tinha minha buceta toda molhada. Não parava de pensar na situação que vivi aquela noite com Fernando, como a gente passou dos nervos e da vergonha do começo a aproveitar quando comecei a chupar ele. Tive que tapar a boca com um dos travesseiros quando gozei, e gozei intensamente, molhando tudo. Mas tudo bem, trocaria os lençóis no dia seguinte. Fui tomar um banho rápido pra relaxar um pouco e conseguir dormir alguma coisa naquela noite. Naquele sábado de manhã, não parava de pensar no que aconteceu na despedida na noite anterior. Pra espairecer um pouco, fui fazer compras. Voltei pra casa na hora do almoço. No meio da tarde, meu celular tocou, tinha uma mensagem no WhatsApp, o número eu não conhecia, mas pelo texto no começo vi que era o Fernando me escrevendo. Ele dizia, antes de tudo, que me perdoasse por pegar o celular da mãe dele pra ver meu número e me mandar aquela mensagem. Que não queria me meter em confusão nem problemas em casa com meu marido e meus filhos, mas que ficaria muito grato se eu respondesse a mensagem dele. Eu respondi que ficasse tranquilo, que não tinha problema ele ter olhado meu número no celular da mãe dele. Que meu filho naquele momento não estava morando comigo e meu outro filho era bem pequeno, meu marido estava entretido no jardim de casa. E que a gente podia trocar algumas mensagens se ele quisesse, mas de texto, sem áudios. E começou um pouco, como na noite anterior, se desculpando pela situação vivida. Repeti na minha mensagem que já tinha dito pra ele não dar tanta importância pra aquilo, que além do mais eu tinha gostado e aproveitado muito. Ele, me vendo já mais receptiva, falou de novo que tinha adorado quando enfiou em minha boca e eu chupei com toda aquela sensualidade, olhando fixo nos olhos dele. Que quando acordou naquela manhã, teve que bater uma boa punheta pensando naquele momento. E que se eu também tinha estado... Um pouco excitada naquela manhã, eu disse a verdade, que naquela manhã não, mas contei que tinha tido que ir para outro quarto quando cheguei em casa naquela noite, e tive que me masturbar para aliviar a excitação que fiquei depois de chupar ele. Aí as mensagens foram subindo cada vez mais de tom, com educação, claro, mas tudo foi ficando mais intenso. Ele me disse que, se naqueles dias a gente pudesse se ver em algum momento, à tarde, quando ele não tem aula. Aí eu fiquei com um pouco de dúvida, porque se eu entrasse nesse jogo, sabia como a coisa ia terminar… Falei que termino de trabalhar às três da tarde, e que naquela semana ia estar meio ocupada e atarefada, o que era verdade, não era desculpa. Mas ele levou como desculpa. Ele disse educadamente que entendia que eu estava recusando o convite para tomar um café ou o que fosse com ele. Naquela altura, com todas as experiências que tive, sei que não era só ir tomar um café. Falei que, antes de tudo, sou uma mulher casada e uma das melhores amigas da mãe dele. Ele entendeu, e eu disse que segunda e terça ia ser impossível. Mas prometi que tentaria marcar com ele para tomar aquele café entre quarta e sexta, mas não podia prometer nada. E que não estava dando desculpas para não ir, que realmente queria tomar algo com ele e conversar cara a cara sobre o que aconteceu. Naqueles dias, eu me sentia excitada o dia inteiro, e o que passava