E aí, pessoal! Tudo bem com vocês? Hoje tô com vontade de contar uma experiência de dois anos atrás.
Conheço a Mara há cinco anos, nos apresentamos por uma amiga em comum e viramos inseparáveis. A Mara tem 25 anos, é magrinha, o corpo parece de uma adolescente, pouca carne mas tem um rostinho lindo. Pouco depois de nos conhecermos, quase sem querer, transamos lésbico. Fui a primeira experiência dela, já que ela sempre tinha ficado com caras. Ela gostou tanto que toda vez que o namorado não a visita, ela me chama e transamos gostoso. Mas essa lembrança é mais sobre o don Leonardo, o avô paterno da Mara.
Don Leonardo hoje tem 67 anos, na época do acontecido tinha feito 65. Viúvo há seis anos, rechonchudo, moreno e super gente boa. Uma tarde que eu estava na casa da Mara e coincidiu de eu ter passado pra buscá-la pra ir ao shopping, eu o conheci. Nos cruzamos algumas vezes na casa da Mara e num desses encontros ele convidou a neta e eu pra visitá-lo quando tivéssemos vontade. A Mara adora o avô e curtiu o convite.
Um sábado, a Mara me mandou um WhatsApp perguntando se eu tinha vontade de ir na casa do avô, já que na quinta anterior tinha sido aniversário dele e ela não tinha conseguido passar pra dar os parabéns por causa do trabalho. Eu disse que sim e que passaria com o carro pra buscá-la.
Me vesti bem casual mas leve: um vestidinho branco que deixava ver minha calcinha fio-dental, que escolhi branca pra não chamar atenção, mas segundo a Mara me alertou, no sol dava pra ver a calcinha marcando. Não me preocupei porque não íamos ficar andando de um lado pro outro. A Mara, como detalhe, tinha comprado um relógio pra ele e passou a manhã fazendo um bolo.
Quando ele abriu a porta de casa, foi uma alegria imensa pro don Leonardo. Ele se emocionou com os presentes da neta e agradeceu às duas. O avô mora numa casa linda em Ramos Mejía, mas o mais espetacular é o jardim. Don Leo, por estar sozinho, dedica muitas horas a ele e tem um plantação de rosas incrível. Depois de tomar mate e conversar sobre coisas legais, ele me perguntou por... toda a minha vida, pedi permissão para aproveitar o roseiral, meu interesse o deixou muito contente. Mara odeia flores, mas como seu adorado vô se ofereceu para guiar pelo jardim, ela não teve outra opção a não ser me acompanhar. Embora o seu Leo disfarçasse muito bem, percebi que ele deixava que eu fosse à frente dele, caiu a ficha que provavelmente o sol da tarde estava deixando meu vestidinho transparente e ele devia estar se empanturrando de olhar na minha bunda de calcinha. Vocês sabem da minha fraqueza por veteranos e eu não ia estragar o momento de prazer dele de poder admirar a bunda quase nua de uma gata. Mais ainda, o jogo me atraiu e eu me inclinava diante de cada rosa que via, dando a ele uma visão completa do meu rabo. Seu Leo fingia ser o guia, me dizendo cada espécie de rosa, parado atrás de mim como se fosse sem querer. Mara brincava com o poodle do avô. "Essas aqui precisam de água", disse seu Leo e foi buscar seu regador. Mara se aproximou de mim e disse: "Você continua olhando rosas, bocó, que meu avô não para de olhar sua bunda, tá transparente tudo, Agus". "Que foi, tá com ciúmes, minha love?", disse eu, falando dengosa. "Nada, fica tudo na família", ela respondeu rindo. O que Mara não levou em conta foi que ela acabara de acender meu tesão com essas palavras. Beijei-a na boca justo quando seu Leo aparecia com seu regador, que quase caiu das mãos dele. Mara ficou atônita. "Você é uma doida", ela me disse com cara de pavor. Seu Leo pigarreou