prazer é algo que tem que ser curtido com gosto?"
Ela não respondeu, eu peguei no queixo dela e levantei. Ela me levou pro quarto que tinha móveis, com uma cama confortável e um sofá de três lugares bem bonito. Comecei a beijar e lamber ela toda, por cada parte, e a despir... Fiquei muito surpreso como, mesmo vindo de um uniforme tão sério, ela usava calcinha e sutiã transparentes e de renda... Pensei que naquele dia ela ia dar uma surpresa pro namorado, mas depois vi que ela sempre usava lingerie sensual... Depois de despir ela e ela me despir, pedi pra ela se deitar na cama e fui direto pra entreperna dela... Surpresa, ela tentou evitar.
Professora: "Não, não."
Eu: "Por quê? Eu quero, gostaria que você deixasse."
Professora: "Não, não."
Eu, num tom bem firme, falei: você tem duas opções: me deixa ou se veste...", soltou minha cabeça e me deixou...
desejei mostrar quem manda, comecei a chupar, beijar e mordiscar tudo ao redor dos lábios superiores dela sem chegar a tocar o clitóris, era incrivelmente linda, a buceta dela era perfeita, linda demais e com uma linha reta de pelinhos, era muito linda, a buceta mais bonita... chupar o períneo (entre o cu e a buceta), as coxas, as paredes dos lados dos lábios dela, fiquei tanto tempo ali que ela se mexia e tremia... os lábios dela começaram a se abrir sozinhos, o clitóris inchou e ela estava muito molhada, suspirava e as mãos e os pés dela se mexiam demais, não parei de chupar, lamber e mordiscar tudo menos direto, até que ela gritou
professora; JÁ!!!!!!!!!
e eu comi o clitóris dela com chupões e enfiei minha língua o máximo possível, e um polegar entrou na buceta molhadíssima dela e meu dedo médio no cu dela entrou a primeira falange inteira... foi incrível, ela molhou meu rosto inteiro, tremeu e gemeu sem freio, fiquei de joelhos e olhei pra ela, era incrível ver aquela gostosa de 26 anos, eu tendo 18, como ela se contorcia e gozava, o rosto dela estava tão vermelho e o corpo rosado de excitação inacreditável, não aguentei mais, peguei atrás dos joelhos dela, fiquei de quatro e enfiei sem cerimônia toda minha extensão masculina nela... ela deu outro grito e eu só comecei a bombar, o balanço dos peitos dela despertou mais em mim e eu mordiscava os peitos dela e chupava forte os bicos, não parava porque o rosto dela me deixava muito excitado, os gemidos dela eram mais altos do que qualquer coisa na minha vida até aquele momento... foi rápido pra mim, acho que não aguentei 15 minutos, talvez só 10 até eu sair e encher o corpo todo dela com meu gozo... até o cabelo dela chegou gotas do meu... não foi anormalmente abundante, mas era tanta excitação que enchi tudo...
ao cair do lado dela, minhas coxas doíam de tanto esforço, mas o orgasmo foi incrível, eu estava em outro mundo igual ela...
alguns minutos depois...
ela sobe em mim, limpa o rosto e me beija (sério, não entendi nada) porque pra ela beijar era esmagar os lábios)...
professora "obrigada"...
eu virei ela, ficando por cima
eu "me acompanha"
beijei ela com sutileza, meu lábio superior separava os lábios dela e minha língua substituía meu lábio inferior e depois o superior, e assim até ela se adaptar e beijar igual...
foi tão excitante mudar o jeito dela de beijar e eu tinha a bênção da juventude... fiquei duro de novo e minha maior surpresa era que ela já tava super molhada...
naquele dia a gente transou 3 vezes e foi porque o telefone dela não parava de tocar... não por falta de vontade de continuar...
desde aquele dia a gente não parava de se encontrar no escritório dela. O risco de sermos descobertos era grande demais e excitante, aí ela melhorou pra um nível de atriz pornô expert em oral, e eu adorava como ela nunca aguentava mais de 5 minutos de oral ou dedos... Assim também passávamos tardes ou manhãs fugidos no apartamento dela, a paixão entre nós era elétrica. Cada movimento, cada gemido, cada suspiro era uma sinfonia de desejo. Ela, que sempre foi tão controlada, se deixava levar pela intensidade do momento sempre. E eu, que nunca me senti tão vivo, amava ela e um dia ela falou de amor...
