Depois do episódio da escola... Um dos meus alunos favoritos me convida pra passar o dia num sítio com os amigos do time. Eles tão afim de me comer todo mundo, e eu também tô afim de comer todos eles. Aos 34 anos, eu tava redescobrindo e curtindo o sexo como nunca antes, meu método de ensino foi um puta sucesso. Nessa época, eu tinha virado viciada em vídeos de gangbang, orgias e sexo anal com vários caras. Comecei a comprar consolos, cada vez maiores, e fui explorar meu corpo como se fosse mais uma garota da escola. Num momento, eu tava tão doida que usava um plug anal até na escola. E de vez em quando, via vários alunos e ia me tocar no banheiro. Às vezes, a excitação me dominava, e eu me masturbava, doente do jeito que eu tava, e queria ir mais longe. Um que teve a honra de receber essa recompensa tava num grupo e era o que mais me esquentava. Elias, meu aluno favorito. Um moleque de 17 anos, jogador de futebol nas categorias de base de um time importante perto da minha cidade (Defensa y Justicia). Alto, moreno, com o corpo depilado e bem atlético. A rola dele era uma delícia. No dia que ele passou na prova de matemática, eu recompensei ele com minha boca. Eu não queria deixar ele ir, lembro de ter a rola dele na minha boca enquanto ele gozava pela terceira vez naquela tarde. Eu sugava desesperada cada gota de porra, sentia a rola dele ficar mole na minha boca, mas não queria soltar. Ficava chupando e chupando, na esperança de que endurecesse de novo, mas não teve jeito, ele tinha chegado no limite. Enquanto Elias começava a se vestir, eu tava pelada, espalhada na cama, vendo o show, muito feliz e satisfeita com a sessão de sexo oral que tinha tido. E talvez por isso, quando ele me ofereceu passar o fim de semana num sítio com ele e os amigos, eu aceitei sem pensar. Achei que ia dividir o dia com outras mulheres também, e isso me dava um pouco de medo, pensar em ver os homens... dando toda a atenção pra outras minas e isso não ia machucar muito minha autoestima, mas mesmo assim decidi ir. O dia chegou, pra passar aquele dia comprei um biquíni vermelho de uma peça, com um decote enorme na frente quase chegando no meu umbigo, valorizando bem meus peitinhos pequenos, tinha tão pouca pano na parte de cima que mesmo sendo pequenos, meus peitos mal ficavam cobertos e com o movimento certo podiam rolar uns "acidentes" deixando um dos meus peitos à vista de todo mundo. Minhas costas ficavam totalmente de fora e minha raba não aparecia muito, mas tava satisfeita com aquele biquíni. Pra completar o look, vesti um short jeans bem curto que mostrava parte da minha bunda, uma regata de lycra bem fina e um kimono de crochê branco. Minha intenção era tirar o short e a regata, usar só o kimono e assim insinuar mais do que mostrar pra ver se conseguia chamar a atenção de alguns caras, e aí não só transar com o Elías mas também com outros manos, então também levei uma caixa grande de camisinha e um gel. Às 9h da manhã, passei com meu carro pra buscar o Elías na casa dele pra ir pro sítio, ele tava com dois amigos, fiquei meio decepcionada porque queria provar a rola dele antes de chegar, mas fazer o quê. Os três entraram no meu carro e começamos a viagem. No caminho colocavam música e falavam das paradas deles, me davam uns elogios aqui e ali mas nada de outro mundo. Fomos os primeiros a chegar no sítio mais ou menos às 10h, tiramos as coisas do carro, nos acomodamos, eu tirei a roupa ficando só de biquíni e kimono, recebi uns aplausos dos caras, fiz uma reverênciazinha e sentamos pra beber e ouvir música enquanto o resto chegava. Um por um os carros iam chegando e pra minha surpresa todo mundo que descia dos carros era homem. Quando chegou o terceiro carro cheio de caras, perguntei pro Elías se as colegas dele iam vir, e