na minha cabeça a todo momento era: o que Fernando fez comigo para me deixar o dia todo pensando nele, ainda mais porque ele é muito mais novo que eu e filho da minha melhor amiga. Naqueles dias, ele não encheu o saco pelo WhatsApp, mandava uma mensagem ou outra, mas sem ser insistente. Na quinta-feira de manhã daquela semana, estando eu no trabalho, mandei uma mensagem para ele perguntando se queria se encontrar comigo naquela tarde para tomar aquele café. Obviamente, ele não perdeu tempo e respondeu que sim. Falei também que, mesmo que fosse só para tomar um café, me Me sentiria mais confortável se a gente fosse pra outra cidade perto, um lugar tranquilo. Não que fosse nada demais, mas ia me sentir mais à vontade e segura num lugar onde não encontrasse tão fácil algum conhecido ou amiga. Ele topou, e marquei pra cinco da tarde com ele. Peguei ele com minha caminhonete numa rua perto da casa dele — não queria que a mãe dele visse o filho subindo na minha caminhonete. Então, como tô falando, peguei ele numa rua ali perto. Como era uma área meio perigosa... de algum conhecido poder nos ver, ele entrou no carro, me cumprimentou, mas a gente nem se deu beijo no rosto. Fomos pra uma cidade que fica a 40 km da minha casa e da dele, estávamos longe de casa, não tanto, mas sim. Chegamos num café, o lugar era muito bonito e tranquilo, sorte que era começo da tarde, a música tava baixinha. E assim a gente conseguia conversar mais de boa os dois. Percebi o Fernando meio inquieto e nervoso, não vou negar que eu também tava. Pra esse encontro com ele, coloquei uma blusa branca cropped, saia justa e curta prateada tipo paetê, por baixo tava usando uma tanga de renda preta e, pra me sentir mais putinha, antes de sair de casa enfiei um plug anal no meu rabinho pequeno, ele tava enfiado entre minhas nádegas, com uma perolinha vermelha.
Ele tinha vestido uma camisa listrada bonita e uma calça jeans, que caía super bem nele, ainda mais sendo alto. Antes de tudo, queria deixar as coisas claras, como já tinha dito pelas mensagens do WhatsApp. Sei que posso ser muito chata, mas repeti: sou uma mulher casada, a mãe dele é minha amiga, e nessa situação pouco podia oferecer a ele.
Percebi na hora como o olhar dele ficou triste. Ele, com certeza, tinha criado expectativas de transar comigo naquela tarde. E eu estava quebrando essas ilusões. Dava pra ver no rosto dele a tristeza tomando conta. Não é por ser má nem nada, mas gostei de saber que eu controlava a situação. E entrei no jogo de dar um pouco de esperança e depois tirar. Isso deixou o pobre coitado meio confuso. Fazia duas semanas que ele tinha feito 19 anos.
Sentados na minha frente, naquela mesa do café, coloquei minha mão sobre a dele, que estava apoiada na mesa, e falei: — Não fica tão triste, querido. Não sei se você tá triste ou bravo comigo.
— Não, Ale, de jeito nenhum, fica tranquila. Entendo muito bem sua situação familiar e não quero te meter em encrenca.
Continuamos conversando sobre tudo um pouco. Mas, bom, não quero me alongar demais. Falei pra gente ir pra casa, já eram quase 8 da noite. Fomos ao estacionamento onde eu tinha deixado minha caminhonete.
Ao entrar nela, ele me olhou com carinho e desejo e disse: — Como essa saia fica bem em você, tá uma gostosa, e suas pernas estão espetaculares.