e, fingindo-se de desentendido, disse: "Meninas, não comam na frente dos pobres". Mara, atordoada e querendo defender a situação, e talvez pensando que o que o avô tinha visto não sairia daquele quintal, soltou: "Bom, vô, você pode estar chocado, mas eu estou mais, porque desde hoje vejo como você fica olhando a bunda da minha amiga". Foi um segundo de tensão interminável. O avô, com toda a manha, soltou uma gargalhada e, com um olhar doce e carinhoso, disse: "Não precisa ficar nervosa, Marita, você acha que seu avô vai contar pra todo mundo que a neta dele estava se pegando com a amiga? Somos todos crescidos e foi lindo vê-las naquele beijo". Mara, arrependida... Eu a abracei como uma menininha e pedi perdão. Leo, acariciando-a, disse: "Você não precisa se esconder na minha casa, fiquem à vontade". Não sei o que a levou a fazer isso, mas Mara se aproximou de mim e me beijou na frente do avô, como se fosse um pacto entre nós três. Eu fui além e, enquanto Mara beijava minha boca, olhei para o Seu Leo e o surpreendi esfregando o pau por cima do short. "Melhor entrarmos, tem muita fofoqueira por aqui", disse o avô de Mara com um sorriso cúmplice. Mara, como se tivesse se libertado de algo, não soltou minha mão e caminhou em direção à casa.
Já dentro, era outra Mara. Sentou-se ao meu lado e acariciava minha mão decididamente, mostrando que eu era sua garota. Deixando claro: Mara tinha namorado e só transávamos quando estávamos com tesão, ou seja, não éramos um casal. O avô pôs a chaleira para outro mate. A situação era estranha porque Mara estava se comportando como minha namorada. Me beijava e acariciava toda hora. Seu Leo tinha uma barraca chamativa debaixo daquele short. Aí decidi me soltar e joguei a bomba. Disse para Mara: "Eu, como disse seu avô: para de comer na frente dos pobres ou convida, porque esse short vai explotar".
Seu Leo, com vergonha, apertou as pernas e colocou uma mão tentando esconder o pau já no limite. "Vôôôô!", disse Mara, e Seu Leo não aguentou mais: "Sou avô, mas não sou de pedra, neném. Isso é culpa sua". E, acompanhando suas palavras, puxou o pau super inchado. O veio tem um pau rosado e gordinho, o líquido pré-gozo brilhava numa cabeça linda. "Uau, como essa cabeçona está", eu disse, atiçando ainda mais o fogo. "Você gosta, safadinha? É sua", o vô já totalmente solto me jogou. Mara olhava o pau do avô como se tentasse descobrir se o que estava acontecendo era real. Me ajoelhei e o engoli. Seu Leo me empurrava pela nuca, tentando perfurar minha boca. O vô gemía desesperado diante da minha boca que devorava seu pau.
"Vem beijar o avô, putinha", ele disse a Mara, estendendo uma mão para trazê-la para perto. Mara se entregou. Beijou seu avô, enfiando língua. Soltei o pau e me levantei para me juntar a eles em um beijo de três. 3. Senti que gostoso pau o seu vô tem, eu disse pra Mara e ela ficou em transe. Don Leo não perdeu tempo e meteu a mão nas nossas bundas. Baixei o moletom da Mara, deixando sua bunda magrinha mas bem torneada, para o prazer do avô dela. Olha que lindo rabo minha neta tem, ele dizia enquanto passava o pau na fenda. Isso é uma bunda, vô, ela disse amassando a minha. Vamos pro quarto? perguntou Don Leo com medo da resposta. Vamos, disse sua neta. Entre os dois me deixaram pelada enquanto se beijavam gostoso, com as línguas pra fora. Ahh nãoooo, olha que peitos e que rabo essa puta da mãe!!! Gritou Don Leo olhando pra neta. Vem, o vô vai te deixar bem peladinha, ele disse pra Mara. A pouca roupa caiu no chão. O corpo magro da Mara destacava