Grávida e infiel. Parte 3

No capítulo anterior, parei de falar com Salvador, mas algo mais aconteceria que achei que seria algo impensável, algo inimaginável que se tornou realidade. Tentei me recompor, mas era tanto o desejo e o tesão pela curiosidade sobre lactofilia, que fui pro meu computador ver do que se tratava. Quando googlei e vi a definição, achei nojento, mas ao ver em diferentes blogs onde casais compartilhavam vivências ou experiências, o quanto isso tinha fortalecido a relação e o tesão e o quanto era excitante ter seu marido preso numa das tetas enquanto no outro peito estava seu filho ou filha pequeno mamando. Continuei vendo e lá tinha fotos de mulheres mostrando junto com seus maridos e cortando ou escondendo o rostinho dos bebês com um emoji. Eu já estava com a buceta toda molhada de novo, louca pra transar e poder fazer algo disso com o Dante, porque queria ser como alguma mulher daquelas, dando a teta pro meu bebê e satisfazendo meu marido. Veio na minha mente o que aconteceu com Salvador, que estava tão perto de mim e o desejo dele de provar das minhas tetas e da minha porra. Comecei a me masturbar, dessa vez sem sentir culpa, imaginando como ele me dava beijos no pescoço, enquanto tirava meu sutiã e deixava minhas tetonas à mostra e começava a lamber e se encaixar entre meus braços pra ficar preso e mamar. Eu mordia os lábios e gemia cada vez mais alto e fui sussurrando o nome dele e enfiei um dedo e depois três dedos dentro da minha cavidade bem molhada e quando me senti no clímax, prestes a explodir, soltei um grito:
Eu: - Aiiii... Salvador!!! - e meu orgasmo jorrou com violência entre meus dedos brincalhões e vi minha camiseta de novo com gotas de porra e toda molhada de novo e fiquei curiosa sobre a porra que saiu e, ao tirar dos meus bicos duros com os dedos, levei à boca, não achei ruim, tinha um gosto doce e morno, mas com uma aparência de porra mais amarela e mais gordurosa, mas tinha lido que era pra fortalecer o bebê nas primeiras semanas e... depois iria se acalmando aos poucos até ficar como a porra que a gente conhece. Olhei a hora e eram quase 20h e o Dante ainda não tinha chegado e também não tinha me escrito pra avisar se ia chegar muito tarde. E decidi escrever pra ele: "Oi amor, como você tá? A gente tá te esperando com o bebê pra jantar e passar um tempo juntos. Te amo". E só apareceu o visto de enviado, talvez o celular dele estivesse desligado ou sem sinal. Não me preocupei e fui preparar umas almôndegas com molho e enquanto isso ficava de olho no meu celular esperando a resposta do meu marido, e nada. Às 21:30 olhei o celular de novo pela mensagem e continuava com uma marca só, ele ainda não tinha lido, e eu morria de curiosidade, liguei pra ele e o celular tava desligado. Parei de insistir pra não ficar mal e deixei a comida pronta e fui pra mesa da cozinha com meu celular e o notebook pra continuar meus logos e ver se conseguia fazer algo também pro meu bebê pro nascimento dele. Vi que chegou uma mensagem e era de um número novo, e quando vi o remetente era o Salvador: "Oi Yulita, como você tá? A verdade é que eu e meu pai gostamos muito das coisas que você fez. Você é uma gênia. Obrigado, gostosa, você é a melhor". Sorri e respondi: "Oi Salvador. Ah, que bom que vocês gostaram, e agora que você tem meu número, tenta não me escrever direto, pra não ter problema. Um beijo". Quase na hora ele respondeu: "Imaginei que você ainda estaria sozinha, já que hoje eu precisava que meu amigo desse uma olhada nuns negócios e ele disse que podia fazer depois das 22 ou mais tarde, ou ele já voltou?" "Não, ainda não voltou. Tô começando a me preocupar..." E assim que leu minha mensagem, me ligou. Meu coração batia desesperado e eu cortei a ligação e ele escreveu: "Não leva a mal, Yulita. É pra você saber que não tá sozinha, eu tô aqui, se precisar que eu vá, posso fazer companhia. Assim que seu marido chegar, ele vê meu projeto comigo e eu vou embora e deixo vocês tranquilos". "Tá bom", respondi seca. Em 15 minutos ele tava em casa. Quando abri a porta, vi ele, com uma Sorrisão no rosto e ele vinha com uma sacola na mão. Salva: — Tô aqui... trouxe uma coisinha pra você beber. Eu: — É que eu não