Eu sorri e passei a mão no rosto dele, agradecendo o elogio. Ele acariciou meu queixo e aproximou o rosto do meu. Sabia que ia me beijar, e deixei, porque eu também queria. E começamos a nos beijar dentro do carro. Beijos que foram ficando cada vez mais intensos. Ao sentir aqueles beijos, percebi que tava perdida, porque desejava o Fernando tanto quanto ou mais do que ele me desejava. Enquanto continuava me beijando, começou a acariciar meus peitos. por cima da minha blusa. Eu já estava molhada naquele momento. Falei pra ele que a gente já tinha que sair do estacionamento, que eu só tinha cinco ou dez minutos pra sair depois que tinha pago. Então tirei minha caminhonete de lá, ele me perguntou se a gente podia parar em algum lugar tranquilo só por um momento. Perguntei pra ele que lugar tranquilo ele conhecia por ali. A verdade é que nenhum, mas a poucos quilômetros da minha casa, tinha uma área. Onde é tudo muito sossegado, com poucas casas por perto. E ali a gente podia parar um momento, então voltamos pra casa. Ele, enquanto eu dirigia, colocava a mão no meu joelho. Falei que não, que com o nervoso que eu já tava, tudo tremia, pra ele esperar até chegar no lugar onde a gente pudesse parar o carro um momento. Chegamos lá, procurei a área mais tranquila e afastada pra parar, e começamos de novo a nos beijar com paixão. — Porra, Ale, como você me deixa. Mas que gostosa que você é. Eu coloquei minha mão no volume de Fernando, falei pra ele que aquela calça jeans devia estar apertando muito ele... Ele disse que eu não fazia ideia do quanto tava apertando. Desabotoei o botão, o cinto e abaixei o zíper.
Pra baixar a calça até o tornozelo, ele também baixou a cueca. Deixando eu ver de novo aquela piroca linda e dura. Ele enfiou a mão por baixo da minha saia, eu facilitei as coisas, abrindo um pouco as pernas. Enfiou os dedos até acariciar minha calcinha molhada, me pediu pra eu tirar ela, e mesmo dentro do carro não ser nada confortável pra essas coisas, eu tirei, deixando ela cair na altura dos meus saltos. Aí ele enfiou a mão de novo entre minhas pernas e acariciou minha buceta, me dizendo: — Uff, Ale, mas que quentinho você tem a buceta. — Foi você quem deixou assim, meu bem.
Comecei a gemer e ofegar, enquanto ele me masturbava com os dedos. Depois, ele tirou a mão da minha buceta por um momento.
E aí, ele levantou minha blusa toda, deixando minha buceta à mostra, e também desabotoou meu sutiã, deixando ele ver meus peitos com os bicos já durinhos pra caralho. —Mmm, mas como eu tava afim de ver e acariciar esses peitos gostosos, e mais ainda de beijar eles e chupar seus biquinhos pontudos. Senti a boca dele começando a beijar meus peitos nervoso, e brincando com meus bicos dentro da boca. Isso me fez gozar de tanto tesão, me esguichando de prazer.
depois disso, ele me disse pegando no pau dele. - vamos, Ale, quero sentir ela de novo na sua boca, quero que me faça um bom boquete. A gente recostou um pouco os bancos do carro pra ter mais espaço. Peguei o pau dele com a mão direita, masturbei ele um pouco, pra depois abaixar a cabeça e começar a passar a língua no pintinho rosado dele. Ele começou a gemer, e eu, aos poucos, comecei a enfiar o pau pulsante dele dentro da minha boca. Como eu tinha desejado naqueles dias ter ele dentro de novo. E comecei a chupar ele.

Ele acariciava meu cabelo e minhas nádegas…
—Assim, assim, Ale, não para, porra
—como você chupa bem
Eu, ao ouvir isso, ficava ainda mais excitada, sabendo como ele estava.
Aos poucos, fui aumentando o ritmo. Até que ele me disse…
—Ale, para. Quero te foder agora.
—Amor, aqui é meio desconfortável, pra ser sincera.
—Vamos pro banco de trás, que a gente fica mais à vontade.
A gente recolheu os bancos da frente de novo. Saímos do carro e sentamos os dois no banco de trás. Antes de entrar de novo, já do lado de fora, eu abaixei a saia. Fiquei só com a blusa, os peitos de fora e nua da cintura pra baixo. Me acomodei o melhor que pude no banco de trás. E ele se posicionou por cima de mim.
—Ufa, Ale, como eu tava esperando por esse momento. A festa do Natal passado… você não imagina quantas punhetas eu bati pensando em você naqueles dias.
—Sim, amor, mas antes de tudo, queria saber se você costuma transar com alguma cliente da sala onde trabalha nos fins de semana.