a buceta enorme que ela tem e que deixou o avô dela louco. Filha da puta, que boceta gostosa é a minha netinha, meu Deus. Ele jogou ela na cama e começou a chupar sua buceta com aquela língua comprida que ele tem. Mara gemía e xingava pedindo mais. Aassim vô, que degenerado filho da puta eu sou, sua netaaaaa. Não aguentou muito e gozouem.elaboca do seu avô com um sorriso enorme de prazer. Venham chupem meu pau juntas, ele nos pediu. Chupamos o pau dele tentando fazer ele não gozar porque queríamos transar. Não goza, vô, por favor, disse Mara, quero cavalgar em você. Mara pegou uma camisinha da minha bolsa e colocou nele. Subiu no avô e entre gemidos foi enfiando o pau. Don Leo segurou forte na bunda magra da neta e aguentou as sentadas desesperadas de Mara. Você, puta, chupa minha bunda, ele me ordenou. Lamberei a bunda dele enquanto via Mara pulando no pau do avô. Gozaaaaa, velho degeneradooooo, Mara teve um orgasmo que eu conhecia tão bem. Entre os espasmos, beijei suas costas. Ela saiu do pau do avô e eu subi nele. O velho estava louco pelos meus peitos e não parava de chupá-los enquanto eu o comia. Olhei para Mara, que estava de costas ainda suspirando da transa que tinha dado. Don Leo já não aguentava mais e me avisou que ia gozar. Acelerei minhas sentadas e, apertando meus peitos com força, o veio se derreteu. Saí de cima, tirei a camisinha e limpei o pau dele com minha boca. Chupei a camisinha, enchendo minha boca com a porra do velho, e compartilhei beijando Mara. Estávamos com muito tesão, eu e Mara. Juntas, voltamos a chupar o pau dele, mas Don Leo disse: não, meninas, ele não vai mais ficar duro. Então fizemos ele chupar nossas bocetas até banhá-lo de nossos líquidos. O segredo ficou bem guardado. Transamos várias vezes mais com Don Leo até que, ano passado, ele faleceu por uma doença. Mara foi morar com o namorado e, de vez em quando, trocamos mensagens sobre nossos trios incríveis. Mas isso deixo para a próxima. Beijocas.
Conheço a Mara há cinco anos, nos apresentamos por uma amiga em comum e viramos inseparáveis. A Mara tem 25 anos, é magrinha, o corpo parece de uma adolescente, pouca carne mas tem um rostinho lindo. Pouco depois de nos conhecermos, quase sem querer, transamos lésbico. Fui a primeira experiência dela, já que ela sempre tinha ficado com caras. Ela gostou tanto que toda vez que o namorado não a visita, ela me chama e transamos gostoso. Mas essa lembrança é mais sobre o don Leonardo, o avô paterno da Mara.
Don Leonardo hoje tem 67 anos, na época do acontecido tinha feito 65. Viúvo há seis anos, rechonchudo, moreno e super gente boa. Uma tarde que eu estava na casa da Mara e coincidiu de eu ter passado pra buscá-la pra ir ao shopping, eu o conheci. Nos cruzamos algumas vezes na casa da Mara e num desses encontros ele convidou a neta e eu pra visitá-lo quando tivéssemos vontade. A Mara adora o avô e curtiu o convite.
Um sábado, a Mara me mandou um WhatsApp perguntando se eu tinha vontade de ir na casa do avô, já que na quinta anterior tinha sido aniversário dele e ela não tinha conseguido passar pra dar os parabéns por causa do trabalho. Eu disse que sim e que passaria com o carro pra buscá-la.
Me vesti bem casual mas leve: um vestidinho branco que deixava ver minha calcinha fio-dental, que escolhi branca pra não chamar atenção, mas segundo a Mara me alertou, no sol dava pra ver a calcinha marcando. Não me preocupei porque não íamos ficar andando de um lado pro outro. A Mara, como detalhe, tinha comprado um relógio pra ele e passou a manhã fazendo um bolo.