posso tomar álcool... Salva: — São sucos e umas frutas pra você fazer uns smoothies ou algo assim que você goste. Eu: — Valeu... entra, fica à vontade... Salva: — Com licença. — Quando fechou a porta, foi pra cozinha, largou a sacola na bancada e se ofereceu pra me ajudar a guardar. Abri a porta da geladeira pra manter os sucos gelados e ele tava bem perto de mim, que de nervoso derrubei umas frutas no chão e a gente se abaixou pra pegar, rolou um olho no olho e eu sorri pra ele e ele me devolveu um sorrisão. Tentei me levantar de uma vez e dei um estalo na perna. Eu: — Aííí... Salva: — Tá bem? Deixa que eu faço... — me ajudou a levantar e não tirava o olho enquanto a gente se erguia junto e ficava os dois em pé bem pertinho, dessa vez não dava pra sair rápido por causa do estalo — deixa que eu termino de guardar... você relaxa — me ajudou a sentar na cadeira da bancada — e ainda posso preparar algo pra você comer... o que prefere, algo bem elaborado ou algo leve? Eu: — É que eu já tinha feito o jantar e não sei se o Dante vai vir comer, mas a gente já tá com fome: digo, eu e meu bebê... Salva: — E o que cês prepararam? Eu: — Fiz umas almôndegas do jeito que o Dante gosta e acho que vou ter que jogar fora... Salva: — Mas não, Yulita... vamos comer isso. Eu amo!!! — ele se virou e acendeu o fogo, colocou a panela do macarrão e a panela das almôndegas no fogo, enquanto mexia — nossa senhora... isso tá com uma cara divina, querida... — eu ri. Eu: — É, acho que dessa vez ficou do jeito que eu gosto... Salva: — Posso provar? Eu: — Pode, claro... — ele enfiou a colher, soprou e provou. Fechou os olhos e mexia a boca falando umas coisas incompreensíveis — o que achou? Salva: — Ai Yuli, desculpa, mas tava tentando lembrar onde comi algo assim e foi com minha avó Chela. Nossa... veio na minha cabeça quando eu ia de Visita e ela preparava umas coisas pra mim... Eu: - Uauuuu... não acredito que você tava lembrando disso. Desculpa te interromper, Salva. Salva: - Toda vez que quiser comer algo gostoso, igual minha avó cozinhava, vou vir te visitar! Eu sorri pra ele e baixei o olhar, senti meu bebê se mexer e me ajeitei, acariciando minha barriga. Salva: - Seu bebê tá mexendo? Eu: - Sim, mas vou colocar os pratos e o resto... já não falta muito pra isso. Salva: - Você é igual uma menina mimada, quer fazer tudo do seu jeito! Nós dois rimos. Salva: - Adoro quando você sorri e ri pra mim, você é tão linda... Eu baixei o olhar, ele apagou o fogo e se aproximou de mim. Tocava minhas bochechas enquanto com a outra mão tocava a mão que acariciava minha barriga. Ele movia no mesmo ritmo que eu e continuava me olhando fixo, e a mão dele segurou firme meu rosto, nossos olhares se chocaram, parecia inevitável o que podia rolar. Eu desci da cadeira e, ao tirar meu corpo, a mão dele que estava junto com a minha na minha barriga ficou na altura dos meus peitos, e ele não tirou a mão, tocou meus bicos duros, duríssimos de tesão que eu tava sentindo, massageou por cima da roupa e tocou delicadamente, tentou enfiar um dedo por dentro e eu parei ele. Eu: - Não, não... Salva: - Tá bom... vamos comer. Ele serviu a comida e sentamos ali mesmo no balcão da cozinha, e enquanto ele provava, saboreava e fechava os olhos, eu olhava pra ele e ele sorria pra mim. Depois de comer, ele se ofereceu pra lavar a louça e disse: Salva: - A verdade é que você cozinha pra caralho... tava muito, muito gostoso... Eu: - Muito obrigada, mas tudo isso aprendi com meus pais e minhas irmãs, então não é mérito só meu. Salva: - Bom, um dia se você me der o endereço onde eles moram, vou na casa dos seus pais e vou parabenizar todo mundo, porque adorei o que você aprendeu e como cozinhou pra mim... Eu soltei uma gargalhada e fiquei super corada. Salva: - Juro que adoro quando você ri... ele foi se aproximando mais de mim. - Queria que você soubesse uma coisa que há muito tempo eu só sei, mas acho que você também... você precisa saber... Eu:- Ai... não não Salvador... Salva:- Minha gostosa... minha Yulita...