—Não, Ale, de jeito nenhum. Que nada, não transo com nenhuma das que vão pras despedidas de solteira. Essa é a regra número um que a gente ouve lá. Além disso, quero que você me desvirgue. Você é a primeira mulher com quem eu fiquei assim.
Ao ouvir isso, eu me surpreendi. Não imaginava que ele fosse virgem. Perguntei se era verdade. Ele disse que sim, que no trabalho o máximo que já tinha feito era receber boquete, mas que eu seria a primeira mulher a sentir o pau dele na buceta. Isso me deixou com muito tesão, e eu tava disposta a desvirgar ele e ser a primeira mulher dele. Além do mais, nunca tinha feito isso com um virgem.
—Melhor assim então. Que delícia fazer isso com um virgem. Vem, me pega e me usa como quiser, que hoje você vai estar dentro da sua primeira mulher.
Ele encaixou o pau duro na entrada da minha buceta molhada. E enfiou com cuidado. Eu passei os braços em volta do pescoço dele e sussurrei no ouvido que queria sentir ele dentro de mim. Senti ele entrando, e, assim que ficou todo dentro, ele parou. quieto




- Caralho, Ale, que foda que vou te dar, é uma delícia meter em você, nunca senti isso antes, você aperta gostoso pra caralho e essa buceta macia, quentinha e molhadinha é muito gostosa
- É isso que eu espero que você faça, que me arrebente e me deixe toda fodida
Ele começou a me foder, cada vez mais forte e mais rápido, eu tinha aquele gato em cima de mim, com aquele corpo gostoso, e naquele momento era a única coisa que eu pensava, que ele enfiasse com toda força.

O que ele fez, me dando umas metidas fortes, verdade seja dita, pra ser a primeira vez dele, tava mandando muito bem. Quando Fernando já não aguentava mais, ele me perguntou se podia gozar dentro de mim — "Ale, amor, vou gozar, quero fazer isso dentro de você, sinto muito gostoso estar dentro de ti, posso?" Eu, com a voz embargada, disse que sim, que gozasse dentro de mim e me enchesse. No fim das contas, era só mais um que eu deixava gozar dentro, quantos já não tinham me enchido?

quero sentir teu leite dentro de mim, me dá. ele me deu umas fodidas fortes, segundos antes de gozar dentro de mim. eu soluçava de prazer enquanto gritava que gostoso você se mexe, adoro sua buceta. notei como ele estava gozando, me dando todo o leite dele dentro da minha buceta. ele ficou um tempinho em cima de mim com o pau dentro, enquanto os dois ainda estávamos ofegando com a respiração cortada. ele se deitou sobre meus peitos pra descansar, enquanto ainda tinha o pau dentro de mim. eu acariciava o cabelo dele e dizia que ele mandava muito bem, mas que óbvio, por ser a primeira vez dele, não tinha aguentado tanto. - Você gostou, Ale? - Adorei, amor, uff, era exatamente o que eu precisava, algo assim. Eu não gozei, mas curti pra caralho, e pra ser sua primeira vez não foi nada mal, você fode muito gostoso, só que da próxima tenta durar mais. - Então saiba que vai me ter quando quiser, e espero que não se arrependa disso e depois me diga que não quer repetir. - Não, amor, claro que não. Vamos ter que nos encontrar com muita discrição e cuidado, isso sim. Mas se você quiser, eu quero te ver de novo, e da próxima vez sim, estar num lugar mais tranquilo e confortável, e se você durar mais e tiver prática, talvez eu até deixe você me comer por trás. Ele esboçou um sorriso no rosto e me beijou. Eu, com uns lenços de papel, me limpei como pude a buceta que já estava escorrendo o leite do Fer e levei o sêmen dele à boca na frente do rosto dele. Saímos do carro totalmente pelados, eu vesti a tanga e a saia de novo, mas antes de vestir a tanga, Fernando me perguntou se podia ficar com ela, pra enquanto chegasse o segundo encontro poder ter algo meu pra imaginar... então eu dei minha tanga encharcada de sucos da minha vulva e do meu fluxo, e pra excitá-lo mais, tirei meu plug do meu cu e dei pra ele, mas ele tinha uma jogada melhor: ao receber meu plug cheio dos meus sucos vaginais e do suor das minhas nádegas, levou à boca pra chupar, isso também me esquentou pra caralho. Eu vesti a saia, abotoei de novo a Ajeitei o sutiã e minha blusa, ele vestiu a calça jeans e a cueca de novo, e eu levei ele perto da casa dele, pra não estacionar na porta, igual a gente tinha feito quando fui buscá-lo.