Depois daquela primeira declaração de amor, a gente não conseguiu ficar longe um do outro. Nos encontrávamos em segredo, em qualquer lugar onde pudéssemos ficar sozinhos e já não era só sexo, eram debates filosóficos e de política econômica. Cada encontro era mais intenso que o anterior, uma mistura de desejo, paixão e uma conexão emocional que nenhum de nós dois conseguia explicar.
Ela começou a confundir os limites entre a vida profissional e pessoal. As aulas dela ficaram mais distraídas, e a relação com o noivo começou a desandar. Eu, por minha vez, me sentia preso numa espiral de emoções contraditórias. Amava ela, mas também sabia que nossa relação era insustentável. Mesmo assim, não conseguia me afastar dela. Era como uma droga, um vício que consumia tudo no seu caminho.
Com o tempo, a relação ficou mais complicada. Valéria começou a depender emocionalmente de mim, confundindo o desejo físico com algo mais profundo. Eu, por minha vez, me sentia sobrecarregado pela intensidade de tudo. Sabia que não podia continuar assim, mas também não conseguia deixá-la.
Finalmente, tudo chegou a um ponto de ruptura. Valéria terminou o noivado, mas em vez de encontrar a felicidade comigo, afundou numa espiral de confusão e dor. Tentei ajudá-la, mas já era tarde demais. Nossa relação, que tinha começado como um jogo de sedução, tinha se tornado tóxica para nós dois.
Um dia, ela me levou a um restaurante onde estavam duas primas da idade dela e, pra resumir, fizeram ela enxergar os 8 anos de diferença e que ela era de família rica e eu... bom, não é à toa que nossa música era "El lado oscuro" do Jarabe de Palo.
P.S.: anos depois, ela deu aula pra quem foi minha esposa, hoje minha falecida esposa,... não foi nada fácil...
Neste segundo relato, vou falar da relação com a maior diferença de idade que já tive com uma mulher mais velha até agora, uma que marcou muitas coisas...
Ela era a professora mais nova da faculdade, uma mulher que parecia ter saído de uma biblioteca, mas com um corpo de dar inveja. O nome dela era Valéria, e a presença dela na sala de aula era tão magnética que até os alunos mais distraídos não conseguiam evitar de olhar pra ela. Tinha 26 anos, uma beleza que desafiava qualquer descrição: cabelo castanho escuro que caía em ondas suaves sobre os ombros, olhos cor de mel que pareciam penetrar até a alma, e um corpo esculpido com curvas que faziam cada passo dela ser uma declaração de elegância e sensualidade. Era inteligente, ambiciosa e, acima de tudo, inalcançável. Ou pelo menos era o que parecia.
Eu era só um estudante de 18 anos, magro, com uma cabeça ligeiramente grande pro meu corpo, e um jeito que irritava todo professor, porque estudava duas faculdades ao mesmo tempo. Então, quando falava de temas matemáticos ou informações específicas que eu conhecia, soltava aquilo com tanta confiança que parecia o mais arrogante. Mas isso é sobre como tinha algo nela que despertou em mim uma ideia silenciosa — que, do jeito que ela vinha e como era brilhante, mas nem tudo batia, simplesmente me lembrava de mim mesmo, que por fora parecia um virgem inocente, mas já era uma máquina de desejos íntimos... Não era só a beleza dela, mas o jeito como falava, como mexia as mãos ao explicar um conceito, como a voz dela ressoava na sala, suave mas firme. Era uma mulher que tinha tudo: sucesso, inteligência, um noivo milionário que parecia saído de uma revista de moda. Mas eu notei algo mais, algo que ninguém mais parecia ver. Havia uma faísca nos olhos dela, um tipo de vazio que só alguém como eu, alguém que também carregava um vazio por dentro, conseguia reconhecer.