ele surpreso respondeu que Não, iam vir só os colegas dele... Então tava quase 11h da manhã e eu já tava rodeada por vários caras, entre 19 e 22 anos, com um físico foda, depilados e cheios de energia. Senti minha buceta ficar molhada, fiquei completamente vermelha vendo todos aqueles machos, pensando nos paus deles já tava salivando, dava pra me entregar pra eles e curtir até umas 22h, imaginei. Quando ouvi o Elias falar que a gente ia ficar o dia todo até a manhã seguinte porque a chácara era do pai de um deles. Fui até o banheiro da casa pra me refrescar e tentar me controlar, o banheiro era enorme, cheio de cabines, mas era misto, sem separação entre homens e mulheres. Entrei numa das cabines pra fazer minhas necessidades, pensando no que ia fazer: se me entregava só pro Elias, pra alguns ou pra todos ao mesmo tempo, e se fizesse, como ia controlar a situação. Meus pensamentos foram interrompidos quando uns caras entraram no banheiro, dava pra ouvir eles falando de mim, um claramente dizia: «Viu a raba que a gostosa que o Elias trouxe tem? Ia arrebentar tudo» Outro respondia: «Me dá uma vontade de arrancar aquela peça branca que ela tá usando, a malha não tapa quase nada» Outro: «Eu pegava ela pra jogar na piscina e ainda apalpava toda» Um mais cauteloso falou: «Não sejam otários, e se depois ela denunciar a gente por estupro ou algo assim?» Ao ouvir isso, meu coração batia a mil por hora, completamente excitada com a situação e com a mente nublada. Quando voltei pra festa, notei que todos os caras me devoravam com o olhar. Eu tava louca, queria me ajoelhar e chupar o pau de todos, igual nos vídeos que eu via. Completamente excitada, fui e, disposta a passar a melhor tarde da minha vida, tomei 2 copos de speed com smirnoff pra criar coragem... E vi que um dos caras tava num canto, escondido, me aproximei e ele tinha um pouco de pó, lembrei da minha juventude e pedi uma carreira pra tomar coragem. O cara me olha e fala "coragem pra quê? Já vai ficar sabendo." Aproveitei a situação pra brincar um pouco com eles, percebi que uns estavam fazendo um concurso de queda de braço. Fui até onde estavam e desafiei o Nahuel, que tinha os braços mais grandes de todos. Sentei na frente dele e, automaticamente, os outros caras me rodearam por trás, alguns apoiavam as mãos nos meus ombros e deslizavam meu kimono. Quando peguei na mão do Nahuel, percebi na hora que a força dele era incomparável com a minha. Os caras atrás de mim me incentivavam, me davam todo o apoio e até me seguravam. Me esforcei pra caralho pra vencer, mas não consegui mover nem um milímetro o braço dele. Rendida, toda suada e vermelha, falei pros caras que me rodeavam: "vou dar um beijo em quem conseguir ganhar dele." Rapidamente eles tomaram meu lugar e, um por um, tentaram vencer ele, enquanto a gente torcia pelo desafiante da vez. Entre pulos e gritos, percebia que alguns aproveitavam pra me tocar, outros me pegavam pela cintura pra pular junto, e eu também aproveitava pra passar a mão nos braços deles, nos abdominais ou nos peitos. No final, o último desafiante conseguiu ganhar — acho que o Nahuel já tava exausto de tantas tentativas — e chegou a hora de dar o prêmio. Perguntei: "onde você quer o beijo?" Todo mundo se animou, uns pediam pra eu dar na pica, outros na boca... Eu tentava acalmar eles, dizendo que não ia fazer aquilo. No fim, o vencedor escolheu que o prêmio fosse um beijo na boca. Sem hesitar, me pendurei no pescoço dele, meio louca de excitação, e comecei a beijar ele enquanto ele me segurava pela cintura. Percebi que um dos amigos dele tirou a mão da minha cintura e colocou numa das minhas nádegas. Como eu não recusei, o vencedor continuou apalpando minha bunda, enquanto os outros comemoravam e aplaudiam. Terminado esse joguinho, fui