Ele tinha vestido uma camisa listrada bonita e uma calça jeans, que caía super bem nele, ainda mais sendo alto. Antes de tudo, queria deixar as coisas claras, como já tinha dito pelas mensagens do WhatsApp. Sei que posso ser muito chata, mas repeti: sou uma mulher casada, a mãe dele é minha amiga, e nessa situação pouco podia oferecer a ele.Percebi na hora como o olhar dele ficou triste. Ele, com certeza, tinha criado expectativas de transar comigo naquela tarde. E eu estava quebrando essas ilusões. Dava pra ver no rosto dele a tristeza tomando conta. Não é por ser má nem nada, mas gostei de saber que eu controlava a situação. E entrei no jogo de dar um pouco de esperança e depois tirar. Isso deixou o pobre coitado meio confuso. Fazia duas semanas que ele tinha feito 19 anos.
Sentados na minha frente, naquela mesa do café, coloquei minha mão sobre a dele, que estava apoiada na mesa, e falei: — Não fica tão triste, querido. Não sei se você tá triste ou bravo comigo.
— Não, Ale, de jeito nenhum, fica tranquila. Entendo muito bem sua situação familiar e não quero te meter em encrenca.
Continuamos conversando sobre tudo um pouco. Mas, bom, não quero me alongar demais. Falei pra gente ir pra casa, já eram quase 8 da noite. Fomos ao estacionamento onde eu tinha deixado minha caminhonete.
Ao entrar nela, ele me olhou com carinho e desejo e disse: — Como essa saia fica bem em você, tá uma gostosa, e suas pernas estão espetaculares.
Eu sorri e passei a mão no rosto dele, agradecendo o elogio. Ele acariciou meu queixo e aproximou o rosto do meu. Sabia que ia me beijar, e deixei, porque eu também queria. E começamos a nos beijar dentro do carro. Beijos que foram ficando cada vez mais intensos. Ao sentir aqueles beijos, percebi que tava perdida, porque desejava o Fernando tanto quanto ou mais do que ele me desejava. Enquanto continuava me beijando, começou a acariciar meus peitos. por cima da minha blusa. Eu já estava molhada naquele momento. Falei pra ele que a gente já tinha que sair do estacionamento, que eu só tinha cinco ou dez minutos pra sair depois que tinha pago. Então tirei minha caminhonete de lá, ele me perguntou se a gente podia parar em algum lugar tranquilo só por um momento. Perguntei pra ele que lugar tranquilo ele conhecia por ali. A verdade é que nenhum, mas a poucos quilômetros da minha casa, tinha uma área. Onde é tudo muito sossegado, com poucas casas por perto. E ali a gente podia parar um momento, então voltamos pra casa. Ele, enquanto eu dirigia, colocava a mão no meu joelho. Falei que não, que com o nervoso que eu já tava, tudo tremia, pra ele esperar até chegar no lugar onde a gente pudesse parar o carro um momento. Chegamos lá, procurei a área mais tranquila e afastada pra parar, e começamos de novo a nos beijar com paixão. — Porra, Ale, como você me deixa. Mas que gostosa que você é. Eu coloquei minha mão no volume de Fernando, falei pra ele que aquela calça jeans devia estar apertando muito ele... Ele disse que eu não fazia ideia do quanto tava apertando. Desabotoei o botão, o cinto e abaixei o zíper.