Uma tarde, depois da aula, fiquei na sala vazia. Não sei por que fiz isso, talvez esperasse que ela voltasse pra pegar alguma coisa. E Foi assim. Valéria entrou, surpresa ao me ver ali. Me perguntou o que eu estava fazendo, e eu, com uma coragem que nem sabia que tinha, entreguei a ela uma folha de papel dobrada. Era um poema que eu tinha escrito pra ela, um poema que começava com as palavras: *"Tua beleza em aumento, no deslumbre da tua nudez carnal..."*. Não sei de onde saíram aquelas palavras, mas fluíram como se alguém as tivesse escrito através de mim.
Ela pegou o papel, seus olhos verdes percorrendo as linhas com uma mistura de curiosidade e surpresa. Por um momento, o silêncio foi tão denso que eu podia ouvir as batidas do meu próprio coração. Então, ela me encarou, e nos olhos dela eu vi algo que nunca tinha visto antes: uma centelha de interesse, de curiosidade, talvez até de desejo.
— Você escreveu isso? — perguntou, a voz dela quase um sussurro.
Eu assenti, incapaz de falar. Ela dobrou o papel com cuidado e guardou na bolsa. Não disse mais nada, mas o olhar dela deixou claro que algo tinha mudado entre nós.
A partir daquele dia, algo se quebrou na dinâmica entre Valéria e eu. Ela começou a me procurar depois das aulas, sempre com uma desculpa: revisar um trabalho, discutir um assunto, ajudar com alguma tarefa administrativa — sempre com a testa franzida e uma atitude bem dominadora e firme. Mas eu sabia que não era aquilo. Havia uma tensão palpável entre nós, uma corrente elétrica que nos atraía um pro outro. Ela era a professora, eu o aluno, mas naquele espaço privado, os papéis pareciam se dissolver.
Uma tarde, enquanto revisávamos uma prova no escritório dela, tomei a iniciativa e nossas mãos se roçaram, enquanto eu a encarava firme. O contato foi breve, mas suficiente. Foi ela quem deu o primeiro passo, se aproximando devagar, até que os lábios dela estivessem a só alguns centímetros dos meus. Dei um passo pra trás, olhei pra ela e falei: não... primeiro você precisa saber seu lugar. E enfiei minha mão dentro da calça dela enquanto a encarava fixamente. Já tinha visto mulher molhada em contatos primários, mas isso era outro nível. Mundo,... nunca antes e poucas depois eu toquei do nada numa calcinha tão molhada e chupei seu pescoço... ao sentir o corpo tremer, parei e, como se nada tivesse acontecido, saí da sala. Desde aquele dia, ela me tratou mal na aula, me criticava e me dava mais trabalho, nunca mais tentou ficar na sala ou me chamar no escritório dela pra perguntar nada... até que um dia chuvoso, com salas vazias na universidade, esperei por ela fora do escritório. Quando ela chegou e me viu, tentou me encarar feio, mas ao ver meu olhar mais firme que o dela, ficou calada... passou um minuto inteiro sem dizer nada até que ela abriu o escritório e entramos, e ela mesma fechou a porta atrás de mim... não tive chance de nada, não consegui realizar meu desejo instantâneo de domínio, porque ela literalmente me devorou, seus lábios esmagavam os meus (ela não era boa beijando), apertava (muito mais forte do que qualquer homem poderia gostar) minha virilha e nos jogou no chão daquele escritório... sem dizer mais nada até que estávamos semidespidos e meus dedos roubaram seu primeiro orgasmo, ela não diminuiu o ritmo, me deixando tomar um pouco de controle...