- ele se jogou em cima de mim e me beijou de novo, com a mesma paixão daquela noite que ele estava com os amigos. Dessa vez, eu abracei ele e acompanhei o ritmo do beijo, enquanto ele me apertava com mais força contra o corpo dele. Nossos beijos eram longos, molhados e muito passionais. Eu sentia um tesão descomunal e não só minha buceta estava molhada, como meus peitos começaram a soltar gotas de leite. Ele tirou a camisa e, ao tirar minha roupa, notou meu sutiã molhado. Eu:- Ai... de novo saindo umas gotas de leite... Salva:- Não precisa se preocupar... isso é simples. Eu:- Ah é? E o que dá pra fazer? Salva:- Isso...- ele tirou meu sutiã e passou a língua em volta do meu mamilo, que estava durinho, com a mesma dureza que eu sentia no pau dele dentro da calça. E passou as mãos primeiro num dos meus peitos e depois no outro, tirando com a língua as gotas de leite, e ficava beijando, apertando de leve, brincando com o nariz e deu um soprinho pra deixar mais duro ainda, e mamou de leve. Eu tava num tesão danado: vendo um homem que não era meu marido chupando meus peitos e eu morrendo de vontade de transar com ele. Não precisei falar nada, porque num instante ele me olhou do jeito que eu imagino que seja ver meu bebê mamando, aquele olhar se cruzou e ele soltou meu peito, chegou perto da minha boca e me beijou de novo. Foi abrindo a calça dele, enquanto me segurava com força contra ele e, devagar, tirou a minha. Nós dois tiramos tudo, ele tirou minha calcinha fio dental e tirou a cueca dele, e eu pude ver o pauzão dele: era muito grande e grosso. Ele me sentou na cadeira alta do balcão da cozinha e encostou o pau duro dele nos lábios da minha buceta quente e molhada e, naquele vai e vem, foi entrando. A sensação era quente demais: sentir pela primeira vez transando com um homem que não era meu marido e que tinha um pau muito mais grosso que o dele, me deixava mais louca. Eu me mexia cada vez mas sem ser brusco, pelo meu ventre que já tava aparecendo minha gravidez e de vez em quando ele acariciava e subia a mão até minhas tetas enquanto as tocava e aproximava a boca, beijava e chupava devagar sentindo que engolia meu gozo. Era uma imagem que nunca vou esquecer. Ver como ele segurava minha teta com a mão enquanto chupava bem devagar. Depois de um tempo, eu não aguentei mais e anunciei:
Eu:- Ayyyyy.... vou gozar...
Salva:- Ufffff.... sim siiii... eu também... Ayyy minha Yuli....
Eu:- Mmmmmmmmmmm... aaaagggghhhhhh.....
Dos dois saía muito líquido que parecia que não ia acabar. Sentindo que saía a jorros da minha pussy. Quando ele tirou o cock, caiu nas minhas coxas e pernas. Quando vi o cock dele, tava ensopado. Mas do jeito que tava, ele foi se vestindo e se arrumando.
Salva:- Nunca imaginei que meu desejo pudesse se realizar
Eu:- Não acredito... por favor... ninguém pode saber disso
Salva:- Juro que ninguém vai saber... mas só quero que você saiba uma coisa
Eu:- O quê? Do que se trata?
Salva:- Eu te amo, Yulita- eu sorri, fui andando completamente nua e levei minha roupa pro tanque. Fui e tomei um banho rápido. Me troquei e coloquei meu pijama curto. Quando voltei, vi que ele tava cortando umas frutas e colocando nos dois copos o suco que tinha trazido.
Salva:- Achei que a gente ia precisar recuperar energia...
Eu:- Sim, a gente come e bebe isso e você já devia ir embora...
Salva:- Mas se o Dante ainda não chegou...
Eu:- Por isso mesmo... não quero que ele desconfie de nada
Salva:- Mas... do que ele vai desconfiar? Eu sou o amigo dele que veio buscar uma opinião sobre algo que tô fazendo. Você... é a mulher linda dele, a esposa dele... - ele sorriu pra mim e acariciou minha bochecha- não entendo porque ele te deixa tanto tempo sozinha...
Eu:- Pois não sei... e obrigada... - batemos os copos de suco brindando- chinchin...
Salva:- Chinchin, gostosa. Por você, seu bebê e essa fantasia realizada!
Eu fiquei completamente vermelha. A gente começou a comer e beber o suco. suco. Lá pelas 23:30 dá pra sentir que o Dante chegou no carro dele. Quando ele tentou abrir a porta, eu abri e vi a cara dele surpresa ao me ver.
Dante: - Ah, amor... achei que você ia estar dormindo.
Eu: - Não, não... esperei você pra comer... mas tô com seu amigo, esperando você.
Dante: - Ah, não, não... eu já jantei... O que você tá fazendo, Salva?
Salva: - Oi, gato... bem, bem... e você?
Dante: - Emm... sim, sim... vamo ver como você tá com isso...