Pra baixar a calça até o tornozelo, ele também baixou a cueca. Deixando eu ver de novo aquela piroca linda e dura. Ele enfiou a mão por baixo da minha saia, eu facilitei as coisas, abrindo um pouco as pernas. Enfiou os dedos até acariciar minha calcinha molhada, me pediu pra eu tirar ela, e mesmo dentro do carro não ser nada confortável pra essas coisas, eu tirei, deixando ela cair na altura dos meus saltos. Aí ele enfiou a mão de novo entre minhas pernas e acariciou minha buceta, me dizendo: — Uff, Ale, mas que quentinho você tem a buceta. — Foi você quem deixou assim, meu bem.
Comecei a gemer e ofegar, enquanto ele me masturbava com os dedos. Depois, ele tirou a mão da minha buceta por um momento.
E aí, ele levantou minha blusa toda, deixando minha buceta à mostra, e também desabotoou meu sutiã, deixando ele ver meus peitos com os bicos já durinhos pra caralho. —Mmm, mas como eu tava afim de ver e acariciar esses peitos gostosos, e mais ainda de beijar eles e chupar seus biquinhos pontudos. Senti a boca dele começando a beijar meus peitos nervoso, e brincando com meus bicos dentro da boca. Isso me fez gozar de tanto tesão, me esguichando de prazer.
depois disso, ele me disse pegando no pau dele. - vamos, Ale, quero sentir ela de novo na sua boca, quero que me faça um bom boquete. A gente recostou um pouco os bancos do carro pra ter mais espaço. Peguei o pau dele com a mão direita, masturbei ele um pouco, pra depois abaixar a cabeça e começar a passar a língua no pintinho rosado dele. Ele começou a gemer, e eu, aos poucos, comecei a enfiar o pau pulsante dele dentro da minha boca. Como eu tinha desejado naqueles dias ter ele dentro de novo. E comecei a chupar ele.

Ele acariciava meu cabelo e minhas nádegas… —Assim, assim, Ale, não para, porra
—como você chupa bem
Eu, ao ouvir isso, ficava ainda mais excitada, sabendo como ele estava.
Aos poucos, fui aumentando o ritmo. Até que ele me disse…
—Ale, para. Quero te foder agora.
—Amor, aqui é meio desconfortável, pra ser sincera.
—Vamos pro banco de trás, que a gente fica mais à vontade.
A gente recolheu os bancos da frente de novo. Saímos do carro e sentamos os dois no banco de trás. Antes de entrar de novo, já do lado de fora, eu abaixei a saia. Fiquei só com a blusa, os peitos de fora e nua da cintura pra baixo. Me acomodei o melhor que pude no banco de trás. E ele se posicionou por cima de mim.
—Ufa, Ale, como eu tava esperando por esse momento. A festa do Natal passado… você não imagina quantas punhetas eu bati pensando em você naqueles dias.
—Sim, amor, mas antes de tudo, queria saber se você costuma transar com alguma cliente da sala onde trabalha nos fins de semana.
—Não, Ale, de jeito nenhum. Que nada, não transo com nenhuma das que vão pras despedidas de solteira. Essa é a regra número um que a gente ouve lá. Além disso, quero que você me desvirgue. Você é a primeira mulher com quem eu fiquei assim.
Ao ouvir isso, eu me surpreendi. Não imaginava que ele fosse virgem. Perguntei se era verdade. Ele disse que sim, que no trabalho o máximo que já tinha feito era receber boquete, mas que eu seria a primeira mulher a sentir o pau dele na buceta. Isso me deixou com muito tesão, e eu tava disposta a desvirgar ele e ser a primeira mulher dele. Além do mais, nunca tinha feito isso com um virgem.