Ao tê-la no chão, tremendo, eu disse,... já foi do seu jeito, agora vamos do meu... café decano, 15 minutos, passa pra me pegar... você escolhe pra onde vamos, mas se for um motel, só tenho grana pros baratos... saí do escritório dela deixando-a semidespida e ofegante pelo orgasmo,... não vou mentir, achei que ela tinha me deixado na mão, fiquei uma hora vendo a chuva cair, e olha que o café era a duas quadras da universidade e cheguei muito rápido... já tinha desistido e estava lendo sobre a outra faculdade que eu cogitava, um assunto de malhas de circuitos... estava tão imerso que não ouvi os apitos do carro dela, só quando ela se aproxima e me chama pelo nome é que saí do transe, sorri como um idiota (eu tinha só 18 anos e mesmo assim me critiquei muito na época, ainda faço isso, na verdade, por demonstrar emoção), o que a fez sorrir, entrei no carro e não falei nada... ela sorrindo. Espero que esteja claro que ninguém vai saber de nada, né? Aí eu respondi: "Cê acha que alguém ia acreditar? Todo mundo viu como no seu aniversário seu namorado chegou com aquele monte de flores e chocolates." Ela ficou muda...
Como estávamos num apartamento afastado e quase sem móveis (depois descobri que era dela, um presente de 15 anos que ela não usava), chegamos e ela já tentou me dominar de cara, mas eu cheguei a torcer os dedos da mão esquerda dela pra deixar claro que não...
Eu: "Agora você é daquele namoradinho meio viadinho que você tem, mas depois de hoje vai ser minha." Apertei e ela se ajoelhou de dor nos dedos... Quando já tava assim, aliviei os dedos e abaixei o zíper...
Professora: "Vamos ver quem vai ser de quem." Os olhos dela brilhavam, parte por causa das lágrimas da dor que causei nos dedos, parte pelo desejo que sentia. Ela não hesitou um segundo em me dar um boquete incrivelmente inexperiente. Não podia acreditar: ela era 8 anos mais velha que eu e até 13 anos mais velha que a mais nova que já tinha tido na mesma posição anos atrás... Ela percebeu e me olhou com vergonha, dizendo:
Professora: "É que você não gostou?"
Eu: "Por quê?"
Professora: "Você ainda não gozou e já tá doendo minha mandíbula."
Isso me fez sorrir e eu falei:
Eu: "Você é fofa, mas mal começou... Será que não sabe que prazer é algo que tem que ser curtido com gosto?"
Ela não respondeu, eu peguei no queixo dela e levantei. Ela me levou pro quarto que tinha móveis, com uma cama confortável e um sofá de três lugares bem bonito. Comecei a beijar e lamber ela toda, por cada parte, e a despir... Fiquei muito surpreso como, mesmo vindo de um uniforme tão sério, ela usava calcinha e sutiã transparentes e de renda... Pensei que naquele dia ela ia dar uma surpresa pro namorado, mas depois vi que ela sempre usava lingerie sensual... Depois de despir ela e ela me despir, pedi pra ela se deitar na cama e fui direto pra entreperna dela... Surpresa, ela tentou evitar.
Professora: "Não, não."
Eu: "Por quê? Eu quero, gostaria que você deixasse."
Professora: "Não, não."
Eu, num tom bem firme, falei: você tem duas opções: me deixa ou se veste...", soltou minha cabeça e me deixou...
desejei mostrar quem manda, comecei a chupar, beijar e mordiscar tudo ao redor dos lábios superiores dela sem chegar a tocar o clitóris, era incrivelmente linda, a buceta dela era perfeita, linda demais e com uma linha reta de pelinhos, era muito linda, a buceta mais bonita... chupar o períneo (entre o cu e a buceta), as coxas, as paredes dos lados dos lábios dela, fiquei tanto tempo ali que ela se mexia e tremia... os lábios dela começaram a se abrir sozinhos, o clitóris inchou e ela estava muito molhada, suspirava e as mãos e os pés dela se mexiam demais, não parei de chupar, lamber e mordiscar tudo menos direto, até que ela gritou
professora; JÁ!!!!!!!!!