Quando ele abriu a porta de casa, foi uma alegria imensa pro don Leonardo. Ele se emocionou com os presentes da neta e agradeceu às duas. O avô mora numa casa linda em Ramos Mejía, mas o mais espetacular é o jardim. Don Leo, por estar sozinho, dedica muitas horas a ele e tem um plantação de rosas incrível. Depois de tomar mate e conversar sobre coisas legais, ele me perguntou por... toda a minha vida, pedi permissão para aproveitar o roseiral, meu interesse o deixou muito contente. Mara odeia flores, mas como seu adorado vô se ofereceu para guiar pelo jardim, ela não teve outra opção a não ser me acompanhar. Embora o seu Leo disfarçasse muito bem, percebi que ele deixava que eu fosse à frente dele, caiu a ficha que provavelmente o sol da tarde estava deixando meu vestidinho transparente e ele devia estar se empanturrando de olhar na minha bunda de calcinha. Vocês sabem da minha fraqueza por veteranos e eu não ia estragar o momento de prazer dele de poder admirar a bunda quase nua de uma gata. Mais ainda, o jogo me atraiu e eu me inclinava diante de cada rosa que via, dando a ele uma visão completa do meu rabo. Seu Leo fingia ser o guia, me dizendo cada espécie de rosa, parado atrás de mim como se fosse sem querer. Mara brincava com o poodle do avô. "Essas aqui precisam de água", disse seu Leo e foi buscar seu regador. Mara se aproximou de mim e disse: "Você continua olhando rosas, bocó, que meu avô não para de olhar sua bunda, tá transparente tudo, Agus". "Que foi, tá com ciúmes, minha love?", disse eu, falando dengosa. "Nada, fica tudo na família", ela respondeu rindo. O que Mara não levou em conta foi que ela acabara de acender meu tesão com essas palavras. Beijei-a na boca justo quando seu Leo aparecia com seu regador, que quase caiu das mãos dele. Mara ficou atônita. "Você é uma doida", ela me disse com cara de pavor. Seu Leo pigarreou e, fingindo-se de desentendido, disse: "Meninas, não comam na frente dos pobres". Mara, atordoada e querendo defender a situação, e talvez pensando que o que o avô tinha visto não sairia daquele quintal, soltou: "Bom, vô, você pode estar chocado, mas eu estou mais, porque desde hoje vejo como você fica olhando a bunda da minha amiga". Foi um segundo de tensão interminável. O avô, com toda a manha, soltou uma gargalhada e, com um olhar doce e carinhoso, disse: "Não precisa ficar nervosa, Marita, você acha que seu avô vai contar pra todo mundo que a neta dele estava se pegando com a amiga? Somos todos crescidos e foi lindo vê-las naquele beijo". Mara, arrependida... Eu a abracei como uma menininha e pedi perdão. Leo, acariciando-a, disse: "Você não precisa se esconder na minha casa, fiquem à vontade". Não sei o que a levou a fazer isso, mas Mara se aproximou de mim e me beijou na frente do avô, como se fosse um pacto entre nós três. Eu fui além e, enquanto Mara beijava minha boca, olhei para o Seu Leo e o surpreendi esfregando o pau por cima do short. "Melhor entrarmos, tem muita fofoqueira por aqui", disse o avô de Mara com um sorriso cúmplice. Mara, como se tivesse se libertado de algo, não soltou minha mão e caminhou em direção à casa.
Já dentro, era outra Mara. Sentou-se ao meu lado e acariciava minha mão decididamente, mostrando que eu era sua garota. Deixando claro: Mara tinha namorado e só transávamos quando estávamos com tesão, ou seja, não éramos um casal. O avô pôs a chaleira para outro mate. A situação era estranha porque Mara estava se comportando como minha namorada. Me beijava e acariciava toda hora. Seu Leo tinha uma barraca chamativa debaixo daquele short. Aí decidi me soltar e joguei a bomba. Disse para Mara: "Eu, como disse seu avô: para de comer na frente dos pobres ou convida, porque esse short vai explotar".