procurar o Elias. Ele tava na churrasqueira do sítio, com um grupo preparando um churrasco. Elias me puxou pela cintura, colando meu corpo no dele, e eu não resisti, agarrei ele pelas costas. Comecei a conversar com os caras e, percebendo que me devoravam com o olhar, me "cobri" com o kimono, que por ser de crochê deixava meu biquíni aparecendo nas aberturas. Vários caras iam e vinham de vez em quando, alguns tocavam meus ombros enquanto a gente conversava, outros me roçavam, outros me devoravam com os olhos. Eu estava ficando mais e mais excitada, tudo me aquecia, já queria me entregar pra eles. Elias só me olhava e sorria. Um dos caras que mais puxou papo comigo foi o Alejo, um jovem muito gostoso que nunca ficava sem assunto. A ele se juntou um cara chamado Franco. Entre piadas e risadas, Franco me deu um empurrãozinho amigável e acabou tocando um dos meus peitos. Óbvio que não falei nada. Depois, Alejo começou a me fazer perguntas sobre meu biquíni. Eu abri meu kimono pra mostrar meu biquíni e depois fechava de novo pra me abraçar no Elias enquanto ria de toda a situação. Eles me traziam copos de speed com vodka toda hora — por causa do calor que eu tava, eu tomava um e já tinha outro na mão. A conversa continuava em volta da minha roupa, então Franco perguntou se meu biquíni era confortável, já que parecia bem apertado. Expliquei que era super confortável e, ainda abraçada no Elias com a mão esquerda, deixei o kimono cair do meu ombro, oferecendo metade do biquíni pra eles tocarem o tecido. Eles não perderam tempo e começaram a explorar o tecido do meu biquíni sem nenhuma resistência. Com os dedos, me tocavam, esticavam o tecido do biquíni e depois soltavam, seguindo o contorno do decote e a parte de baixo, roçando meus peitos e minha buceta. Um deles fazia círculos com o dedo na área do meu mamilo. Alejo me perguntou se a parte de dentro era tão macia quanto a de fora e, sem pedir permissão, enfiou um dos dedos dentro do meu biquíni na área do meu peito. Franco também não ficou atrás e fez o mesmo. Senti os dois dedos deles brincando com meu mamilo enquanto eu dizia: "Viu como o biquíni é bem macio?" Aí ouvi um "Deixa eu ver" e outro cara se juntou pra me tocar. biquíni e depois outro, parece que nunca tocaram num biquíni». Ao ver isso, Elias tirou a mão da minha cintura, pensei que ele tinha ficado bravo, mas em vez disso, ele apertou uma das minhas nádegas com muita força, tanto que soltei um pequeno gemido de prazer. Quando nos reunimos na mesa para almoçar, sentei ao lado do Elias e, sem perder tempo, comecei a acariciar o pau dele por baixo da mesa. Tinha carne e bebida pra alimentar um exército, todo mundo começou a comer. Eu me via sozinha no meio de vários caras, não sabia como aquilo ia terminar. Contei eles e eram 22, entre jogadores e colegas de escola. Eu tinha o pau do Elias na mão e apertava cada vez mais forte, querendo arrancá-lo. Minha buceta tava quente, minha boca pedia pau e a loucura tomava conta dos meus pensamentos. Comecei a beber mais, já querendo que o tempo passasse. Mas os caras cuidavam pra meu copo estar sempre cheio, eu tava muito alcoolizada. Eu não era de beber muito, então, ao terminar outro copo, já tava bêbada, tanto que nem percebi quando o cara à minha esquerda colocou a mão na minha perna e eu respondi colocando a mão no pau dele. Lembro que um dos caras pediu mais carne, mas eu interrompi dizendo: «Gente, vocês têm que guardar espaço pra sobremesa». Todos me olharam estranho, algum ingênuo perguntou que sobremesa eu tinha trazido, mas com um sorriso no rosto eu respondi: eu sou a sobremesa. Todos explodiram de alegria enquanto eu ria. Eles me seguraram e me tiraram do meu lugar, me arrastaram pelo sítio com a ideia de me jogar na piscina, mas consegui me soltar e