e eu comi o clitóris dela com chupões e enfiei minha língua o máximo possível, e um polegar entrou na buceta molhadíssima dela e meu dedo médio no cu dela entrou a primeira falange inteira... foi incrível, ela molhou meu rosto inteiro, tremeu e gemeu sem freio, fiquei de joelhos e olhei pra ela, era incrível ver aquela gostosa de 26 anos, eu tendo 18, como ela se contorcia e gozava, o rosto dela estava tão vermelho e o corpo rosado de excitação inacreditável, não aguentei mais, peguei atrás dos joelhos dela, fiquei de quatro e enfiei sem cerimônia toda minha extensão masculina nela... ela deu outro grito e eu só comecei a bombar, o balanço dos peitos dela despertou mais em mim e eu mordiscava os peitos dela e chupava forte os bicos, não parava porque o rosto dela me deixava muito excitado, os gemidos dela eram mais altos do que qualquer coisa na minha vida até aquele momento... foi rápido pra mim, acho que não aguentei 15 minutos, talvez só 10 até eu sair e encher o corpo todo dela com meu gozo... até o cabelo dela chegou gotas do meu... não foi anormalmente abundante, mas era tanta excitação que enchi tudo...
ao cair do lado dela, minhas coxas doíam de tanto esforço, mas o orgasmo foi incrível, eu estava em outro mundo igual ela...
alguns minutos depois...
ela sobe em mim, limpa o rosto e me beija (sério, não entendi nada) porque pra ela beijar era esmagar os lábios)...
professora "obrigada"...
eu virei ela, ficando por cima
eu "me acompanha"
beijei ela com sutileza, meu lábio superior separava os lábios dela e minha língua substituía meu lábio inferior e depois o superior, e assim até ela se adaptar e beijar igual...
foi tão excitante mudar o jeito dela de beijar e eu tinha a bênção da juventude... fiquei duro de novo e minha maior surpresa era que ela já tava super molhada...
naquele dia a gente transou 3 vezes e foi porque o telefone dela não parava de tocar... não por falta de vontade de continuar...
desde aquele dia a gente não parava de se encontrar no escritório dela. O risco de sermos descobertos era grande demais e excitante, aí ela melhorou pra um nível de atriz pornô expert em oral, e eu adorava como ela nunca aguentava mais de 5 minutos de oral ou dedos... Assim também passávamos tardes ou manhãs fugidos no apartamento dela, a paixão entre nós era elétrica. Cada movimento, cada gemido, cada suspiro era uma sinfonia de desejo. Ela, que sempre foi tão controlada, se deixava levar pela intensidade do momento sempre. E eu, que nunca me senti tão vivo, amava ela e um dia ela falou de amor...
Depois daquela primeira declaração de amor, a gente não conseguiu ficar longe um do outro. Nos encontrávamos em segredo, em qualquer lugar onde pudéssemos ficar sozinhos e já não era só sexo, eram debates filosóficos e de política econômica. Cada encontro era mais intenso que o anterior, uma mistura de desejo, paixão e uma conexão emocional que nenhum de nós dois conseguia explicar.
Ela começou a confundir os limites entre a vida profissional e pessoal. As aulas dela ficaram mais distraídas, e a relação com o noivo começou a desandar. Eu, por minha vez, me sentia preso numa espiral de emoções contraditórias. Amava ela, mas também sabia que nossa relação era insustentável. Mesmo assim, não conseguia me afastar dela. Era como uma droga, um vício que consumia tudo no seu caminho.
Com o tempo, a relação ficou mais complicada. Valéria começou a depender emocionalmente de mim, confundindo o desejo físico com algo mais profundo. Eu, por minha vez, me sentia sobrecarregado pela intensidade de tudo. Sabia que não podia continuar assim, mas também não conseguia deixá-la.
Finalmente, tudo chegou a um ponto de ruptura. Valéria terminou o noivado, mas em vez de encontrar a felicidade comigo, afundou numa espiral de confusão e dor. Tentei ajudá-la, mas já era tarde demais. Nossa relação, que tinha começado como um jogo de sedução, tinha se tornado tóxica para nós dois.
Um dia, ela me levou a um restaurante onde estavam duas primas da idade dela e, pra resumir, fizeram ela enxergar os 8 anos de diferença e que ela era de família rica e eu... bom, não é à toa que nossa música era "El lado oscuro" do Jarabe de Palo.
P.S.: anos depois, ela deu aula pra quem foi minha esposa, hoje minha falecida esposa,... não foi nada fácil...
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