—Melhor assim então. Que delícia fazer isso com um virgem. Vem, me pega e me usa como quiser, que hoje você vai estar dentro da sua primeira mulher.
Ele encaixou o pau duro na entrada da minha buceta molhada. E enfiou com cuidado. Eu passei os braços em volta do pescoço dele e sussurrei no ouvido que queria sentir ele dentro de mim. Senti ele entrando, e, assim que ficou todo dentro, ele parou. quieto





- Caralho, Ale, que foda que vou te dar, é uma delícia meter em você, nunca senti isso antes, você aperta gostoso pra caralho e essa buceta macia, quentinha e molhadinha é muito gostosa - É isso que eu espero que você faça, que me arrebente e me deixe toda fodida
Ele começou a me foder, cada vez mais forte e mais rápido, eu tinha aquele gato em cima de mim, com aquele corpo gostoso, e naquele momento era a única coisa que eu pensava, que ele enfiasse com toda força.


O que ele fez, me dando umas metidas fortes, verdade seja dita, pra ser a primeira vez dele, tava mandando muito bem. Quando Fernando já não aguentava mais, ele me perguntou se podia gozar dentro de mim — "Ale, amor, vou gozar, quero fazer isso dentro de você, sinto muito gostoso estar dentro de ti, posso?" Eu, com a voz embargada, disse que sim, que gozasse dentro de mim e me enchesse. No fim das contas, era só mais um que eu deixava gozar dentro, quantos já não tinham me enchido?

quero sentir teu leite dentro de mim, me dá. ele me deu umas fodidas fortes, segundos antes de gozar dentro de mim. eu soluçava de prazer enquanto gritava que gostoso você se mexe, adoro sua buceta. notei como ele estava gozando, me dando todo o leite dele dentro da minha buceta. ele ficou um tempinho em cima de mim com o pau dentro, enquanto os dois ainda estávamos ofegando com a respiração cortada. ele se deitou sobre meus peitos pra descansar, enquanto ainda tinha o pau dentro de mim. eu acariciava o cabelo dele e dizia que ele mandava muito bem, mas que óbvio, por ser a primeira vez dele, não tinha aguentado tanto. - Você gostou, Ale? - Adorei, amor, uff, era exatamente o que eu precisava, algo assim. Eu não gozei, mas curti pra caralho, e pra ser sua primeira vez não foi nada mal, você fode muito gostoso, só que da próxima tenta durar mais. - Então saiba que vai me ter quando quiser, e espero que não se arrependa disso e depois me diga que não quer repetir. - Não, amor, claro que não. Vamos ter que nos encontrar com muita discrição e cuidado, isso sim. Mas se você quiser, eu quero te ver de novo, e da próxima vez sim, estar num lugar mais tranquilo e confortável, e se você durar mais e tiver prática, talvez eu até deixe você me comer por trás. Ele esboçou um sorriso no rosto e me beijou. Eu, com uns lenços de papel, me limpei como pude a buceta que já estava escorrendo o leite do Fer e levei o sêmen dele à boca na frente do rosto dele. Saímos do carro totalmente pelados, eu vesti a tanga e a saia de novo, mas antes de vestir a tanga, Fernando me perguntou se podia ficar com ela, pra enquanto chegasse o segundo encontro poder ter algo meu pra imaginar... então eu dei minha tanga encharcada de sucos da minha vulva e do meu fluxo, e pra excitá-lo mais, tirei meu plug do meu cu e dei pra ele, mas ele tinha uma jogada melhor: ao receber meu plug cheio dos meus sucos vaginais e do suor das minhas nádegas, levou à boca pra chupar, isso também me esquentou pra caralho. Eu vesti a saia, abotoei de novo a Ajeitei o sutiã e minha blusa, ele vestiu a calça jeans e a cueca de novo, e eu levei ele perto da casa dele, pra não estacionar na porta, igual a gente tinha feito quando fui buscá-lo.
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