Os dois foram pra área da sala de jantar e eu lavei os copos que usei com o Salvador. Dava pra ouvir eles murmurando entre si, e de vez em quando falavam coisas indiferentes, mas depois voltavam a falar como se fosse segredo.

Pouco depois vieram até mim, e o Salvador me cumprimentou como se nada tivesse rolado entre nós antes, e ele e o Dante apertaram as mãos. Quando ele foi embora, o Dante se aproximou de mim e eu notei que ele tinha uma mancha na camisa, perto do colarinho.
Eu: - O que é isso aí?
Dante: - Você deve ter me sujado...
Eu: - Como vou te sujar, se mal te dei um beijo e passei a mão na sua bochecha? Essa mancha tá na sua camisa.
Dante: - Deve ter sido respingo de comida...

Não quis continuar porque já tinha algo que podia ser um sinal de que ele tava me traindo. Fomos deitar e assim que ele se deitou, dormiu. Eu tentei olhar o celular dele, mas tava bloqueado. Tentei colocar a data do nosso noivado, não era. A data do nosso casamento, também não. Meu aniversário, também não. Deixei pra lá e me virei, acariciando minha barriga e me sentindo péssima porque ele nem tinha me dado um beijo antes de dormir ou um carinho.

No dia seguinte, quando acordei, o Dante já não tava mais na cama. Levantei rápido e fui procurar ele, mas ele já tinha ido embora. Procurei a camisa dele no tanque, que ele com certeza tinha tirado pra ver a mancha, e não achei. Revirei dentro da máquina de lavar, no cesto, atrás pra ver se tinha caído, e nada. Pensei que ele tinha jogado no lixo. Também não vi nada. Fui tomar café e tinha uma mensagem da minha mãe: "Oi Chuletita, como cê tá? Como vai sua barriga? Quando é sua consulta com o médico??" Respondi na hora: "Oi mãe. Tá tudo bem. A consulta é amanhã à tarde. Finalmente vamos saber o sexo do bebê. Abraços pra todo mundo." Vi que também tinha chegado uma mensagem nova do Rodas: "Oi, bom dia Yuliana. Tá realmente excelente tudo que você montou. Somos umas sessenta pessoas no total, entre família e amigos. Depois me passa o total. Ah, e antes que eu esqueça, vocês estão convidados pra vir com sua família. Abraços." "Oi, bom dia senhor. Perfeito. Sabendo a quantidade já facilita muito pra tudo dos souvenirs. Sim, assim que tiver tudo pronto, passo o orçamento. Obrigada pelo convite, não prometo nada se a gente vai conseguir ir ou não. Abraços pra vocês." Arrumei a cama e juntei o que usei no café da manhã, e tava prestes a fazer uns exercícios de yoga que minha irmã me ensinou quando ouço baterem na porta e vou atender. Era a Magdalena, a mãe do Dante. Magda: "Oi, querida." Eu: "Ah... como vai, Magda?" Magda: "E meu filho?" Eu: "Seu filho saiu cedo, nem ideia a que horas, mas foi embora sem se despedir de mim." Magda: "Com certeza você não ouviu quando ele tentou te acordar." Eu: "Ele muitas vezes não me acorda porque sai muito cedo." Magda: "E por isso mesmo, querida... você devia acompanhar ele." Eu: "Bom... eu tenho acompanhado ele no que pude, mas ele muitas vezes não quer pra me deixar dormir." Magda: "Ah, a juventude de hoje em dia" — fez careta com os olhos — "bom... vou lavar umas coisas que ele me deu." Eu: "Que ele deu pra quem?" Magda: "Que meu filho me deu porque tinha umas manchas que você não conseguiu tirar, pelo que ele me disse." Eu: "Ele tem essa camisa na casa dele?" Magda: "Tô deixando de molho pra esfregar bem, porque antigamente lavava com força e tudo saía!" Eu: "Ah... ok. Valeu pela dica, mas eu lavo muito bem. Preciso ir trabalhar." Magda: "E sim, claro... trabalha com o 'telefoninho'." Eu: "Sim, claro. Tenha um bom dia... até mais..." — e fechei a porta. Dentro, eu puteei porque ela tava insinuando que eu não sabia lavar a camisa que ela tava falando. Além disso, era a camisa de ontem à noite que o Dante chegou manchada no colarinho. Cada vez mais eu ficava puta com as atitudes da minha sogra, e por causa daquela mancha, eu tava cada vez mais certa de que ele tava me traindo. Mesmo sem saber com quem ainda! CONTINUA....

1 comentários - Grávida e infiel. Parte 3

Muy bueno 👏👏...a esperar x la continuación +10 hermosa...
Gracias por tu puntaje y por comentar. Un beso