Seu Leo, com vergonha, apertou as pernas e colocou uma mão tentando esconder o pau já no limite. "Vôôôô!", disse Mara, e Seu Leo não aguentou mais: "Sou avô, mas não sou de pedra, neném. Isso é culpa sua". E, acompanhando suas palavras, puxou o pau super inchado. O veio tem um pau rosado e gordinho, o líquido pré-gozo brilhava numa cabeça linda. "Uau, como essa cabeçona está", eu disse, atiçando ainda mais o fogo. "Você gosta, safadinha? É sua", o vô já totalmente solto me jogou. Mara olhava o pau do avô como se tentasse descobrir se o que estava acontecendo era real. Me ajoelhei e o engoli. Seu Leo me empurrava pela nuca, tentando perfurar minha boca. O vô gemía desesperado diante da minha boca que devorava seu pau.
"Vem beijar o avô, putinha", ele disse a Mara, estendendo uma mão para trazê-la para perto. Mara se entregou. Beijou seu avô, enfiando língua. Soltei o pau e me levantei para me juntar a eles em um beijo de três. 3. Senti que gostoso pau o seu vô tem, eu disse pra Mara e ela ficou em transe. Don Leo não perdeu tempo e meteu a mão nas nossas bundas. Baixei o moletom da Mara, deixando sua bunda magrinha mas bem torneada, para o prazer do avô dela. Olha que lindo rabo minha neta tem, ele dizia enquanto passava o pau na fenda. Isso é uma bunda, vô, ela disse amassando a minha. Vamos pro quarto? perguntou Don Leo com medo da resposta. Vamos, disse sua neta. Entre os dois me deixaram pelada enquanto se beijavam gostoso, com as línguas pra fora. Ahh nãoooo, olha que peitos e que rabo essa puta da mãe!!! Gritou Don Leo olhando pra neta. Vem, o vô vai te deixar bem peladinha, ele disse pra Mara. A pouca roupa caiu no chão. O corpo magro da Mara destacava a buceta enorme que ela tem e que deixou o avô dela louco. Filha da puta, que boceta gostosa é a minha netinha, meu Deus. Ele jogou ela na cama e começou a chupar sua buceta com aquela língua comprida que ele tem. Mara gemía e xingava pedindo mais. Aassim vô, que degenerado filho da puta eu sou, sua netaaaaa. Não aguentou muito e gozouem.elaboca do seu avô com um sorriso enorme de prazer. Venham chupem meu pau juntas, ele nos pediu. Chupamos o pau dele tentando fazer ele não gozar porque queríamos transar. Não goza, vô, por favor, disse Mara, quero cavalgar em você. Mara pegou uma camisinha da minha bolsa e colocou nele. Subiu no avô e entre gemidos foi enfiando o pau. Don Leo segurou forte na bunda magra da neta e aguentou as sentadas desesperadas de Mara. Você, puta, chupa minha bunda, ele me ordenou. Lamberei a bunda dele enquanto via Mara pulando no pau do avô. Gozaaaaa, velho degeneradooooo, Mara teve um orgasmo que eu conhecia tão bem. Entre os espasmos, beijei suas costas. Ela saiu do pau do avô e eu subi nele. O velho estava louco pelos meus peitos e não parava de chupá-los enquanto eu o comia. Olhei para Mara, que estava de costas ainda suspirando da transa que tinha dado. Don Leo já não aguentava mais e me avisou que ia gozar. Acelerei minhas sentadas e, apertando meus peitos com força, o veio se derreteu. Saí de cima, tirei a camisinha e limpei o pau dele com minha boca. Chupei a camisinha, enchendo minha boca com a porra do velho, e compartilhei beijando Mara. Estávamos com muito tesão, eu e Mara. Juntas, voltamos a chupar o pau dele, mas Don Leo disse: não, meninas, ele não vai mais ficar duro. Então fizemos ele chupar nossas bocetas até banhá-lo de nossos líquidos. O segredo ficou bem guardado. Transamos várias vezes mais com Don Leo até que, ano passado, ele faleceu por uma doença. Mara foi morar com o namorado e, de vez em quando, trocamos mensagens sobre nossos trios incríveis. Mas isso deixo para a próxima. Beijocas.
8 comentários - El abuelo de Mara ( real amateur)
bien trolas las chicas.
Excelente.!