comecei a correr, desviando deles, só pra brincar um pouco mais. Enquanto corria, eles me cercaram, tentando me segurar, mas eu resistia. Senti um deles passar o braço entre minhas pernas, roçando minha buceta completamente molhada, e com o outro braço me segurou bem forte, apertando meus peitos. Ele me levantou quase sem esforço e me levou até a piscina enquanto o resto dos jovens Festejava e parabenizava o amigo pela "presa" que tinha conseguido, enquanto eu ria e pedia pra me soltar. O braço dele roçando na minha buceta me fazia sentir no paraíso, mas queria brincar um pouco mais, então me soltei e saí correndo de novo. Eles eram mais rápidos, me cercavam e empurravam até me pegarem de novo, enquanto um segurava minhas duas pernas e outro meus dois braços, tiraram meu kimono e me levaram pra piscina, enquanto jogavam cerveja no meu rosto, eu tentava pegar o que dava. Já tava muito cansada pra continuar o jogo, então me rendi e deixei eles me jogarem na piscina. Um por um foram pulando na piscina, me rodeavam, me pegavam pela bunda ou pela cintura, tentavam me beijar, mas eu fugia, queria me fazer de difícil, mas tava tonta de tesão. De tanta excitação, meu coração batia a mil, minha buceta explodia. Até meu cu tava coçando, já queria guerra. E gritei: Aaaaaaa, que dia lindo... aaaaaaa. Ouvindo isso, continuaram me dando cerveja de uma garrafa, me encostei na borda da piscina, um deles começou a jogar cerveja no meu decote e, sem pedir permissão, começou a beber toda aquela cerveja que tinha jogado em mim. Depois outro se aproximou, puxou uma das tiras do meu biquíni, deixando meu peito à mostra pra todo mundo, jogou cerveja naquela teta e começou a chupar com muito entusiasmo. Em segundos, tinha dois caras chupando meus peitos, enquanto outro jogava mais cerveja no meu cabelo, eu só gemia de prazer. Afastei eles dos meus peitos, arrumei o biquíni de novo, escondendo meus mamilos duros, continuei bebendo cerveja enquanto ouvia um dos caras dizer: "Como essa puta se faz de difícil". Sentei na borda da piscina, coloquei os braços pra trás, estufando o peito, e levantei uma das pernas, pra eles verem como meu biquíni afundava na minha buceta. Elias me pegou pelas pernas, abriu elas, puxou a parte de baixo do biquíni e começou a chupar minha buceta, eu tentava afastar ele porque todo mundo tava olhando. Mas eu tava com mais força. Uns caras saíram da piscina e me cercaram, tentando arrancar meu biquíni. Enquanto um puxava as alças, outro apertava meus mamilos. Eu tentava arrumar de volta e não deixar que tirassem, mas eram mãos demais. Entre a tesão que eu tava, mais a língua do Elías brincando com meu clitóris, falei: "Beleza, caras, se vocês querem tanto me ver pelada, eu tiro o biquíni, mas vocês também tiram a roupa." Não consegui terminar a frase quando vi que todos já estavam com os paus bem duros pro ar, ninguém tinha roupa, então não tive escolha a não ser me despir. Primeiro, abaixei as alças, deixando cair nos meus ombros, mostrando meus peitos. Depois, me virei, tirei a parte de baixo, mostrando minha bunda pequena em todo seu esplendor, e então pulei na piscina. Automaticamente, todos me cercaram. Eu sentia os paus roçando em mim debaixo d'água, tava morrendo de vontade de provar cada um. Alguns me beijavam, outros enfiavam os dedos na minha buceta, outros pegavam ou chupavam meus peitos. Eu tava no paraíso, curtindo o momento. Enquanto tocava os paus deles, percebi que tinha de todos os tipos e tamanhos pra provar. Fui passando de boca em boca até trombar com o Nahuel. Ele colocou as duas mãos na minha cabeça e, com muita força, enfiou o pau até o fundo da minha garganta... Ele tava sentado na borda da piscina, e eu comecei meu primeiro boquete.
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